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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo. Segunda-feira, 6 de julho/2026. (23h 52min)
Se você não ama a sua família, não tem vocação sacerdotal e muito menos religiosa! A caminhada vocacional passa pelo berço da família, se você não tem este amor e cuidado para com os seus- ESQUEÇA dessa história de vocação! Tudo bem, até acho bonita esta sua afirmação, mas vem cá, e os irmãos de Convento, Mosteiro, Seminário e Comunidade de vida? Quer dizer que estes não fazem parte da minha família? Claro que sim! Os moradores de rua também, as prostitutas também, os presidiários também, os drogados também, os sem eira nem beira também. Com tal afirmação, quero dizer que em Jesus Cristo somos todos irmãos. Eu disse, todos! Portanto, se você não ama a sua família, não tem vocação sacerdotal e muito menos religiosa!
Você lembra daquela passagem Bíblica, onde o senhor Deus afirma; “honra o teu pai e a tua mãe” (Ex 20, 12). Pois é, se você não respeita, não cuida e não ama os seus pais e seus irmãos de sangue, será que vai amar os irmãos de vida religiosa? Claro que não! Vai ser um estrupício emburrado que, em nome de Deus, fica com esta bobagem de “irmãos” de comunidade, mas na verdade, na primeira oportunidade você acusa, leva ao tribunal, julga, condena, coloca os pregos nas mãos, coloca a coroa de espinhos, crucifica e mata! Portanto, se você não ama a sua família, não tem vocação sacerdotal e muito menos religiosa!
Mas me responde uma coisa, e a Mística Conventual- Sacerdotal e Religiosa? Esqueça! Esquecer? Como assim? Olha, o que nos une em tais comunidades de fato são as espiritualidades próprias de cada Ordem, Congregação, Institutos ou Comunidades de Vida, acontece que muitas vezes tais “utopias espirituais” são jogadas no lixo quando fala mais alto a ganância pelo dinheiro e pelo poder. Falar em poder, lembrei-me de um determinado Superior Geral que, falando sobre o tema, disse que; “O diabo entra no Convento através do dinheiro”. Quando isso acontece, pronto! O balacobaco tá feito e salve-se quem puder. Aliás, o saudoso Papa Francisco, falando sobre o tema disse que; “O diabo entra sempre pelos bolsos". Esta foi a sua mensagem dirigida aos Cônegos Regulares do Santíssimo Salvador de Latrão, em 2023 por ocasião do Bicentenário de sua Fundação. Portanto, se você não ama a sua família, não tem vocação sacerdotal e muito menos religiosa!
Presta atenção no que vou falar; se fulano não gosta de tirar férias, não fala da família, não mostra a família, esqueça! Esse estrupício- carregando nas costas a vergonha ou os traumas familiares- jamais será um bom padre ou bom religioso. Finalizo com a história daquele “Santo Frade”; Ele nunca tirou férias, ninguém jamais viu um parente ou aderente seu, pra variar, ele perseguia e encontrava defeitos em todos da comunidade, em outras palavras, era um mal-amado porque não amava a sua família de sangue e tinha vergonha dos seus. Portanto, se você não ama a sua família, não tem vocação sacerdotal e muito menos religiosa!
Para não ficarmos no blá, blá a noite toda, que tal deixar algumas orientações? Vamos lá meu chapa! Em primeiro lugar, é de suma importância a valorização da nossa história. Não somos uma “tábua rasa”, entramos na caminhada formativa com a nossa formação familiar que veio do berço, podemos até engavetar para agradar os superiores, podemos até esconder a nossa família e as nossas opções para seguir a espiritualidade do orientador, fundador ou da diocese, mas um dia a nossa origem vai florir. Portanto, se você não ama a sua família, não tem vocação sacerdotal e muito menos religiosa!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo. Domingo, 5 de julho/2026. (23h 27min)
Vamos refletir sobre a Espiritualidade da Copa do Mundo e suas derrotas? Espiritualidade! Derrotas! Meu filho, quem quer ser derrotado? Olha, este é precisamente o ponto central da nossa conversa- SER DERROTADO! No mundo Político e Religioso a gente dá o nosso “jeitinho brasileiro” para vencer. Dizem que naquela eleição para Superior Geral daquela Congregação Religiosa o principal concorrente foi sequestrado. Vexe Maria, isso é verdade? Pode crer! E se fossemos adentar nas noites escuras religiosa da Idade Média? Olha, se no mundo religioso convivemos com estas barbaridades, imagina você na política. Falar em política, no agreste de Alagoas- O Estado dos eternos corruptos- tem uma cidade onde cada voto vale cinco mil reais, sem falar nas promessas e barganhas política recheada de briga e violência! Tudo por causa do poder e de questões econômicas.
