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3º DIA.
Comentário do terceiro dia.
Queridos irmãos e irmãs da comunidade de Nossa Senhora do Carmo da Lapa, no Rio de Janeiro. Bem vindos e bem vindas! Saudamos também os internautas que nos acompanham através da internet através do site olhar Jornalístico.
Neste 16º Domingo do Tempo Comum, a nossa comunidade do Carmo termina o Tríduo de Santo Elias. Nos últimos dois dias conhecemos um pouco a sua espiritualidade. Hoje, à luz do Evangelho Dominical onde Jesus tem compaixão do povo, conheceremos Elias enquanto homem de oração a partir da realidade sofrida da sua época.
A comoção de Jesus diante das “ovelhas sem pastor” é sinal da sua preocupação e do seu amor pelos pobres. Revela a sua sensibilidade e manifesta a sua solidariedade para com todos os sofredores.
Por sua vez, o Profeta Elias, a preocupação com a vida percorre o seu caminhar. De muitas maneiras, ele aparece defendendo a vida do povo contra a morte e contra o sistema de morte do rei. Ele revela a face de Deus, como Deus da vida, que quer o bem-estar do seu povo. Revela que o objetivo da aliança e da lei não é a observância como valor em si, mas sim como caminho que leva à vida.
De pé, vamos receber o presidente da celebração, O Frei Petrônio de Miranda, o ministro da eucaristia, os coroinhas e a Venerável Ordem Terceira do Carmo. Cantemos o Hino Eliano da Peregrinação 2016.
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Estamos vendo as características do caminhar de Elias, da sua fidelidade à Palavra, da sua maneira de ser profeta. Ele foi capaz de realizar tudo isto porque estava ligado a Javé pela oração. A oração aparece em muitos lugares. Ela sempre chamou a atenção da família carmelitana.
A oração era o espaço que lhe dava condições de:
1- viver e experimentar o deserto,
2- descobrir a presença de Deus na brisa leve,
3- defender a aliança,
4- defender a vida do povo,
5- viver em conflito permanente.
Eis os lugares e momentos em que Elias aparece rezando:
1- "Vivo é o Senhor em cuja presença estou" (1R 17,1; 18,15). Consciência de ser servo de Javé.
2- Reza e consegue de volta a vida do filho da viúva (1 R 17,20).
3- Critica a reza dos profetas de Baal (1 R 18,27), e reza, para que Deus se manifeste ao povo no Monte Horeb (1 R 18,36-37).
4- Reza sete vezes e insiste, até que apareça um sinal de chuva (1 R 18,42-43).
5- Reza para que o fogo desça do céu e mate os militares que querem prendê-lo (2 R 1,10.12)
6-. Restaura o altar no Monte Carmelo (1 R 18,30)
7- Reza queixando-se (1 R 19,10.14) e pedindo a morte (1 R 19,4).
8- Confronta-se com Deus na Brisa Leve (1 R 19,12).
A imagem de Elias como "Homem de Deus" (1Rs 17,24), disponível para a ação do Espírito (1Rs 18,12), "cuja palavra ardia como uma tocha" (Ecli 48,1) revelam a sua intimidade com Deus. No Novo Testamento, Tiago resume o testemunho de Elias na linha da oração (Tg 5,17-18). A tradição Carmelitana tem aqui um dos pontos fundamentais da imagem de Elias.
*FOCAL VI.CIENEGUILLA, LIMA, PERU. 4 a 17 de agosto de 2002
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A preocupação com a vida percorre as histórias de Elias e caracteriza o seu caminhar. De muitas maneiras, ele aparece defendendo a vida do povo contra a morte e contra o sistema de morte do rei. Ele revela a face de Deus, como Deus da vida, que quer o bem-estar do seu povo. Revela que o objetivo da aliança e da lei não é a observância como valor em si, mas sim como caminho que leva à vida.
Os vários aspectos desta defesa da vida:
1- Garantir o alimento para combater a fome (1 R 17,14-16)
2- Curar o filho da viúva que tinha morrido (1 R 17,23).
3- O rei só pensava na vida dos cavalos e jumentos; não pensava na vida do povo que morria de fome por causa da seca (1R 18,5). Elias pela sua oração trouxe de volta a chuva (1R 18,42ss).
4- Elias defende a causa de Nabot, assassinado pela injustiça do rei e da rainha (1 R 21,17-20).
5- Elias vai para lugares fora do território: Sarepta, Karit, Horeb. Onde existe vida humana, Javé é reconhecido como Deus. Há mais aliança na viúva de Sarepta do que no rei de Israel.
*FOCAL VI.CIENEGUILLA, LIMA, PERU. 4 a 17 de agosto de 2002
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No momento de aceitar a Palavra de Deus, Elias deixa o conflito entrar em sua vida. O conflito nasce de dupla fonte: da situação geral de infidelidade à Palavra de Deus e da vontade de Elias de ser fiel a esta Palavra que o chama a sair da situação.
