Capítulo Provincial: Relatório dos dois primeiros dias.

PROVÍNCIA CARMELITANA DE SANTO ELIAS

CAPÍTULO PROVINCIAL

27 A 31 de janeiro de 2020

 

Região Rio de Janeiro

Convento do  Carmo Lapa

Rua Morais e Vale, 111 1° - Lapa

Frei Eduardo Ferreira – Ecônomo Provincial.

Frei Marcelo Aquino – Reitor

Frei Renê Vilela – Diretor da São Martinho.

 

Vicente de Carvalho – RJ

Paróquia e Convento

Av. Vicente de Carvalho,

Frei Fernando Bezerra – Pároco

Frei Antonio Bento – Ecônomo

Frei Valter Rubens.

 

ANGRA DOS REIS – RJ

Convento do Carmo

Frei Marcelo de Jesus – Pároco

Frei Petrônio de Miranda– Prior.

 

Região São Paulo

Convento do Carmo

Rua Martiniano de Carvalho, 114

Bela Vista

Frei Adailson Santos – Prior Provincial

Frei Rothmans – Prior e Ecônomo

Frei Thiago Borges – Pároco

Frei André  Bezerra

Frei Tadeu Passos

Frei Tinus

 

 

SÃO PAULO

Paróquia Sta. Teresa

Rua Clodomiro Amazonas, 50 Itaim-Bibi

Frei Paulo Gollarte - Prior

Frei Atanael – Pároco e Ecônomo.

 

MOGI DAS CRUZES

Convento do Carmo

Rua Dr A.C. Vieira, 620/674

Frei Alan Fábio – Mestre de Noviços e Pároco

Frei Marlom Francis – Promotor Vocacional e delegado para a Ordem Terceira.

Frei Gabriel.

 

Itu- SP

Convento do Carmo

Praça da Independência

Frei Silvio Ferrari – Reitor e Ecônomo

Frei José Aparecido

Frei Clóvis Nascimento.

 

SANTOS

Convento do Carmo

Pc. Barão do Rio Branco, 16

Frei Lino de Oliveira

Frei Martinho Cortez

 

Região Minas Gerias

BELO HORIZONTE

Comunidade Carmelitana

Rua Grão Mogol, 502 Carmo

Frei Evaldo Xavier – Pároco

Frei Miguel Guzzo.

Frei Claudio 

 

UNAÍ

Convento do Carmo

Rua Nossa Senhora do Carmo, 475

Frei Garaldo D’Abadia – Pároco

Frei Carlos Mesters

Frei Reinaldo Paraiso – Ecônomo

Frei Janício Dias.

 

Planalto - BELO HORIZONTE

Convento Santa Edith Stein

Casa de filosofia juniorato

Rua Iracema Souza Pinto

Frei Jerry Fonseca – Formador

Frei Gilvander Morreira

 

Convento São Nuno - Postulantado

BELO HORIZONTE

Rua Atalaia, 221  -  Bairro Jaqueline

Frei Vicente Maciel – Formador e Ecônomo

Frei Pablo

 

Região Bahia

Salvador- BA

Convento do Carmo

Largo do Carmo s/n°

 

Frei Donizetti Barbosa – Ecônomo

Frei Alonso Malaquias – Reitor

 

Frei Raimundo Brito

(Cachoeira-BA)

 

Região Brasília

BRASILIA

Convento do Carmo

Frei Alberto Fernandes – Diretor da Escola

Frei João Carlos – Pároco.

 

Região Palmas

PALMAS

Paróquia Nossa Senhora do Carmo

Frei João Paulo – Pároco

Frei Felisberto Caldeira

Frei Bruno

 

Sul do Brasil.

Convento Eldorado do Sul

Frei Márcio   Silvan – Pároco

Frei Alejandro – Vigário.

 

Bolívia:

Tarija

Frei Marcelo Frezarini.

Vídeo apresentado no Capítulo Provincial com os Sinais de Ressurreição nos 39 Sodalício da Ordem Terceira do Carmo

Provincial

Frei Adailson dos Santos, O. Carm, do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro

(Natural de Campo Grande/AL)  

 

1° Conselheiro

Frei Alberto Fernandes, O. Carm, do Carmo de Salvador/BA

(Natural de São Francisco/MG)

 

2º Conselheiro

Frei Alan Fábio, O. Carm, do Carmo de Palmas/TO.

(Natural de Unaí/MG)

 

3º Conselheiro

Frei Fernando Bezerra, O. Carm, do Carmo de Angra dos Reis/RJ

(Natural de Princesa Isabel/PB)  

 

4º Conselheiro

Frei Rothmans Darles, O. Carm,  do Carmo de Itaim-Bibi/SP 

(Natural de Pouso Alegre/MG)

Frei Adailson Quintino dos Santos, do Carmo da Lapa/RJ.  

