Acompanhe ao vivo nesta quarta-feira, 31, às 19h 40min, a Palavra do Frei Petrônio. Para interagir no Facebook Live- você deve ser seguidor do Frei na página: www.facebook.com/freipetros

4 DIA. Tema:

 O mundo antigo passou (2 Coríntios 5,17)

 

Gênesis 19,15-26

Não olhes para trás

Salmo 77,5-15

Deus é sempre fiel

Filipenses 3,7-14

Esquecendo o que ficou para trás

Lucas 9,57-62

Conserva tua mão no arado

 

Comentário

Frequentemente vivemos do passado. Olhar para trás pode ser útil, e às vezes é necessário para a cura de nossas memórias. Mas pode também nos paralizar e nos impedir de viver o presente. A mensagem de Paulo aqui é libertadora: tudo o que é passado ficou para trás.

A Bíblia nos estimula a conservar em mente o passado, a buscar fortalecimento a partir de nossas memórias, e a lembrar o bem que Deus tem feito. No entanto, também nos pede para abandonar o que está ultrapassado, mesmo o que foi bom, para que possamos seguir Cristo e viver nele uma nova vida.

Durante este ano, o trabalho de Martin Lutero e outros reformadores está sendo comemorado por muitos cristãos. A Reforma mudou muita coisa na vida da Igreja ocidental. Muitos cristãos deram heróico testemunho e muitos foram renovados em sua vida cristã. Ao mesmo tempo, como mostra a Escritura, é importante não ficar limitados ao que aconteceu no passado, mas deixar que o Espírito Santo abra para nós um novo futuro no qual a divisão está superada e o povo de Deus se completa na unidade.

Questionamentos

  • O que podemos aprender lendo juntos a história de nossas divisões e de nossa mútua desconfiança?
  • O que precisa mudar na minha Igreja para que as divisões possam ser superadas e o que nos une possa ser fortificado?

Oração

Senhor Jesus Cristo,
o mesmo, ontem, hoje e para sempre,
cura as feridas do nosso passado,
abençoa nossa peregrinação na direção da unidade hoje 
e guia-nos para o futuro,
quando serás tudo em todos,
com o Pai e o Espírito Santo,
para todo o sempre. Amém.

Fonte: http://www.vatican.va

Cidade do Vaticano (RV) – “Caros irmãos e irmãs, bom dia! Na iminência da solenidade de Pentecostes não podemos não falar da relação que existe entre a esperança cristã e o Espírito Santo. O Espírito é o vento que nos arrasta para a frente, que nos mantém no caminho, nos faz sentir peregrinos e estrangeiros e não nãos permite de acomodar e de nos tornarmo-nos num povo “sedentário”.

Com estas palavras, o Papa Francisco iniciou na manhã de hoje, quarta-feira, dia 31 de Maio de 2017, a última audiência geral deste mês de Maio, na Praça de S. Pedro, repleta de fiéis e peregrinos provenientes de diversas partes da Itália e do mundo inteiro. Tema da catequese de hoje, é “o Espírito Santo nos faz transbordar na esperança”: uma reflexão sobre a Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos( Rm 15, 13-14).

Ora, a Carta aos Hebreus, disse Francisco, compara a esperança com uma âncora e à esta imagem podemos acrescentar a da vela. Se a âncora é o que dá segurança ao barco e o mantém “ancorado” por entre as ondas do mar, a vela é, pelo contrário,  permite ao barco de caminhar e avançar nas águas. A esperança é realmente uma vela; ela recolhe o vento do Espírito e o transforma em força motriz que empurra o barco, segundo as circunstâncias, para o largo ou ao destino.

O Apóstolo Paulo, disse ainda o Papa, conclui a sua carta aos Romanos dizendo:“ O Deus da esperança vos encha de toda a alegria e de toda a paz na vossa fé, para que pela virtude do Espírito Santo, transbordeis de esperança!”.

 Ora, a expressão “Deus da esperança”, sublinha o Santo Padre, não quer dizer somente que Deus é objecto da nossa esperança, isto é Aquele que já, desde agora nos faz esperar; mas antes de mias, nos torna “alegres na esperança: alegres agora de esperar e não só de esperar de ser alegres no futuro, depois da morte.

“Enquanto há vida há esperança”, diz um ditado popular; e é verdade também o contrário: até quando há esperança, há vida. Os homens têm necessidade de esperança para viver e têm necessidade do Espírito Santo para esperar.

Paulo atribui ao espírito Santo a capacidade de nos transbordar na esperança. Transbordar na esperança significa não desencorajar-se nunca; significa esperar contra todas as esperanças, isto é, esperar mesmo quando vêm menos todos os motivos humanos para esperar, como foi para Abrãao quando Deus lhe pediu de sacrificar-Lhe o seu único filho Isac, e como foi ainda mais, para a virgem Maria debaixo da cruz de Jesus.

