O cantor Elton John foi novamente o anfitrião do evento beneficente que acontece todos anos para sua fundação de combate à AIDS 'Elton John AIDS Foundation', na última terça-feira (28) em Nova York, nos EUA. Durante o evento, ele afirmou que o papa Francisco está quebrando as barreiras da Igreja Católica e disse para o público: "Façam dele um santo, ok?" A reportagem é publicada por iG, 29-10-2014.

"Há dez anos atrás um dos maiores obstáculos na luta contra a AIDS era a Igreja Católica. Hoje, nós temos um papa que fala sobre isso," comentou John, que foi ovacionado pela plateia.

No início do mês, bispos católicos retiraram uma proposta de abrir a igreja aos homossexuais de um documento do Vaticano criado pelo pontífice para atrair mais fiéis, mostrando uma divisão profunda de ideologia dentro da Igreja. A primeira versão do documento apresentava um tom de boas vindas e aceitação, mas ele foi modificado depois que os bispos não entraram em um consenso sobre ministrar para homossexuais.

"Ele é um homem amável e compassivo que quer que todo mundo seja incluído no amor de Deus", disse John sobre o papa. "É formidável o que ele está tentando fazer mesmo que muitas e muitas pessoas da Igreja sejam contra. Ele é corajoso e destemido, e isso é o que nós precisamos no mundo hoje."

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

Um tumulto eclodiu na semana passada durante uma palestra dada pelo arcebispo da Filadélfia, Charles Chaput (na foto com o papa), e patrocinada pela revista First Things, geralmente considerada o periódico mais inteligente da opinião conservadora católica dos Estados Unidos.

Em si mesmo, a palestra pode não parecer especialmente grande, mas é ilustrativa de algo mais amplo. Estamos entrando na fase dois do papado de Francisco, onde o período de bons sentimentos deu lugar a uma era fria. A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio Crux, 28-10-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.

Antes de prosseguir, uma advertência: esta análise aplica-se, em grande parte ao Ocidente. Pessoas que estão, digamos, na Ucrânia ou na Nigéria e nas Filipinas - países com grandes populações católicas - não estão necessariamente tendo a mesma conversa...

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http://www.ihu.unisinos.br/noticias/536826-fase-ii-da-era-francisco-a-lua-de-mel-acabou

Ruínas do Fórum Romano

O Fórum Romano (em latim: Forum Romanum; em italiano: Foro Romanum) localizado no centro de Roma, é um fórum (praça) retangular, circundado pelas ruínas de várias construções públicas de grande importância cultural. O principal centro comercial da Roma Imperial, este espaço era popularmente conhecido como Fórum Magno (Forum Magnum) ou, simplesmente, Fórum.

Foi durante séculos o centro da vida pública romana: o local de cerimónias triunfais e de eleições, o local onde se realizavam discursos públicos, os processos criminais, os confrontos entre gladiadores, e o centro dos assuntos comerciais. Aqui, estátuas e monumentos celebraram os grandes homens da cidade. O coração da Roma antiga, foi considerado o ponto de encontro mais conhecido do mundo, em toda a história.1 Localizado no pequeno vale entre o Monte Palatino e o Monte Capitolino, o fórum é atualmente uma extensa ruína de fragmentos arquitetônicos e um sitio de escavações arqueológicas intermitente de elevada atração turística.

A maioria das estruturas arquitetônicas mais importantes da antiga cidade foram encontradas no fórum ou perto deste. Os santuários e templos do reino romano localizavam-se na parte sudeste da cidade. Dentre estes situava-se a antiga residência real, a Régia (século VIII a.C.), o Templo de Vesta (século VII a.C.) e ainda o complexo da Casa das Vestais, os quais foram reconstruídos após a ascensão de Roma Imperial.

Outros santuários foram encontrados a noroeste, como a Umbilicus Urbis e o Vulcanal (santuário de Vulcano), construídos no centro nervoso do vale, o Comício, durante o período republicano. Este foi o local onde tanto o Senado como o Governo republicano tiveram início. O Senado, os gabinetes do estado, tribunais, templos, monumentos e estátuas foram gradualmente arquitetando toda a área.

Ao longo do tempo, o Comício arcaico foi comutado pelo maior fórum a ele adjacente e o centro de atividade judicial movido para a nova Basílica Júlia, juntamente com a recente Cúria Júlia, concentrando os dois cargos judiciais e o Senado num só local. Este novo fórum, serviu posteriormente como uma praça revitalizada, onde o povo de Roma poderia ai reunir-se para fins comerciais, políticos, judiciais e persecuções religiosas em números cada vez maiores.

