- Detalhes

Em conformidade com as prioridades da CRB, o encontro procurou intensificar a cultura do encontro
Com o objetivo de ser o espaço de união, reflexão e desejo de busca pelos caminhos de luta, principalmente, em defesa da vida indígena e negra, o II Encontro Nacional do GRENI, aconteceu nesta sexta-feira (01) no Instituto São Boaventura, em Brasília. Cerca de 30 religiosos participaram da reunião.
A segunda prioridade do Triênio 2016-2019 da CRB Nacional busca fomentar relações humanizadoras e solidárias, vivendo os valores da comunhão. Nesse contexto, os religiosos presentes debateram e partilharam suas experiências de resistência e luta pelos direitos dos menos favorecidos e a importância da participação dos religiosos no atual momento do país.
Vítima de várias ameaças, uma delas, por denunciar agressões de policiais contra adolescentes, Ir. Telma Coelho, Franciscana de Ingolstadt, chegou a ser agredida fisicamente e verbalmente, com insultos raciais, foi inclusive, atingida por um carro enquanto andava de bicicleta no município em que atuava. Ela destaca que é preciso persistir em meio a tantas dificuldades e empoderar-se para assim ajudar aos jovens.
A religiosa também entende como importante, a participação de toda a VRC no objetivo de ser um suporte que fortaleça ainda mais essa luta: “Que todos os religiosos negros ou indígenas possam assumir sua identidade, não só assumir mais ter coragem de se identificar e ajudar o nosso povo… e que os jovens sintam que aquele religioso e religiosa se compromete, fala, apoia e está disposto a fazer uma caminhada conjunta”, diz.
Um dos participantes do encontro, Pe. Gaudêncio Gomes Campos, fala que o encontro do GRENI faz retornar as origens e ajuda dentro do processo de conscientização: “Essa volta e aprofundamento, faz você caminhar de maneira mais segura e serena como ser indígena e negro”, conclui. Fonte: http://www.crbnacional.org.br
- Detalhes
Com a celebração da Santa Missa com os jovens, terminou oficialmente a visita apostólica do Papa Francisco em Myanmar. Eis na íntegra, o homilia do Santo Padre:
Quando já se aproxima do fim a minha visita à vossa linda terra, uno-me convosco para agradecer a Deus pelas muitas graças que recebemos nestes dias. Contemplando-vos a vós, jovens do Myanmar, e a todos aqueles que nos acompanham fora desta catedral, quero partilhar uma frase da primeira Leitura de hoje que ressoa dentro de mim. Tirada do profeta Isaías, é retomada por São Paulo na sua carta à jovem comunidade cristã de Roma. Escutemos uma vez mais estas palavras: «Que bem-vindos são os pés dos que anunciam as boas-novas!» (Rm 10, 15; cf. Is 52, 7)
Queridos jovens do Myanmar, veio-me a vontade de aplicar a vós estas palavras depois de ter ouvido as vossas vozes hoje enquanto cantáveis. Sim, bem-vindos são os vossos pés, e é bom e encorajador ver-vos, porque nos anunciais «uma boa-nova», a boa-nova da vossa juventude, da vossa fé e do vosso entusiasmo. Claro, vós sois uma boa-nova, porque sois sinais concretos da fé da Igreja em Jesus Cristo, que nos traz uma alegria e uma esperança que jamais terão fim.
Alguns se interrogam como é possível falar de boas-novas quando tantos sofrem ao nosso redor. Onde estão as boas-novas, quando tanta injustiça, pobreza e miséria estende a sua sombra sobre nós e o nosso mundo? Contudo gostaria que deste lugar partisse uma mensagem muito clara. Gostaria que as pessoas soubessem que vós, homens e mulheres jovens do Myanmar, não tendes medo de acreditar na boa-nova da misericórdia de Deus, porque essa boa-nova tem um nome e um rosto: Jesus Cristo. Como mensageiros desta boa-nova, estais prontos a anunciar uma palavra de esperança à Igreja, ao vosso país, ao mundo inteiro. Estais prontos a anunciar a boa-nova aos irmãos e irmãs que sofrem e precisam das vossas orações e da vossa solidariedade, mas também da vossa paixão pelos direitos humanos, pela justiça e pelo crescimento daquilo que Jesus dá: amor e paz.
Mas gostaria também de vos propor um desafio. Ouvistes com atenção a primeira Leitura? Nela, São Paulo repete três vezes a palavra «sem». É uma palavra pequena, mas que nos faz pensar sobre o nosso lugar no projeto de Deus. De facto, Paulo formula três perguntas que eu gostaria de colocar, pessoalmente, a cada um de vós. A primeira: «Como hão de acreditar sem terem ouvido falar d’Ele?» A segunda: «Como hão de ouvir falar, sem um mensageiro que O anuncie?» A terceira: «Como há de um mensageiro anunciar, sem ser enviado?» (cf. Rm 10, 14-15).