O Espírito Santo, afirma Francisco, torna possível esta esperança invencível dando-nos um testemunho interior  de que somos filhos de Deus e seus herdeiros. O espírito Santo não nos torna só capazes da esperar, mas também de ser semeadores da esperança, de sermos também nós, como Ele e graças à Ele, os paráclitos, isto é, consoladores e defensores dos irmãos: são sobretudo os pobres, os excluídos, os não amados, a terem necessidade de alguém que seja para eles, o “paráclito”, isto é, consolador e defensor.

O Espírito Santo, prosseguiu o Papa, alimenta a esperança não só no coração dos homens, mas também em toda a criação. Pois, como sublinha o Apóstolo Paulo, “ a criação foi sujeita à vaidade, todavia, com a esperança de ser também ela libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Pois sabemos que toda a criação geme e sofre como que dores de parto até ao presente dia”. Façamo-nos então também, concluiu dizendo Francisco, paráclitos, defensores da criação que “espera” a manifestação dos filhos de Deus.

Que a próxima festa de Pentecostes nos encontre concordes em oração, com Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe. E o dom do Espírito Santo nos faça transbordar na esperança.

Também hoje não faltou a habitual saudação calorosa do Papa Francisco, aos fiéis e peregrinos de língua oficial portuguesa presentes na praça de S. Pedro: Saúdo cordialmente todos os peregrinos de língua portuguesa, de modo particular os fiéis de Angola, Sendim, Serrinha, Florianópolis e Minas Gerais. Queridos amigos, nestes dias de preparação para a festa de Pentecostes, peçamos ao Senhor que derrame em nós abundantemente os dons do seu Espírito, para que possamos ser testemunhas de Jesus até os confins da terra. Obrigado pela vossa presença. Fonte: http://pt.radiovaticana.va

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. 3º Dia.

3º DIA. Não conhecemos ninguém à maneira humana (2 Coríntios 5,16)

 

Reflexão:

1 Samuel 16,1.6-7

O Senhor não vê as aparências, mas o coração

Salmo 19,7-13

O mandamento do Senhor é límpido, ilumina os olhos

Atos 9,1-19

Saulo se torna Paulo

Mateus 5,1-12

As Bem-aventuranças

 

Comentário

O encontro com Cristo transforma tudo. Paulo teve essa experiência na estrada para Damasco. Pela primeira vez ele pode ver Jesus como aquilo que ele realmente era: o Salvador do mundo. Seu ponto de vista foi completamente mudado. Ele teve de deixar de lado seu julgamento humano, marcado pelo mundo.

O encontro com Cristo muda igualmente nossa perspectiva. No entanto, frequentemente ficamos no passado e julgamos por critérios humanos. Fazemos coisas ou proclamações “em nome do Senhor” que, na verdade, podem estar apenas a nosso serviço. Ao longo da história, na Alemanha e em muitos outros países, tanto os governantes como as próprias Igrejas têm usado mal seu poder e sua influência em busca de objetivos políticos injustos.

Transformados por seu encontro com Cristo, em 1741, os cristãos da Igreja Morávia (Herrnhuter) responderam ao chamado para não olhar ninguém a partir de um ponto de vista humano, escolhendo “submeter-se à lei de Cristo”. Para nos submetermos à lei de Cristo hoje, somos chamados e ver os outros como Deus os vê, sem desconfiança ou preconceito.

Questionamentos

Onde posso identificar experieências como essa de Damasco em minha vida?

O que muda quando percebemos outros cristãos ou pessoas com outros tipos de fé do modo como Deus as vê?

Oração

Deus Uno e Trino, és a origem 
e o objetivo de todas as coisas vivas;
perdoa-nos quando só pensamos em nós mesmos 
e ficamos cegos por causa de nossos próprios padrões;
abre nossos corações e nossos olhos;
ensina-nos a ser amáveis, acolhedores e generosos,
para que possamos crescer na unidade que é teu dom.
A ti a honra e o louvor, agora e para sempre. Amém.

Fonte: http://www.vatican.va

Papa: sabe despedir-se o pastor que não pensa ser o centro da história

Papa Francisco durante a Missa na Capela da Casa Santa Marta. (30/05/2017). O Papa Francisco celebrou na manhã desta terça-feira a Santa Missa na Capela da Casa Santa Marta. No centro da sua homilia esteve a primeira Leitura tirada dos Actos dos Apóstolos, que se pode intitular - disse Francisco – “A despedida de um bispo”. Paulo se despede da Igreja de Éfeso, que ele havia fundado. “Agora deve ir:

“Todos os pastores devem se despedir. Chega um momento em que o Senhor nos diz: vai para outro lugar, vai para lá, vem para cá, vem a mim. E um dos passos que deve fazer um pastor é também preparar-se para se despedir bem, não se despedir à metade. O pastor que não aprende a se despedir é porque tem alguma ligação não boa com o rebanho, um vínculo que não é purificado pela Cruz de Jesus”.

