“Acima d’Ele havia um letreiro: ‘Este é o Rei dos judeus’” (Lc 23,38).

Pode nos causar espanto o fato da liturgia escolher, para a festa de Cristo Rei, a cena da morte de Jesus na Cruz. Para Lucas, o Reino de Jesus é essencialmente o Reino da reconciliação do ser humano com Deus. Em outras palavras, a reconciliação tem como centro a Cruz, ato supremo de amor e expressão visível da Misericórdia de Deus. Podemos, então, afirmar que a “A CRUZ é o lugar por excelência da revelação visível da Misericórdia de Deus”...

Para meditar na oração

- Recordar momentos significativos vividos neste Jubileu de Misericórdia que ora se encerra.

- Mas a Misericórdia não se restringe a um jubileu, não é um evento; ela é habito de vida, pois é a marca distintiva de todo seguidor de Jesus: “Sede misericordiosos como o Pai”.

- Como deixar transparecer a Misericórdia do Deus Pai/Mãe no cotidiano de sua vida?

*Leia na íntegra. Clique aqui:

http://mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2016/11/cruz-misericordia-vulneravel.html

A última audiência concedida pelo Papa Francisco na manhã de quinta-feira dia 17 de novembro foi a cerca de 500 participantes da Conferência Internacional das Associações de Empresários Católicos (UNIAPAC).

Os empresários estão debatendo, no Vaticano, o seu papel como agentes de inclusão econômica e social, que – para Francisco – pode constituir um “exercício da misericórdia”. Em seu discurso, o Pontífice falou de três desafios da atividade empresarial: o dinheiro, a honestidade e a fraternidade.

O dinheiro é o esterco do diabo

“Falar de dinheiro é falar de um dos temas mais difíceis da percepção moral.” Trata-se do “esterco do diabo”, disse Francisco, recordando que o dinheiro existe para servir, não para governar: é um instrumento técnico de intermediação, de comparação de valores, de cumprimento das obrigações. E assim como o dinheiro, as empresas devem existir para servir e não somente para produzir lucro. “Por isso é urgente recuperar o sentido social da atividade financeira e bancária”, exortou o Pontífice, afirmando que isso supõe assumir o risco de “complicar a vida”, renunciando a ganâncias econômicas. Francisco pediu crédito acessível aos pequenos produtores e empresários e denunciou, em nível internacional, a agiotagem praticada contra os países mais pobres no momento de financiá-los.

Corromper é fraudar a democracia

O segundo desafio apontado por Francisco é a honestidade, definindo a corrupção a pior chaga da sociedade. “É a lei da selva disfarçada de aparente racionalidade social”, “é a fraude da democracia”. A corrupção, prosseguiu contundente o Papa, não é um vício exclusivo da política, mas está presente nas empresas, nos meios de comunicação, nas Igrejas e nos movimentos populares. “Uma das condições necessárias para o progresso social é a ausência de corrupção.”

Migrações.     

O terceiro desafio é a fraternidade: “a atividade empresarial tem sempre que envolver o elemento da gratuidade”, afirmou Francisco. Sobre este ponto, o Pontífice incluiu o tema das migrações e dos refugiados. A Santa Sé e as Igrejas estão fazendo esforços extraordinários para enfrentar de maneira eficaz as causas desta situação, buscando a pacificação das regiões em guerra e promovendo o espírito de acolhida. “Porém, não se consegue tudo o que se deseja”, constatou o Papa, pedindo que os empresários façam a sua parte, recordando que muitos deles pertencem a famílias de migrantes.

O Pontífice concluiu seu discurso propondo o trecho evangélico de Zaqueu, chefe dos cobradores de impostos: “Faço votos de que esta Conferência seja como a figueira de Jericó, uma árvore em que todos podem subir para que encontrar o olhar de Jesus”. Fonte: http://pt.radiovaticana.va

Tito no seu texto e contexto: Ideologia de Hitler e resistência de Tito

Em 1945, grupos aliados e soldados russos puseram fim a uma das guerras mais cruéis e devastadoras da história da humanidade. Guerra provocada pelo regime nacional-socialista de Hitler na Alemanha, que vigorou na Europa por seis anos, vitimando dezenas de milhões de pessoas.