Gostaria que todos vós pensásseis profundamente nestas três questões. Mas não tenhais medo! Como pai (talvez fosse melhor dizer avô!) benévolo, não quero deixar-vos sozinhos perante tais perguntas. Permiti oferecer-vos alguns pensamentos que vos possam guiar no caminho da fé e ajudar-vos a discernir aquilo que o Senhor está a pedir-vos.
A primeira pergunta de São Paulo é: «Como hão de acreditar sem terem ouvido falar d’Ele?». O nosso mundo está cheio de tantos ruídos e distrações que podem sufocar a voz de Deus. Para que outros sejam chamados a ouvir falar d’Ele e a crer n’Ele, precisam de O encontrar em pessoas que sejam autênticas, pessoas que sabem como ouvir. Certamente é o que vós quereis ser. Mas só o Senhor pode ajudar-vos a ser genuínos. Por isso falai com Ele na oração. Aprendei a ouvir a sua voz, falando serenamente com Ele no íntimo do vosso coração.
Mas falai também com os Santos, com os nossos amigos no Céu que vos podem inspirar. Como Santo André, que hoje festejamos. Era um simples pescador e tornou-se um grande mártir, uma testemunha do amor de Jesus. Mas, antes de se tornar um mártir, cometeu os seus erros e precisou de ser paciente, aprendendo gradualmente como ser um verdadeiro discípulo de Cristo. Também vós não tenhais medo de aprender com os vossos erros! Possam os Santos guiar-vos até Jesus, ensinando-vos a colocar as vossas vidas nas mãos d’Ele. Sabeis que Jesus é cheio de misericórdia. Então partilhai com Ele tudo o que tendes no coração: os medos e as preocupações, os sonhos e as esperanças. Cultivai a vida interior, como faríeis com um jardim ou um campo. Isso requer tempo, requer paciência. Mas como um agricultor sabe esperar o crescimento da seara, assim também a vós, se tiverdes paciência, o Senhor concederá a graça de produzir muito fruto, um fruto que depois podereis partilhar com os outros.
A segunda pergunta de Paulo é: «Como hão de ouvir falar, sem um mensageiro que O anuncie?». Eis aqui uma grande tarefa, confiada especialmente aos jovens: ser «discípulos missionários», mensageiros da boa-nova de Jesus, sobretudo para os vossos coetâneos e amigos. Não tenhais medo de gerar confusão, de colocar perguntas que façam as pessoas a pensar! Nem tenhais medo, se às vezes notardes que sois poucos e dispersos por aqui e por ali. O Evangelho cresce sempre a partir de pequenas raízes. Por isso, fazei-vos ouvir! Gostaria de vos pedir para gritar, mas não com a voz; gostaria que gritásseis com a vida, com o coração, de modo a ser sinais de esperança para quem está desanimado, uma mão estendida para quem está doente, um sorriso acolhedor para quem é estrangeiro, um apoio carinhoso para quem está sozinho.
A última pergunta de Paulo é: «Como há de um mensageiro anunciar, sem ser enviado?». No final da Missa, seremos todos enviados a partilhar com os outros os dons que recebemos. Isto poderia ser um pouco desanimador, já que nem sempre sabemos aonde nos pode enviar Jesus. Mas Ele nunca nos envia, sem ao mesmo tempo caminhar ao nosso lado e sempre um pouco à nossa frente, para nos introduzir em novas e magníficas partes do seu Reino.
No Evangelho de hoje, como é que o Senhor envia André e seu irmão Simão Pedro? Dizendo-lhes: «Segui-Me» (Mt 4, 19). Eis aqui o que significa o envio: não atirar-se para a frente com as próprias forças, mas seguir Cristo! O Senhor convidará alguns de vós a segui-Lo como sacerdotes, tornando-se assim «pescadores de homens». Outros, chamá-los-á para se tornarem pessoas consagradas. E outros ainda, chamá-los-á à vida matrimonial, para serem pais e mães amorosos. Seja qual for a vossa vocação, exorto-vos: sede corajosos, sede generosos e, sobretudo, sede alegres!
Aqui, nesta linda catedral dedicada à Imaculada Conceição, encorajo-vos a olhar para Maria. Quando disse sim à mensagem do anjo, Ela era jovem como vós. Mas teve a coragem de confiar na boa-nova que ouvira e de a traduzir numa vida de fiel dedicação à sua vocação, de total doação de Si mesma e de completo abandono à solicitude amorosa de Deus. Como Maria, possais ser todos dóceis mas corajosos em levar Jesus e o seu amor aos outros!
Queridos jovens, com grande afeto, confio todos vós e vossas famílias à sua intercessão materna. E peço, por favor, que vos lembreis de rezar por mim. Myanmar pyi ko Payarthakin Kaung gi pei pa sei [Deus abençoe o Myanmar]! Fonte: http://pt.radiovaticana.va
- Detalhes
(03/12/2017) Antes da oração mariana do Ângelus e dirigindo-se aos milhares de fiéis e peregrinos reunidos da Praça de S. Pedro, o Papa Francisco, na sua reflexão, falou do caminho do Advento que hoje iniciamos e que culminará no Natal. O advento, disse o Papa, é o tempo que nos é dado para acolhermos o Senhor que vem ao nosso encontro, para verificar o nosso desejo de Deus, para olhar para frente e preparar-nos para o regresso de Cristo:
“Ele retornará a nós na festa do Natal, quando faremos memória da sua vinda histórica na humildade da condição humana; mas vem dentro de nós toda as vezes que estamos dispostos a recebê-lo, e virá no fim dos tempos para "julgar os vivos e os mortos".