Na copa do mundo, ganha quem tem talento, dedicação e esforço, estes são valores que fazem os vencedores- Pelo menos é o que gente vê na TV- logo, temos muito que aprender com o futebol e o esporte como um todo, aliás o Papa Leão XIV em sua carta; A VIDA EM ABUNDÂNCIA- SOBRE O VALOR DO DESPORTO, destaca que; “Quando se visa maximizar o lucro, dá-se valor excessivo ao que pode ser medido ou quantificado, em detrimento de dimensões humanas de importância incalculável”. Por sua vez, o saudoso Para Francisco, falando sobre o mesmo tema ressaltou que; “O desporto é harmonia, mas se prevalecer a busca desmedida do dinheiro e do sucesso, esta harmonia interrompe-se”.
A Copa do Mundo meu caro, nos mostra o lado real da vida, digo; PERDER OU GANHAR. E não adianta sequestrar o opositor, matar, comprar os votos ou oferecer vantagens- seja no mundo político ou no mundo religioso – porque, desde que o homem é homem, esta realidade faz parte do cotidiano. Ante do Filho de Deus Ressuscitar, teve que passar pela derrota e o suplício da Cruz, ou seja, foi silenciado na noite escura durante três dias até a manhã do domingo da Ressurreição. Portanto meu caro amigo, cresçamos com as derrotas e, depois das lutas, traições, decepções e todas as mazelas da vida, vamos juntos festejar as vitórias porque ninguém é de ferro. E tenho dito!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Sábado, 4 de julho/2026. (21h 17min)
Vamos respirar Deus? Respirar o quê! Eu disse, vamos respirar Deus? Na verdade, não entendi esta sua pergunta. Pode deixar comigo! Olha, no final do século III no Egito, na Síria e na Palestina, logo após o fim das perseguições aos cristãos, surge estes grandes homens de Deus que, retirando-se da cidade para viver uma vida em silêncio e na solidão, buscavam a radicalidade religiosa no combate espiritual através da chamada ascese e contemplação. Para eles – e para os primeiros monges carmelitas mais tarde- só em pensar em Deus já estava em contemplação. Portanto, para estes místicos- considerados os pais da vida monacal- o viver, o pensar o respirar era está – nas palavras atuais- conectados com Deus- e viver em Deus.
Vamos respirar Deus? Mas me fala uma coisa, respirar Deus, contemplar Deus, encontrar Deus significa está fora do mundo com todas as suas mazelas? Vamos entender melhor. Escrevendo este texto eu lembrei-me do tio Zé Pequeno, ele mora lá no sítio capim em Lagoa da Canoa, agreste de Alagoas. Ele – já com uma certa idade- morava sozinho, porém na sua casa sempre tinha alguém pedindo um conselho e levando os últimos fatos e acontecimentos. Ele tinha uma vida retirada, porém as pessoas sempre tinham a alegria de conversar com ele. Assim também era os padres do deserto e os carmelitas no Monte Carmelo no final do século XII e início do século XIII.
