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A assessoria do padre Reginaldo Manzotti procurou a coluna
Uma jovem de 21 anos diz que está grávida do padre Reginaldo Manzotti. O padre tem 15 anos de sacerdócio, é um dos mais populares do Brasil e reúne multidões por onde passa. Só no facebook, ele tem mais de seis milhões de seguidores. Nos últimos dias, as redes sociais do padre foram invadidas com diversas acusações e questionamento dos fieis após as acusações. O padre ficou bastante assustado e sua assessoria procurou a coluna para explicar a situação.
Padre ReginaldoReprodução Internet
Através de uma nota oficial o padre Reginaldo Manzotti esclarece que a notícia é falsa. A coluna não vai revelar o nome da jovem, mas, ela garante que o filho é do padre e que vai fazer um exame de DNA assim que a criança nascer.
A assessoria do padre, no entanto, garante que o padre não conhece a jovem, que o padre e exerce seu sacerdócio de forma primorosa e fiel. Fonte: http://leodias.odia.ig.com.br
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Inspirado no Evangelho do dia que fala da autoridade de Jesus, ( Mc 1, 21b-28) o Papa recordou "aos pastores que viveram a vida separados de Deus e do povo, das pessoas" para não perderem a esperança: "Sempre existe a possibilidade!"
Cidade do Vaticano
Comoção, proximidade e coerência. Essas são as características do pastor e da sua “autoridade”, nas palavras do Papa na missa esta manhã na Casa Santa Marta.
Comentando o Evangelho do dia, de Marcos, dedicado a Jesus que ensinava “como quem tem autoridade”, Francisco explicou que se trata de um “ensinamento novo”: a “novidade” de Cristo é justamente o “dom da autoridade” recebido pelo Pai.
Diante dos ensinamentos dos escribas, dos doutores da lei, que mesmo “dizendo a verdade”, evidenciou o Papa, as pessoas “pensavam a outra coisa”, porque o que diziam “não chegava ao coração”: ensinavam “da cátedra e não se importavam com as pessoas”.
Ao invés, acrescentou Francisco, “o ensinamento de Jesus provoca o estupor, movimento no coração”, porque aquilo que “dá autoridade” é precisamente a proximidade e Jesus “tinha autoridade porque se aproximava das pessoas”, entendia os problemas, dores e pecados:
“Porque estava próximo, entendia; mas acolhia, curava e ensinava com proximidade. Aquilo que dá autoridade a um pastor ou desperta a autoridade que é dada pelo Pai é a proximidade: proximidade a Deus na oração – um pastor que não reza, um pastor que não busca Deus perdeu a proximidade das pessoas. O pastor separado das pessoas não chega a elas com a mensagem. Proximidade, esta dupla proximidade. Esta é a unção do pastor que se comove diante do dom de Deus na oração, e se pode comover diante dos pecados, do problema, das doenças das pessoas: deixa comover o pastor”.
Os escribas, prosseguiu o Papa, tinham perdido a “capacidade” de se comover justamente porque “não estavam nem próximos das pessoas nem de Deus”. E quando se perde esta proximidade, destacou Francisco, o pastor acaba “na incoerência de vida”.
Jesus é claro nisto: “Façam aquilo que dizem” – digam a verdade – “mas não aquilo que fazem”:
“A vida dupla. É duro ver pastores com vida dupla: é uma ferida na Igreja. Os pastores doentes, que perderam a autoridade e seguem em frente com esta vida dupla. Existem tantas maneiras para levar em frente esta vida dupla: mas é dupla... E Jesus é muito forte com eles. Não somente diz às pessoas para ouvi-los, mas PARA não fazer aquilo que fazem, mas o que diz a eles? “Mas vocês são sepulcros caiados”: belíssimos na doutrina, por fora. Mas por dentro, podridão. Este é o fim do pastor que não tem proximidade com Deus na oração e com as pessoas na compaixão”.
Francisco cita a primeira leitura e repropõe a figura de Ana, que ora ao Senhor pedindo para ter um filho homem, e do sacerdote, o “velho Eli”, que “era um fraco, havia perdido a proximidade com Deus e com as pessoas”: havia considerado que Ana estava embriagada. Ela pelo contrário, estava rezando em seu coração, movendo somente os lábios.
Foi ela a explicar a Eli estar “amargurada” e a falar foi o “excesso” de sua “dor” e de sua “angústia”.
E enquanto ela falava, Eli “foi capaz de aproximar-se daquele coração”, até dizer para ir em paz: “Vai em paz e que o Deus de Israel te conceda o que lhe pediste”.
Deu-se conta – observa o Papa – “de ter errado e brotou de seu coração a bênção e a profecia”, porque depois Ana deu à luz a Samuel:
“Eu diria aos pastores que viveram a vida separados de Deus e do povo, das pessoas: “Mas, não percam a esperança. Sempre existe a possibilidade. Para isto foi suficiente olhar, aproximar-se a uma mulher, ouvi-la e despertar a autoridade para abençoar e profetizar; a profecia foi feita e o filho da mulher veio”. A autoridade: a autoridade, dom de Deus. Somente vem d’Ele. E Jesus a dá aos seus. Autoridade no falar, que vem da proximidade com Deus e com as pessoas, as duas coisas sempre juntas. Autoridade que é coerência, não dupla vida. É autoridade, e se um pastor a perde, que ao menos não perca a esperança, como Eli: sempre há tempo para aproximar-se e despertar a autoridade e a profecia”. Fonte: http://www.vaticannews.va
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A floresta na qual vive esse grupo é de grande beleza natural e serve de lar para espécies como harpias, onças-pintadas, antas, macacos-aranhas, queixadas e veados
Uma comunidade indígena do Peru decidiu batizar 1.800 hectares da Amazônia com o nome do papa Francisco. A decisão foi tomada em reconhecimento à preocupação do líder religioso em cuidar e conservar o meio ambiente em meio à mudança climática, anunciou o Ministério do Ambiente do Peru nessa segunda-feira (18).