Por isso, devemos estar sempre vigilantes e aguardar o Senhor com a esperança de encontrá-lo, prosseguiu o Papa, observando que no Evangelho Jesus nos exorta a acautelar-nos e vigiar porque não sabemos quando será o momento, e que devemos vigiar e fazer que, vindo ele inesperadamente, não nos encontre a dormir.
Quem é, então, a pessoa que se acautela? É aquela – ressaltou Francisco - que, no barulho do mundo, não se deixa dominar pela distração ou superficialidade, mas vive de maneira plena e consciente, com uma preocupação dirigida antes de tudo aos outros. Com esta atitude, nos apercebemos das lágrimas e das necessidades do próximo e também podemos compreender as suas capacidades e qualidades humanas e espirituais. Igualmente, a pessoa atenta dirige-se ao mundo, procurando combater a indiferença e a crueldade que nele estão presentes, e alegrando-se com os tesouros de beleza que também existem e que devem ser conservados, ressaltou o Pontífice:
“Trata-se de ter um olhar de compreensão para reconhecer tanto as misérias e as pobrezas dos indivíduos e da sociedade, como a riqueza escondida nas pequenas coisas de cada dia, precisamente lá onde o Senhor nos colocou”.
Por outro lado, o vigilante é aquele que acolhe o convite para vigiar, isto é, não se deixa vencer pelo sono do desânimo, a falta de esperança, a desilusão; e, ao mesmo tempo, rejeita a solicitação das muitas vaidades de que o mundo está cheio. Tal e qual o povo de Israel, enfatizou o Santo Padre, que parecia que Deus o tinha deixado vaguear longe das suas vias, mas isso era o efeito da sua própria infidelidade.
“Também nós nos encontramos muitas vezes nesta situação de infidelidade ao chamamento do Senhor, enfatizou o Papa, pois Ele nos mostra o bom caminho, o caminho da fé e do amor, mas nós buscamos do outro lado a nossa felicidade”.
Prestar atenção e vigiar são, portanto, os pressupostos para não continuar a "vaguear longe das vias do Senhor", perdidos nos nossos pecados e nas nossas infidelidades – concluiu o Papa, invocando a Maria Santíssima, modelo na espera de Deus e ícone da vigilância, para que nos guie ao encontro do seu filho Jesus, reavivando o nosso amor por Ele.
Fonte: http://pt.radiovaticana.va
- Detalhes
Veja o álbum. Clique aqui:
- Detalhes
- Detalhes
- Detalhes

Com o encontro com os jovens no Colégio Notre Dame, em Daca, o Papa Francisco concluiu a sua visita ao Bangladesh neste sábado (02/12), a 21ª do seu Pontificado.
Francisco embarcou pouco depois das 17 horas locais (12 horas em Roma) no voo B777/BIMAN da Bangladesh Airlines, com destino ao Aeroporto de Fiumicino, em Roma, onde a sua chegada está prevista para as 23 horas (horário italiano).
O Pontífice havia partido de Roma na noite de domingo, 26 de novembro, chegando no início da tarde de segunda-feira ao Aeroporto Internacional de Rangum, Mianmar, primeira etapa da sua viagem, concluída no início da tarde de quinta-feira, quando partiu para Daca, capital de Bangladesh. Fonte: http://pt.radiovaticana.va
- Detalhes
Reflexões sobre o 1º Domingo do Advento do Ano Litúrgico-B. Domingo, 3 de dezembro-2017. (Mc 13, 33-37).
“Tempo de advento, tempo de alegre vigilância na certeza de que cada dia da nossa caminhada é marcado pela presença de Deus, que guia os nossos passos com a força da graça que o Espírito infunde no coração para o plasmar e torná-lo capaz de amar” e por isso que “ninguém possa pensar que é alheio à proximidade de Deus e à força da sua ternura” (Misericórdia e Paz).
O que temos que vigiar é que não nos passe despercebida a vida que já está correndo pelas nossas veias, relações, famílias, comunidades, cidades e que tem a força de nos recriar desde dentro. Por isso vigiar é perceber dentro de nós que gritos carregamos, que feridas temos ainda abertas, que perdão precisamos pedir ou oferecer, para assim permitir que Deus se faça mais presente e seja um novo presente para cada um/a”
Maria Cristina Giani, Missionária de Cristo Ressuscitado.