Quer dizer então que também o povo ou peregrinos procuravam no deserto tais homens para aprenderem a “respirar Deus”? Sim meu caro, as pessoas queriam também vivenciar esta mística e ao mesmo tempo serem aconselhadas para enfrentar os desafios da vida. Portanto, na verdade também os santos padres crescia ao terem contatos com as realidades sofridas do povo. Em outras palavras, para contemplar e respirar Deus, é necessário conhecer a realidade que o cerca, não existe a contemplação alienada. Aliás, Dom Frei Vital Wilderink, Carmelita, em seus escritos espirituais e retiros já deixava bastante claro esta busca por Deus a partir do olhar contemplativo da realidade. Portanto meu caro, vamos respirar Deus?...
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Quinta-feira, 2 de julho/2026. (22h 53min)
O maior erro da Igreja é você!... Então a Igreja não tem erro? E como encarar os padres pedófilos, os escândalos de corrupção, a compra de escravos pelas Ordens religiosas e as Dioceses no Brasil? E a tortura e morte na chamada Santa Inquisição na Idade média? Olha, estas suas perguntas bem sabemos que são verdadeiras e fazem parte... Digamos, do lado pecador da Igreja, mas você sabia que você é Igreja? Eu! Não, não!... Eu não tenho TV Católica, Faculdades Católicas, Escolas Católicas- Aliás, verdadeiros impérios - e por aí vai. Mas vem cá, então você não é Igreja povo de Deus! Toda vez que você faz questão de apontar e condenar é como se você se condenasse a si mesmo. É por isso que eu afirmo sem pensar duas vezes- o maior erro da Igreja é você!
O maior erro da Igreja é você!... O Padre Cícero Romão Batista, lá no Juazeiro do Norte, Ceará, foi suspenso do uso de ordem- Proibido de celebrar a Missa e administrar os Sacramentos- no ano de 1894. Depois de lutar pelos seus direitos- chegando a ir até Roma- conseguiu revogar a tal proibição no ano de 1898, ao voltar para o Brasil o Bispo não aceitou- diz a história controversa recheada de inveja do alto clero do Ceará- Ele morre em 1934 sem ter algo mais sagrado na vida de um padre, ou seja; celebrar a Santa Missa e administrar os Sacramentos. Por sua vez, no ano de 2016 através do saudoso Papa Francisco, a Igreja lhe concedeu a reconciliação e o perdão 81 anos depois de sua morte. E o que é mais bonito, este controverso sacerdote segue no caminho da Beatificação e Canonização. Ele tinha tudo para criticar, cair fora e condenar a Igreja, mas ele- assim como Santa Teresa d` Ávila disse; “Enfim, morro filha da Igreja”. Portanto, somos Igreja, vivemos na Igreja e amamos a Igreja. É por isso que eu afirmo sem pensar duas vezes- o maior erro da Igreja é você!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Terça- feira, 1º de julho/2026. (20h 14min)
Talvez não seja um novo mês... Não! Como assim? Olha, muitas vezes somos meros repetidores de espiritualidades, tradição ou costumes, preferimos não “mexer no que que está certo”. Só inicia um novo mês DE FATO e de DIRETO quem é ousado e não se deixa levar pela onda do momento, toma uma posição de construtor da sua história e faz a diferença nesta sociedade xerox e descartável. Até Jesus teve esta atitude quando não quis ser mais um mestre e foi capaz de afirmar que; “Não veio para os justos, mas sim para os pecadores” (Lc 5, 32). Em outras palavras, Ele afirmou que a sua missão era resgatar, levantar os caídos e não repetir uma tradição religiosa arcaica e ultraconservadora que desprezava os pobres e os sem eira nem beira da vida. Portanto, talvez não seja um novo mês.
Talvez não seja um novo mês... Na vida religiosa e sacerdotal, nos deparamos com verdadeiros robôs do sagrado. Repetem ritos, fórmulas, palavras e gestos sem motivação nenhuma! Dizem que aquelas religiosas ao chegarem no Brasil, em sua bagagem de mudança trouxeram as loucas que a Madre Fundadora indicava na Regra de Vida, até uma brasileira recém consagrada questionar o absurdo daquela norma, uma vez que tudo isso custava uma fortuna! E o que é mais triste, tais consagradas evangelizam em uma favela. Em outras palavras, precisamos inovar, questionar e nos posicionar diante das mazelas da vida sacerdotal e missionária, caso o contrário, não passaremos de robôs que fazem os votos evangélicos para vivermos aliados e amarados a tradições e espiritualidades vazias. Portanto, talvez não seja um novo mês.
