Marcelo Barros

O sonho não é apenas o momento no qual as frustrações do inconsciente se soltam. Através do sono, a pessoa convive com uma dimensão interior mais profunda de si mesma e pode ouvir de modo mais puro a sua vocação.

Na sociedade do tempo de Jesus, havia uma prática cultural chamada do desposório.Através dela, se dava inicio ao contrato de casamento no qual as famílias ingressavam. O casal era considerado marido mulher. Mas, durante um tempo, ela permanecia na casa de sua família e eles não tinham ainda relações sexuais. Quando o texto diz: “antes de coabitarem, ela engravidou”, está dizendo que eles ainda não moravam juntos e nem tinham tido relações sexuais. Seria, então, compreensível que José concluísse que ela teve relações com outro homem. Na época, isso seria um adultério, porque eles dois (Maria e José) já estavam comprometido em casamento. Assim, segundo padrões culturais convencionais, Maria está exposta à marginalização social, econômica e religiosa. (Existe na Bíblia maldições para mulheres em situações como esta e para seus filhos...

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“A religião não é um rito, uma norma, um dogma ou um passaporte para o céu, mas uma ação de Graças ao nosso bom Deus”. (Lc 1, 39-45).  Frei Petrônio de Miranda, Padre e Jornalista Carmelita.

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      Entre os Carmelitas houve também muitos que foram cativados pela grandiosidade da "Renascença", na Itália, na Espanha, na França, nos países nórdicos: miniaturistas, pintores, poetas, beletristas, escritores, oradores, lingüistas, epistológrafos, astrônomos, cientistas, músicos. Os próprios textos oficiais foram compostos num latim mais puro. E tudo isto, graças a Deus, não deixou de cantar as glórias de Maria, Mãe de Deus...

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NOVIÇOS-Turma 1933 (segundo explanações de Frei José Fragoso e uma palestra de Frei Jesus Castellano OCD na reunião da USG (União dos Superiores Gerais).

ONTEM

1) De eremitas a cenobitas (vida comunitária)

             É impossível situarmos o nascimento dos Carmelitas sem termos em mente o contexto sócio-político-religioso da época: uma sociedade em crise. Nesse contexto histórico surgem formas de contestação da Sociedade e da Igreja.

            Surgem na Igreja os peregrinos que adotam uma vida errante e pobre em contestação ao luxo e aos poderes da época.

            Com as Cruzadas e a reconquista da Terra Santa, os lugares de peregrinação mais procurados passam a ser os "Lugares Santos" da terra de Jesus. Muitos desses peregrinos/cruzados passaram a residir na Terra Santa como eremitas...

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Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados.

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Frei Pedro Caxito, 0.Carm. In memoriam

             São João da Cruz (1540-1591), filho de Elias, pela vida e pelos escritos mostrou conhecer noites escuras pontilhadas de estrelas ou de trevas sem luz. E ensina a caminhar.

            A Noite Escura "é o fim do narcisismo e da abstração, é disponibilidade para o encontro com o Outro e com os outros. É a constante adaptação do homem a Deus. Não é um breve período de crises, um intermezzo, mas uma situação permanente, porque nunca nós acabamos de nos adaptarmos à lógica divina, ao amor de Deus. Atitude crítica para consigo mesmo e perante a realidade; discernimento frente à história e dentro da história; uma consciência da relatividade das metas alcançadas, concedendo espaço para a novidade do Espírito. A noite é conseqüência do amor, é escola de amor. É o meio pelo qual se consegue uma nova consciência: tornamo-nos mais livres para Subir Montanha sem que Nada se interponha (cf. 1S,13)"[1]...

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Poema de São João da Cruz, Carmelita.

 

Numa noite escura,

Ansiosa, ardente de amor,

Ó, feliz ventura!

Sai sem ser vista,

Estando minha alma sossegada.

 

Na escuridão e em segurança,

Pela secreta escada disfarçada,

Ó, feliz ventura!

Na escuridão e às ocultas,

Estando minha morada sossegada.