“As primeiras comunidades cristãs viveram anos muito difíceis. Perdidos no vasto Império de Roma, no meio de conflitos e perseguições, aqueles cristãos procuravam força e alento esperando a pronta vinda de Jesus e recordando as suas palavras: “Vigiai. Vivei despertos. Tende os olhos abertos. Estai alerta.”
“Nas comunidades cristãs temos que cuidar cada vez mais que nosso modo de viver a esperança não nos leve à indiferença e ao esquecimento dos pobres. Não podemos isolar-nos na religião para não ouvir o clamor dos que morrem diariamente de fome. Não nos está permitido alimentar a nossa ilusão de inocência para defender nossa tranquilidade.
Uma esperança em Deus que se esquece dos que vivem nesta terra sem poder esperar nada, não poderá ser considerada como uma versão religiosa do otimismo a todo o custo, vivido sem lucidez nem responsabilidade? Uma busca da própria salvação eterna de costas aos que sofrem, não poderá ser acusada de ser um sutil egoísmo estendido para o além”?
Teólogo espanhol José Antonio Pagola
“Como seres humanos, fomos feitos para esperar: esperar um filho, esperar um trabalho, esperar o resultado de um exame médico, esperar que as coisas melhorem, esperar que saia o sol… Trata-se de uma sucessão interminável de esperas, algumas vezes infrutíferas, indesejadas e angustiosas, outras vezes surpreendentes, plenificantes… Outras vezes, a espera se vê realizada, mas o resultado da mesma é tão pífio, tão frustrante, que os “esperantes” terminam por pensar se valeu a pena tanta mobilização. Existem também esperas doentias, que provocam ansiedade, medo e nos paralisam; esperas centradas em nós mesmos. Esperar, para quê? a quem? de onde nasce a necessidade de esperar”?
Padre Adroaldo Palaoro, SJ
- Detalhes
A Polícia Civil encontrou vídeos de menores de idade praticando atos sexuais no celular do religioso de 66 anos, em Guapiaçu (SP). Delegado conta que religioso já foi denunciado pelo mesmo crime.
Um padre de 66 anos foi preso suspeito de pedofilia em Guapiaçu (SP), nesta quinta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, a denúncia partiu da mãe de um jovem, de 17 anos, que desconfiou dos longos períodos que o filho passava na casa do padre Manoel Bezerra Lima. Policiais da Delegacia Seccional cumpriram um mandado de busca expedido para a Vara da Infância de Juventude de São José do Rio Preto (SP).
No celular do padre foram localizadas fotos e vídeos de menores de idade praticando atos sexuais. Os policiais também apreenderam preservativos, gel lubrificante, material pornográfico e várias carteirinhas de time de futebol de menores de idade. Segundo o delegado seccional José Mauro Ventureli, o padre estava afastado da função por já haver registro de outras denúncias.
"Há informações de outras ocorrências da mesma natureza. Pelo que foi informado hoje, tinha por hábito menores frequentarem a casa paroquial e, por isso, ele estava afastado", explica.
O padre foi preso em flagrante em decorrência do material apreendido no celular. De acordo com a polícia, um segundo religioso também é investigado pela polícia e Ministério Público por pedofilia. A TV TEM tentou entrar em contato com o bispado de São José do Rio Preto para comentar sobre o caso, mas não obteve retorno.
Uma nota oficial publicada pelo bispado diz que só tem conhecimento do caso pela imprensa. O representante da igreja católica em Guapiaçu afirmou que o padre Manoel Bezerra de Lima realizava o serviço de pároco apenas na capela do condomínio em que mora, e não confirmou o afastamento dele das atividades religiosas.
O delegado arbitrou fiança de R$ 3 mil, que até a noite desta quinta-feira (30) o padre não pagou. Fonte: https://g1.globo.com
- Detalhes

Dom Tomé, da Diocese de São José do Rio Preto (SP), falou sobre caixa dois que ocorre em igrejas e falta de prestações de conta. Religioso não foi encontrado para comentar o assunto.
homilia do bispo Dom Tomé, da Diocese de São José do Rio Preto (SP), causou polêmica entre os fiéis nesta semana. Em uma espécie de programa de rádio, gravado e disponibilizado no canal oficial do sacerdote no YouTube, ele diz que dentro das igrejas ocorrem caixas dois e não são realizadas prestações de conta.
"Roubo é feito dentro de nossas igrejas e capelas. Leigos que mantêm o dinheiro da igreja em nome próprio. Conselhos que não prestam conta à administração para a contabilidade. Dinheiros escondidos em caixa dois, conselhos que fecham os olhos diante do mau uso do dinheiro das capelas e das igrejas. É triste, mas é verdade”, diz o bispo na homilia do dia 24 de novembro.
No programa denominado “Encontro Marcado”, o bispo comenta sobre o Evangelho de São Lucas, no capítulo 19, versículos 45 a 48, que diz: “...vós fizestes dela um antro de ladrões”, em referência à igreja. Na sequência, Dom Tomé antecipa que o sermão será “severo”.