Era uma organização terrorista baseada na obsessão racista e no sentimento de superioridade de um povo. Os aliados e as tropas russas lutavam pela liberdade. Ao entrar nos campos de concentração, começaram a ter noção do verdadeiro terror causado pelo sistema que haviam derrotado. 

O que aí encontraram era inacreditável: centenas de milhares de famintos, barbaramente torturados pelos nazistas, que tinham apenas um fim — verem aniquilada o mais rapidamente possível a dignidade humana. Aos olhos do regime hitlerista, era de raça humana inferior essa gente constituída por judeus, ciganos, comunistas, adversários políticos, poloneses, homossexuais, sacerdotes e pastores. Aos milhões eram transportados para campos de concentração em vagões de trens adaptados para esse fim. Poucos sobreviveram.

Fez-se o balanço e chegou-se à conclusão de que um total de seis milhões não suportaram essa desumanidade. Entre as vítimas encontrava-se Tito Brandsma, frade carmelita, que em toda a parte era conhecido pela sua piedade, tranquilidade e palavras de conforto. Não era judeu, nem pertencia a nenhum grupo político. Era um homem de princípios cristãos definidos. Chegou a declarar que a ideologia nazista era o paganismo moderno.

Não procurava a morte por autocompaixão, masoquismo ou ideias fúteis; o que o levou a isso era sua posição contra o sistema desumano gerador de uma cultura de morte. Lutou pela liberdade de expressão da imprensa católica na Holanda e não se calava diante da barbárie desse sistema. Defendia uma civilização de amor.

*Do Livro: O Caminho de Tito Brandsma no tempo de Hitler: Professor, Místico Carmelita e Jornalista.

Autor:  Constant Dölle

Tradução: Frei Gabriel Haamberg, O. Carm.

 

Reportagem de 2009, feita pela TVE (Espanha) sobre o massacre dos jesuítas

Há 27 anos, oito pessoas foram brutalmente assassinadas na Universidade Centro Americana - UCA José Simeón Cañas. Em meio as tensões da guerra civil que abalaram El Salvador entre os anos de 1979 e 1991, os jesuítas Ignacio Ellacuría, Segundo Montes, Ignacio Martín-Baró, Amando López, Juan Ramón Moreno, Joaquín López y López e a funcionária da residência dos jesuítas, Elba Julia Ramos, juntamente com sua filha, Celina, de 15 anos, foram brutalmente executados por soldados do Exército Nacional no dia 16 de novembro de 1989. Os jesuítas tornaram-se oponentes do governo salvadorenho por defenderem o fim da ditadura e apoiarem negociações pacíficas entre o governo e rebeldes.

Famosos à época, os esquadrões da morte eram conhecidos e temidos por suas sangrentas ações. E foi em uma dessas investidas que o grupo militar invadiu a universidade e assassinou a tiros de metralhadora as oitos pessoas que estavam no local. O Instituto Humanitas Unisinos - IHU deu nome à sala de conferências onde ocorrem grande parte dos eventos organizados pelo IHU de Sala Ignacio Ellacuría e Companheiros. Ao lembrar deste triste episódio, o IHU faz memória dos religiosos que são considerados mártires da Igreja latino-americana moderna, que atuaram politicamente para combater as injustiças sociais do continente.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

Dom José Maria Maimone, SAC.

Bispo Emérito de Umuarama

Lendo o início deste salmo minha memória me transportou logo para templo de Jerusalém, na hora precisa em que, de acordo com a narrativa de Jesus, dois homens foram no templo para rezar. Um deles era fariseu e orava assim: “Eu vos dou graças, ó Deus, por não ser como os demais homens que são ladrões, injustos, adúlteros. Eu jejuo duas vezes por semana, pago o dízimo de tudo o que eu tenho” (Cfr. Lc 18, 9-12).

E este salmo começa assim: “Ó Deus, o maligno sussurra ao perverso, lá no fundo do seu coração, para que não vos tenha respeito nem temor. O pecado o envolve de tal modo que se julga muito importante, não reconhece as suas culpas e pensa que ninguém percebe nem reprova os seus erros” (vv.2 e 3). 