O "Nihii Eupa Francisco" (Floresta Papa Francisco, na língua nativa da etnia amahuaca) se encontra na comunidade nativa de Boca Pariamanu, situada na região de Madre de Dios, cuja capital Porto Maldonado receberá o pontífice no dia 19 de janeiro de 2018.
Os nativos entregarão ao papa a ata da assembleia em que decidiram dar à floresta o seu nome, para que conheça as ações de proteção e conservação das florestas feitas pelos membros da comunidade indígena.
A comunidade de Boca Pariamanu é formada por 180 habitantes agrupados em 20 famílias, e é a única comunidade de Madre de Dios da etnia amahuaca. A floresta na qual vive esse grupo é de grande beleza natural e serve de lar para espécies como harpias, onças-pintadas, antas, macacos-aranhas, queixadas e veados, além de concentrar árvores como castanheiras, cedros e mognos.
Além de Porto Maldonado, o papa Francisco visitará Lima e a cidade nortista de Trujillo, durante a estadia no Peru, de 18 a 21 de janeiro, onde chegará procedente do Chile. Fonte: http://www.acritica.com
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(8/01/2018) Ao retomar as celebrações na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco alertou que a tendência do ser humano de agredir os mais fracos é uma das marcas do pecado original e não é inspirada pelo Espírito Santo. Por isto, devemos pedir ao Senhor a graça da compaixão, que é de Deus.
Cidade do Vaticano
A tendência a agredir os mais fracos é uma das marcas do pecado original, e se temos este desejo, é porque o diabo está ali. Deus, ao contrário disto, é compaixão. A primeira leitura proposta pela liturgia do dia inspirou a homilia do Papa Francisco ao retomar as celebrações na Capela da Casa Santa Marta, após a pausa pelas festas de Natal.
A passagem, extraída do Livro do Profeta Samuel, narra a história dos pais do profeta, Elcana e Ana. Elcana tinha duas mulheres: Ana, que era estéril, e Penina, que tinha filhos. Penina, ao invés de consolar Ana, não perde a ocasião para humilhá-la e a maltratá-la, recordar-lhe constantemente a ela a sua esterilidade.
O Papa observa que em outras páginas da Bíblia acontece a mesma coisa, citando o que ocorre entre Agar e Sara, as mulheres de Abraão, sendo a segunda estéril. Mas ridicularizar e desprezar os mais fracos é um comportamento dos homens, como no caso de Golias diante de Davi.
Mais ainda – disse Francisco – pensemos na mulher de Jó, ou na de Tobias, que desprezam os seus maridos sofredores:
“Eu me pergunto: o que existe dentro destas pessoas? O que existe dentro de nós, que nos leva a desprezar, a maltratar, a ridicularizar os mais fracos? Compreende-se que alguém se ofenda com quem é mais forte: pode ser a inveja que te leva (a isso)... Mas e os mais fracos? O que existe dentro (de nós) que nos leva (a isso)? É algo que é corriqueiro, como se eu tivesse a necessidade de desprezar o outro para me sentir seguro. Como uma necessidade...”
Também entre as crianças acontece isto – observa o Papa – recordando de uma situação vivida na infância: em seu bairro vivia uma senhora, Angiolina, que tinha uma doença mental e vagava pelas ruas o dia inteiro.
As mulheres davam a ela algo para comer, alguma roupa, mas as crianças a enganavam. Diziam: ‘Vamos atrás da Angiolina para nos divertirmos um pouco’”.
“Quanta maldade nas crianças! – comenta Francisco – ofender os mais fracos!”:
“E hoje vemos o mesmo continuamente, nas escolas, com o fenômeno do bullying: (bulismo), agredir o fraco, porque você é gordo ou porque você é assim ou é estrangeiro ou porque você é negro, por isto...agredir, agredir... As crianças, os jovens... Não somente Penina, ou Agar, ou as mulheres de Tobias e de Jó: também as crianças. Isto significa que existe algo dentro de nós que nos leva a isto. À agressão dos fracos. E acredito que seja uma das marcas do pecado original”.
Talvez os psicólogos – afirma o Papa – tenham sua explicação para este desejo de aniquilar o outro porque é fraco, mas eu digo que “esta é uma das marcas do pecado original. Isto é obra de Satanás”. Em Satanás, de fato, não existe compaixão:
“E assim, da mesma forma quando temos um bom desejo de fazer uma obra boa, uma obra de caridade, dizemos “é o Espírito Santo que me inspira a fazer isto”, quando nós nos damos conta que temos dentro de nós este desejo de agredir alguém porque é fraco, não duvidemos: o diabo está ali. Porque isto é obra do diabo, agredir o fraco”.
“Peçamos ao Senhor – conclui Francisco – que nos dê a graça da compaixão: esta é de Deus”, Ele que “tem compaixão de nós e nos ajuda a caminhar”. Fonte: http://www.vaticannews.va
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A Folia de Reis, também chamada de Reisado ou Festa de Santo Reis, é uma festa popular e tradicional brasileira. Ela possui um caráter cultural e religioso e ocorre no período de 24 de dezembro a 6 de janeiro (Dia de Reis ou Dia dos Três Reis Magos).