Capítulo Provincial. De 27-31 em Campos do Jordão, São Paulo.

 

Na tarde desta terça-feira, 28- segundo dia do capítulo- o Delegado Provincial para a Ordem Terceira do Carmo, Frei Petrônio de Miranda, O. Carm, apresentou o relatório da sua ação Missionária-Pastoral; “Agradeço ao Padre Provincial e seu Conselho por me confiar este trabalho na Província. Como todos sabem, estou nesta missão há seis anos. Aqui, quero relatar a caminhada juntos aos Sodalícios nos últimos três anos”.

A palavra chave usada neste relatório foi RESSURREIÇÃO. “Convido a Província a visualizar os sinais de ressurreição em cada grupo carmelitano da Ordem Terceira do Carmo”. Ele ainda lembrou o Papa Francisco, quando afirma que; “vários cristãos, ficam com a cara de sexta-feira da paixão durante o ano, e assim não conseguem ressuscitar com o Cristo. “Neste capítulo, vamos encontrar a beleza do ressuscitado nos leigos carmelitas da nossa Província”. Afirmou.

A seguir, o Delegado Provincial apresentou os diversos sinais de ressurreição e noite escura presentes nos 39 Sodalícios. “Quando falo em noite escura, é importante dizer que, a partir da escuridão, visualizamos a luz-ressurreição- nos diversos grupos”. Ele ainda deixou claro que no mundo a Província Carmelitana de Santo Elias- com 39 grupos- tem a maior quantidade de Sodalícios.

Na apresentação, o Capítulo acolheu o irmão Rodolfo e algumas irmãs terceiras da Ordem Terceira de São José dos Campos, São Paulo e o coordenador da Comissão Provincial para Ordem Terceira do Carmo, o irmão Paulo Daher, de Angra dos Reis.

O irmão Rodolfo, apresentou uma nova experiência que está nascendo- Senhora do Lugar. “Eu quero servir a Deus na Ordem do Carmo, não me deixe fora do Carmelo”, afirmou o idealizador desta nova experiência para os padres capitulares e o superior maior da Ordem, Frei Míceál O'Neill, O. Carm.

No relatório, foi apresentado um vídeo- Sinais de Ressurreição- com imagens dos trabalhos desenvolvidos nos últimos três anos.

Já o coordenador da Comissão Provincial, Paulo Daher, enfatizou a importância do apoio do Provincial cessante, Frei Evaldo Xavier, O. Carm e dos outros provinciais na constituição e organização do grupo. “Hoje temos um Estatuto, uma sede, o capítulo Provincial dos Sodalícios e, acima de tudo, o amor de todos os irmãos e irmãs pelo Carmelo e pela Província”.      

Por último, foi entregue ao Superior Geral e ao Conselheiro das Américas um kit Missionário contendo os últimos dois Cds do Frei Petrônio de Miranda, um livro do Frei Carlos Mesters, um CD Carmelitano da Paróquia de Santa Teresa, do Itaim Bibi e um livro do Beato Frei Tito Brandsma, traduzido pelo Frei Gabriel, do Carmo de Mogi das Cruzes.

 

PROVÍNCIA CARMELITANA DE SANTO ELIAS

CAPÍTULO PROVINCIAL

27 A 31 de janeiro de 2020

1º Dia: 27 de janeiro de 2020

Às 19h30, reunidos na Capela da Casa de Retiros em Campos de Jordão, iniciamos o Capítulo Provincial com a celebração da Eucaristia, presidida pelo Padre Geral frei Mi´ceal O.Neil e pelo frei Luiz Maza, Conselheiro Geral para as Américas.

 

1ª Sessão

Às 20:30 horas, na sala do Capítulo, nós nos reunimos para aprovar a “Ordem do Capítulo”, preparada pela comissão preparatória, e para eleger ou aprovar os nomes dos oficiais do Capítulo: dois secretários, três moderadores, dois escrutinadores, dois anotadores e dois juízes. Éramos 47 votantes. A “Ordem do Capítulo” foi aprovada por todos os votos. Foram indicados e aprovados como secretários: frei Antônio Sílvio e frei Marcelo Frezarini; como moderadores: frei Fernando, frei Alan e frei Marlon; como anotadores: frei Atanael e frei João Paulo; como Juízes: frei Paulo Gollarte e frei Evaldo. Os confrades estudantes ficaram responsáveis pela organização das celebrações da eucaristia e do Ofício Divino. No fim desta 1º sessão, o Padre Geral declarou oficialmente aberto o Capítulo Geral

 

2º Dia: 28 de janeiro 2020

Iniciamos o dia às 07h30 com a celebração das Laudes e da Eucaristia, presidida pelo Conselho Provincial cessante.