“Fico cada vez mais assustado quando verifico em nossas paróquias, capelas e igrejas a falta de transparência na administração dos bens. Fico assustando como em tantas vezes não há a integridade, não há administração de acordo com as exigências do estado e da igreja. E o que é pior. É o que me assusta. Quanto roubo”, conclui.
Polêmica
Fiéis e pessoas que acompanham o bispo entenderam que, apesar da polêmica, a intenção foi alertar sobre as falhas que existem também na igreja, como contou ao G1 o jornalista Lucas Ribeiro.
"Não sou próximo a ele. Para mim, o comentário foi normal, de alguém que está preocupado com o que está ocorrendo na igreja. Talvez não seja o poder dele de resolver, mas de uma forma ou outra tentar achar um resultado importante para que se coloque um ponto final nesta situação que assola a igreja em todo o mundo”, finaliza. Fonte: https://g1.globo.com
- Detalhes

O Papa Francisco deixou Mianmar, nesta quinta-feira (30/11), e se dirigiu para Bangladesh, segunda etapa da sua 21ª Viagem Apostólica internacional.
O avião papal aterrou no aeroporto internacional de Daca pouco depois das 15, hora local de Bangladesh. Ao descer do avião, o Papa foi acolhido pelo Presidente bengalês, Abdul Hamid. Duas crianças, com vestidos tradicionais, ofereceram ao Papa flores e um vaso de terra que foi abençoado pelo Pontífice.
Acolheram também o Papa outras autoridades políticas e civis, bispos, fiéis e quarenta crianças que executaram danças tradicionais.
Após a cerimÔnia de boas-vindas, no aeroporto de Daca, o Santo Padre visitará o Memorial Nacional dos Mártires, em Savar, fará uma homenagem ao Pai da Pátria no Bangabandhu Memorial Museum e assinará o Livro de Honra.
A seguir, haverá a visita de Cortesia ao Presidente no Palácio Presidencial e, por fim, o encontro com as Autoridades, com a Sociedade Civil e com o Corpo Diplomático, no Palácio Presidencial. http://pt.radiovaticana.va
- Detalhes
Boa, reta e santa educação
A escola! O pequeno inicia a escola primária no colégio São José de Merode, em Roma, dirigido pelos Irmãos das Escolas Cristãs, onde já haviam estado seus irmãos maiores.
Naquele tempo a família Van den Eerenbeemt morava no edifício Blumensthil, em frente à velha ponte de Ripetta, e todas as manhãs um velho empregado de casa, de sobrenome Frattani, o acompanhava à escola.
Nos dois primeiros anos de escola, Heitor continua ainda muito tímido e quase não brinca com as demais crianças. Aos poucos, porém, começa a vencer essa inata timidez. Poucas são as recordações desse primeiro período: a figura de um velho Irmão, velho sim, mas muito paciente com seus "pupilos", a quem ensinava francês. E depois, outra recordação: o frio. "... passei muito frio no São José, recordo os arrepios de frio durante o recreio e minhas mãos cheias de frieiras...".
A partir da 3.ª série, começou a demonstrar maior paixão pelos estudos e a sobressair-se em algumas matérias: o italiano antes de tudo, tendo uma fantasia que deixava perplexos até mesmo os professores, que frequentemente, diante das tarefas dele, declaravam: "Isso não é farinha do seu moinho". Também a língua francesa a estudava bastante bem, revelando uma memória excepcional.
Enquanto fazia muitos progressos nas matérias escolares, não acontecia o mesmo com o estudo do Catecismo, não pela matéria em si, mas pela forma como era ensinado: "... A aridez das fórmulas não explicadas com o amor da alma e o fervor de coração...".
Foi nesse período que fez a preparação para a primeira Comunhão e a Crisma. Foi um certo Frei Eduardo que foi encarregado da preparação. A celebração, na capela do colégio, foi presidida por S. Eminência, o Cardeal Vicente Vannutelli. Galieno e Vicente Giulliani, sobrinhos desse Cardeal, também eram seus companheiros de primeira comunhão. Mais tarde, Padre Lourenço os reencontrou no Apollinare.
A formação religiosa que recebeu no colégio teve importância fundamental em sua vida, como ele mesmo recorda: "... Que seria da fraqueza humana se não houvesse uma profunda educação religiosa! Agradeço à Providencia por ter-me proporcionado tantos meios de salvação, mediante a escola católica dirigida pelos Irmãos. Aquelas contínuas e sábias admoestações entraram profundamente em minha alma".
Dos primeiros mestres, os seus “Frères”, conservará para sempre uma reverente recordação, atribuindo-lhes as bases de sua educação religiosa e retidão moral. Poder-se-ia afirmar que o ambiente, tão delicadamente formativo e religioso, exerceu a função de húmus para a sua alma adolescente, preparando o terreno onde mais tarde floresceria a vocação religiosa e sacerdotal.
O episódio que segue realça ainda mais a importância do ambiente religioso em que o pequeno Heitor viveu os primeiros anos de sua formação para a vida.