O bispo auxiliar de Porto Alegre (RS), dom Leomar Antônio Brustolin, disse em artigo, que nas festas dos Santos Reis, homens e mulheres, jovens e crianças saem pelas ruas cantando e visitando as casas, procurando romper com a rotina e opacidade dos dias, marcando o tempo e o lugar com a cultura do encontro, da amizade e da fé. Cantam, rezam, dançam e comemoram.
O Terno de Reis, diz o bispo, é um patrimônio imaterial da cultura brasileira, resultado da influência portuguesa e cristã, e traduz importantes dimensões que estão no imaginário da fé e da cultura das pessoas. Em 2017, o Conselho Estadual de Patrimônio de Minas Gerais declarou a Folia de Reis como Patrimônio Imaterial do Estado.
Dom Leomar lembra que após a festa do Natal, o Oriente e o Ocidente cristãos celebram, desde a antiguidade, a Epifania de Cristo. “A palavra epifania tem origem no termo grego “epiphaneia”, que significa manifestação. É a festa de Cristo, luz do mundo, que manifesta-se não apenas aos pastores de Belém, mas a toda humanidade, representada pelos magos”, disse.
O Evangelho de Mateus relata que magos vindos do Oriente procuravam o rei dos judeus, cujo nascimento fora anunciado a eles por uma estrela. Eles vêm de diferentes caminhos e anseiam pela criança divina. Representam o ser humano de diferentes raças e culturas, de diversas religiões e costumes e pretendem descobrir o mistério da vida. Eles não são mágicos, mas sábios que seguem as indicações das estrelas.
“Com os magos de outrora, é preciso aprender a ler os sinais de nosso tempo, perceber as luzes no caminho, reconhecer a Verdade que se manifesta humilde e generosa e, enfim, oferecer nossos presentes de vida, amor e doação. Afinal, a luz de Cristo continua iluminando os caminhos da humanidade, mas é preciso sair pelas estradas guiados pela estrela da fé”, finaliza.
História – A origem da folia de reis está associada a uma tradição cristã portuguesa e espanhola que foi trazida para o Brasil, provavelmente no século XIX. A Folia de Reis é celebrada na religião católica com o intuito de celebrar a visita dos três reis magos (Gaspar, Melchior – ou Belchior- e Baltazar) ao menino Jesus.
Ela é celebrada durante 12 dias desde 24 de dezembro (véspera do nascimento de Jesus) até o dia 06 de janeiro, quando os reis magos chegam a Belém. No momento que os reis magos avistaram no céu a Estrela de Belém, foram ao encontro de Jesus e levaram incenso, ouro e mirra. Por trás dos presentes levados havia uma simbologia: a realeza (ouro), a divindade ou a fé (incenso) e a imortalidade (mirra).
O Dia de Reis é celebrado dia 06 de janeiro, pois segundo a Bíblia foi nesse dia que eles encontraram Jesus. Marca também o momento em que as árvores, os presépios, os adornos e decorações natalinas são retirados. É comum os grupos visitarem as casas nesse dia, tocando músicas e dançando para celebrar o nascimento de Jesus e o encontro com os três reis magos. Em troca, as pessoas oferecem comidas e prendas.
Características – O grupo da folia de reis é formado pelo mestre ou embaixador, o contramestre, os três reis magos, os palhaços, os alfeires e os foliões. Além disso, ocorrem desfiles pelas ruas dos grupos dedicados ao festejo. Eles usam fantasias coloridas, tocam músicas típicas com diversos instrumentos (violas, reco-reco, tambores, acordeões, sanfonas, pandeiros, gaitas, etc.) e dançam.
Muitos fazem apresentações teatrais recitando versos. Geralmente após o desfile ocorre uma missa temática. Vale lembrar que em alguns locais o grupo é chamado de “Ternos de Reis”. Durante o dia, diversas barracas com comidas, bebidas, jogos e lembranças enchem as cidades com essa tradição.
Note que ela é comemorada segundo as tradições e particularidade de cada região do país. Ou seja, as comidas típicas, músicas, brincadeiras e danças variam consoante o local que ocorrem. No Brasil, a festa é celebrada em diversas regiões do país. Os Estados onde essa tradição está mais presente são: Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás. Fonte: http://cnbb.net.br
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Papa na Epifania: para encontrar Jesus é preciso pôr-se a caminho, sempre e sem cessar
“Pôr-se a caminho”: uma ação essencial para encontrar Jesus. Esta estrela convida a caminhar, às vezes, arduamente; pede para livrar-nos de pesos inúteis e enfrentar os imprevistos da nossa vida tranquila, destacou Francisco.
Cidade do Vaticano
O Santo Padre presidiu, na manhã deste sábado (06/01), na Basílica São Pedro, à celebração Eucarística por ocasião da Solenidade da Epifania do Senhor, cuja festa a Igreja no Brasil celebra este domingo, dia 7.
Em sua homilia, o Papa diz que “o nosso percurso ao encontro do Senhor, que hoje se manifesta como luz e salvação para todos os povos”, torna-se mais claro com a visita dos três Reis Magos ao Menino Jesus, deitado em uma manjedoura.
Este gesto dos Magos resume-se em três etapas: veem a estrela, põem-se a caminho e oferecem presentes. Explicando o primeiro “veem a estrela”, Francisco disse que é o ponto de partida. Mas, perguntou: Por que só os Magos viram a estrela? E respondeu:
É preciso uma meta mais alta, manter alto o olhar
“Porque, talvez, poucos levantaram o olhar para o céu. Na vida, muitas vezes, contentamo-nos apenas em olhar para a terra: saúde, dinheiro, diversão. Mas, será que ainda podemos levantar os olhos ao céu? Sabemos sonhar, ansiar por Deus, esperar a sua novidade? Os Magos não se contentaram com a vidinha de sempre, mas entenderam que, para viver de verdade, é preciso uma meta mais alta e, por isso, manter alto o olhar”.