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, terça- feira, 30 de junho/2026. (23h 57min)
É verdade que este mês de junho não vai voltar na minha vida? Óbvio! Aliás, cada segundo, cada minuto, cada hora, cada dia, cada mês, cada ano. Tudo, tudo é único, até as nossas falhas e acertos. Enfim, se tivéssemos esta consciência seríamos mais humanos, mais família e mais cristãos em nossa convivência diária, porque o próprio Jesus afirmou que; “Devemos ser sal da terra e luz do mundo”. (Mt 5, 13-16), afinal o dia é único, e como tal, temos que sermos protagonistas e não meros espectadores da nossa história.
É verdade que este mês de junho não vai voltar na minha vida? Óbvio! As vezes a gente cruza com cada estrupício na vida que- sem meias verdades- queremos deletar da nossa convivência, mas aí lembramos que somos seguidores do Mestre de Nazaré que afirmou; “Quem não tiver pecado, que atire a primeira pedra” (Jo 8, 7) e, com essa consciência, relevamos tais pedras de troço e seguimos em frente! Afinal o dia é único, e como tal, temos que sermos protagonistas e não meros espectadores da nossa história.
É verdade que este mês de junho não vai voltar na minha vida? Óbvio! Mas não temos esta consciência. Como assim? Presta atenção! Se tivéssemos esta certeza que o tempo não volta, iriamos caminhar com mais humildade e seriamos capaz de tirar o rei da nossa barriga. Nos quatro cantos espalharíamos a alegria, a bondade e a humildade como fez o filho de Davi ao afirmar que; “Quem se exaltar será humilhado e quem se humilha será exaltado”. (Lc 14, 11). Afinal o dia é único, e como tal, temos que sermos protagonistas e não meros espectadores da nossa história.
É verdade que este mês de junho não vai voltar na minha vida? Óbvio! Mas se tivéssemos a consciência que o tempo não volta, iriamos lutar por um novo dia, apesar da injustiça social, da violência e da mentira, Se o tempo não volta, porque será que não gritamos contra o feminicídio, a homofobia e a destruição da natureza? Aliá, o próprio Jesus afirmou que; “Se não falamos as pedras gritarão”. (Lc 19, 40). Afinal o dia é único, e como tal, temos que sermos protagonistas e não meros espectadores da nossa história.
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Segunda- feira, 29 de junho/2026. ( 23h 52min )
Você não está seguindo Jesus Cristo... Como assim? Eu deixei a minha família, o meu trabalho e a minha terra para se aventurar na vida religiosa-sacerdotal, e você me diz que eu não sigo Jesus Cristo? Tá maluco! Olha, presta atenção, quando você tem medo de ser protagonista da sua história e se transforma em um mamulengo no convento, no seminário, no mosteiro e na comunidade de vida, você passa a ser um papagaio e nega a Boa Nova logo, você não tá seguindo Jesus Cristo mas uma carreira profissional pra garantir um Status quo por que o Mestre de Nazaré disse: “Que o sim de vocês seja sim, e o não seja não”. (Mt 5, 37). Portanto, seguir o Nazareno é muito mais que uma emoção, a vivência de devoção ou um sentimentalismo vocacional vazio e medroso. É por isso que eu afirmo com toda convicção, você não está seguindo Jesus Cristo!
