Como viver os votos de Pobreza, Castidade e Obediência na família e no trabalho enquanto leigos e leigas consagrados? É possível construir a fraternidade a partir do carisma carmelitano? Como superar as noites escuras na família, no trabalho e na vida espiritual à luz do poema, a “Noite Escura”, de São João de Cruz e dos santos e santas carmelitas?  Estes foram os temas abordados pelo Frei Petrônio de Miranda, 0. Carm, no Retiro da Ordem Terceira do Carmo nesta sábado, 03, na cidade de Unaí-MG. Veja nas próximas horas vídeos e fotos. Aguarde...      

Em Constança, na Alemanha, e em Roma, na Itália, no último fim de semana, falava-se de quatro papas. No Concílio de Constança, do qual se celebra este ano o 600º aniversário da data de início, três papas tiveram que se retirar para que um quarto pudesse assumir o cargo e, assim, permitir o fim do cisma.

A reportagem é de Klaus Nientiedt, publicada no sítio do jornal Konradsblatt, da arquidiocese de Friburgo, 28-04-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Por outro lado, em Roma, se falava da canonização de dois papas e do fato de que o papa no cargo, Francisco, tinha convidado o seu antecessor Bento para participar da celebração da canonização. Assim, juntos, eram quatro.

Por mais diferentes que sejam os eventos de Constança e de Roma, existe uma relação. Mesmo um ano depois da retirada de Bento XVI, a presença de um papa emérito ao lado de um papa reinante ainda é percebida como algo especial. Isso tem a ver com as experiências do século XV.

O temor de uma cisão na Igreja sempre foi um dos principais motivos pelos quais, no passado, havia dificuldades para enfrentar o problema de uma retirada prematura de um papa. E esse temor não era infundado.

Imagine-se se o Papa Bento XVI atualmente concedesse entrevistas frequentes, se expressasse sobre questões doutrinais e político-eclesiásticas dos últimos pontificados, prejudicando, assim, a atividade do seu sucessor. Isso limitaria a liberdade de movimento do sucessor e convidaria alguns fiéis a considerá-lo o verdadeiro sucessor de Pedro.

Mas esse perigo não nos ameaça. Mesmo que em Constança e em Roma o discurso se referisse a quatro papas, a situação da época e a atual não são comparáveis. O perigo de governar como papa emérito a despeito do sucessor está bem presente ao Papa Bento XVI. Já no anúncio da sua surpreendente renúncia ele expressou obediência inequívoca ao sucessor.

Porém, há uma coisa que une absolutamente Constança e Roma: em todos os tempos, deve ficar claro que não é o papa o centro da nossa fé. O bispo de Roma é instrumento da unidade dos crentes em Cristo.

No início do século XVI, em Constança, isso não era diferente – ou ao menos não deve ter sido – em comparação com Roma em 2014.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

Os santos comuns e anônimos que preferiram viver e morrer na sombra nunca chegaram à glória de Bernini em São Pedro.

No início do cristianismo, eram os fiéis os que canonizavam as pessoas que consideravam dignas de serem apresentadas à comunidade como exemplo a seguir, e costumavam ser gente comum. Só muito mais tarde foram os bispos, e depois os papas, quem passaram a ter o poder de declarar infalivelmente a santidade.

E desde então os papas canonizaram uns aos outros ou canonizaram fundamentalmente a pessoas que pertenceram a alguma ordem ou congregação religiosa. Chegar até a glória dos altares custa um efetivo dinheiro e influências são necessárias. Os santos anônimos, os que o foram apenas para os conhecidos próximos ou que preferiram viver e morar na sombra, esses nunca chegarão a ter seu retrato exposto na rica Basílica de São Pedro.

O Papa Francisco fez bem ao querer canonizar, junto com o conservador polonês João Paulo II, outro papa, o italiano que as pessoas chamavam de Papa bom, João XXIII, filho de camponeses que escreveu em seu testamento à família: “Não os deixo nada porque nunca tive nada”...

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 http://www.ihu.unisinos.br/noticias/530731-os-que-nunca-serao-canonizados

Frei Carlos Mesters e Mercedes Lopes

A experiência da morte de Jesus tinha sido tão dolorosa que eles perderam o sentido de viver em comunidade, abandonaram o grupo de discípulos e discípulas. Sentiram-se impotentes diante do poder que matou Jesus e procuraram salvar pelo menos a própria pele. Sua frustração era tão grande, que nem reconheceram Jesus, quando este se aproximou e passou a caminhar com eles (24,15).