Frequentava a 5.ª série quando teve que acompanhar dois senhores franceses, amigos do tio Geraldo, irmão de seu pai, para visitar Roma. Aquele pouco de francês que sabia lhe dava a audácia para superar sua natureza, tão fortemente tímida, e, com ares de perito cicerone, conduziu esses senhores à Igreja de Santo Andrea delle Fratte e, mostrando o quadro da Imaculada, falou-lhes da visão que teve Ratisbonne. Antes não tivesse dito! Aqueles senhores pularam alto, dizendo que um rapazinho não deveria crer em semelhantes bobagens e invenções... Mas aquelas afirmações, longe de intimidá-lo, reforçaram ainda mais sua fé e amor pela Igreja. De fato, ele mesmo, recordando esse episódio, conclui com a seguinte afirmação: "...Devo a Deus a minha fé, mas o instrumento foi a ótima educação religiosa, introjetada, quase diria, até os meus ossos... Eu tinha o máximo respeito pelos meus mestres, e sua palavra era para mim verdade absoluta. Naquela idade juvenil, quanto pode influir a palavra de um mestre! Felizes aqueles que receberam uma boa, reta e santa educação... Agradeço ao Senhor por me ter dado uma fonte de princípios espirituais que na minha vida jamais me abandonaram ".
*Pequena biografia de Padre Lourenço van den Eerembeent, Cofundador da Congregação das Irmãs Carmelitas Missionárias de Santa Teresa do Menino Jesus. (Irmãs Carmelitas Missionárias- Província Santa Teresa de Lisieux. Uberaba, 1999)
- Detalhes
Yangun (RV) – “O caminho da vingança não é o caminho de Jesus”: num país ferido por conflitos internos, o Papa falou do perdão e da compaixão na missa desta quarta-feira (29/11), que marcou o tão aguardado encontro de Francisco com a comunidade católica de Mianmar. Cerca de 150 mil fiéis participaram da celebração no complexo esportivo de Kyaikkasan Ground, a poucos quilômetros do Arcebispado de Yangun, para a primeira e única missa pública no país.
Caravanas de inúmeras partes do país compareceram cedo ao local e, mesmo após horas de espera, saudaram calorosamente Francisco do papamóvel, antes do início da cerimônia. Em sua homilia, comentando as leituras do dia, o Pontífice recordou que Jesus não nos ensinou a sua sabedoria com longos discursos ou por meio de grandes demonstrações de poder político ou terreno, mas com a oferta da sua vida na cruz. O Senhor crucificado é a nossa bússola segura.
E da cruz vem também a cura, acrescentou o Papa. “Sei que muitos em Mianmar carregam as feridas da violência, quer visíveis quer invisíveis. A tentação é responder a estas lesões com uma sabedoria mundana que, como a do rei na primeira leitura, está profundamente deturpada. Pensamos que a cura possa vir do rancor e da vingança. Mas o caminho da vingança não é o caminho de Jesus.”
O caminho de Jesus é radicalmente diferente, afirmou Francisco, pois quando o ódio e a rejeição conduziram Cristo à paixão e à morte, Ele respondeu com o perdão e a compaixão. O Pontífice falou do empenho da Igreja em Myanmar, que faz o que pode para levar o “bálsamo salutar da misericórdia de Deus” aos outros, especialmente aos mais necessitados.
“Há sinais claros de que, mesmo com meios muito limitados, numerosas comunidades proclamam o Evangelho a outras minorias tribais, sem nunca forçar ou constringir, mas sempre convidando e acolhendo. No meio de tanta pobreza e inúmeras dificuldades, muitos de vocês prestam assistência prática e solidariedade aos pobres e aos doentes”, destacou o Papa.
Ressaltando a missão caritativa “sem distinções de religião ou de origem étnica” da Caritas local e das Pontifícias Obras Missionárias, Francisco encorajou os católicos a continuarem a partilhar com os demais “a inestimável sabedoria” de Deus, que brota do coração de Jesus.
A mensagem de perdão e misericórdia de Cristo, disse ainda Francisco, obedece a uma lógica que nem todos querem compreender e que encontra obstáculos. E concluiu usando mais uma de suas metáforas: “Contudo, o seu amor é definitivamente inabalável. É como um GPS espiritual que nos guia infalivelmente rumo à vida íntima de Deus e ao coração do nosso próximo. Deus abençoe a Igreja em Mianmar! Abençoe esta terra com a sua paz!”
Após a celebração, o Papa regressou ao Arcebispado. Depois do almoço, Francisco tem oficialmente mais dois eventos: o encontro com o Conselho Supremo Budista e com os Bispos de Mianmar. Fonte: http://br.radiovaticana.va
- Detalhes

*Frei Carlos Mesters, O. Carm
(Ano Litúrgico- A. Quarta-feira, 29)
Oração
Levantai, ó Deus, o ânimo dos vossos filhos e filhas,
para que, aproveitando melhor as vossas graças,
obtenham de vossa paternal bondade mais poderosos auxílios.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura do Evangelho (Lucas 21, 12-19)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12Mas, antes de tudo isso, vos lançarão as mãos e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença dos reis e dos governadores, por causa de mim. 13Isto vos acontecerá para que vos sirva de testemunho. 14Gravai bem no vosso espírito de não preparar vossa defesa, 15porque eu vos darei uma palavra cheia de sabedoria, à qual não poderão resistir nem contradizer os vossos adversários. 16Sereis entregues até por vossos pais, vossos irmãos, vossos parentes e vossos amigos, e matarão muitos de vós. 17Sereis odiados por todos por causa do meu nome. 18Entretanto, não se perderá um só cabelo da vossa cabeça. 19É pela vossa constância que alcançareis a vossa salvação. - Palavra da salvação.