Paulo, então, chama todos os presbíteros de Éfeso e numa espécie de “conselho presbiteral” se despede. O Papa destaca “três atitudes” do apóstolo. Primeiro, ele diz que nunca abandonou a luta: “Não é um acto de vaidade”, “porque ele diz que é o pior dos pecadores, sabe disso e diz”, mas simplesmente “conta a história”. E “uma das coisas que dará tanta paz ao pastor quando se despede - explicou o Papa - é recordar-se que nunca foi um pastor de compromissos”, ele sabe “que não guiou a Igreja com compromissos. Ele nunca abandonou a luta. “E é preciso coragem para isso”. Segundo ponto. Paulo diz que ele vai a Jerusalém “compelido pelo Espírito”, não sabe o que vai acontecer lá”. Ele obedece ao Espírito. “O pastor sabe que está em caminho”:

“Enquanto guiava a Igreja era com a atitude de não fazer compromissos; agora, o Espírito pede a ele para se colocar em caminho, sem saber o que vai acontecer. E continua, porque ele não possui nada seu, ele não fez do seu rebanho uma apropriação indevida. Ele serviu. 'Agora Deus quer que eu vá embora? Vou embora sem saber o que vai acontecer comigo. Sei somente - o Espírito tinha feito ele saber - que o Espírito Santo de cidade em cidade me confirma que me esperam correntes e tribulações’. Isso ele sabia. Não vou me aposentar. Vou para outro lugar para servir outras Igrejas. Sempre o coração aberto à voz de Deus: deixo isso, vou ver o que o Senhor me pede. E aquele pastor sem compromissos é agora um pastor em caminho”.

O Papa explica por que não se apropriou do rebanho. Terceiro ponto. Paulo diz: “Eu não considero de nenhum modo preciosa a minha vida”: não é “o centro da história, da história grande ou da história pequena”, não é o centro, é “um servo”. Francisco cita um ditado popular: “Como você vive, você morre; como você vive, você se despede”. E Paulo se despede com uma “liberdade sem compromissos” e em caminho. “Assim se despede um pastor”:

“Com este exemplo tão bonito rezemos pelos pastores, pelos nossos pastores, pelos párocos, pelos bispos, pelo Papa, para que a sua vida seja uma vida sem compromissos, uma vida em caminho, e uma vida onde eles não pensem estar no centro da história e assim aprendam a se despedir. Rezemos pelos nossos pastores”. Fonte: http://pt.radiovaticana.va

UMA PRECE: Nesta manhã, ao celebrar para as Missionárias da Caridade- Irmãs de Calcutá- aqui na Lapa, Rio de Janeiro (Vídeo), lembrei das quatros irmãs assassinas no Iêmem no dia 4 de março deste ano.

Na Primeira leitura da liturgia dessa terça,( Atos  20,17-27), o Apóstolo Paulo diz; “Sei apenas que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me adverte dizendo que me aguardam cadeias e tribulações”. (Atos 20, 23).  Repito, CADEIAS E TRIBULAÇÕES! Portanto, a presença do Espírito Santo não um sentimentalismo, uma oração ou um estado de Espírito passageiro. Não, não! A Presença da ação do Espírtio Santo é fidelidade a Boa Nova de Jesus Cristo muitas vezes na radicalidade da entregra total da nossa vida a exemplo das irmãs mártires.    

NOTA: As freiras da ordem fundada pela madre Teresa de Calcutá operavam um lar para idosos. Ao todo, 16 pessoas foram mortas num ataque por parte de fundamentalistas islâmicos e um Padre Salesiano sequestrado.

O Papa Francisco afirmou no domingo (06/03) que as quatro religiosas assassinadas com outras 12 pessoas em um ataque a uma casa de idosos no Iêmen são também “vítimas da globalização da indiferença à quem nada importa”.

“Rezo por elas e pelas outras pessoas mortas no ataque, e por seus familiares. Que Madre Teresa acompanhe ao paraíso estas suas filhas mártires da caridade e interceda pela paz e o sagrado respeito da vida humana”.

A seguir, Francisco afirmou que “estes são os mártires de hoje” e lamentou que “não aparecem nas capas dos jornais e nem são notícia”. “Estas religiosas deram seu sangue pela Igreja. Elas foram mortas pela indiferença, por esta globalização da indiferença a quem não nada importa”.

As irmãs, duas da Ruanda, uma do Quénia e uma da Índia, operavam um lar para idosos naquela cidade, que foi tomado de assalto por seis homens armados, ao que tudo indica por radicais islâmicos que as mataram por serem cristãs.