Você não está seguindo Jesus Cristo... Claro que sigo! Do jeito que você vive você pode tá seguindo tudo, menos Jesus Cristo! Como você tem certeza? Vamos lá! Lembra que o Filho de Davi estendia a mão para o pobre, a viúva e órfão? (Mt 25, 31-46). Lembra que que durante os três anos de vida pública a sua presença era de anúncio e denúncia? (Lc 13, 31- 33). Olha, estes são apenas dois exemplos para você repensar a sua opção de vida religiosa sob a ótica cristológica porque, seguir o Mestre de Nazaré não é apenas ficar aprisionado em quatro paredes conventuais ou paroquias, mas ser presença de vida onde ela está ameaçada por políticos corruptos e sanguinário. E o que falar dos pobres clamando aos céus diante das diversas situações de injustiças? Viver uma opção sacerdotal vai muito além do altar e dos belos ritos cinematográficos! Seguir o Mestre é, nas palavras de São Tito Brandsma, Mártir Carmelita; “Olhar o mundo com Deus no fundo”. Portanto, você não está seguindo Jesus Cristo!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Sexta- feira, 26 de junho/2026. (21h 19min)
É fantasia você falar em Jesus... Apenas falar! Como assim? Digo, é fantasia ficar admirado com o Jovem de Nazaré, com a sua Boa Nova, estudar, refletir e rezar a partir da sua mensagem e ter a estupides de viver e fazer tudo ao contrário o que Ele ensinou. E olha que não são palavras que hoje convencem o povo, mas atitude e estilo de vida. Tipo, como é que tenho a coragem de falar em perdão, se o meu coração é um tanque de Guerra? Lembra o que Ele falou? “Não lhe digo sete vezes, mas até setenta vezes sete”. (Mt 18, 22). Como é que vou falar em tolerância e respeito se sou um verdadeiro Pitbull nas minhas relações? Por tudo isso, é fantasia você falar em Jesus.
É fantasia você falar em Jesus... Como posso usar o nome do Nazareno para atormentar a família e os amigos? Digo isto porque nós nos achamos no direito de criar os nossos próprios tribunais, tipo; só o vizinho peca, só o irmão de caminhada erra, só os outros precisam mudar. Como assim? Como assim! Hoje nos deparamos nas Mídias Sociais com o chamado PECADO MORTAL- do nascer ao pôr do sol- condenação, inferno, diabo e sacrifícios. Será que realmente é a Boa Nova ou é a nossa “Boa Nova” e o nosso conceito sobre religião e o Filho de Deus? Para não falar do terror religioso chegando ao ponto de deixar o povo com medo e barabuado. Lembra o que Ele falou? “Quero misericórdia e não sacrifícios”. (Mt 9, 13). Por tudo isso, é fantasia você falar em Jesus.
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Quinta-feira, 25 de junho/2026. (23h 48min)
Você está lugar errado? Eu! Sim, você mesmo seu estrupício! Igreja- Convento, Mosteiro, Seminário, Comunidade de Vida e Paróquia - não é lugar de disse me disse. Lembra de Jesus? Ele afirmou: “Eu sou o Caminho a Verdade e Vida” (Jo 14, 6). Você ao contrário, coloca pedras e espinhos na vida do próximo e se possível leva ao tribunal aquelas pessoas que por um motivo ou outro falharam. Você é tal mal que é capaz de julgar, condenar, colocar pregos nas mãos, botar uma coroa de espinhos e crucificar. Portanto, você está lugar errado!
Você está no lugar errado? Por quê? Porque pergunto eu! Você acha que a vida religiosa é uma instituição financeira? Para você o que importa são os lucros e não a missão, a produção e não a pessoa. Você sabia que um dia também você ficará idoso e invalido sob a ótica da produtividade? Às vezes fico pensando que a sua vocação é vida empresarial. Lembra o que Jesus fez no templo quando constatou o antro de corrupção, jogo político, exploração dos pobres e desvio de finalidade do templo? (Mt 21, 12-23). Pois é, as vezes precisamos retomar a primeiro amor e nos deixar guiar pelo Mestre de Nazaré e não pelo dinheiro e as barganhas políticas. Portanto, você está lugar errado! E tenho dito!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, Quarta-feira, 24 de junho/2026. ( 22h 41min )
Vamos entrar em um acordo? Seguinte... Tá na hora de você assumir que nunca ouviu falar em Jesus! Por quê? Simples! Você mente, é arrogante e desumano nas relações logo, você pode ter encontrado tudo! Menos Jesus Cristo. Ele não ensinou a lei do tabelião do olho por olho e dente por dente, Ele -ao contrário- foi misericordioso, amigo e bondoso. Portanto, você pode ter encontrado tudo! Menos o filho de Deus.