Esse modo hipócrita de olhar para nós mesmos e para os outros é logo reprovado por Deus nos versículos seguintes: “Suas palavras são mentira e malícia; perdeu o bom senso e não quer fazer o bem. Ocupa-se dia e noite em arquitetar maldades, teima em prosseguir no caminho do mal e se compraz em fazer coisas erradas” (4-5).

Paremos um pouco e procuremos lembrar os encontros de Jesus com os fariseus narrados nos evangelhos. Quantas vezes eles tentaram matar Jesus? Uma das discussões mais calorosas entre Jesus e os fariseus encontramos no evangelho de São João (Cfr. Jo 8, 30-44). Entre outras coisas Jesus disse a esses que fingiam fazer a vontade de Deus: “Eu falo das coisas de meu Pai, mas vocês estão procurando uma maneira de matar-me; vocês falam do que aprenderam com o pai de vocês. Se vocês fossem filhos de Abraão, fariam o que ele fez. Vocês, porém, dizem e fazem obras do seu pai. Vocês são filhos do diabo” (38-44).

Busquemos então aproveitar os ensinamentos desse salmo e aplicá-lo em nossa vida. Será que lá no fundo do nosso coração pensamos de maneira semelhante à dos fariseus? Será que nos consideramos melhor do que os outros? Será que agimos sempre como filhos de Deus? 

Para não cairmos nos erros dos fariseus, procuremos tirar a trave dos nossos olhos para podermos olhar os outros com o olhar de Deus. Busquemos amar de verdade as pessoas e colaborar para que todas se sintam amadas por Deus que as quer caminhando em paz e harmonia nos seus caminhos.

Aprendamos a orar com humildade e sinceridade: “Senhor, tende piedade de mim que sou pecador” (Lc 18,13).

Fonte: http://www.cnbb.org.br

 

Foram nomeados dom Orlando Brandes como novo arcebispo de Aparecida (SP) e monsenhor Welington de Queiroz Vieira como bispo prelado de Cristalândia (TO)

O papa Francisco, nesta quarta-feira, 16 de novembro, acolheu o pedido de renúncia apresentado pelo cardeal Raymundo Damasceno de Assis e nomeou como arcebispo de Aparecida (SP) dom Orlando Brandes, transferindo-o da arquidiocese de Londrina (PR). Na mesma ocasião nomeou o monsenhor Welington de Queiroz Vieira, atualmente pároco em Araguaína (TO), como novo bispo da prelazia de Cristalândia.

Cardeal Raymundo renuncia por motivo de idade, conforme o Direito Canônico: “Roga-se ao Bispo diocesano, que tiver completado setenta e cinco anos de idade, que apresente a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, o qual providenciará depois de examinadas todas as circunstâncias” (DC 401, § 1). No próximo dia 15 de fevereiro de 2017, dom Damasceno completa 80 anos.

Dom Orlando Brandes tem 70 anos e nasceu em Urubici (SC). Ordenado padre em 1974, estudou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, onde também se especializou em Teologia Moral, na Academia Alfonsiana. Nomeado por São João Paulo II bispo de Joinville (SC), em 1994, foi transferido pelo papa Bento XVI para Londrina, em 2006, e tornou-se seu quarto arcebispo.

Monsenhor Welington, nomeado bispo de Cristalândia, nasceu em 11 de julho de 1968, em Tocantinópolis (TO). Fez seus estudos de Filosofia, em Brasília (DF), de Teologia no Rio de Janeiro (RJ) e dois mestrados em Roma, Itália: um em Filosofia na Pontifícia Universidade Gregoriana e em Direito Canônico na Pontifícia Universidade Lateranense.