Para além das freiras, morreram mais 12 pessoas, incluindo seis funcionários etíopes e alguns iemenitas, incluindo guardas e funcionários da cozinha.

Fontes: http://br.radiovaticana.va; http://rr.sapo.pt Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 30 de maio-2017:

 

Dom Dominique You, bispo de Conceição do Araguaia (PA), emitiu nota manifestando solidariedade aos familiares dos dez posseiros assassinados na quarta-feira, 24 de maio, durante ação policial de reintegração de posse em um acampamento na Fazenda Santa Lúcia, no município de Pau d’Arco, no Pará. A Comissão Pastoral da Terra (CPT) informou as Policias Civil e Militar do Pará realizaram a operação de reintegração.

“Será que o cumprimento da Lei não conhece outro caminho fora da destruição do adversário?“, pergunta dom Dominique. E convoca todo o povo “a orar e a se converter para que o mandamento “Não matarás” retome o seu poder na consciência de todos nós e em nossa cultura“.

Leia a Nota, na íntegra:

Convertei-nos, ó Senhor Deus do universo,
E sobre nós iluminai a vossa face!
Se voltardes para nós, seremos salvos.
Salmo 79(80),4.

Será que o Brasil está mesmo em guerra?

Será que a vida humana não vale mais do que a de um bicho?
Será que a luta pela posse de uma terra exige, hoje, a força das armas?
Será que o cumprimento da Lei não conhece outro caminho fora da destruição do adversário?
A vida humana não é uma coisa da qual alguém pode se libertar quando contradiz ou ameaça interesses particulares.

Será que o Brasil está mesmo em guerra?

Hoje, suplico a Misericórdia de Deus. Rezo pelas vítimas e suas famílias, por aqueles que mandaram matar e aqueles que mataram, nesta tragédia em Pau D’arco.

Convoco todo o povo a orar e a se converter para que o mandamento “Não matarás” retome o seu poder na consciência de todos nós e em nossa cultura. Convido cada pessoa a se juntar ao mutirão de oração pela Paz e pelas vítimas, na próxima 3ª feira, 30 de maio de 2017, às 19h30.

A toda a Diocese peço que se reúna numa igreja ou capela, nesta mesma hora em que celebrarei a Eucaristia na Igreja de Pau D’arco.

É urgente um novo despertar da consciência para que a paz social possa voltar a se alicerçar sobre uma autêntica justiça.

Que Deus salve o Brasil da violência, da injustiça e da ganância!

24 de maio de 2017,

Dom Dominique YOU
Bispo de Santíssima Conceição do Araguaia

Foto: Facebook /Helder Molina-CNBB.

Fonte: http://cnbb.net.br

Papa Francisco durante a Missa na Capela da Casa Santa Marta ( 29/05/2017)

É preciso deixar-se interpelar pelo Espírito Santo, apender a ouvi-lo antes de tomar decisões. Esta foi a exortação que o Papa Francisco dirigiu aos fiéis na homilia da Missa desta segunda-feira (29/05) na capela da Casa Santa Marta.

Nesta semana que antecede Pentecostes, afirmou o Papa, a Igreja pede que rezemos para que o Espírito venha no coração, na paróquia, na comunidade. Francisco inspirou-se na Primeira Leitura, que poderíamos chamar de “Pentecostes de Éfeso". De facto, a comunidade de Éfeso tinha recebido a fé, mas não sabia nem mesmo que existisse o Espírito Santo. Eram “pessoas boas, de fé”, mas não conheciam este dom do Pai. Depois, Paulo impôs as mãos sobre eles, desceu o Espírito Santo e começaram a falar em línguas.

O Espírito Santo move o coração.

O Espírito Santo, de facto, move o coração, como se lê nos Evangelhos, onde tantas pessoas - Nicodemos, a samaritana, a pecadora - são impulsionados a se aproximar de Jesus justamente pelo Espírito Santo. O Pontífice então convidou a questionar-nos qual o lugar que o Espírito Santo tem na nossa vida:

“Eu sou capaz de ouvi-lo? Eu sou capaz de pedir inspiração antes de tomar uma decisão ou dizer uma palavra ou fazer algo? Ou o meu coração está tranquilo, sem emoções, um coração fixo? Certos corações, se nós fizéssemos um electrocardiograma espiritual, o resultado seria linear, sem emoções. Também nos Evangelhos há essas pessoas, pensemos nos doutores da lei: acreditavam em Deus, todos sabiam os mandamentos, mas o coração estava fechado, parado, não se deixavam inquietar”.