A maioria dos tratos económicos e judiciais eram diferidos para locais distantes do Fórum Romano, envolvendo as maiores e mais extravagantes estruturas como o Fórum de Trajano e a Basílica Úlpia ao norte. O reinado de Constantino, O Grande, durante o qual o império foi dividido em duas fracções, a oriental e a ocidental, presenciou a construção da última grande amplificação da praça - a Basílica de Magêncio em 312 D.C. Este facto devolveu o centro político novamente para o fórum, até à queda do Império Romano do Ocidente quase dois séculos mais tarde. Fonte: http://pt.wikipedia.org

A Pietà

Uma Pietà (italiano para Piedade) é um tema da arte cristã em que é representada a Virgem Maria com o corpo morto de Jesus nos braços, após a crucificação. Associa-se assim às invocações de Nossa Senhora da Piedade e Nossa Senhora das Dores.

As primeiras pietà surgiram em finais do século XIII na Alemanha, onde é chamada Vesperbild. De sua origem em terras germânicas, o tema expandiu-se para outras regiões da Europa ao longo da Idade Média, expressando-se frequentemente tanto na escultura como na pintura. Aparentemente, as imagens medievais eram destinadas à contemplação mística dos fiéis, permitindo que o devoto se sentisse presente no momento do abraço sofrido entre Maria e Jesus. Nesse sentido, a pietà era uma imagem de devoção como o crucifixo, e por isso era representada isolada de outros personagens da Paixão de Cristo. É uma variação do tema mais antigo da "Lamentação de Cristo", representações de Maria e Jesus morto acompanhados por José de Arimateia, Nicodemos, Maria Madalena e outros personagens.

A mais famosa pietà é, seguramente, a Pietà do Vaticano, esculpida em mármore por Michelangelo em 1499. Atualmente esta obra está localizada no interior da Basílica de São Pedro, em Roma.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

A liturgia do 30º domingo Comum diz-nos, de forma clara e inquestionável, que o amor está no centro da experiência cristã. O que Deus pede – ou antes, o que Deus exige – a cada crente é que deixe o seu coração ser submergido pelo amor.

O Evangelho diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a revelação de Deus se resume no amor – amor a Deus e amor aos irmãos. Os dois mandamentos não podem separar-se: “amar a Deus” é cumprir a sua vontade e estabelecer com os irmãos relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, até ao dom total da vida. Tudo o resto é explicação, desenvolvimento, aplicação à vida prática dessas duas coordenadas fundamentais da vida cristã.

O que é “amar a Deus”? De acordo com o exemplo e o testemunho de Jesus, o amor a Deus passa, antes de mais, pela escuta da sua Palavra, pelo acolhimento das suas propostas e pela obediência total aos seus projetos – para mim próprio, para a Igreja, para a minha comunidade e para o mundo. Esforço-me, verdadeiramente, por tentar escutar as propostas de Deus, mantendo um diálogo pessoal com Ele, procurando refletir e interiorizar a sua Palavra, tentando interpretar os sinais com que Ele me interpela na vida de cada dia? Tenho o coração aberto às suas propostas, ou fecho-me no meu egoísmo, nos meus preconceitos e na minha auto-suficiência, procurando construir uma vida à margem de Deus ou contra Deus? Procuro ser, em nome de Deus e dos seus planos, uma testemunha profética que interpela o mundo, ou instalo-me no meu cantinho cómodo e renuncio ao compromisso com Deus e com o Reino?

O que é “amar os irmãos”? De acordo com o exemplo e o testemunho de Jesus, o amor aos irmãos passa por prestar atenção a cada homem ou mulher com quem me cruzo pelos caminhos da vida (seja ele branco ou negro, rico ou pobre, nacional ou estrangeiro, amigo ou inimigo), por sentir-me solidário com as alegrias e sofrimentos de cada pessoa, por partilhar as desilusões e esperanças do meu próximo, por fazer da minha vida um dom total a todos. O mundo em que vivemos precisa de redescobrir o amor, a solidariedade, o serviço, a partilha, o dom da vida… Na realidade, a minha vida é posta ao serviço dos meus irmãos, sem distinção de raça, de cor, de estatuto social? Os pobres, os necessitados, os marginalizados, os que alguma vez me magoaram e ofenderam, encontram em mim um irmão que os ama, sem condições?