Na diocese de Tocantinópolis, já serviu como pároco em Xambioá (TO) e Araguaína, como membro do Colégio dos Consultores e do Conselho Presbiteral, além de vigário judicial e ecônomo da diocese. Atualmente é pároco da paróquia São Paulo Apóstolo, em Araguaína. Fonte: http://www.cnbb.org.br

 

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger

Dom Murilo S. R. Krieger. Arcebispo de Salvador

Por causa do dia de Finados, neste mês de novembro temos um apelo e uma motivação maior para fazer uma avaliação de nossa vida. Uma das características principais do ser humano é justamente essa: ser capaz de refletir sobre si mesmo e sobre tudo aquilo que o rodeia. Se aceitarmos o desafio de "olhar para trás", surgirão, diante de nós, lembranças, de acontecimentos e, principalmente, de rostos e nomes. Iremos recordar nossos pais e irmãos, amigos de infância e colegas de escola, companheiros de trabalho e pessoas que talvez tenhamos encontrado poucas vezes no correr dos anos, mas que, mesmo assim, deixaram em nós marcas profundas. É possível que nem todas essas pessoas continuem presentes em nossa vida. Falo da presença física, palpável, que nos permite olhá-las, dar-lhes um sorriso e manifestar-lhes a nossa amizade. Talvez um parente ou amigo tenha viajado para longe e, com isso, perdemos o contato com ele. Ou então, por causa de estudos ou emprego, nós é que nos mudamos para cidades ou países distantes, perdendo o contato com inesquecíveis amigos. Pode também ter acontecido que a realidade da morte se tenha imposto, obrigando-nos a nos convencer de que não haverá mais o reencontro desejado com tais pessoas. Então, uma luz irá surgindo, uma verdade irá impor-se: as pessoas que amamos e perdemos já não estão onde estavam, mas onde estamos.

Tais pessoas encontram-se presentes não somente em nossas lembranças, mas também nas ideias que defendiam e que assimilamos; presentes em nossas horas de alegria, de trabalho ou naquelas em que enfrentamos desafios. Como essas lembranças nos fazem bem! Como é agradável sentir que não estamos sozinhos e que o passado deixou marcas positivas em nós!

Não há estátuas dessas pessoas que foram importantes para nós e que muito nos influenciaram; elas não ganharam ruas com o seu nome; ninguém se preocupou em escrever sua biografia. Para nós, isso nem é necessário, pois tais honrarias não mudariam o conceito que temos delas – poderiam, até, nos decepcionar, pois jamais conseguiriam exprimir a importância que elas tiveram e têm para nós. Parece até que, à medida que o tempo passa, mais e melhor percebemos seu valor.

Para quem tem fé, a recordação do passado se enriquece com a certeza de que, em Deus, tudo adquire um sentido novo, um valor e uma dimensão que o tempo não destrói. A certeza da eternidade – quando, se tivermos sido fieis ao Evangelho, estaremos junto da Santíssima Trindade e ao lado das pessoas que foram importantes para nós –, essa certeza, longe de ser uma fuga, se impõe como uma resposta adequada para a fome de infinito que há em nós. Sentimos que seria absurda uma vida que se resumisse no aqui e agora. Como aceitar que, um dia, com nossa morte, fossem morrer também nossos sonhos? Que a insatisfação que nos acompanhou ao longo da vida não terá resposta? Foi à luz dessas perguntas que Santo Agostinho observou, numa prece dirigida a Deus: "Criaste-nos para ti, Senhor, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em ti".

Se as pessoas que amamos e perdemos não estão onde estavam, mas onde estamos, como não agradecer ao Senhor por tê-las colocado em nossa vida? Certamente, não aceitaríamos trocar tais presenças e suas recordações por nada deste mundo. Ou, dito isso com palavras que se tornaram clássicas: "Se procuro entre minhas lembranças as que deixaram um gosto durável, se faço um balanço das horas que valeram a pena, certamente só encontro aquelas que nenhuma fortuna no mundo ter-me-ia presenteado" (Exupéry).

Se é verdade que em nossa vida sempre falta alguém, não menos verdade é que nela há presenças tão ricas, fortes e positivas que nos levam a olhar o mundo e nossos contemporâneos com esperança e otimismo. Fonte: http://www.cnbb.org.br

OLHAR DO DIA: Depois da Eleição da nova diretoria da Ordem Terceira do Carmo de Salvador- BA no último domingo, 6, hoje foi a vez do Sodalício de Mogi das Cruzes/SP. No próximo domingo, será a Assembleia Eletiva da Ordem Terceira do Carmo da Lapa/RJ. Daqui a pouco, veja vídeos da minha presença em Mogi e também da primeira comunhão celebrada por Frei Antônio Bento naquela cidade. Clique aqui: www.olharjornalistico.com.br

A liturgia nos apresenta três acontecimentos:

1 – Jesus fala sobre a destruição da cidade de Jerusalém. Esta cidade é o sinal de força do bem sobre o mal.

