Protestos em pelo menos 18 capitais contra o presidente Michel Temer estão programados para o feriado de 7 de Setembro. Alguns atos estão sendo convocados pelas redes sociais para começar já na noite desta terça-feira (6). As manifestações pedem a saída do peemedebista do poder, a convocação de novas eleições e ainda destacam oposição à agenda econômica do novo governo.

Em Brasília, diversos movimentos de esquerda assinam a organização de um ato marcado para as 8h30 em frente à Catedral Metropolitana, na Esplanada dos Ministérios. Segundo um grupo da Universidade de Brasília (UnB), a ideia é ficar no local até à noite. No Facebook, 3,8 mil pessoas confirmaram presença na manifestação até as 13h30 desta terça-feira.

"O povo brasileiro sofre cada vez mais com a crise. Só em agosto mais de 100 mil pessoas ficaram desempregadas. O salário já não dá mais para as compras do mês. E se Temer continuar realizando suas medidas, isso só tende a piorar. Não podemos esperar nada de bom de um governo que não foi escolhido pelo povo", diz o texto do evento no Facebook.

Na capital paulista, o primeiro ato do dia ocorre na Praça Oswaldo Cruz, às 9h, e ocupará a avenida Paulista. O evento é organizado pela Central de Movimentos Populares do Estado de São Paulo e sua convocação no Facebook destaca o protesto contra as reações de Temer às manifestações. A concentração será na Praça Oswaldo Cruz, que fica entre as estações Brigadeiro e Paraíso do Metrô. Dessa esquina na avenida Paulista, o grupo vai caminhar até o Parque do Ibirapuera.

Outra manifestação está programada na Praça da Sé para as 14h e está sendo chamada pela Frente Periferia Revolucionária. "Quem votou na Dilma, votou ciente - ou ao menos deveria - de que o vice-presidente seria o Temer, mas isso não significa que os mais de 54 milhões de brasileiros apoiam as ideias neoliberais do peemedebista", diz a convocação do evento na rede social. Até as 12h desta terça-feira, 7 mil pessoas confirmaram presença no ato.

Às 17h, um ato organizado pela Frente Brasil Popular vai estar concentrado no Largo da Batata. Um dos lemas usados no protesto é "nenhum direito a menos", destacando oposição à agenda econômica de Michel Temer.

No Rio de Janeiro, uma emissora de televisão será alvo de protestos neste 7 de Setembro. Às 18h, manifestantes vão se reunir em frente à sede da Rede Globo, no Jardim Botânico. "A Rede Golpe de Televisão apoiou a ditadura militar em 1964 e a mesma articulou e viabilizou o golpe dado em nossa democracia no dia 31 de agosto de 2016", diz o evento. Ao meio-dia desta terça-feira, 1,3 mil pessoas confirmaram presença através da internet.

Também no Rio, um ato "Fora Temer" está programado pela frente Povo sem Medo para as 11h na esquina da rua Uruguaiana com a avenida Presidente Vargas. O evento chamado na internet destaca a data simbólica do feriado e diz que o objetivo é gritar pela "verdade liberdade e independência", pedindo a saída de Temer da Presidência e a realização de eleições.

Contra a corrupção

Outra manifestação está sendo organizada às 9h pelo Movimento Brasil Contra Corrupção na Esplanada, em Brasília, mesmo local do ato marcado por oposicionistas de Michel Temer. O movimento tem lideranças que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e pede aprovação imediata e sem mudanças do projeto que estabelece as "dez medidas contra a corrupção", que está sendo discutido em comissão especial na Câmara dos Deputados.

A chamada Marcha Contra a Corrupção já foi promovida pelo movimento em feriados de 2011 e 2012, segundo a própria organização. O evento convocado na internet também coloca na pauta do protesto a aplicação da Lei da Ficha Limpa e o fim do Foro de São Paulo, que reúne partidos de esquerda da América Latina.

O Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua, que protagonizaram os protestos pedindo a saída da ex-presidente Dilma Rousseff, não estão chamando para manifestações no feriado. Nas redes sociais, as organizações têm criticado os atos contra o presidente Temer afirmando que esses protestos pedem a volta de corruptos ao poder. Nos últimos dias, o MBL tem dedicado publicações para promover integrantes do movimento que são candidatos nas eleições municipais, além de pedir o impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, por ele ter decidido fatiar a votação do processo que cassou Dilma Rousseff. Fonte: http://noticias.uol.com.br

Lula, ex-presidente da República, escreve ao Papa: "é um golpe político para apossar-se do patrimônio nacional – como já começa a acontecer com as reservas petrolíferas em águas profundas – e desmontar a rede de proteção aos trabalhadores e aos pobres que foi ampliada e consolidada nos últimos treze anos". A íntegra da carta, em português, foi também enviada com a tradução espanhola.

Eis a carta.