E Francisco perguntou ainda: “Por que muitos outros, que levantavam o olhar para o céu, não seguiram a estrela, a ‘sua estrela’?” E explicou: “Porque, talvez, não fosse uma estrela ofuscante, que brilhasse mais que as outras”. Os Magos viram uma estrela despontar: era a estrela de Jesus, que não ofusca, mas, gentilmente, convida. E acrescentou:
A estrela do Senhor nos guia e nos acompanha
“Há estrelas ofuscantes, que suscitam fortes emoções, mas não indicam o caminho: o sucesso, o dinheiro, a carreira, as honras, os prazeres, mas não passam de meteoritos, que brilham um pouco, caem e perdem seu esplendor; são estrelas cadentes, que, ao invés de orientar, nos desviam. A estrela do Senhor nem sempre ofusca, mas nos guia e nos acompanha; não promete recompensas materiais, mas garante a paz e causa, como aos Magos, uma imensa alegria; ela nos convida a caminhar”.
De fato, o segundo gesto dos Reis Magos, disse o Pontífice, é “pôr-se a caminho”: uma ação essencial para encontrar Jesus. Esta estrela convida a caminhar, às vezes, arduamente; pede para livrar-nos de pesos inúteis e enfrentar os imprevistos da nossa vida tranquila. Jesus deixa-se encontrar por quem o busca, mas, para encontrá-lo é preciso ir, sair, arriscar, não ficar à espera, parados, acomodados: é um êxodo. E o Papa recordou:
Para encontrar Jesus é preciso entrar em ação
“Deus, que libertou seu povo, por meio do êxodo, e chamou novos povos para seguir a sua estrela, concede a liberdade e a alegria somente a quem está a caminho. Para encontrar Jesus, é preciso entrar em ação, pôr-se a caminho, sempre e sem cessar. Para encontrar o Menino, é preciso arriscar: descobrindo a sua ternura e o seu amor nós nos encontramos”.
Pôr-se a caminho não é fácil. De fato, Herodes, perturbado pelo temor de perder seu poder, com o nascimento do Menino-Deus, não sai do seu Palácio e fica fechado dentro dele. Ao contrário, os Magos falam pouco e caminham muito, se prostram. Aqui, entra seu terceiro gesto, como diz Francisco: “oferecem dons”. Jesus está ali para oferecer a sua vida e salvação, e os Magos lhe oferecem o que têm de mais precioso: “ouro, incenso e mirra”.
Oferecer algo a nossos irmãos mais pequeninos
“Ele, que se fez pequenino por nós, nos pede para oferecermos alguma coisa aos nossos irmãos mais pequeninos, ou seja, aos que não têm como retribuir: os necessitados, os famintos, os forasteiros, os presos, os pobres. São tantos os dons agradáveis a Jesus, entre os quais, assistir os doentes, perdoar quem nos ofende... são dons gratuitos, que não podem faltar na vida de um cristão”.
Francisco concluiu sua homilia convidando os presentes a olhar nossas mãos, muitas vezes vazias de amor, e enchê-las com presentes gratuitos, sem retribuição. Por fim, elevou ao Menino- Deus a seguinte invocação: «Senhor, fazei-me redescobrir a alegria de doar». Fonte: http://www.vaticannews.va
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EPIFANIA: Canto de Entrada.
Canto de entrada: Eis que veio o Senhor
Eis que veio o Senhor dos senhores,
Em suas mãos, o poder e a realeza. (Bis)
1- Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus,
vossa justiça ao descendente da realeza!
Com justiça Ele governe o vosso povo,
com equidade Ele julgue os vossos pobres.
2- Libertará indigente que suplica,
e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.
Todos os povos serão nele abençoados,
todas as gentes cantarão o seu louvor!
3- Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito
como era no princípio, agora e sempre.
*Neste domingo, 7, celebro a Santa Missa na Igreja de Nossa do Carmo do Desterro da Lapa- Rio de Janeiro/ Centro- às 8h e 10h). Acompanhe as reflexões da Festa de Melquior, Baltasar e Gaspar no Olhar. Clique aqui: www.olharjornalistico.com.br (Edição do vídeo do Olhar. Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 6 de janeiro-2018)
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Vimos sua estrela (Canto de Comunhão)
Vimos sua estrela no Oriente
e assim vimos adorar o Rei da gente.
1- Onde foi que nasceu
o Rei dos Judeus?
Em Belém da Judeia,
conforme diz Miqueias.
2- No lugar da estrebaria,
se deteve a estrela guia.
Encontraram com alegria
o Menino com Maria.
3- E abrindo os seus tesouros,
deram incenso, mirra e ouro.
Glória ao Pai e ao Menino
e ao Espírito Divino.
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EPIFANIA: Salmo de Meditação.
Eis que vem o Senhor Soberano (Salmo 71/72)
Eis que vem o Senhor Soberano,
tendo em suas mãos, poder e glória.
1- Dai ao rei vossos poderes, Senhor Deus,
vossa justiça ao descendente da realeza!
Com justiça ele governe o vosso povo,
com equidade ele julgue os vossos pobres.
2- Os reis de toda terra hão de adorá-lo,
e todas as nações hão de servi-lo.
Libertará o indigente que suplica,
e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.
3- Todos os povos serão nele abençoados,
todas as gentes cantarão o seu louvor!