 

2ª Sessão

Após o café, às 9h30, orientados pelas informações do advogado Hugo Sarubi, tratamos daquilo que os nossos Estatutos falam dos colégios e dos institutos ligados à Província. Foi uma informação muito esclarecedora e bem participada, que ocupou até um bom tempo da 3ª sessão.

 

3ª Sessão

Das 11h45 até às 12h40, tivemos a reflexão do Padre Geral Miceal O’Neil, que nos falou do Capítulo Geral realizado em Roma no mês de setembro de 2019. Na sua reflexão, ele insistiu nos seguintes seis pontos: 1. A importância do testemunho pessoal de cada Carmelita.  2. A vida comunitária como irradiação do carisma carmelitano.  3. A vivência da justiça como expressão do correto relacionamento nosso com Deus e entre nós. 4. A urgência de uma boa formação para os jovens carmelitas. 5. A Importância da grande Família Carmelitana (frades, irmãs, monjas, leigos e leigas) como meio para partilhar entre nós a vivência e a comunicação do ideal Carmelitano. 6. O Zelo pela causa do Reino de Deus, imitando os exemplos do profeta Elias e de Maria, a mãe de Jesus.

 

4ª Sessão

Às 14h30, tivemos o relatório do padre Provincial frei Evaldo sobre as atividades do triênio 2017-2020. Ele tratou de três pontos: a formação, a ação pastoral e os desafios enfrentados, incluiu também alguns eventos do triênio anterior de 2017 a 2020. Entre os vários desafios, destacou os desafios relacionados com a vivência da fraternidade. Insistiu na importância do perdão e da reconciliação: “Evitar o que pode dividir; ressaltar o que favorece a união”. Destacou sua maneira de governar, procurando respeitar sempre o parecer dos membros do Conselho. Agradeceu a ajuda que recebeu, tanto dos membros do Conselho como de diversos confrades.

Em seguida, tivemos uma exposição do frei Petrônio sobre a sua atividade como assistente dos sodalícios da Ordem Terceira. Ele fez a exposição com a ajuda de projeções de slides, incluindo os dois triênios que ele ficou como assistente para os Sodalícios da Ordem Terceira. Após o frei Petrônio, ouvimos a exposição de Rodolfo da Ordem Terceira de São José dos Campos. Com a ajuda de slides, ele contou a experiência da nova maneira de viver o carisma carmelitano como leigos. Depois de Rodolfo, Paulo Daher de Angra dos Reis, membro da equipe Latino-americano de assistência para as Ordens Terceiras, fez uma breve síntese do seu trabalho, tanto das coisas positivas, como das dificuldades.

 

5ª Sessão

Depois do intervalo do café, tivemos as informações do frei Fernando, membro do Conselho cessante, sobre o trabalho que ele coordenou durante o triênio como responsável pela formação na Província. Depois do frei Fernando, frei Eduardo fez um relatório das suas atividades como diretor da escola Maria Montessori em Brasília. Finalmente, já no fim do horário da 5ª sessão, frei Adailson fez um relatório detalhado sobre as suas atividades na liderança da organização São Martinho que trabalha em favor da juventude abandonada na cidade do Rio de Janeiro. Tanto frei Fernando como frei Eduardo e frei Adailson usaram slides para esclarecer e facilitar as suas informações. O relato completo de todas informações será publicado mais tarde, depois do Capítulo.

Em vista da hora já avançada, passamos logo para o jantar e terminamos o dia com uma boa recreação à noite para descansar a mente e favorecer o convívio fraterno.

Frei Petrônio de Miranda, O. Carm.

Capítulo Provincial. De 27-31 em Campos do Jordão, São Paulo.

Na missa de abertura do Capítulo Provincial da Província Carmelitana de Santo Elias nesta segunda-feira 27, o Superior Geral da Ordem do Carmo, Frei Míceál O'Neill, O. Carm., disse que; “Um Capítulo Geral ou Provincial, é um momento de comunicação e celebração”. Ele ainda acrescentou que “Maria, através do silêncio no encontro com o Anjo, nos ensina a verdadeira comunicação”.

A primeira afirmação do nosso superior é bastante clara para todos nós que, seja através do Retiro Provincial, ou da Assembleia Anual da nossa Província, nos encontramos para celebrar e nos comunicar, afinal, somos de diferentes estados e regiões do Brasil e quando nos encontramos queremos falar as novidades, contar piadas e saber das últimas novidade da paroquia ou do convento.

Já a segunda afirmação, em um primeiro momento é difícil visualizar esta comunicação a partir do silêncio mariano. Digo em um primeiro momento porque a nossa espiritualidade presa pela contemplação e pelo silêncio e, quem vive tagarelando, fica difícil transmitir a verdadeira comunicação que liberta. A questão não é falar e falar, mas silenciar e silenciar para saber o que fala.