São muitos e variados os conflitos que envolvem a vida de Elias.
Eis alguns deles:
01- Conflito com o rei, anunciando a seca (1 R 17,1)
02- Conflito com a situação, rompendo com ela e saindo para o Karit e para Sarepta (1 R 17,2.9).
03- Conflito com a viúva, pedindo que partilhe o pão (1 R 17,10s) e pela morte do filho (1 R 17,18).
04- Conflito com Abdias, o empregado do rei, enviando-o para junto do rei (1 R 18,9-14).
05- Conflito com o rei e a rainha, enfrentando o seu sistema no Monte Carmelo (1 R 18,16-19) e na vinha de Nabot (1 R 21,17-19), e matando os profetas de Baal (1 R 18,40).
06- Conflito com o povo, desafiando-o a escolher o Deus verdadeiro (1 R 18,20-24)
07- Conflito com os 450 profetas de Baal, desafiando-os para o julgamento (1 R 18,25-29).
08- Conflito consigo mesmo, pois não encontra Deus no vento, no fogo e no terremoto (1R 19,11s).
09- Conflito com Deus, queixando-se de estar perdido, sem saber como continuar a luta (1 R 19,4).
10- Conflito com os militares que o desafiam a descer da montanha a pedido do rei (2 R 1,9.11).
11- Conflito com Eliseu ao chamá-lo (1R 18,19s) e não permitir que caminhe com ele (2R 2,2.4.6).
Elias vive em conflito permanente, provoca conflitos e envolve outros no conflito. Todos estes conflitos são expressão e manifestação do grande conflito básico: caminhar do lugar onde está para o lugar onde Deus o quer.
*FOCAL VI.CIENEGUILLA, LIMA, PERU. 4 a 17 de agosto de 2002
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BOM DIA, BOA TARDE, BOA NOITE! Daqui a pouco, 1º Dia do Tríduo de Santo Elias na Igreja do Carmo, da Lapa/RJ. Celebrante: Frei Valter Rubens, O. Carm. (Foto) Veja fotos e vídeo no olhar nas próximas horas.
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Festividades em honra a Santíssima Virgem do Carmo na cidade de São João del-Rei MG. Por; Luiz Fernando Zanetti e Luiz Paulo Almeida
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O Grupo de canto da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, de Carapicuíba, São Paulo, faz uma homenagem a Nossa Senhora do Carmo. Convento do Carmo, Bela Vista, São Paulo. 16 de julho-2015. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
SENHORA DO CARMO (Canto de Entrada).
Música: A treze de Maio.
Letra: Frei Petrônio de Miranda, 0. Carm.
1-A Virgem do Carmo vem nos visitar, ó Mãe do Carmelo aqui é teu lar.
Ave, Ave, Ave Maria (Bis).
2- A nossa família vem abençoar, mãe dos carmelitas, vem nos ajudar.
3-Com o Deus Menino nos braços a olhar, mãezinha querida vamos vos louvar.
4-O Santo Bentinho lhe pende da mão, que rindo bondosa entregue a Simão.
5- Os jovens vos louvam ó Mãe de Jesus, rainha da paz, senhora da luz.
6- Em tempo de crise, o povo a sofrer, virgem peregrina vem nos socorrer.
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*Dom Frei Vital Wilderink, O Carm, In Memoriam.
(Congresso Mariano Mariológico – Recife/PE. 11/07/2001)
A espiritualidade nasce de uma expectativa do ser humano diante do mistério. Criado à imagem de Deus, ele já traz em si algo que é maior do que seu coração. Expectativa frequentemente anônima, mas presente no tecido da nossa história. Só o mistério maior pode responder a esta nossa expectativa. Deus cruzou o limiar da sua transcendência mediante seu Filho único que atravessou a extensão do universo para colocar-se nos caminhos do homem. Concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da virgem Maria.
No Evangelho de João, Maria aparece no início da vida pública de seu Filho. Ao que parece é uma convidada importante. Ela tem suficiente autoridade para colocar os empregados da casa a serviço de Jesus: “Fazei o que ele vos disser”. Percebeu que estava faltando vinho para o casamento... É algo trágico num casamento. Dirige-se a Jesus: “Eles não têm mais vinho”. A reação de Jesus é de uma aparente indiferença. De fato, não cabe a ela definir os tempos nem as ações de Jesus. Mas, como primeira criatura humana atingida pelo projeto do Pai, e envolvida como primeira beneficiada na revelação histórica desse projeto redentor, Maria seguiu os passos de Jesus pois Ele é “o caminho, a verdade e a vida”...