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O que é, personagens, origem, significado, resumo, características principais, festa popular do folclore brasileiro, folguedo, cidades onde ocorrem o Reisado
O que é e origem
A Folia de Reis, também conhecida como Reisado, é uma festa popular brasileira de caráter religioso (católico). Também considerada de caráter folclórico (espécie de folguedo), ela é realizada entre o período do Natal até o Dia de Reis (6 de janeiro). Na Folia de Reis, grupos organizados de pessoas saem pelas ruas da cidade, visitando as casas e tocando músicas populares e entoando cânticos bíblicos em homenagem aos reis magos e ao nascimento de Jesus. Junto com os músicos vão pessoas vestidas com roupas de personagens ligados ao tema da festa.
Alguns aspectos tradicionais da Folia de Reis foram trazidos para o Brasil no final do período colonial (provavelmente no começo do século XIX), pelos portugueses. Porém, de acordo com estudiosos da cultura popular, esta festa tem sua origem na Espanha.
A porta de entrada foi o nordeste brasileiro. Porém, em nosso país a Folia de Reis ganhou traços culturais particulares, incorporando aspectos da cultura brasileira. Um destes exemplos está presente na música, com a presença das batidas típicas dos tambores africanos. Vale dizer também que a Folia de Reis possui traços particulares em cada região do Brasil.
Principais cidades que realizam a Folia de Reis:
- Exemplos de cidades brasileiras em que a Folia de Reis é tradicional: Sabará (MG), Parati (RJ), Sorocaba (SP), Rio de Janeiro (RJ), Rubim (MG), Teresópolis (RG), Quirinópolis (GO), São João d’Aliança (GO), Presidente Olegário (MG), Salvador (BA), Guaxupé (MG), Nova Fátima (GO) e Rio das Flores (RJ).
Principais personagens da Folia de Reis:
- Três reis magos: representam os reis magos que visitaram Jesus e o presentearam com incenso, ouro e mirra.
- Mestre palhaço: responsável pela animação da festa, através de danças, pulos e brincadeiras.
- Coro: canta as músicas, louvores e entoações de cânticos religiosos.
- Mestre (também conhecido como embaixador): responsável pela organização da festa.
- Bandeireiro: espécie de porta bandeiras da festa. A bandeira geralmente é feita com tecido brilhante e tem a imagem dos três reis magos estampas.
- Festeiro: é em sua casa que geralmente ocorre a cerimônia da “tirada da bandeira”.
- Banda musical: músicos uniformizados tocando violão, sanfona, zabumba, pandeiro, surdo, caixa, triângulo e flauta.
Bibliografia Indicada
Folias e Folguedos do Brasil
Autor: Reis, Inimar dos
Editora: Paulinas
Ano de publicação: 2010
Temas do livro: Festas Populares, Folclore brasileiro, Folguedo.
Fonte: https://www.suapesquisa.com
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Na primeira edição do ano de ‘O Vídeo do Papa’, Francisco nos chama a respeitar as minorias religiosas na Ásia e clama por uma verdadeira liberdade na prática da fé neste continente. Confira o vídeo.
Cidade do Vaticano
Na primeira edição do ano de ‘O Vídeo do Papa’, realizado pela Rede Mundial de Oração do Papa, Francisco nos chama a respeitar as minorias religiosas na Ásia. Também clama por uma verdadeira liberdade na prática da fé neste continente.
Como fez em 2016 e em 2017, o Papa inicia 2018 compartilhando suas intenções mensais através de ‘O Vídeo do Papa’. Na primeira edição do ano, Francisco nos pede para respeitar e proteger os cristãos e todas as minorias religiosas da Ásia. Além disso, enfatiza a importância de garantir que esses grupos religiosos possam viver sua fé com absoluta liberdade em cada um dos países do continente.
“Peçamos por todos eles, para que, nos países asiáticos, os cristãos, como também as outras minorias religiosas, possam viver sua fé com toda liberdade”, afirma o Papa. “Coloquemo-nos ao lado dos homens e mulheres que lutam por não renunciar à sua identidade religiosa”, acrescenta.
Com mais de 43 milhões de km2, a Ásia é o maior continente do mundo e abriga inúmeras minorias religiosas. Muitas delas convivem, mas em algumas regiões existem enfrentamentos e perseguições religiosas.
“No variado mundo cultural da Ásia, a Igreja enfrenta muitos riscos e sua tarefa é ainda mais difícil pelo fato de ser minoria”, afirmou o Papa. “Esses riscos, esses desafios, são compartilhados com outras tradições religiosas minoritárias às quais nos une em um desejo de sabedoria, verdade e santidade”, completa.
O Vídeo do Papa
As intenções de oração são confiadas mensalmente à Rede Mundial de Oração do Papa. O Vídeo do Papa é produzido pela La Machi Comunicação para Boas Causas com o apoio da Companhia de Jesus, IndigoMusic, GettyImagesLatam, Doppler Email Marketing e a colaboração do Vatican Media. Tem também como parceiro de mídia Aleteia. Desde seu lançamento em janeiro de 2016, teve mais de 19 milhões de visualizações em suas redes próprias.