Não à fé ideológica

A exortação central do papa, portanto, é deixar-se inquietar, isto é, interpelar pelo Espírito Santo que faz discernir e não ter uma fé ideológica:

“Deixar-se inquietar pelo Espírito Santo: “Eh, ouvi isso… Mas, padre, isso é sentimentalismo?” - “Pode ser, mas não. Se você for pela estrada justa não é sentimentalismo”. “Senti a vontade de fazer isso, de visitar aquele doente ou mudar de vida ou abandonar isso …”. Sentir e discernir: discernir o que sente o meu coração, porque o Espírito Santo é o mestre do discernimento. Uma pessoa que não tem esses movimentos no coração, que não discerne o que acontece, é uma pessoa que tem uma fé fria, uma fé ideológica. A sua fé é uma ideologia, é isso”.

Interrogar-se sobre a relação com o Espírito Santo

Este era o “drama” daqueles doutores da lei que eram contrários a Jesus. O Papa exortou a se interrogar sobre a própria relação com o Espírito Santo:

“Peço que me guie pelo caminho que devo escolher na minha vida e também todos os dias? Peço que me dê a graça de distinguir o bom do menos bom? Porque o bem do mal se distingue logo. Mas há aquele mal escondido, que é o menos bom, mas esconde o mal. Peço essa graça? Esta pergunta eu gostaria de semeá-la hoje no vosso coração”.

Portanto, é preciso interrogar-se se temos um coração irrequieto porque movido pelo Espírito Santo ou se fazemos somente “cálculos com a mente” . No Apocalipse, o apóstolo João inicia convidando as “sete Igrejas” – as sete dioceses daquele tempo, disse o Papa Francisco – a ouvir o que o Espírito Santo lhes diz. “Peçamos também nós esta graça de ouvir o que o Espírito diz à nossa Igreja, à nossa comunidade, à nossa paróquia, à nossa família e cada um de nós, a graça de aprender esta linguagem de ouvir o Espírito Santo”. (BS/MJ). Fonte: http://pt.radiovaticana.va

Um pastor cristão na África do Sul provocou indignação após encorajar os fiéis de sua igreja a beber veneno para rato .

O pastor Light Monyeki disse aos fiéis da igreja "Ministérios da Graça Vivendo a Esperança" para beberem de uma garrafa de água com Rattex para 'nutrir seus corpos' e 'curar suas doenças'.

Depois que o pastor tomou um gole, "uma multidão de congregados voluntariamente correu para a frente para tomar um copo do veneno mortal", afirmou a igreja numa publicação nas redes sociais.

Compartilhando fotos de Monyeki despejando a água envenenada nas gargantas dos congregantes, a igreja escreveu em um post no Facebook: 'O homem de Deus, o Profeta Luz Monyeki demonstra o poder de fé fazendo com que os fiéis bebam Rattax, veneno mortal, para demonstrarem a sua fé.'

Antes de derramar o líquido na garganta dos fiéis, o pastor deu um gole. Quando ele fez isso, muitas pessoas quiseram fazer o mesmo e acorreram ao púlpito. Logo, alguns começaram a sentir dores no estômago. À noite, 5 morreram e outros 13 foram hospitalizados.

Monyeki negou qualquer responsabilidade no sucedido, afirmando: "Não precisamos proclamar a fé porque somos crentes. A morte não tem poder sobre nós". A polícia começou uma investigação mas ninguém foi preso até o momento.

O pastor recebeu críticas generalizadas depois de ter postado as fotos na internet. Outros pastores da África do Sul condenaram veementemente o colega, afirmando que quem deveria buscar uma cura para suas doenças seria o próprio pastor.

Light Monyeki não é o primeiro polêmico pastor sul-africano a encorajar práticas pouco ortodoxas entre seus paroquianos.

Em 2014, o pastor Lesego Daniel dos Ministérios do Centro Rabboni na África do Sul convenceu os membros de sua igreja a comer erva, dizendo-lhes que lhes daria força e cura.

Um ano depois, outro polêmico jovem pastor chamado Penuel Mnguni supostamente comandou uma serpente para se transformar em chocolate, instando seus congregantes a comer o corpo do animal como uma prova de fé. Ele foi preso por suspeita de crueldade com animais. #venenoparacrentes. Fonte: https://frontcatolico.blogspot.com.br

A Festa da Ascensão de Jesus, que hoje celebramos, sugere que, no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projeto libertador de Deus para os homens e para o mundo.

O Evangelho apresenta o encontro final de Jesus ressuscitado com os seus discípulos, num monte da Galileia. A comunidade dos discípulos, reunida à volta de Jesus ressuscitado, reconhece-O como o seu Senhor, adora-O e recebe d’Ele a missão de continuar no mundo o testemunho do “Reino”.


EVANGELHO DE MATEUS, 28, 16-20: Atualização.

Jesus foi ao encontro do Pai, depois de uma vida gasta ao serviço do “Reino”; deixou aos seus discípulos a missão de anunciar o “Reino” e de torná-lo uma proposta capaz de renovar e de transformar o mundo.