Portanto, é no silêncio comunicativo de Maria com Anjo que iremos aprender a nos comunicar verdadeiramente em um mundo contaminado pelas palavras- e palavras vazias- que destrói relações e comunidades. E tenho dito!

Conheça um pouco da Casa- Hotel Vila Dom Bosco- local do Capítulo Provincial da Província Carmelitana de Santo Elias- Carmelitas, de 27-31 de janeiro-2020. Segunda-feira, 27 de janeiro-2020. wwww.instagram.com/freipetronio

O Frei Petrônio de Miranda, O. Carm, direto do Rio de Janeiro, explica o que é o chamando Capítulo Provincial. Sábado, 25 de janeiro-2020.  Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. www.instagram.com/freipetronio

CONVENTO DO CARMO DO RECIFE

Frei Sormani – Prior Províncial

Frei Telésforo Machado

Frei Tito Figueirôa

Frei Valdemiro José

Frei Rosenildo Alexandre – Reitor da Basílica

Frei Rinaldo Francisco - Prior

Frei Manoel Messias - Ecônomo

Frei Rômulo Davi - Formador

Frei José Edson

Frei José Roberto

Frei Rafael Magalhães

Frei Rafael Fonseca

Frei José Adriano

Frei Cristiano Gárcia

 

CONVENTO NOSSA SENHORA DA PIEDADE

Frei José Leandro – Prior e Pároco Paróquia N. S. da Piedade

Frei Júlio César

Frei Joaquim Luz – Pároco Paróquia N. S. do Carmo – Cajueiro Seco

Frei Vicente Ferreira - Ecônomo

Frei Juracy Barbosa

 

COMUNIDADE SÃO JOÃO DA CRUZ – ESPINHEIRO

Frei Geraldo Araújo - Prior

Frei Luiz Nunes – Pároco Paróquia Coração Eucarístico de Jesus

Frei Yêdo Ian - Ecônomo

 

 

CONVENTO DO CARMO DE SANTO ANTÔNIO DE OLINDA

Frei José Roberval –  Prior local e Ecônomo Provincial

Frei José Alberto  - Reitor,Formador  e Ecônomo

Frei Ronan

Frei Itamar

Frei Renan

Frei João Paulo

Frei Wanderson

 

CONVENTO SANTO ALBERTO – GOIANA

Frei Almir Geraldo – Reitor do Santuário e Prior

Frei Paulo Henrique – Formador e Ecônomo

Frei Rogério Severino (Projeto fundação de Maceió)

Pré-noviços

 

COMUNIDADE SANTA TERESINHA – PETROLINA

Frei Paulo Sérgio – Prior e Pároco Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Frei Leonardo Botelho -Ecônomo

Frei Jorge da Costa

 

CONVENTO NOSSA SENHORA PEREGRINA – CAMOCIM

Frei Dárcio Azevedo – Administrador Paróquia São Félix de Cantalice

Frei Paulo Luiz – Prior e Formador

Frei Jean Alves – Ecônomo e Diretor da Casa de Encontros

Frei José Ricardo

Frei Jander Maria

Frei Marquilson

Frei Luiz Otávio

Frei Bismael

Frei Davi Maria

Frei Igor

Frei Lealdo

Frei Luan

Frei Irisson    

 

CONVENTO SÃO JOSÉ – PRINCESA ISABEL

Frei Aloísio Saturnino – Pároco Paróquia N. S. do Bom Conselho

Frei Adalgiso da Silva - Prior

Frei Mário Josué - Ecônomo

Frei Damião Souza – Pároco Paróquia N. S. das Dores e Divino Esp. Santo

 

CONVENTO BEATO ELISEU MANEUS – LUCENA

Frei Elton Rafael – Formador e Ecônomo

Frei Gilsimar Ferreira - Prior

Frei Sergionei Ancelmo – Administrador da Paróquia Menino Deus

Postulantes I ano.

 

COMUNIDADE SANTA TERESA – ÍCO

Frei Cassiano Barbosa – Pároco da Paróquia N. S. da Expectação

Frei Paulo Moura – Prior e Pároco da Paróquia N. S. do Rosário

Frei José Clébson

Frei Antonio de Pádua – Reitor da Área Pastoral Senhora Santana - Icozinho

Frei Celso Oliveira – Administrador da Paróquia São Sebastião – Lima Campos

Frei Amilton Vidotto - Ecônomo

Frei Cícero Ponciano

 

CONVENTO DO CARMO – SÃO CRISTOVÃO

Frei Pedro Rangel – Pároco Paróquia N. S. da Vitória

Frei José Cláudio – Prior, Mestre de Noviços e Reitor do Santuário

Frei Severino Sebastião – Pároco Paróquia Menino Deus

Frei Flávio Souza - Ecônomo

 