O Vídeo do Papa é uma iniciativa global, promovida pela Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração), para colaborar na difusão das intenções mensais do Santo Padre sobre os desafios da humanidade. Conta com o apoio do Vatican Media, único proprietário dos direitos de imagem do Papa. Fonte: http://www.vaticannews.va
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Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm
1- Oração
Deus eterno e todo-poderoso, pela vinda do vosso Filho, vos manifestastes em nova luz. Assim como ele quis participar da nossa humanidade, nascendo da Virgem, dai-nos participar de sua vida no Reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
2-Leitura do Evangelho (João 1, 43-51)
43No dia seguinte, tinha Jesus a intenção de dirigir-se à Galiléia. Encontra Filipe e diz-lhe: Segue-me. 44(Filipe era natural de Betsaida, cidade de André e Pedro.) 45Filipe encontra Natanael e diz-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei e que os profetas anunciaram: é Jesus de Nazaré, filho de José. 46Respondeu-lhe Natanael: Pode, porventura, vir coisa boa de Nazaré? Filipe retrucou: Vem e vê. 47Jesus vê Natanael, que lhe vem ao encontro, e diz: Eis um verdadeiro israelita, no qual não há falsidade. 48Natanael pergunta-lhe: Donde me conheces? Respondeu Jesus: Antes que Filipe te chamasse, eu te vi quando estavas debaixo da figueira. 49Falou-lhe Natanael: Mestre, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel. 50Jesus replicou-lhe: Porque eu te disse que te vi debaixo da figueira, crês! Verás coisas maiores do que esta. 51E ajuntou: Em verdade, em verdade vos digo: vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem.
3- Reflexão - Jo 1, 43-51
* Jesus voltou para a Galiléia. Encontrou Filipe e o chamou: "Segue-me!" O objetivo do chamado é sempre o mesmo: "seguir Jesus". Os primeiros cristãos fizeram questão de conservar os nomes dos primeiros discípulos. De alguns conservaram até os apelidos e o nome do lugar de origem. Filipe, André e Pedro eram de Betsaida (Jo 1,44). Natanael era de Caná (Jo 22,2). Hoje, muitos esquecem os nomes das pessoas que estão na origem da sua comunidade. Lembrar os nomes é uma forma de conservar a identidade.
* Filipe encontra Natanael e fala com ele sobre Jesus: "Encontramos aquele de quem escreveram Moisés, na Lei, e os profetas! É Jesus, o filho de José, de Nazaré!" Jesus é aquele para o qual apontava toda a história do Antigo Testamento.
* Natanael pergunta: "De Nazaré pode vir coisa boa?" Possivelmente, na pergunta dele transparece a rivalidade que costuma existir entre as pequenas aldeias de uma mesma região: Caná e Nazaré. Além disso, conforme o ensinamento oficial dos escribas, o Messias viria de Belém na Judéia. Não podia vir de Nazaré na Galiléia (Jo 7,41-42). André dá a mesma resposta que Jesus tinha dado aos outros dois discípulos: "Venha e veja você mesmo!" Não é impondo, mas sim vendo que as pessoas se convencem. Novamente, o mesmo processo: encontrar, experimentar, partilhar, testemunhar, conduzir até Jesus!
* Jesus vê Natanael e diz: "Eis um israelita autêntico, sem falsidade!" E afirma que já o conhecia quando estava debaixo da figueira. Como é que Natanael podia ser um "israelita autêntico" se ele não aceitava Jesus como messias? Natanael "estava debaixo da figueira". A figueira era o símbolo de Israel (cf. Mq 4,4; Zc 3,10; 1Rs 5,5). Israelita autêntico é aquele que sabe desfazer-se das suas próprias idéias quando percebe que elas estão em desacordo com o projeto de Deus. O israelita que não está disposto a fazer esta conversão não é autêntico nem honesto. Natanael é autêntico. Ele esperava o messias de acordo com o ensinamento oficial da época (Jo 7,41-42.52). Por isso, inicialmente, não aceitava um messias vindo de Nazaré. Mas o encontro com Jesus ajudou-o a perceber que o projeto de Deus nem sempre é do jeito que a gente o imagina ou deseja. Ele reconhece o seu engano, muda de idéia, aceita Jesus como messias e confessa: "Mestre, tu és o filho de Deus, tu és o rei de Israel!" A confissão de Natanael é apenas o começo. Quem for fiel, verá o céu aberto e os anjos subindo e descendo sobre o Filho do Homem. Experimentará que Jesus é a nova ligação entre Deus e nós, seres humanos. É a realização do sonho de Jacó (Gn 28,10-22).
4- Para um confronto pessoal
1) Qual o título de Jesus de que você mais gosta? Por que?
2) Teve intermediário entre você e Jesus?
5-Oração final
O Senhor é bom,
sua misericórdia é eterna
e sua fidelidade se estende de geração em geração. (Sal 99, 5)
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Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm
1-Oração
Ó Deus, sede a luz dos vossos fiéis e abrasai seus corações com o esplendor da vossa glória, para reconhecerem sempre o Salvador e a ele aderirem totalmente. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
2- Leitura do Evangelho (João 1, 35-42)
35No dia seguinte, estava lá João outra vez com dois dos seus discípulos. 36E, avistando Jesus que ia passando, disse: Eis o Cordeiro de Deus. 37Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. 38Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que procurais? Disseram-lhe: Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras? 39Vinde e vede, respondeu-lhes ele. Foram aonde ele morava e ficaram com ele aquele dia. Era cerca da hora décima. 40André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido João e que o tinham seguido. 41Foi ele então logo à procura de seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo). 42Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra).
3- Reflexão (Jo 1, 35-42)
* No evangelho de hoje, João Batista, novamente, aponta Jesus como “Cordeiro de Deus”. E dois dos seus discípulos, animados pelo próprio João, foram em busca de Jesus e perguntam: “Onde o senhor mora?”. Jesus responde: "Venham e vejam!" É convivendo com Jesus, que eles mesmos poderão verificar e confirmar se era isto que estavam buscando. O encontro confirmou a busca, pois os dois nunca mais esqueceram a hora do encontro. Quase setenta anos depois, João lembra: “Eram quatro horas da tarde!”