Celebrar a ascensão de Jesus significa, antes de mais, tomar consciência da missão que foi confiada aos discípulos e sentir-se responsável pela presença do “Reino” na vida dos homens. Estou consciente de que a Igreja – a comunidade dos discípulos de Jesus, a que eu também pertenço – é, hoje, a presença libertadora e salvadora de Jesus no meio dos homens? Como é que eu procuro testemunhar o “Reino” na minha vida de todos os dias – em casa, no trabalho ou na escola, na paróquia, na comunidade religiosa?

A missão que Jesus confiou aos discípulos é uma missão universal: as fronteiras, as raças, a diversidade de culturas, não podem ser obstáculos para a presença da proposta libertadora de Jesus no mundo.

Tenho consciência de que Jesus me envia a todos os homens – sem distinção de raças, de etnias, de diferenças religiosas, sociais ou econômicas – a anunciar-lhes a libertação, a salvação, a vida definitiva? Tenho consciência de que sou responsável pela vida, pela felicidade e pela liberdade de todos os meus irmãos – mesmo que eles habitem no outro lado do mundo?

Tornar-se discípulo é, em primeiro lugar, aprender os ensinamentos de Jesus – a partir das suas palavras, dos seus gestos, da sua vida oferecida por amor. É claro que o mundo do século XXI apresenta, todos os dias, desafios novos; mas os discípulos, formados na escola de Jesus, são convidados a ler os desafios que hoje o mundo coloca, à luz dos ensinamentos de Jesus. Preocupo-me em conhecer bem os ensinamentos de Jesus e em aplicá-los à vida de todos os dias?

No dia em que fui batizado, comprometi-me com Jesus e vinculei-me com a comunidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo. A minha vida tem sido coerente com esse compromisso?

É um tremendo desafio testemunhar, hoje, no mundo os valores do “Reino. O confronto com o mundo gera muitas vezes, nos discípulos, desilusão, sofrimento, frustração… Nos momentos de decepção e de desilusão convém, no entanto, recordar as palavras de Jesus: “Eu estarei convosco até ao fim dos tempos”. Esta certeza deve alimentar a coragem com que testemunhamos aquilo em que acreditamos.

(Leia a reflexão na íntegra ao clicar ao lado no link: EVANGELHO DO DIA)

Na Ascensão, Jesus nem partiu nem se ausentou; não nos deixou órfãos nem solitários. Ele permanece para sempre entre nós pelo seu Espírito Santo: no céu, na terra e em todo lugar. E principalmente conosco e em cada um de nós; não só está ao nosso lado, mas também dentro de nós, “fazendo morada em nós”.

Recordemos as experiências das Aparições do Ressuscitado, onde Jesus foi nos ensinando como nos encontrar com Ele e a estar com Ele: na “Palavra”, na “fração do pão”, na “Eucaristia”, compartilhando nossa vida, como pão de vida para os outros, no “perdão salvador”, no “serviço”, nos “sacramentos”, no “próximo”, na “missão evangelizadora e apostólica”, na “construção do Reino”, no mundo e na realidade social na qual vivemos, praticando a fraternidade e justiça social, segundo “os sinais dos tempos”, etc.

Na Ascensão, não se trata tanto de “vir e regressar”. Os espaços não existem para Deus. Trata-se de diferentes modos de presença. Mais que “subida” e afastamento, a Ascensão de Jesus é “descida e presença”. Sua presença expansiva alcança uma profundidade e uma longitude que sua presença física não pudera alcançar. Assim podemos encontrá-Lo em todos os lugares e em todas as pessoas.

Jesus desce com os seus da montanha do evangelho para estender entre todos os povos sua presença. Está com os seus, neles, com eles... Esta é sua Ascensão, sua grande “descida”.

Ele não permanece na Montanha para construir ali uma pirâmide ou templo, uma grande corte pascal, mas para reunir os seus e enviá-los, e descer/estar com eles em todo o mundo.

Estes “onze” da Ascensão são (somos) todos, homens e mulheres na Montanha do Evangelho, para começar de novo, desde a periferia do mundo, como humanidade nova, como grupo, unidos no amor, todos e todas formando a grande comunidade da nova montanha da vida.

A tarefa fundamental que Ele nos confia é clara: “fazer discípulos” seus todos os povos. Não se trata de ensinar doutrinas, nem ritos, nem normas morais, mas de ativar em todos uma maneira alternativa de viver, centrada no modo de proceder do próprio Jesus, ou seja, trabalhar para que no mundo haja homens e mulheres que vivam como discípulos e discípulas d’Ele, seguidores (as) que aprendam a viver como Ele; que o acolham como Mestre e não deixem nunca de aprender a ser livres, justos, solidários, construtores de um mundo mais humano.