COMUNIDADE FREI CANECA – ARACAJU

Frei Cidmário – Prior e Pároco da Paróquia N. S. do Carmo e S. Teresinha

Frei Robson José – Formador, Ecônomo e Promotor Vocacional

Frei Alan

Frei João Marcos

Frei Jefferson

Frei Roberto

Frei Weymerson

Frei Mateus

Frei Ramon

Frei Lázaro

 

CONVENTO BEATO TITO BRANDSMA

Frei Josué Laurindo – Ecônomo e Pároco da Paróquia N. S. do Carmo

Frei Ricardo Nunes – Prior e Administrador da Paróquia São João Batista

Frei Fábio Rodrigues - Sacrista

 

DELEGAÇÃO DE MOÇAMBIQUE

 

CONVENTO SÃO JOSÉ

Frei Sócio José - Prior

Frei Lázaro José - Ecônomo

Frei Amissi

Frei Orlando

Frei Florêncio

 

CONVENTO STELLA MARIS

Frei Altamiro Tenório - Prior

Frei Cândido – Ajudante da economia

Postulantes

AGENDA PROVÍNCIAL - 2020

 

ORDENAÇÕES DIACONAL (Robson, Cícero, Rafael e Flávio)

Data:19 de março  - Solenidade de São José

Local: Basílica Nossa Senhora do Carmo do Recife as 19h

Lançamento da Tese de Doutorado do Frei Rogério – Basílica do Carmo as 15h

 

ASSEMBLEIA DE PÁSCOA

21 a 24 de Abril de 2020       

 

RETIRO PROVINCIAL

14 a 18 de dezembro de 2020

 

CONCLUSÃO DO PERÍODO DE TRANSFERÊNCIAS

Data: 15 de fevereiro de 2020

Nos 300 Anos da Província Carmelitana de Santo Elias- Carmelitas (1720-2020), imagens dos Frades Carmelitas- Do passado e do presente- em preparação ao Capítulo Provincial, de 27-31 de janeiro-2020. Local: Vila Dom Bosco, em Campos do Jordão, São Paulo. Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 23 de janeiro-2020  www.instagram.com/freipetronio

Arie G. Kallenberg

O servo de Deus, João de S. Sansão, nasceu no ano de 1571 em Sens, no Ducado de Borgonha, e faleceu no ano de 1636. Ficou cego aos três anos de idade, devido à varíola. Mais tarde entrou no Carmelo da Reforma de Touraine como irmão leigo. Os seus escritos emanam o odor duma mística profundamente vivida.

Uma das suas obras mais famosas é o mencionado Cântico Espiritual do Santo Sepulcro. Antes de entrar mais a fundo no texto do mesmo, é necessário dizer algo do conteúdo e do contexto histórico em que João de Sansão elaborou o cântico.

Em princípio todas as obras e poesias de João de Sansão tratam do Amor de Deus por nós e do convite de Deus a todos para corresponder a esse Amor. A linguagem empregada é linguagem de amor, afeição e ternura.

O Cântico do Santo Sepulcro[1] apresenta a forma exterior dum drama espiritual das últimas décadas da Idade Média, uma récita espiritual em que a visita de Maria Madalena ao Santo Sepulcro na madrugada da primeira Páscoa constitui o elemento mais importante. Tais récitas eram muito populares na Idade Média. Principalmente a Visitatio Sepulchri, a visita ao Santo Sepulcro no tempo da Páscoa, era uma récita muito estimada. Nela Maria Madalena sempre desempenhava o papel central. Às vezes a récita era integrada na liturgia pascal. Constava de alguns elementos fundamentais:

-           A chegada das mulheres ao sepulcro na madrugada da Páscoa

-           A pergunta do Anjo: “Quem procurais?”

-           A resposta: “Jesus o Nazareno”.

-           A resposta do Anjo: “Não está aqui”.

-           As mulheres inspeccionam então o sepulcro vazio e proclamam que Jesus está ressuscitado.

No Cântico do Santo Sepulcro de João de S. Sansão não há outros intervenientes: apenas Maria Madalena visita o sepulcro. Ela está sozinha. Não há anjo com quem fale.

João de S. Sansão estava a par dos vários papeis que Maria Madalena desempenhava nos evangelhos. No tempo dele, Maria Madalena era vista como mulher exemplar e modelo para todos os cristãos. Havia um alto grau de afeição: todas as Marias dos textos evangélicos, com excepção de Nossa Senhora, coincidiam com Maria Madalena cujo nome era também associado ao sepulcro vazio do Senhor Ressuscitado.

No cântico espiritual de João de S. Sansão o Santo Sepulcro é personificado, é uma pessoa quem fala e dialoga com Maria Madalena. O Santo Sepulcro dá-nos a seguinte lição: não são as visitas ao Santo Sepulcro na Terra Santa que nos santificam, não é aí que encontramos Jesus, o nosso Amado. Pelo contrário, encontrá-mo-lo na nossa própria alma.