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Dom Roberto Francisco Ferreria Paz, Bispo Diocesano de Campos (RJ)

Celebramos junto a memória de Santa Luzia, Virgem e mártir, o dia de nossos irmãos cegos e dos que padecem doenças ou deficiências visuais.    A eles nossa oração e solidariedade, unindo-nos a suas lutas pelo reconhecimento dos seus direitos.

Lembramos a vida de José Alvares de Azevedo, jovem cego que introduziu o sistema braille no Brasil em1850, sendo sinal de um testemunho generoso e altruísta em favor de aqueles que como ele precisavam de ser integrados no aprendizado e na participação da cultura, superando as deficiências visuais.   Mas Santa Luzia nos ajuda a viver e preparar o Natal, purificando nosso olhar,  desembaçando-o de tantas luzes falsas ou traves que nos impedem ver a realidade com amor e esperança...

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Frei Petrônio de Miranda, Padre e Jornalista Carmelita.

Twitter: www.teitter.com/freipetronio. Site: www.olharjornalistico.com.br. Facebook: www.facebook.com/freipetronio2. www.facebook.com/olharjornalistico Jacobina-BA. 04 de dezembro-2008. Convento do Carmo, São Paulo, 12 de dezembro-2011.

 

 Eu não acredito no Natal do consumo

Onde as palavras são comidas e repartidas.

Enquanto a presença na família não acontece.

Enquanto os irmãos se odeiam.

Enquanto o divórcio divide.

Enquanto o ódio cresce nos corações.

Enquanto o amor não é amado.

Enquanto o Menino Deus é abandonado.

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Moisés passou 40 anos acreditando que nada mais iria acontecer na sua trajetória como libertador; Jó viveu na carne a experiência de se sentir abandonado por Deus; e Jesus, do alto da cruz, deu um brado: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.

Deserto é uma exceção na vida com Deus ou algo que todos teremos de passar? Podemos respondê-la da seguinte maneira: talvez, nem todos os cristãos passem pelo deserto, mas todos aqueles que passarem irão experimentar a purificação dos sentidos. Para a pessoa crescer na contemplação até chegar á união com Deus, deverão ficar de lado, em silêncio, todos os meios e exercícios sensíveis das faculdades humanas. Só assim poderá o Senhor infundir nelas o sobrenatural, pois a capacidade natural não consegue chegar tão alto. Aqui entendemos que só podemos encontrar Deus no silêncio, na solidão e na oração...

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“Não reclame da vida neste novo dia, ela também pode cobrar as suas omissões”.

Frei Petrônio de Miranda, Padre e Jornalista Carmelita. São Paulo.

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Frei Petrônio de Miranda, Padre e Jornalista Carmelita da Ordem do Carmo,  Twitter:www.twitter.com/freipetronio

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Nas tuas mãos, ó Imaculada.

Nós queremos sempre estar.

Ó Senhora tão serena

Neste olhar a meditar.

Nos mistérios do Rosário

Contigo vamos orar.

Pelas mães desempregadas

Sem família e sem um lar!...

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Frei Carlos Mesters e Lopes

O texto que meditaremos no próximo final de semana fala da visita do anjo a Maria. É um texto muito conhecido. Quando as coisas são muito conhecidas a gente já não presta tanta atenção. Assim acontece com a visita de Deus em nossas vidas. Ela é tão presente e tão contínua que, muitas vezes, já não a percebemos e, por isso, perdemos uma grande oportunidade de viver na paz e na alegria.

 Maria, modelo de comunidade

Lucas não fala muito sobre Maria, mas aquilo que fala tem grande profundidade. Quando fala de Maria, ele pensa nas comunidades. Apresenta Maria como modelo para a vida das comunidades. É na maneira de ela relacionar-se com a Palavra de Deus que Lucas vê a maneira mais correta para a comunidade relacionar-se com a Palavra de Deus: acolhê-la, encarná-la, vivê-la, aprofundá-la, ruminá-la, fazê-la nascer e crescer, deixar-se moldar por ela, mesmo quando não a entendemos ou quando ela nos faz sofrer. Esta é a visão que está por trás dos textos dos capítulos 1 e 2 do Evangelho de Lucas, que falam de Maria, a mãe de Jesus...

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