* Quando uma pessoa é muito amada, ela costuma receber muitos apelidos, nomes ou títulos que expressam o carinho. No Evangelho de João, Jesus recebe muitos títulos e nomes que expressam o que ele significava para os primeiros cristãos. Estes nomes traduzem o desejo dos primeiros cristãos de conhecer melhor quem é Jesus para poder amá-lo com maior coerência. O quarto Evangelho é uma catequese muito bem feita. Os títulos e nomes de Jesus, que vão aparecendo durante os encontros e as conversas das pessoas com ele, fazem parte desta catequese. Eles ajudam os leitores e as leitoras a descobrir como e onde Jesus se revela nos encontros do dia-a-dia da vida. Ao longo dos seus 21 capítulos, através destes nomes e títulos, o evangelista João nos vai revelando quem é Jesus.
* Também hoje, nossas comunidades devem poder dizer: "Venham e vejam!" É ver e experimentar para poder testemunhar. O apóstolo João escreve na sua primeira carta: "A vida se manifestou. Nós a vimos e dela damos testemunho!" (1Jo 1,2)
* As pessoas que vão sendo chamadas professam a sua fé em Jesus através de títulos como: Cordeiro de Deus (Jo 1,36); Rabi (Jo 1,38); Messias ou Cristo (Jo 1,41); “aquele de quem escreveram Moisés, na Lei, e os profetas” (Jo 1,45); Jesus de Nazaré, o filho de José (Jo 1,45), Filho de Deus (Jo 1,49); Rei de Israel (Jo 1,49); Filho do Homem (Jo 1,51). São oito títulos em apenas quinze versos! A cristologia dos primeiros cristãos não começa com reflexões teóricas, mas com nomes e títulos que exprimem o carinho, o compromisso e o amor.
* André descobriu que Jesus é o Messias. Ele gostou tanto do encontro, que partilhou sua experiência com o irmão e deu testemunho: "Encontramos o Messias!" Em seguida, conduziu o irmão até Jesus. Encontrar, experimentar, partilhar, testemunhar, conduzir até Jesus! É assim que a Boa Nova se espalha pelo mundo, até hoje! Conosco pode acontecer o que aconteceu com o irmão de André. No encontro com Jesus, ele teve seu nome mudado de Simão para Cefas (Pedra ou Pedro). Mudança de nome significa mudança de rumo. O encontro com Jesus pode produzir mudanças profundas na vida da gente. Deus queira!
4- Para um confronto pessoal
1) Como foi o chamado de Jesus em sua vida? Teve alguma mudança de rumo?
2) Você lembra a hora e o lugar de acontecimentos importantes da sua vida?
5- Oração final
Exultem em brados de alegria diante do Senhor que chega,
porque ele vem para governar a terra.
Ele governará a terra com justiça,
e os povos com eqüidade. (Sal 97, 8-9)
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48 pessoas morreram no acidente envolvendo um ônibus com 53 passageiros que caiu de um precipício de 100 metros na manhã de terça-feira, na estrada Pasamayo, norte de Lima.
Cidade do Vaticano
“O Santo Padre, profundamente entristecido ao tomar conhecimento da dolorosa notícia do acidente rodoviário ocorrido em Pasamayo, que provocou numerosas vítimas, oferece sufrágios pelo descanso eterno dos falecidos”.
Em telegrama assinado pelo cardeal secretário de Estado Pietro Parolin, o Papa Francisco lamentou a morte de 48 pessoas no acidente envolvendo um ônibus com 53 passageiros que caiu de um precipício de 100 metros na manhã de terça-feira, na estrada Pasamayo, norte de Lima.
O cardeal pede na mensagem endereçada à Nunciatura Apostólica que o pesar de Sua Santidade seja transmitido “aos familiares que choram tão sensível perda”, acompanhado “com manifestações de consolo”.
Ao feridos, o Papa assegura sua “proximidade espiritual”, pedindo ao Senhor “que derrame sobre todos, os dons da serenidade espiritual e da esperança cristã”, e concedendo “de coração a Bênção Apostólica”.
O Papa Francisco deverá chegar à Lima, no Peru, na quinta-feira, 18 de janeiro. Fonte: http://www.vaticannews.va
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Papa: pecado rompe relação com Deus e com os irmãos
Na primeira Audiência Geral de 2018, o Papa Francisco deu continuidade a sua série de catequeses sobre a Santa Missa, explicando o Ato Penitencial. “Sabemos por experiência que somente quem sabe reconhecer os erros e pede perdão recebe a compreensão e o perdão dos outros”.
Cidade do Vaticano
Quem tem consciência de suas misérias e abaixa os olhos com humildade, sente sobre si o olhar misericordioso de Deus.
Dando continuidade a série de catequeses sobre a Santa Missa, o Papa Francisco dedicou a reflexão da primeira Audiência Geral do ano de 2018 ao Ato Penitencial.
“Na sua sobriedade – disse Francisco aos cerca de sete mil fiéis presentes na Sala Paulo VI - ele favorece a atitude que deve ser assumida para celebrar dignamente os santos mistérios, ou seja, reconhecendo diante de Deus e dos irmãos os nossos pecados (...), pois todos somos pecadores”.
Mas para receber o perdão de Deus, devemos reconhecer nossos erros e pedir perdão, pois “o que o Senhor pode dar a quem já tem o coração cheio de si, do próprio sucesso?”, pergunta.
“Nada, porque o presunçoso é incapaz de receber perdão, saciado como é da sua presumível justiça”, respondeu o Papa, citando a parábola do fariseu e do publicano, em que somente o segundo volta para casa perdoado.