“Homens da Galileia, porque ficais aqui parados, olhando para o céu” (At 1,11)

É como se dissesse: “olhem a terra e todas as pessoas, vejam suas lágrimas e angústias”, assumam tudo como algo próprio dos discípulos e discípulas de Jesus; ocupem-se em transformar toda a realidade com os valores do Reino, inspirem homens e mulheres a serem presença do amor e da justiça junto àqueles que mais sofrem, despertem a vida atrofiada e escondida naqueles que perderam o sentido de sua existência, prolonguem em suas vidas aquela presença original de Jesus...

De fato, Ascensão significa o início da missão da nova comunidade ressuscitada.

Na Ascensão, enquanto Jesus “sobe” ao Pai, nós “descemos” à realidade para transformá-la, tornando presente o Reino. Quando amamos, cuidamos, servimos... também nos elevamos. E o que nos eleva está em nosso interior: nós nos elevamos à medida que descemos em direção à humanidade.

Muitas vezes preferimos seguir um Jesus no “céu”, distante, glorificado, a quem rendemos honras. Descobri-Lo dentro de nós mesmos, nos outros e no mundo é demasiado exigente e comprometedor. Muito mais cômodo é continuar “olhando para o céu...” e não nos sentir implicados naquilo que está acontecendo ao nosso redor. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

O presidente americano Donald Trump e sua esposa Melania visitaram na última quarta-feira (24) o Papa Francisco. Mas o que chamou atenção da imprensa americana foi o fato de, tanto a primeira-dama quanto a filha do presidente americano, Ivanka, fazerem o uso de um vestido preto, além de véu perante o Papa.

Essa sugestão de vestuário por parte da Igreja faz parte de um protocolo do Vaticano para visitas de Estado ou audiência com o Papa. A Rainha Elizabeth II e a ex-primeira-dama Michelle Obama são alguns exemplo de mulheres que cumpriram a regra de etiqueta. Mas existe uma exceção que permite que apenas 7 mulheres possam usar branco perante o Papa.

O chamado "privilégio do branco" (em italiano il privilegio del bianco) é válido para rainhas e princesas católicas. Mas, para possuir esse privilégio além de ser uma rainha ou princesa é necessário receber do Papa o "Rex Catholicissimus", um título hereditário, se manter publicamente católica, ou então ser casada com um monarca católico. O privilégio pode ser mantido a critério do Papa.

Podem vestir branco a rainha Letícia da Espanha, a rainha emérita Sofia da Espanha, a rainha consorte Matilde da Bélgica e a rainha Paola da Bélgica, a grã-duquesa Maria Teresa de Luxemburgo, a princesa Marina de Nápoles e a princesa Charlene do Mônaco.

A princesa Charlene do Mônaco é uma das "exceções" que mais visitam o Papa. Ao todo já foram quatro audiências com o Pontífice máximo da Igreja. Fonte: http://tnonline.uol.com.br

Papa Francisco durante a Missa na Capela da Casa S. Marta ( 23/05/2017 14:50). Muitas pessoas consagradas foram perseguidas por terem denunciado atitudes de mundanidade: o espírito mau prefere uma Igreja sem riscos e morna. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta.

Na sua homilia, o Pontífice comentou o capítulo 16 dos Atos dos Apóstolos, que narra Paulo e Silas em Filipos. Uma escrava que tinha um espírito de adivinhação começou a segui-los e, gritando, os indicou como “servos de Deus”. Era um louvor, mas Paulo, sabendo que esta mulher estava possuída por um espírito maligno, um dia o expulsou. Paulo – notou o Papa – entendeu que “aquele não era o caminho da conversão daquela cidade, porque tudo permanecia tranquilo”. Todos aceitavam a doutrina, mas não havia conversões.

Muitos consagrados perseguidos por terem dito a verdade

Isto se repete na história da salvação: quando o povo de Deus estava tranquilo, não arriscava ou servia - não "digo aos ídolos" - mas "à mundanidade", explica Francisco. Então o Senhor enviava os profetas que eram perseguidos "porque incomodavam", como ocorreu com Paulo: ele entendeu o engano e mandou embora esse espírito que, apesar de dizer a verdade – isto é, que ele e Silas eram homens de Deus - no entanto, era "um espírito de torpor, que tornava a igreja morna". "Na Igreja - afirma - quando alguém denuncia tantos modos de mundanidade é encarado com olhos tortos, não deve ser assim, melhor que se distancie":

“Eu lembro na minha terra, tantos, tantos homens e mulheres, consagrados bons, não ideólogos, mas que diziam: ‘Não, a Igreja de Jesus…’ – ‘Ele é comunista, fora!’, e os expulsavam, os perseguiam. Pensemos no beato Romero, não?, o que aconteceu por dizer a verdade. E muitos, muitos na história da Igreja, também aqui na Europa. Por quê? Porque o espírito maligno prefere uma Igreja tranquila sem riscos, uma Igreja dos negócios, uma Igreja cómoda, na comodidade do torpor, morna”.