2 – Jesus fala sobre a sua vinda gloriosa.

3 – Mostra que o primeiro acontecimento anuncia o outro e convida a estar vigilantes.

       Os judeus ao estudar as palavras dos profetas pensavam o seguinte: os povos pagãos se reunirão contra nós e vão destruir a cidade de Jerusalém, porém Deus vai intervir neste momento e vai salvar o seu povo para estabelecer o Seu Reino Definitivo.

       Os discípulos, ansiosos pela vitória do povo eleito, interrogam Jesus qual é o grande sinal que vai aparecer. Cristo responde que o grande sinal é a Sua Ressurreição. Assim como este sinal proclama a vitória, assim Cristo vai anunciar o outro grande sinal na difusão da Palavra de Deus pelo mundo inteiro.

 Primeira Leitura

       Depois do exílio da Babilônia o povo eleito estava desanimado diante da ruína na Terra Santa. O profeta proclama que Deus agirá conforme a Sua Justiça.

       Escutemos uma passagem do livro do profeta Malaquias 3, 19-20.

 Segunda Leitura

       O cristão tem o dever de procurar o bem-comum de todos. Além disso deve trabalhar como  fermento na massa, na vida familiar, profissional, social, cultural e político.

       Ouçamos um trecho da segunda carta de Paulo dirigida à comunidade cristã de Tessalônica 3, 7- 12.

 Evangelho

       No tempo de Jesus muitos viviam sob o véu de ser bons e religiosos. Jesus condena energicamente a aparência e defende a integridade da vida religiosa.

       O anúncio do Evangelho de Jesus Cristo é nos transmitido por Lucas 21, 5 – 19.

 Reflexão

       No bolso de um soldado americano, estraçalhado por uma granada, em pleno campo de batalha, encontraram um papel com estes dizeres: “Escute, Deus! Jamais falei com você. Hoje quero saudar você: “Bom dia! Como vai você? Sabe, disseram que você não existe, e eu, tolo, acreditei que era verdade. Nunca havia reparado a sua obra. Ontem à noite, da trincheira rasgada por granadas, vi seu céu estrelado e compreendi, então, que me enganaram. Não sei se você apertará a minha mão. Vou explicar-lhe e você vai compreender.  É engraçado: neste inferno hediondo, achei a luz para enxergar seu rosto. Dito isso, já não tenho muita coisa a contar a você; só que tenho muito prazer em conhecê-lo. Faremos um ataque à meia noite. Não sinto medo. Deus, sei que você vela... Ah! O clarim! Bom Deus devo ir-me embora. Gostei de você, vou ter saudade. Quero dizer: Será cruenta a luta, você bem o sabe. E esta noite, pode ser que eu vá bater-lhe à porta. Muito amigos não fomos, é verdade. Mas sim estou chorando! Veja, Deus, penso que já não sou tão mau. Bem, Deus, tenho que ir. Sorte é coisa bem rara: Juro, porém, já não receio a morte”.

 Resposta á Palavra de Deus.

       O concílio Vaticano diz assim: “A Igreja, enquanto ela mesma ajuda o mundo e dele recebe muitas coisas, tende a um só fim: Que venha o Reino de Deus e seja instaurada a Salvação de toda a Humanidade (GS 45)”.

A MISSÃO CONTINUA... Depois de sepultar o meu pai em Alagoas no último dia 3- Comunidade Capim, Lagoa da Canoa- aqui estou de volta na Missão junto à Ordem Terceira do Carmo. Hoje, sábado e amanhã, domingo, estarei com o Sodalício e os confrades; Donizetti, Gabriel e Antônio Bento. Daqui a pouco, veja um vídeo.