Vamos entrar em um acordo? Claro que as vezes é necessário parar de fingir e assumir que encontrou uma emoção ou um passa tempo e não o Filho de Deus. Sim, essa sua doença pelo poder chegando a pisar, enganar, trapacear e deletar o seu opositor é próprio de quem nunca ouviu falar no Homem de Nazaré- Aliás tem ateus mais humanos que você- logo eu não tenho dúvidas; você jamais leu a Bíblia, você jamais rezou ou meditou, e não adianta dizer que acredita Nele, porque as tuas atitudes dizem o contrário.
Vamos entrar em um acordo? Que tal tirar umas férias da Igreja? Férias! Isso mesmo, porque cada vez que você entra na fila da comunhão e fecha os olhos para os pobres nega Jesus. Cada vez que você se aproxima do altar e deixa o coração aprisionado pelo ódio está se condenando e afirmando que a sua vida tá a mil quilômetros do Evangelho. Ah! E chega de fazer chantagem religiosa! Assuma as suas limitações e para de culpar o diabo pelas suas estripulias. Você! Só você deve mudar e se corrigir ou ao contrário, deixar de lado essa história de santinho do Pau Oco e dá um tempo. E tenho dito!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, terça-feira, 23 de junho/2026. (22h e 25min )

És gelo fechando-se e impedindo que a ação do Espírito Santo aqueça as tuas relações conventuais, monacais, seminarísticas e missionária. És gelo nesta vida de competividade religiosa sempre com segundas intenções visando ao poder e a ganância religiosa a tal ponto de te perguntar; você tem certeza de que de fato é a Jesus Cristo- O homem da humildade e do serviço- que você está seguindo? És gelo no teu modo de falar, olhar e rezar. As vezes fico pensando na tua vida gelada recheada de mentiras, perseguições e desprezo para com as pessoas que se aproximam de ti. És gelo que esfria qualquer amizade porque você vive calculando, medindo e multiplicando sempre com o objetivo de lucrar, vencer e vencer! Mesmo que para tal tenhas que deletar amizades e princípios- que aliás acho que você nunca teve- porque as vezes você não parece um ser humano. Sim, és gelo que até te impede de pensar por que o frio macabro te envolve e te alimenta. És gelo... Que Deus tenha piedade de ti hoje e sempre!
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo, 22 de junho-2026. (22h e 45 min)
Talvez! Talvez você finja para um, talvez você finja para dois, talvez você finja para três, quatro, cinco, enfim... Talvez você passe a vida fingindo ser uma pessoa legal, comunicativa, sincera, amiga e cristã, mas na verdade toda vez que você se depara com o espelho olha para a mesquinhez, a estrupicidade e o poço de arrogância que sempre foi e- se não se esforçar- vai continuar enganando a todos, menos o seu espelho! Então, que tal voltar na história e recomeçar? Ah! Não adianta quebrar o espelho porque aqui falo do espelho da vida e não o físico, afinal, PENSAR NÃO OFENDE!
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O EVANGELHO DO DIA EM PENSAMENTO- 12ª- Semana do Tempo Comum. 22 de junho-2026. (Mt 7, 1-5).
“Antes de apontar o dedo compre um espelho”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo.
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O EVANGELHO DO DIA EM PENSAMENTO- 11ª- Semana do Tempo Comum. 19 de junho-2026. (Mt 6, 19-23).

“A Religião da prosperidade é a negação do Crucificado”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo.
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O EVANGELHO DO DIA EM PENSAMENTO- 11ª- Semana do Tempo Comum. 18 de junho-2026. (Mt 6, 7-15).
“Oração não é rito ou palavras, mas perdão”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo.
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O EVANGELHO DO DIA EM PENSAMENTO- 11ª- Semana do Tempo Comum. 17 de junho-2026. (Mt 6, 1-16. 16-18).