O Cântico do Santo Sepulcro diz respeito a um encontro místico. Os versos falam claramente da fé que transcende os piedosos sentimentos e vivências dos crentes.

 O Cântico Espiritual do Santo Sepulcro consta de quatro partes:

*          O prólogo (1-200) que trata “da mais alta e mais pura abnegação” que nos leva para a perda total de nós próprios a fim de encontrar o derradeiro repouso em só Deus.

            É necessário que Deus tome  posse de nós, esteja presente no fundo do nosso ser. É preciso perder-se nesse mar de Amor que nos invade e transforma pelo fogo do seu Amor. Logo no princípio do Cântico somos convidados a um comprometimento pessoal.

*          Na segunda parte (201-320) Maria Madalena toma a palavra. Expressa lamentos amorosos, dirigidos ao Santo Sepulcro de Jesus, objecto da sua alma e da nossa. Pede a morte a fim de se poder unir com seu Deus morto. Ao pé do sepulcro vazio dá-se conta de que o seu Tesouro já não está aí. Esta parte termina com a constatação que Maria Madelena está ciente que ambos, o Santo Sepulcro e ela própria, ficaram a final de contas sem nada.

*          Segue então (versos 321-440) a resposta do Santo Sepulcro a Maria Madalena: apesar de o Santo Sepulcro ser muito glorioso, não deve ser amado. Não é necessário visitar o Santo Sepulcro em pessoa uma vez que através da ‘Chama da Fé’ a presença de Jesus nos possa ser revelada no ‘túmulo vivo’ da nossa alma.

*          Na última parte (441-561) encontra-se a ‘Reposta da alma aos louvores do Santo Sepulcro’. A alma esconde-se no Santo Sepulcro. A resposta com que a alma reage aos louvores do Santo Sepulcro é, em essência, um “Te Deum” permanente, um agradecimento continuado, uma liturgia total uma vez que a essência da liturgia é louvar e agradecer a Deus. A resposta da alma torna, de maneira delicada, claro que a felicidade final apenas pode ser encontrada na relação amorosa e, por conseguinte, mística com o Senhor. Somos convidados a nos enterrar no Amor transformante de Deus.

Na última parte do Cântico do Santo Sepulcro há uma aglomeração de imagens que mostram como finalmente a alma se deve livrar de tudo: de tudo o que é pessoal e pertence ao ego e também da ilusão que a alma pudesse desenvolver alguma iniciativa ou acção pessoal uma vez que se trate do movimento místico em direcção à união com Deus.

João de São Sansão desenvolve então a metáfora da alma que, vítima dum naufrágio, desce para a profundidade impenetrável do mar e se enterra no mistério do Santo Sepulcro. Esta alma feliz e perfeita é arrastada mais ainda para a profundidade insondável do Sepulcro.

A água é tão saborosa que é desfrutada a grandes tragos.

No fim do Cântico, após as imagens do naufrágio e da água saborosa, somos convidados a enterrar-nos vivos no Santo Sepulcro a fim de encontrar a verdadeira felicidade.

Para o leitor ter uma ideia do conteúdo seguem agora alguns versos do Cântico

 

O CÂNTICO ESPIRITUAL DO SANTO SEPULCRO

Prólogo

1          Aquele que crê consegue superar tudo;

                        o seu coração está enamorado e repleto de amor suave,

                        contempla o seu Deus com um olhar sublime;

                        livrando se de si próprio, repousa só em Deus

 

Lamentos amorosos de Santa Maria Madalena ao pé do

Santo Sepulcro de Jesus Cristo

201      Lamentemos, o meu Amor morreu;

                        Há sorte mais dura e mais triste

                        do que a dum Amante que abandona a sua Amada?

                        Divino Sepulcro, receba o meu coração,

                        já não quero mais viver,

                        porque tu me roubaste a minha felicidade.

 

309      Apressa-te, Sepulcro, e devolve-me a minha felicidade,

                        porque o meu amor ardente e a minha paixão

                        não são capazes de suportar este martírio.

                        Mas o que? Já não tens o meu tesouro!

                        Já não está no teu poder?

                        Aonde levantou voo?

 

Resposta do Santo Sepulcro a Maria Madalena

333      Perco pelo menos tanto quanto tu

                        porque se tu perdes o teu Noivo

                        devo dizer-te que Ele pertence tanto a mim quanto a ti:

                        desde o nascimento DELE fomos destinados um ao outro

                        e o corpo DELE me era prometido.

 

411      Apesar de eu ser famoso e glorioso

                        por ter tido o prazer [de ter trazido

                        em mim] JESUS, o Divino Salvador,

                        a alma que O traz no seu coração

                        é, no entanto, ainda mais perfeita.