Fonte: http://www.dehonianos.org/ (Leia na íntegra. Clique aqui no link do olhar- A PALAVRA DE JESUS CRISTO- e procure pelo 3º- Domingo do Tempo Comum).

Frei Betto, OP.

Nunca antes na história da Igreja um papa ousou, como Francisco, colocar a questão da sexualidade no centro do debate eclesial: homossexualidade, casais recasados, uso de preservativo etc. O Sínodo da Família, realizado no Vaticano, só dará sua palavra final sobre esses temas em outubro de 2015, quando voltará a se reunir.

Quem, como eu, transita há décadas na esfera eclesiástica sabe que é significativo o número de gays entre seminaristas, padres e bispos. Por que não gozarem, no seio da Igreja, do mesmo direito dos heterossexuais de se assumir como tal? Devem permanecer “no armário”, vitimizados pela Igreja e, supostamente, por Deus, por culpa que não têm?

Leia na íntegra. Clique aqui:

http://www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2014/10/deus-e-gay.html

O sítio Il Sismografo, 21-10-2014, dirigiu-se a alguns colegas vaticanistas para pedir-lhes uma contribuição de análise e de comentário sobre a importância Assembleia extraordinária sinodal dedicada à família.

Andrea Gagliarducci, analista vaticano da Catholic News Agency, ofereceu a sua reflexão em resposta a esta pergunta: "Sem entrar em complexos aprofundamentos, qual a característica ou reflexão que mais lhe chamou a atenção ou que você considera de notável relevância desse Sínodo?". A tradução é de Moisés Sbardelotto.

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http://www.ihu.unisinos.br/noticias/536625-a-esperanca-da-igreja-esta-nas-periferias

Não existe somente o destino comum de “beatos” – apenas proclamado o primeiro, próximo de o ser o segundo – unindo Paulo VI e Oscar Arnulfo Romero. Como sublinhou o jornal salvadorenho El Faro, sua ligação foi também e sobretudo uma relação humana de longa data que remonta aos anos quarenta – quando Romero estudava em Roma – e que duraria até a morte do Papa Montini.

Há quem sustenta que Paulo VI fosse desconfiado ante o sacerdote latino-americano: demasiado próximo à Teologia da Libertação, de qualquer modo demasiado incômodo. Mas, não deve ter sido precisamente assim, caso se considere que foi precisamente Montini que nomeou Romero arcebispo de El Salvador, em 1977.

Eles se viram pela última vez aos 21 de junho de 1978, um mês e meio antes da morte do Papa. Dom Oscar Romero, em seu diário, recordou aquele encontro com particular afeto. O Papa foi com ele “cordial, generoso, a emoção daquele momento não me permite recordar palavra por palavra”. Montini lhe disse: “Compreendo o seu difícil trabalho. É um trabalho que pode não ser compreendido, necessita de muita força e paciência. Também sei que nem todos pensam como você no seu País; proceda com coragem, com paciência, com força, com esperança”. Prometeu, além disso, de rezar pela causa de Romero: “Me prometeu que rezará por mim e pela minha diocese. E me pediu que faça todo esforço pela unidade”...

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http://www.ihu.unisinos.br/noticias/536645-paulo-vi-na-mesinha-de-cabeceira-de-romero

A gente se entusiasmou demasiado cedo na metade do percurso do Sínodo vaticano sobre a família. No final, os conservadores foram vencidos. Mas, o Papa Francisco ainda não disse a última palavra. Ele ainda tem dois anos para impor uma mudança de linha sobre os homossexuais e sobre os divorciados redesposados.

O comentário é de Henri Tincq, jornalista francês, que por longos anos era o responsável pela cobertura dos assuntos do Vaticano no jornal Le Monde, em artigo publicado no sítio francês Slate, 20-10-2014. A tradução é de Benno Dischinger.

Aqueles que pensavam na “grande noitada” da Igreja católica sobre os problemas do divórcio e da homossexualidade voltarão decepcionados. Na imprensa e nos ambientes progressistas as pessoas se entusiasmaram demasiado cedo com a leitura do relatório intermediário deste sínodo dos bispos sobre a família que tanto deu a falar no Vaticano e que retomará os trabalhos daqui a um ano. Sobre os temas sensíveis sobre o matrimônio e o sexo a Igreja está a tanto tempo em ruptura com a sociedade moderna que era muito imprudente crer numa mudança de rota ditada pelas recentes evoluções de costume ou pelos “Diktats” de uma opinião pública progressista. A Igreja não é deste mundo...

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