“Sabemos por experiência - recorda - que somente quem sabe reconhecer os erros e pede perdão recebe a compreensão e o perdão dos outros”:
“Escutar em silêncio a voz da consciência permite reconhecer que os nossos pensamentos são distantes dos pensamentos divinos, que as nossas palavras e as nossas ações são muitas vezes mundanas, guiadas, isto é, por escolhas contrárias ao Evangelho.”
Por isto – explica o Pontífice – no início da Missa “cumprimos comunitariamente o ato penitencial mediante uma fórmula de confissão geral, pronunciada na primeira pessoa do singular. Cada um confessa a Deus e aos irmãos que “pequei muitas vezes, em pensamentos e palavras, atos e omissões””:
“Sim, também em omissões, ou seja, ter deixado de fazer o bem que poderia ter feito. Muitas vezes nos sentimos muito bons porque – dizemos – “não fiz nenhum mal”. Na realidade, não basta não fazer mal ao próximo, é preciso escolher fazer o bem, aproveitando as ocasiões para dar um bom testemunho de que somos discípulos de Jesus”.
O Papa explica que “confessar tanto a Deus como aos irmãos sermos pecadores” nos ajuda a compreender a “dimensão do pecado”, que “nos separa de Deus, nos divide também dos nossos irmãos, e vice-versa”: “O pecado rompe: rompe a relação com Deus e rompe a relação com os irmãos, a relação na família, na sociedade, na comunidade. O pecado rompe sempre: separa, divide”.
“As palavras que dizemos com a boca são acompanhadas pelo gesto de bater no peito – fazemos assim - reconhecendo que pequei por minha culpa e não dos outros” diz Francisco, que observa: “Acontece muitas vezes que, por medo ou vergonha, apontamos o dedo para acusar os outros. Custa admitir sermos culpados, mas nos faz bem confessá-lo com sinceridade. Mas confessar os próprios pecados”.
E o Papa recordou então a história que um velho missionário costumava contar, de uma senhora que ao confessar-se, contava os erros do marido: “Depois passou a contar os erros da sogra e depois os pecados dos vizinhos. Em determinado momento, o confessor disse a ela: “Mas senhora, me diga: acabou?” – “Não, sim, disse...” – “Muito bem: a senhora acabou com os pecados dos outros. Agora comece a dizer os seus...” Os próprios pecados...”
Após a confissão dos pecados – continuou o Santo Padre - suplicamos à Bem-aventurada Virgem Maria, aos Anjos e Santos que roguem ao Senhor por nós. Também aqui – enfatiza – “é preciosa a comunhão dos Santos, a intercessão deste amigos e modelos de vida que nos sustenta no caminho em direção à plena comunhão com Deus, quando o pecado será definitivamente aniquilado”.
O Santo Padre explica então que além do “Confesso”, o “ato penitencial pode ser feito com outras fórmulas”, como “Piedade de nós, Senhor”, “Contra ti pecamos”, “Senhor mostra-nos a tua misericórdia/ e nos dê a tua salvação”:
“Especialmente no domingo se pode fazer a bênção e aspersão de água em memória do Batismo, que apaga todos os pecados. É também possível, como parte do Ato Penitencial, cantar o Kyrie eléison: com antiga expressão grega, aclamamos o Senhor – Kyrios – e imploramos a sua misericórdia”.
O Papa Francisco recorda então “luminosos exemplos de figuras “penitentes” nas Sagradas Escrituras, que “caindo em si após terem cometido o pecado, encontram a coragem de tirar a máscara e abrir-se à graça que renova o coração”.
E cita o Rei Davi, o filho pródigo, São Pedro, Zaqueu, a Samaritana:
“Comparar-se com a fragilidade do barro do qual fomos formados é uma experiência que nos fortalece: nos coloca diante de nossas fraquezas, nos abre o coração para invocar a misericórdia divina que transforma e converte. E é isto o que fazemos no Ato Penitencial no início da Missa”. Fonte: http://www.vaticannews.va
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Pe. Thiago Bruno publicou a imagem no WhatsApp Status e causou polêmica nas redes sociais. Um amigo dele gravou um vídeo alegando que a arma é objeto de decoração.
Uma postagem do padre Thiago Bruno da Paróquia de São José dos Quatro Marcos, município a 343 km de Cuiabá, causou polêmica nesta terça-feira (2). Numa foto publicada no WhatsApp Status, o padre aparece deitado numa cama apontando uma arma e a mensagem #2018 escrita. A foto circula nas redes sociais.
Procurado pelo G1, o sacerdote afirmou que ainda deve se manifestar sobre o caso através de uma nota.
Após a repercussão da polêmica, um suposto amigo do padre afirma que a foto foi tirada na casa dele no dia 1º de janeiro. O homem alega que a arma usada na foto é um artigo de decoração e foi trazida junto com outros objetos da Espanha.
“São armas de decoração, que não dão tiro. São apenas armas do estilo faroeste daqueles filmes que comprei para fazer decoração”, declara o homem no vídeo. Nas redes sociais, internautas repercutiram a foto com comentários a favor e contra o padre.
“Não importa se a arma é de brinquedo ou não! O que importa é a mensagem que ele passa, que não é nenhuma mensagem de paz”, diz um comentário.
Em outro texto, um internauta critica a atitude. “A atitude dele não condiz com a imagem que ele tem que passar para sociedade. Sem contar que armas não trazem a paz”, diz trecho de uma declaração.
Já em defesa do padre, alguns usuários da rede social dizem não ver maldade na foto. “Que mal tem isso? Uma pessoa de bem com uma arma? Ele também pode ter carro, faca, moto, etc”, diz o comentário. Fonte: https://g1.globo.com
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