Vossa Santidade

Papa Francisco

São Paulo, 30 de agosto de 2016.

Santíssimo Padre,

Dirijo-me a Vossa Santidade para informá-lo da gravíssima situação política e institucional que vive o Brasil, país que tive a honra de presidir de 2003 a 2010.

Tomo a liberdade de escrever-lhe considerando o respeito e a amizade que Vossa Santidade tem pelo Brasil, pelos quais somos todos imensamente gratos.

Orgulho-me de ter conseguido, apesar da complexidade inerente às grandes democracias e dos problemas crônicos do Brasil, unir o meu país em torno de um projeto de desenvolvimento econômico com inclusão social, que nos fez dar um verdadeiro salto histórico em termos de crescimento produtivo, geração de empregos, distribuição de renda, combate à pobreza e ampliação das oportunidades educacionais...

*Leia na íntegra. Clique aqui:

http://mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2016/09/a-carta-de-lula-ao-papa-francisco.html

 

Cobri o protesto contra o presidente da República, Michel Temer, desde o seu início na avenida Paulista, às 16h30.

A manifestação seguiu sem problemas até o largo da Batata, na zona oeste da capital. No caminho, membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto obrigaram supostos black blocs a tirarem suas máscaras ou deixarem o ato.

A intenção do MTST, segundo eles, era evitar que ocorressem atos de vandalismo. Minutos após os manifestantes começarem a se dispersar, por volta das 21h, a polícia começou a jogar bombas de gás lacrimôgeneo e efeito moral pelas ruas de Pinheiros. Também foram disparados diversos tiros de bala de borracha.

A Secretaria da Segurança Pública informou que a confusão começou após um princípio de tumulto na estação Faria Lima, "que se transformou em depredação". A pasta informa ainda que "vândalos quebraram catracas, colocando em risco funcionários" e que a "Polícia Militar atuou para restabelecer a ordem pública, sendo recebida a pedradas, intervindo com munição química e utilização de jato d'água".

Enquanto manifestantes atiravam garrafas e colocavam fogo em barricadas, eu acompanhava os confrontos atrás dos policiais, na rua Sumidouro. De repente, eles decidiram mudar de rota e se voltaram para o lado oposto ao que seguiam.

Nesse momento, a Tropa de Choque ficou de frente para mim e ao menos outros dois repórteres fotográficos. Ao perceber que poderia ficar encurralado, procurei uma rota de fuga e me encostei na parede para aguardar a passagem dos policiais.

Identificado com colete e crachá da BBC Brasil, levantei minhas mãos e me identifiquei como imprensa. Mesmo assim, os policiais avançaram contra mim enquanto gritavam para eu sair da frente. "Sai da frente! Vaza, vaza!", diziam ao menos quatro policiais pouco antes de me atingir com golpes de cassetete no antebraço direito, na mão esquerda, no ombro direito, no peito e na perna direita. Um deles ainda me chamou de lixo, mas o áudio do vídeo que fiz não captou.

As marcas das agressões ficaram no meu corpo, principalmente no antebraço, que inchou e ficou roxo. Por sorte, o golpe que levei no peito foi amortecido pelo colete. Eu também usava capacete e máscara de gás. A utilização desses equipamentos de segurança é exigência de normas internas da BBC para cobertura de manifestações.

O celular que eu usava caiu no chão após a agressão e ficou com a tela danificada. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que "os fatos narrados pelo repórter serão investigados e solicita que o jornalista registre um boletim de ocorrência".

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br

Um grupo de manifestantes pró-Dilma Rousseff protestou na manhã deste domingo, 4, na quadra onde mora o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), em Brasília. Segundo a assessoria do senador, os manifestantes ameaçam invadir o prédio da residência de Cristovam. Eles reclamaram contra o parlamentar porque ele votou a favor do impeachment de Dilma, decidido pelo plenário do Senado no dia 31 de agosto, por 61 votos a 20.

Apesar das ameaças, não houve invasão e o protesto já terminou. Segundo a assessoria de Cristovam, os manifestantes prometeram voltar outras vezes.

O senador, que foi ministro da Educação no gverno Lula e foi demitido, desde então rompeu com a gestão petista. Na última quinta-feira, Cristovam também foi agredido verbalmente por manifestantes enquanto presidia audiência pública da Comissão de Educação do Senado sobre a proposta conhecida como "Escola Sem Partido". A sessão contava com a presença de convidados de movimentos sociais organizados. Sob gritos de "golpista" e "traidor", Cristovam desistiu de presidir a reunião e acabou encerrando a sessão. Fonte: http://noticias.uol.com.br

Convocado em redes sociais por manifestantes, um protesto percorreu ruas do Centro do Rio na noite desta sexta-feira (2). Como em outras manifestações ocorridas nos últimos dias, o objetivo principal dos ativistas é a saída do presidente recém-empossado, Michel Temer. O ato teve a presença de mascarados e uma confusão pouco antes das 20h.