 

417      No sepulcro Ele estava morto,

                        mas na alma Ele é belíssimo,

                        gloriosíssimo, cheio de vida;

                        Ele dá-lhe uma beleza igual à Sua,

                        enobrece-a, vivifica-a.

                        fortifica-a e ampara-a.

 

429      Por conseguinte, não é necessário

                        empreender uma viagem tão longa

                        para adorar o Santo Sepulcro.

                        Pois, a Fé, aquele Facho Divino,

                        desencobre para ti com muito mais graça

                        Jesus num sepulcro vivo.

 

Resposta da alma aos louvores do Santo Sepulcro

 

441      Oh Túmulo mais que maravilhoso!

                        Oh Sepulcro demasiadamente glorioso!

                        Logo que o meu espírito te contempla,

            mostras-me a minha sorte feliz:

                        Eu sou um templo vivo de Deus,

                        E tu apenas dum Deus morto.

 

549      Aquele que não habita no Túmulo,

                        Não é muito santo.

                        Porque é no interior do Sepulcro

                        que Deus devolve a luz

                        e a vida à sua criatura

                        contanto que ela seja capaz de amar.

 

573      Aí todas as suas forças activas

                        e tudo o que ela possui

                        se perdem num feliz naufrágio.

                        Ela procura à sua frente o mais profundo

                        abismo sem, no entanto,

                        alcançar o fundo do mesmo.

 

579      Após aquele alto e sublime esforço

                        novamente ela torna a se submergir

                        num outro abismo profundo,

                        quero dizer naquele Túmulo

                        onde aquela Majestade sublime

                        se faz escabelo para os nossos pés.

 

603      Minha alma, tens que esforçar-te

                        por esconder-te, neste Túmulo,

                        aos olhos dos homens e a ti própria.

                        É necessário enterrar-te toda viva

                        a fim de ter a suprema felicidade

                        de não viver aqui senão morrendo.

 

* A RESSURREIÇÃO NA LITURGIA E ESPIRITUALIDADE  DOS ANTIGOS CARMELITAS.

[1] Os seguintes dados foram tomados do estudo de ROBERT STEFANOTTI: The Phoenix of Rennes : The life and poetry of John of St. Samson, 1571-1636,  New York etc. 1994

Foram eleitos nesta manhã de quarta-feira, dia 22 de janeiro de 2020, O novo governo provincial da província Carmelitana Pernambucana.

 


Frei José Sormani Barbosa Lima, O. Carm
Reeleito Prior Provincial

 

Frei José Roberval, O. Carm
Vice provincial

Primeiro conselheiro

 

Frei Rosenildo Alexandre, Carm
Segundo conselheiro

 

Frei Cidmário Bezerra de Arruda, O. Carm
Terceiro conselheiro

 

Frei Paulo Fernando de Moura, O. Carm
Quarto conselheiro

Fonte: http://fradescarmelitas.org.br

Hoje, dia 20 de janeiro de 2020, com um rico momento de oração, em frente ao Convento Nossa Senhora Peregrina, em Camocim de São Félix, os frades carmelitas da Província Carmelitana Pernambucana deram início ao seu Capítulo Provincial que tem como tema “A Província das Bem-Aventuranças: chamados a renovar-nos como irmãos”.
Em seguida, na sala capitular, foi apresentada a Comissão Capitular e a presidência foi passada para o Padre Geral dos Carmelitas, Frei Mícéal O’Neill. Contamos também com a presença do Conselheiro Geral para as Américas, o Frei Luiz Maza. Após as palavras deles, foi aberta a consulta prévia para eleição do novo provincial.
O Capítulo é um momento ímpar na vida provincial, nele é eleito o Provincial e seu Conselho que serão responsáveis pela animação e condução da Província durante os próximos três anos. Além disso, é no Capítulo que a vida dos frades carmelitas do nordeste também é definida a partir das transferências, da formação das novas comunidades e nomeações das funções necessárias para o funcionamento da Província como priores, formadores e ecônomos.

Pedimos as orações de nossos irmãos e irmãs, para que este Capítulo receba as luzes do Espírito Santo e seja um momento de renovação e sinal de Deus na vida de todos os carmelitas da nossa Província.

Fonte: Acessória de Comunicação carmelitana./ http://fradescarmelitas.org.br

Venezuela
Frei Luiz, O. Carm
Frei Alejandro, O. Carm

 

Província Carmelitana de Santo Elias
Frei Lucas, Arujá/SP
Frei Eduardo, O. Carm, Lagoa da Canoa/AL (Comunidade Capim)
Frei Gabriel, O. Carm, Unaí-MG.
Frei Zenóbio, O. Carm, Catu/BA.
Frei Cristian, O. Carm, Itaquaquecetuba/SP
Frei Estevão, O. Carm, Mauá/SP.
Frei Iago, O. Carm, Ituberá/BA
Frei Paulo, Taboão da Serra/SP.
Frei Hércules, O. Carm, Parauapebas/ PA.