Reflexão Lucas 21,12-19
No evangelho de hoje, que é a continuação do discurso iniciado ontem, Jesus enumera mais um sinal para ajudar as comunidades a se situar dentro dos fatos e não perder a fé em Deus nem a coragem de resistir contra as investidas do império romano. Repetimos os primeiros cinco sinais do evangelho de ontem:
1º sinal: os falsos messias (Lc 21,8);
2º sinal: guerra e revoluções (Lc 21,9);
3º sinal: nação lutará contra outra nação, um reino contra outro reino (Lc 21,10);
4º sinal: terremotos em vários lugares (Lc 21,11);
5º sinal: fome, peste e sinais no céu (Lc 21,11).
Até aqui foi o evangelho de ontem. Agora, no evangelho de hoje, mais um sinal:
6º sinal: a perseguição dos cristãos (Lc 21,12-19)
Lucas 21,12. O sexto sinal da perseguição.
Várias vezes, durante os poucos anos que passou entre nós, Jesus tinha avisado aos discípulos que eles iam ser perseguidos. Aqui, no último discurso, ele repete o mesmo aviso e faz saber que a perseguição deve ser levado em conta no discernimento dos sinais dos tempos: "Antes que essas coisas aconteçam, vocês serão presos e perseguidos; entregarão vocês às sinagogas, e serão lançados na prisão; serão levados diante de reis e governadores, por causa do meu nome”. E destes acontecimentos, aparentemente tão negativos Jesus tinha dito: “Não fiquem apavorados. Primeiro essas coisas devem acontecer, mas não será logo o fim." (Lc 21,9). E o evangelho de Marcos acrescenta que todos estes sinais são "apenas o começo das dores de parto!" (Mc 13,8) Ora, dores de parto, mesmo sendo muito dolorosas para a mãe, não são sinal de morte, mas sim de vida! Não são motivo de medo, mas sim de esperança! Esta maneira de ler os fatos trazia tranquilidade para as comunidades perseguidas. Assim, lendo ou ouvindo estes sinais, profetizados por Jesus no ano 33, os leitores de Lucas dos anos oitenta podiam concluir: "Todas estas coisas já estão acontecendo conforme o plano previsto e anunciado por Jesus! Por tanto, a história não escapou da mão de Deus! Deus está conosco!"
Lucas 21,13-15: A missão dos cristãos em época de perseguição
A perseguição não é uma fatalidade, nem pode ser motivo de desânimo ou de desespero, mas deve ser vista como uma oportunidade, oferecida por Deus, para as comunidades realizarem a missão de testemunhar com coragem a Boa Nova de Deus. Jesus diz: “Isso acontecerá para que vocês deem testemunho. Portanto, tirem da cabeça a ideia de que vocês devem planejar com antecedência a própria defesa; porque eu lhes darei palavras de sabedoria, de tal modo que nenhum dos inimigos poderá resistir ou rebater vocês”. Por meio desta afirmação Jesus anima os cristãos perseguidos que viviam angustiados. Ele faz saber que, mesmo perseguidos, eles tinham uma missão a cumprir, a saber: testemunhar a Boa Nova de Deus e, assim, ser um sinal do Reino (At 1,8). O testemunho corajoso levaria o povo a repetir o que diziam os magos do Egito diante dos sinais e da coragem de Moisés e Aarão: “Aqui há o dedo de Deus!” (Ex 8,15). Conclusão: se as comunidades não devem preocupar-se, se tudo está nas mãos de Deus, se tudo já era previsto por Deus, se tudo não passa de dor de parto, então não há motivo para ficarmos preocupados.
Lucas 21,16-17: Perseguição até dentro da própria família
“E vocês serão entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vocês. Vocês serão odiados por todos, por causa do meu nome”. A perseguição não vinha só de fora, da parte do império, mas também de dentro, da parte da própria família. Numa mesma família, uns aceitavam a Boa Nova, outros não. O anúncio da Boa Nova provocava divisões no interior das famílias. Havia até pessoas que, baseando-se na Lei de Deus, chegavam a denunciar e matar seus próprios familiares que se declaravam seguidores de Jesus (Dt 13,7-12).