O tumulto foi na Avenida Mem de Sá, próximo aos Arcos da Lapa. Os ativistas atiraram algumas garrafas e os PMs fizeram uso de spray de pimenta. Pelo menos duas pessoas ficaram feridas e foram atendidas por socorristas da Cruz Vermelha. Uma mulher afirmou que caiu e, em seguida, PMs acertaram ela com cassetetes.

O número de policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar superava o número de manifestantes, que seguiam sem trajeto definido. Composto em sua maioria por jovens, os manifestantes se locomoviam rápido por ruas do Centro, dificultando o acompanhamento dos PMs.

Além do Choque, militares da cavalaria também acompanharam a manifestação. Os militantes se embrenharam entre os carros durante o percurso. Os PMs fizeram um cordão de isolamento em volta do grupo para acompanhar a caminhada. Alguns manifestantes foram revistados por PMs da operação Centro Presente. Fonte: http://g1.globo.com

Em entrevista a jornalistas estrangeiros, a ex-presidente Dilma Rousseff fez críticas ao atual presidente Michel Temer por "temer as palavras". Dilma citou o "fora Temer", entoado pelos contrários ao atual presidente, dizendo que não reprimiu manifestações contrárias durante seu governo.

"Nós jamais tivemos medo das palavras", afirmou Dilma. "não é possível que não se possa falar o que se quer. Exemplo: 'fora, Temer'. Quando você começa a ter medo das palavras é que você inicia o processo repressivo." Fonte: http://videos.bol.uol.com.br

Um apartamento com cerca de 125 m², a 200 m da praia de Ipanema, na zona sul do Rio, será o destino da ex-presidente Dilma Rousseff quando deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília.

Localizado na região com um dos maiores IPTUs da cidade, o imóvel fica no terceiro pavimento de um prédio que tem quatro apartamentos por andar. É de propriedade de Dilma Jane, mãe da petista. Segundo moradores, cada um tem valor aproximado de R$ 3,5 milhões. Dos 32 apartamentos, somente 20 têm direito a uma vaga de garagem.

A petista era presença bissexta no local —sua última visita, segundo moradores, foi ainda na época de presidente, acompanhada de forte esquema de segurança.

A perspectiva de ter Dilma como vizinha dividiu a opinião de moradores ouvidos pela Folha. Um deles, que não quis se identificar, afirmou que a ex-presidente não é bem vista pelos demais.

Já para Fernanda Carla, que vive em um prédio vizinho, a presença poderá trazer benefícios. "Ela já veio aqui outras vezes, não vejo problema em morar. Pode ser até bom, quem sabe a polícia não aparece mais aqui?"

O futuro endereço da ex-presidente fica próximo a pontos turísticos famosos como o Arpoador, o parque Garota de Ipanema e o Forte de Copacabana. Na esquina da rua está o hotel Fasano.

Para manter sua rotina de pedaladas, a ex-presidente terá uma das maiores ciclovias do Rio de Janeiro à disposição, que vai de Copacabana até São Conrado. Se passear pela avenida da praia, a Vieira Souto, Dilma passará em frente ao apartamento do senador Aécio Neves –que fica a cerca de 950 m de distância do da petista.

Ainda em Brasília, a ex-presidente comentou pela primeira vez nesta sexta (2) a divisão da votação no julgamento de seu impeachment. Ela disse que a medida "não atenua" a decisão dos senadores de cassar seu mandato. Segundo ela, o afastamento definitivo foi a decretação de sua "pena de morte política".

O advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, diz que, com a absolvição na segunda votação, Dilma pode se candidatar a qualquer cargo eletivo. A chefe, por sua vez, afirma que "não tem projeto eleitoral elaborado".

O PSDB protocolou nesta sexta (2) um mandado de segurança que questionar a legitimidade do fatiamento. O documento tem o apoio do DEM, PPS e Solidariedade.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Matéria destaca influência da Rede Globo no golpe militar, em 1964, e no golpe parlamentar de 2016. Vídeo denuncia ainda a manipulação das massas usada para formar uma hegemonia de pensamento no país.

Reportagem da Al Jazeera English resolveu ir a fundo para desvendar a participação da Rede Globo no processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. A matéria destaca que o grupo configura o maior conglomerado midiático da América Latina e pertence à família Marinho, considerada a mais rica do Brasil.

A Al Jazeera lembra que, em 1964, a Globo apoiou o golpe militar e tem demonstrado o mesmo esforço, hoje, em implementar um golpe parlamentar no país. A matéria mostra a poderosa  influência da imprensa sobre a opinião pública e a formação de uma hegemonia de pensamento no que se refere à política.Fonte: http://www.revistaforum.com.br

A ex-presidente Dilma Rousseff vai morar na cidade do Rio de Janeiro, onde sua mãe, Dilma Jane, tem um apartamento. A petista, segundo aliados, pretende ter uma atuação política mais agressiva após o impeachment e, para isso, precisa concentrar suas atividades numa região mais central do país.