No capítulo 16, se fala ainda dos patrões dessa escrava, que ficaram bravos com ela porque não podiam mais ganhar dinheiro às suas custas por ter perdido o poder de adivinhação. O Papa destacou que “o espírito maligno sempre entra pelo bolso”. “Quando a Igreja está morna, tranquila, toda organizada, não existem problemas, mas olhem onde há negócios”, afirmou Francisco.

Mas além do dinheiro, há outra palavra ressaltado pelo Pontífice, que é a “alegria”. Paulo e Silas são arrastados pelos patrões da escrava diante dos juízes, que ordenaram que fossem açoitados e levados à prisão. O carcereiro os leva para a parte mais escondida da prisão. Paulo e Silas cantavam. Por volta da meia-noite, há um forte tremor de terremoto e todas as portas da prisão se abrem. O carcereiro está para se matar antes que fosse assassinado por ter deixado os prisioneiros escaparem, mas Paulo o exorta a não se machucar, porque – disse – “estamos todos aqui”. Então o carcereiro pede explicações e se converte. Lava as feridas deles, é batizado e fica cheio de alegria”:

“E este é o caminho da nossa conversão diária: passar de um estado de vida mundano, tranquilo, sem riscos, católico, sim, sim, mas assim, morno, a um estado de vida de verdadeiro anúncio de Jesus Cristo, à alegria do anúncio de Cristo. Passar de uma religiosidade que olha demasiado para os lucros para uma religiosidade de fé e de proclamação: ‘Jesus é o Senhor’”.

Este é o milagre que o Espírito Santo faz. O Papa exortou então a ler o capítulo 16 dos Atos para ver como o Senhor “com os seus mártires” leva a Igreja para frente:

“Uma Igreja sem mártires não dá nenhuma confiança; uma Igreja que não se arrisca provoca desconfiança; uma Igreja que tem medo de anunciar Jesus Cristo e afugentar os demónios, os ídolos, o outro senhor, que é o dinheiro, não é a Igreja de Jesus. Na oração pedimos a graça e também agradecemos o Senhor pela renovada juventude que nos dá com Jesus e pedimos a graça que ele mantenha esta renovada juventude. Esta Igreja de Filipos foi renovada e tornou-se uma Igreja jovem. Que todos nós tenhamos isso: uma renovada juventude, uma conversão do modo de viver morno ao anúncio alegre que Jesus é o Senhor”. (BS-BF-SP). Fonte: http://pt.radiovaticana.va

O papa se “fez pároco”: com grande simplicidade, encontrou-se com as famílias, abençoou alguns apartamentos que compõem o condomínio da Praça Francesco Conteduca 11, deixando um terço de presente. A reportagem é publicada por Radio Vaticana, 19-05-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O Santo Padre Francisco quis, também no mês de maio, dar sequência às “Sextas-feiras da Misericórdia”, sinais inspirados nas obras de misericórdia corporais e espirituais que o papa fez durante o Jubileu.

Na tarde dessa sexta-feira, 19, o papa saiu do Vaticano e se dirigiu a Ostia. Como sinal de proximidade com as famílias residentes na periferia de Roma, ele decidiu que abençoaria as suas residências, casa por casa, como o pároco faz todos os anos, justamente durante o período pascal.

Há dois dias, o Pe. Plinio Poncina, pároco de Stella Maris, uma das seis paróquias de Ostia, tinha afixado – como de costume – um aviso na porta do condomínio de casas populares, avisando as famílias que passaria para visitá-las para a costumeira bênção pascal.
Nessa sexta-feira, foi grande a surpresa quando os moradores viram que quem estava tocando a campainha não era o pároco, mas sim o Papa Francisco.

O papa se “fez pároco”: com grande simplicidade, entreteve-se com as famílias, abençoou alguns apartamentos que compõem o condomínio da Praça Francesco Conteduca 11, deixando um terço de presente. 

Brincando, quis pedir desculpas pelo incômodo, tranquilizando, porém, que respeitou o horário de silêncio em que os condôminos descansam depois do almoço, como afirma o cartaz afixado na entrada do prédio.

Embora pertencendo ao território do município de Roma, Ostia, com os seus cerca de 100.000 habitantes, é um núcleo em seu próprio direito, acolhendo no seu contexto urbano uma viva comunidade de fiéis, que vive e compartilha também algumas realidades difíceis, ligadas à vida da periferia. 

A igreja, a paróquia e o pequeno campo de futebol adjacente, muitas vezes, tornam-se um ponto de referência para a comunidade e constroem um ponto de desembarque para aquelas realidades sociais e existenciais que, frequentemente, sofrem formas de exclusão, ficando às margens. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br