“O Evangelho não é Mídia Social, mas cruz”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo.
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“Quer uma vida de ibope na Igreja? Saia fora enquanto é tempo”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Mogi das Cruzes, São Paulo.
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Reflexão do Frei Petrônio de Miranda, O. Carm., Padre Carmelita e Jornalista, sobre o 6º- Domingo da Páscoa, Dia das Mães. (J0 14, 15-21). Convento do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo. 10 de maio-2026
Diz o povo que Deus chora quando os filhos resolvem abandonar a mãe em um asilo com a desculpa que não tem tempo, esquecendo dos 9 meses gerados no ventre sagrado daquela pobre mãe que, na velhice, se vê sozinha, triste e largada na sarjeta da vida.
Diz o povo que Deus chora quando um jovem resolve seguir o caminho das drogas, do roubo e da prostituição, afinal o seu amor é tão grande que o caminho fica livre para as escolhas entre o bem o mal. Ele sofre e chora e suas lagrimas lavam o destino nem sempre feliz de uma juventude sem eira nem beira.
Diz o povo que Deus chora quando vê aquele homem agredindo a sua esposa e, sem forças, aquela pobre mãe sente o peso da violência e do feminicídio adentrando no seu corpo e no seu lar. Deus sofre e chora porque o seu amor se fez morada na Sagrada Família de Nazaré baseada no diálogo, no perdão e na alegria, e não na violência e na morte.
Diz o povo que Deus chora quando se depara com um político corrupto, sanguinário e assassino dos pobres, porque os seus caminhos são justiça e equidade, mas o seu amor é tão infinito que joga o ser humano no mundo livre para as escolhas que levam a vida ou morte, a ética ou o roubo.
Diz o povo que Deus chora quando percebe que o seu nome é usado para o fanatismo político e religioso, porém o seu amor- que ultrapassa crenças- permite os homens e as mulheres optarem pelo Caminho, a Verdade e a Vida ou a destruição e o abuso da fé em nome de uma religião conservadora, ultrapassada e homofóbica.
Diz o povo que Deus chora quando se depara com cristãos falando mais em Pecado que na Graça, falando mais em diabo que em Jesus Cristo, falando mais em inferno que no céu- e nessa confusão religiosa- Deus chora com os devaneios e as loucuras “sagradas” porque o seu olhar amoroso não é de condenar, amedrontar ou aterrorizar, mas salvar, acolher e perdoar.
Deus chora quando encontra uma família em situação de vulnerabilidade social que, ao relento, passa fome e freio. Neste contexto Deus chora porque o seu amor pela vida não é consumismo, acúmulo, produtividade ou lucratividade, mas partilha, compaixão e sensibilidade.
Deus chora quando encontra um adolescente homossexual deprimido, crucificado na cruz da discriminação e jogado na sarjeta em nome dos bons costumes, da tradição ou da família, por que o seu coração- que é o amor infinito- não tem chaves e as portas estão escancaradas para acolher a todos.
Deus chora e foge do nosso lado quando resolvemos não mais rezar, viver os sacramentos da Igreja ou participar do Santo Sacrifício da Missa. Fugimos da Igreja e da vida espiritual, mas Ele nos ama tanto que foge junto, não para nos arrastar de volta, mas para está do nosso lado seja lá qual for o caminho que vamos escolhemos, simplesmente porque Ele nos ama e- sob hipótese alguma- vai nos deixar perambulando sozinhos. Não, não! Ele vai estar do nosso lado!
Sim, Deus chora, corre conosco e foge conosco porque “nós somos eternos mendigos de amor” (Papa Francisco) e, optando ou não pela sua Boa Nova, “Seremos julgados pelo amor (São João da Cruz), afinal, “A nossa alma só descansa em Deus” (Sl 62, 2-3).
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“A Eucaristia – O Pão da Vida- nos levanta das quedas diárias”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Mogi das Cruzes, São Paulo.
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“Jesus não é um bruxo ou hollywoodiano, mas mudança de vida”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Mogi das Cruzes, São Paulo.
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