*Leia na íntegra. Clique aqui:
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Imagens do Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, na Ordem Terceira do Carmo de Carapicuíba, São Paulo. Convento do Carmo, Bela Vista, São Paulo, 16 de julho-2015. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
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A senhora, Samia Nassif Asfar, da Ordem Terceira do Carmo de Carapicuíba, São Paulo, deixa a sua mensagem no Dia da Mãe do Carmelo. Convento do Carmo, São Paulo. 16 de julho-2015. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
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O Prior da Ordem Terceira do Carmo de Carapicuíba, São Paulo, Nabil Elias Asfar, deixa a sua mensagem no Dia da Mãe do Carmelo. Convento do Carmo, São Paulo. 16 de julho-2015. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
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Christopher O’Donnell, O. Carm.
Na Regra de Vida dada por Alberto de Jerusalém (entre 1206-1214) não havia menção à Bem-aventurada Virgem. A Regra realmente especificou que deveria haver um oratório no meio das celas onde missas diárias deveriam ser celebradas (RA 14). Pelo relato dos peregrinos sabemos que a partir de mais ou menos 1231 ou talvez mais tarde, esse oratório foi dedicado à Nossa Senhora. Ainda encontramos indícios desta igreja dedicada à Maria no Monte Carmelo até o século XV. Naquele tempo existiam muitas igrejas dedicadas a Maria em lugares associados à sua vida, com legendas ou liturgias sobre ela.
A escolha de Maria pelos eremitas, dentro da mentalidade do tempo, não teria sido coincidência ou casualidade. Foi, de certa forma, para ter Maria presente na comunidade, para tê-la como protetora. Nos séculos seguintes, as implicações desse oratório serão relembradas por nossos autores, algumas vezes de formas bem extravagantes.
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No vídeo, homilia do Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, na Ordem Terceira do Carmo de Carapicuíba, São Paulo. Convento do Carmo, Bela Vista, São Paulo, 16 de julho-2015. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
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Dia 16 de julho. Comemoração solene de Nossa Senhora do Carmo. Alguns frades, todos com o mesmo uniforme de prisioneiros se procuram e se encontram num canto escuro do barracão. São os carmelitas Tito Brandsma, Alberto Urbanski, Hilário- Januszewski, o prior do Carmelo de Cracóvia, e alguns outros. Um padre diocesano polonês, junta-se a eles. Mostrava vontade de tornar-se membro da Ordem Terceira do Carmo.
Tito o preparou e o acolheu na Ordem por um simples gesto de imposição de mãos. Os frades são originários de vários países e provavelmente muitos nunca se viram antes, mas se reconhecem pela tradição espiritual carmelita. Formam uma fraternidade contemplativa. Experimentam esse encontro como um momento eterno que, por um breve tempo, os eleva acima do terror. Com suas cabeças raspadas, corpos famintos, em forma de círculo, estão diante do Senhor cuja vontade está acima de tudo e eleva a todos. Na contemplação desmascaram o destino e desta maneira experimentam, de um jeito novo e iluminado, o enigma da existência.
A festa é celebrada em meio ao ódio e desespero, aos estampidos de botas, aos slogans enganosos e ao sentimento de morte próxima, longe dos confrades e da família. Dão-se as mãos e sabem que podem contar com a proteção de Nossa Senhora do Carmo. Sabem-se ligados a toda a Família Carmelita do mundo livre. No final rezam a oração “Salve, Rainha” , emocionando-se com as palavras: “Gemendo e chorando neste vale de lágrimas”.
*Livro: O CAMINHO DE TITO BRANDSMA NO TEMPO DE HITLER, Por Frei Gabriel Haamberg, O. Carm. Convento do Carmo, Mogi das Cruzes-SP.
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No vídeo, o Padre Provincial dos Carmelitas, Frei Evaldo Xavier, O. Carm- Da Província Carmelitana de Santo Elias- fala sobre a presença Mariana na Ordem do Carmo neste de 16 de julho, Festa de Nossa Senhora do Carmo. Convento do Carmo, Lapa, Rio de Janeiro. 16 de Julho-2015. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
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Escapulário do Carmo: A Proteção dos oprimidos: Uma atualização da devoção ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo.
Frei Petrônio de Miranda, 0.Carm. Padre e Jornalista Carmelita.
Senhora de tantos nomes
Nós queremos vos louvar.
No sertão ou na cidade
Venha nos acompanhar.
Ó Maria dos migrantes
Dos sem teto a clamar
Com o Santo Escapulário
Vem longo nos ajudar!
Senhora do Deus Menino
Venha nos orientar.
Olhai para as favelas
As cracolândias a chorar.
Cobri-nos com o teu manto
O teu Filho vem mostrar.
Com o Santo Escapulário
Vem, ó Mãe nos resgatar!
*Leia na íntegra. Clique aqui:
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