Lucas 21,18-19: A fonte da esperança e da resistência
“Mas não perderão um só fio de cabelo. É permanecendo firmes que vocês irão ganhar a vida!" Esta observação final de Jesus lembra a outra palavra que Jesus tinha dito: “nenhum cabelo vai cair da cabeça de vocês!” (Lc 21,18). Esta comparação era um apelo forte a não perder a fé e a continuar firme na comunidade. E confirma o que Jesus já tinha dito em outra ocasião: “Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perde a sua vida por causa de mim, esse a salvará” (Lc 9,24).
Para um confronto pessoal
1) Como você costuma ler as etapas da história da sua vida e do seu país?
2) Olhando a história da humanidade dos últimos 50 anos, a esperança aumentou em você, ou diminuiu?
Oração final
O Senhor manifestou sua salvação,
aos olhos dos povos revelou sua justiça.
Lembrou-se do seu amor
e da sua fidelidade à casa de Israel. (Sl 97, 2-3)
*Nasceu numa cidadezinha ao sul da Holanda. Cresceu na acolhedora e cálida sombra de uma família biblicamente perfeita: sete irmãos. Na infância, viveu os anos sombrios da Segunda Guerra Mundial. Mas, pela localização geográfica, sua cidade ficou à sombra dos acontecimentos e não sofreu grandes transtornos. Jacobus Gerardus Hubertus Mesters nasceu na Holanda, no dia 20 de outubro de 1931. Foi este o nome que recebeu na pia batismal. Vinte anos mais tarde, ao receber o hábito da Ordem Carrnelita, já no Brasil, foi rebatizado de Carlos: frei Carlos Mesters.
Aos 17 anos, o jovem Jacobus Mesters escolheu o Brasil como campo de sua futura atividade missionária. No dia 6 de janeiro de 1949, festa dos Santos Reis, ele e seu amigo Vital Wilderink tomaram o navio rumo ao Brasil. Foram duas semanas entre o céu e o mar. No dia 20 de janeiro, o navio lançou âncoras no porto do Rio de Janeiro. Era a festa do padroeiro da cidade, São Sebastião.
No convento da Rua Martiniano de Carvalho, São Paulo, completou o curso de "Humanidades" e, em janeiro de 1951, com o hábito de carmelita, recebeu o sonoro nome de frei Carlos.
Muito sabiamente, os carmelitas enviavam seus futuros missionários em plena juventude
Terminado o noviciado, fez a profissão religiosa no dia 22 de janeiro de 1952. Cursou a Filosofia em São Paulo e foi fazer a Teologia em Roma, no Colégio Internacional Santo Alberto, em 1954. Foi consagrado presbítero no dia 7 de julho de 1957.
Formou-se em Teologia no Angelicum, a respeitada Faculdade Teológica dos dominicanos, em 1958. Em ciências bíblicas, formou-se primeiro, no Institutum Biblicum dirigido pelos jesuítas em Roma e, depois, na Escola Bíblica de Jerusalém, dos dominicanos.
Em 1962, voltou a Roma para defender tese junto à Pontifícia Comissão Bíblica. Em 1963, de volta ao Brasil, foi nomeado professor no Curso Teológico dos Carmelitas, em São Paulo.
Seu desempenho como professor não passou despercebido: em 1967, foi convocado para dar aulas no Colégio Internacional Santo Alberto, em Roma. Em 1968, deu por encerrada sua colaboração em Roma e voltou, sendo transferido para Belo Horizonte (MG), Foi chamado para lecionar no Instituto Central de Teologia e Filosofia da Universidade Católica, que vivia uma fase de grande efervescência.
Frei Carlos e o CEBI
A semente dessa planta foi lançada, em Angra dos Reis, no final de 1978, através dois cursos de caráter nacional. Em 1979 foi semeada regionalmente no Nordeste, no Centro-Oeste e no Sul. Para frei Carlos, seu único mérito é de ter sido o semeador no terreno fértil e já preparado das comunidades populares.
Em 1988, quando o Estadão publicou, com estardalhaço, um longo artigo feito de ataques contra Carlos Mesters e o CEBI, foi grande a repercussão. Repórteres de jornais e revistas iam ao CEBI ou telefonavam, à cata de informações e queriam marcar entrevistas com frei Carlos. Na falta de notícia, publicavam especulações sobre supostos processos em andamento no Vaticano. Frei Carlos se esquivou da imprensa, mas preparou uma resposta contundente a todas as acusações para distribuir aos amigos e interessados. Fonte: http://mesters80anos.blogspot.com.br
- Detalhes
O Papa Francisco enviou à Igreja do Brasil, dia 15 de novembro, por meio do cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, uma saudação por ocasião da abertura do Ano Nacional do Laicato, no domingo (26/11).
Nesse momento particular da história do Brasil, o documento afirma que é preciso que os cristãos assumam sua responsabilidade de ser o fermento de uma sociedade renovada, onde a corrupção e a desigualdade dêem lugar à justiça e solidariedade.
O documento foi lido na lançamento do Ano do Laicato na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na abertura da última reunião ordinária do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) de 2017, na manhã desta terça-feira, 28/11. Fonte: http://cnbb.net.br
Pág. 160 de 351