 

AO VIVO- NOVIÇOS CARMELITAS. 1ª Missa com os Noviços Carmelitas da Província Carmelitana de Santo Elias e 2 da Venezuela. Igreja do Carmo de Mogi das Cruzes, São Paulo. Sábado, 18 de janeiro-2020. www.olharjornalistico.com.br www.instagram.com/freipetronio

AO VIVO- Ritual de entrada dos Noviços Carmelitas da Província Carmelitana de Santo Elias e 2 da Venezuela. Sábado, 18 de janeiro-2020.  www.instagram.com/freipetronio

Os Carmelitas aportaram ao Brasil, nos primórdios de nossa colonização, sendo que sua vinda oficial se deu em nau do Frutuoso Barbosa, em 1580. (1) Espalharam-se logo por todo o território nacional, promovendo missões entre os índios, levantando Conventos e Igrejas, erigindo confrarias do Escapulário e fundando núcleos da Ordem Terceira, de tão grande expressão na história da nossa Pátria.

A sua passagem pelos mais remotos rincões de nossa terra ainda se faz notar nos nomes de lugares e cidades, ruas e praças e montanhas, igrejas e capelas. Das pouquíssimas Basílicas menores, de que se pode ufanar o Brasil, duas pertencem à Ordem do Carmo: a do Recife e a de São Paulo.

Respeitados por colonizadores e indígenas como homens de Deus e missionários de Cristo, desenvolveu-se o Carmelo brasileiro de um modo extraordinário, atingindo o seu apogeu no tempo colonial. (2) No Império começou a entrar em declínio a tal ponto que, no Segundo Império, se encontrava em verdadeira agonia. (3) A maçonaria agia então à larga, proibindo a aceitação de novos candidatos, seguindo as pegadas do Marquês de Pombal. Os claustros esvaziam-se: os bens da Ordem são seqüestrados; os Frades vão desaparecendo paulatinamente, até restarem apenas oito. Parece o fim... (4)

 

Mas, não! Com o advento da república, quando se pensava dar o golpe de misericórdia nas Ordens Religiosas, pelo decreto da separação da Igreja e do estado, na realidade, o que acontece, é a concessão da liberdade à Igreja. Como as árvores que, durante o inverno, conservam incubadas as suas energias, ou recebem a poda providencial, para desabrochar com maior vigor, na primavera, assim o Carmelo torna a vicejar, depois deste período de letargia, a que esteve obrigado, durante o Império. (5)

Inicia-se assim a restauração; primeiro com os Carmelitas espanhóis; em seguida com os holandeses, em 1904. (6) A Ordem torna a florescer, em todo o Brasil, contando atualmente com inúmeros Conventos e Paróquias em vários Estados. A Província de Pernambuco abrange os estados de Pernambuco e da Paraíba; a Província Carmelitana de Santo Elias abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Guanabara, Minas Gerais, Goiás e, também a capital da República; a Província da Bahia foi anexada à Província Carmelitana de Santo Elias. Além disso, muitos Carmelitas da Província Alemã Superior se encontram no Estado do Paraná, onde se dedicam a diversos tipos de apostolado.

Desde 1953, a nossa Província vem lutando para restaurar a Ordem do Carmo em Portugal, onde perecera. Contudo os crescentes progressos do Comissariado de Portugal são promissores de uma futura Província, em terras lusitanas.

Além de dar homens famosos pela santidade, o Carmelo brasileiro deu também à Pátria personagens ilustres e valorosos como Frei Caneca, o célebre mártir da revolução Pernambucana de 1817 - 1824; Frei Leandro do SSmo. Sacramento, fundador do Jardim Botânico do Rio; Dom Frei Pedro de Santa Madalena, perceptor do Imperador D. Pedro II; Dom Frei Francisco de Lima, primeiro Bispo do Maranhão e Pará; Frei José da Madalena, o introdutor da vacina contra a varíola.

 

Nota: Crônica da Província Carmelitana Fluminense.

1) 1º Vol. Janeiro de 1580.

2) 1º Vol. 13-04-1780 - Número dos religiosos 180.

3) 2º Vol. 19-05-1855 - Proibição de aceitar noviços.

4) 3º Vol. 17-11-1889 - Só restam 4 religiosos na Província Fluminense

5) 3º Vol. 18-01-1896 - Os Carmelitas Espanhóis chegam ao Rio de Janeiro.

6) 4º Vol. 27-11-1904 - Os Carmelitas Holandeses aportaram no Rio de Janeiro.

*Fonte: DA CRÔNICA DA PROVÍNCIA CARMELITANA FLUMINENSE, POR FREI CARMELO COX- 8º Volume)

Mensagem de Natal do Prior Geral da Ordem do Carmo, Frei Miceál O'Neill, O. Carm