Caminhando com Jesus, os discípulos sentiram o coração arder. Cresceu dentro deles uma atitude de acolhida: "Fica conosco! Cai a tarde e o dia já declina!" (24,29). Foi só então que a partilha aconteceu. Partilha de vida, de oração e de pão. Esta experiência fez os discípulos renascerem para uma nova esperança. Ao redor de Jesus vivo, eles se uniram de novo e assumiram o projeto de vida para todos.

A esperança é como um motor que leva a acreditar nos outros e a inventar práticas de fé. Com a esperança renovada, aquilo que parecia uma total impossibilidade passou a ter um novo significado para eles. Perderam o medo, superaram a experiência de incapacidade e de impotência. Deixaram de lado o negativismo derrotista e voltaram, em plena noite, como se fosse de dia. Voltaram para recomeçar, para reconstruir a comunidade, expressão, sinal e sacramento da presença de Jesus Ressuscitado...

*Leia na íntegra. Clique aqui:

http://www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2014/05/3-domingo-da-pascoa-no-caminho-de-emaus.html

O senador Roberto Requião afirmou nesta segunda-feira (1º), no plenário do Senado, que a grande mídia brasileira revela-se tendenciosa e preconceituosa quando critica as viagens do ex-presidente Lula ao exterior. Para provar isso, o senador leu um artigo de Hugo Carvalho, publicado no sítio do jornalista Nassif, relatando as viagens do ex-presidente Fernando Henrique, patrocinadas por bancos e multinacionais, que nunca tiveram qualquer reparo de parte da mídia.

Requião destacou ainda que enquanto Lula viaja para divulgar o país e atrair investimentos internacionais, Fernando Henrique não perde a oportunidade, em suas viagens ao exterior, para falar mal do país.Texto publicado no dia 01 de abril-2013.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=17W9vSUHSAA#t=21

Este mês, Ed Stetzer abordou a delicada questão das Igrejas online na revista Christianity Today. Publicamos aqui, como resposta, a opinião do sociólogo da religião Tim Hutchings, membro do CODEC, uma iniciativa de pesquisa para o estudo da comunicação cristã na era digital do St John's College, em Durham, no Reino Unido. O artigo foi publicado no sítio Big Bible Project, 17-04-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Uma Igreja online é realmente uma Igreja? Bem, a resposta de Ed é principalmente não. Cada Igreja deveria ter uma presença online, diz ele, mas elas deveriam usar essa presença para levar as pessoas para longe de "estarem sozinhas na frente da tela" e rumo a "estarem em comunidade com os outros".

Eu gosto de Igrejas online – tenho estudado, escrito e vivido com Igrejas online por muitos anos, como acadêmico e participante. Então, como é que alguém como Ed Stetzer – pastor norte-americano, implantador de Igrejas, presidente de uma empresa de pesquisa, professor visitante em missiologia em dois seminários diferentes – pode ser tão hostil sobre elas?...

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http://www.ihu.unisinos.br/noticias/530674-uma-igreja-online-e-realmente-uma-igreja-um-debate

A FAO, a organização das Nações Unidas que luta contra a fome e a desnutrição, por ocasião da sua sessão anual de conferências realizadas em Roma, entre os dias 15 a 22 de junho, divulgou alguns dados que fornecem um quadro da situação alimentar no mundo. A reportagem é da revista Popoli, 27-04-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

- 870 milhões de pessoas não têm o suficiente para comer. O número diminuiu em relação a 1990, mas é um pouco mais alto do que no início da crise econômica (2008).

- 98% das pessoas subnutridas vivem em países pobres ou em desenvolvimento, onde representam 15% dos habitantes.

- A maior parte deles vive na Ásia e no Pacífico (cerca de 563 milhões de pessoas). Além disso, aí vive a maior parte da população mundial, mas os números marcam quedas promissoras.

- Se as mulheres que trabalham nos campos tivessem o mesmo acesso aos recursos que os homens, o número de pessoas subnutridas poderia ser mais baixo do que 150 milhões.

- A malnutrição contribui para a morte de 2,6 milhões de crianças com menos de cinco anos de idade por ano (um terço do total).

- Mais ou menos uma em cada seis crianças (cerca de 100 milhões) nos países pobres estão abaixo do peso.

- Uma em cada quatro crianças no mundo tem atraso no crescimento (raquitismo). Nos países pobres, uma em cada três.

- 80% das crianças com atraso no crescimento vivem em cerca de de 20 países.

- 66 milhões de crianças da escola primária vão à aula com o estômago vazio; 23 milhões na África.

- O Programa Alimentar Mundial (PAM) calcula que, em um ano, para alimentar esses 66 milhões de crianças, são necessários 3,2 bilhões de dólares.

- O último número é acrescentado por nós: o valor necessário para alimentar as crianças equivale a 2,4 bilhões de euros, o custo de cerca de 20 aviões F-35.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br