A forte presença de correspondentes estrangeiros na cidade também pesou na escolha da petista. A avaliação é que o discurso de que Dilma foi vítima de um golpe tem receptividade no exterior, e ela vai insistir no argumento. A ex-presidente vai dividir seu tempo entre viagens internacionais e nacionais, além de estadas em Porto Alegre, onde moram sua filha e os netos. No Rio, Dilma estará ao lado da mãe, que está doente e morando com a ex-presidente no Palácio do Alvorada, em Brasília.

ESTRATÉGIA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará, nesta sexta-feira (2), de reunião da cúpula do PT que definirá estratégia pós-impeachment.

Lula manterá o tom de enfrentamento no discurso público, embora seus colaboradores recomendem cautela neste momento. Já Dilma, cujo desempenho na reta final do processo foi elogiado pelo ex-presidente, ganhou fôlego e buscará maior visibilidade a partir de agora. Fonte: http://noticias.uol.com.br

Duas mulheres, uma enrolada na bandeira do Brasil, a outra de vermelho na camisa e na fita de cabelo, estendem uma faixa, bloqueando por segundos a passagem de uma limusine branca que tentava atravessar a rua 41 de Manhattan.

O protesto contra o novo presidente do Brasil, Michel Temer, começou em frente ao Consulado-Geral do Brasil em Nova York, horas depois de senadores selarem o impeachment de Dilma Rousseff, nesta quarta-feira (31).

Por volta das 18h30, um grupo de 11 pessoas alinhou na calçada o dobro do número em velas. A ideia era fazer uma vigília pela democracia, que os manifestantes acreditavam ter sido golpeada com a saída da agora ex-presidente.

"Se pudéssemos acendíamos 54 milhões de velas, uma para cada voto jogado no lixo", diz uma mulher que se identificou como Wanda, um dos codinomes que Dilma usou quando lutou contra a ditadura militar brasileira, ao lado de senadores que hoje votaram a favor de sua derrubada (José Aníbal e Aloysio Nunes, ambos do PSDB-SP).

Diante do olhar curioso de americanos que passavam pelo local, a turma cobriu a entrada do consulado com cartazes que diziam "não reconhecemos o governo ilegítimo" e "o petróleo é do Brasil", entre outras mensagens. De dentro, uma faxineira observava a movimentação na entrada: a colagem de uma cartolina com os dizeres "Dilma is our true president" (Dilma é a nossa verdadeira presidente).

A professora Andrea Vizeu, veterana em protestos nova-iorquinos contra o que considera ser um golpe tramado pelo novo governo, especulava se conseguiria voltar a seu país natal sem maiores problemas. "Não entro mais no Brasil. Certeza que eu não passo pela Polícia Federal."

Ela cita à Folha trecho de "Haiti", de Caetano Veloso", para expressar seu desgosto com o desfecho do julgamento no Congresso: "Como é que pretos, pobres e mulatos/ E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados".

Para Vizeu, a gestão Temer já mostrou a que veio, cortando um programa para analfabetos adultos e orçamento para universidades. Ela acha que a líder petista acertou o tom ao não entrar em confronto direto com seus algozes no Senado. "A Dilma é uma lady. Ela não vai jogar o país numa guerra civil. Se tivesse conclamado o povo inteiro às ruas, teria acontecido isso. Mas ela conhece as dores da guerrilha."

Os manifestantes, em sua maioria brasileiros, também criticaram a imprensa nacional. Para a assistente financeira Rita Carvalho, 58, está "comprovadamente provado que as matérias são tendenciosas".

A mídia do Brasil, em sua opinião, minimizaria a participação da crise internacional na derrocada econômica do Brasil. Ela também reclama de reportagens de TV que definem como "baderneiros" aqueles que "vão para as ruas contra esta infâmia". Carvalho promete gastar sola de sapato quando Temer visitar a cidade no fim de setembro, para a Assembleia-Geral da ONU. "Teremos uma recepção esperando por ele, para dizer ao mundo o que ele é: um golpista ilegítimo."

BUENOS AIRES

Um grupo de 80 brasileiros que vivem na Argentina protestou no fim da tarde desta quarta (31) contra o impeachment na frente da embaixada do país em Buenos Aires.

Eles já articulam novos protestos para o dia 7 de setembro e para o início de outubro, caso se confirme a visita do presidente Michel Temer a Buenos Aires.

Também na Argentina, a Associação das Avós da Praça de Maio (que reúne mães de desaparecidos durante a ditadura) publicou nas redes sociais uma mensagem de incentivo à ex-presidente. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br