Olhar Jornalístico

Santa Maria Madalena de Pazzi (1566-1607)

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Publicado em 15 novembro 2018
  • Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo,
  • Ordem dos Capuchinhos,
  • Frei Chalmers Joseph,
  • Santa Maria Madalena,

Frei Chalmers Joseph, O. Carm. Ex- Prior Geral da Ordem do Carmo.

Ela entrou no mosteiro carmelita de Santa Maria dos Anjos aos dezesseis anos em 1582, o ano da morte de Santa Teresa. Este era um vibrante mosteiro com quase oitenta monjas. Os cinco primeiros anos da vida religiosa de Maria Madalena foram marcados por visões, êxtases e outros fenômenos. Membros da comunidade escreveram suas declarações enlevadas e a eles devemos nosso conhecimento de Santa Maria Madalena.

Uma das marcas da espiritualidade de Santa Maria Madalena foi um grande amor pela Igreja, uma paixão por sua reforma e pela reforma da vida consagrada. Ela é uma eminente testemunha do zelo apostólico e de uma dimensão eclesial que é o fruto da verdadeira contemplação.

O mosteiro carmelita é uma parte vibrante da Igreja local e não é um refúgio do mundo. A monja carmelita, como Santa Maria Madalena, mergulha profundamente no coração da Igreja e em sua missão de espalhar a Boa Nova do Reino de Deus. A clausura é uma separação física do mundo para dar maior liberdade à monja carmelita de estar unida espiritualmente a todo ser humano. “A sua vida torna-se, assim, uma misteriosa fonte de fecundidade apostólica e de bênçãos para a comunidade cristã e para todo o mundo” (Verbi Sponsa, 7).

Santa Maria Madalena de Pazzi tinha uma profunda devoção pela paixão de Cristo e viu nela o caminho pelo qual o ser humano foi recriado. Sua espiritualidade era cristocêntrica e, ao mesmo tempo, mariana. Ela compreendeu a volta do ser humano a Deus como a luta entre dois amores: o amor pessoal e o amor de Deus. O orgulho destrói a união entre Deus e o ser humano e entre os próprios seres humanos. A humildade restabelece a união. O amor é a chave para o relacionamento humano-divino. A vida espiritual para a monja de Florença é circular: ela tem seu começo e seu fim em Deus. A pessoa transformada vive a vida de Deus e é de grande benefício para toda a Igreja.

A liturgia era o cenário para muitos dos êxtases de Santa Maria Madalena. Muitas vezes, após receber a Santa Comunhão, que ela compreendia como o sacramento do amor, ela entrava em profunda oração. A liturgia é um elemento essencial da vida da monja carmelita. Como os eremitas no Monte Carmelo, a monja carmelita vai da solidão de sua cela à capela no coração do mosteiro e depois volta à sua cela. Ela traz a oração da comunidade, que é a Oração de Cristo, cabeça e membros, um coração que foi purificado por sua comunhão com Deus na solidão da cela. Ela é fortalecida pela oração da comunidade a continuar sua busca por Deus.

A celebração fiel da Liturgia Divina é parte integrante da missão da comunidade de clausura. A celebração diária da Eucaristia e do ofício divino é uma partilha na contínua oração de Cristo ao Pai. Todo o ser da monja carmelita é ampliado através de sua vida de união com Deus e ela se abre a todas as necessidades da Igreja e do mundo e as apresenta por Cristo ao Pai pelo poder do Espírito Santo.

ESPIRITUALIDADE CARMELITANA: Deveis ter um de vós como Prior

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Publicado em 15 novembro 2018
  • Ordem do Carmo,
  • Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo,
  • Prior,
  • Frei Chalmers Joseph,

Frei Chalmers Joseph, O. Carm. Ex- Prior Geral da Ordem do Carmo.

            Uma comunidade não é uma coleção de indivíduos, por isso no primeiro capítulo legislativo os eremitas terão que eleger para eles um Prior ao qual devem prometer obediência. A obediência não é um assunto de meras palavras, mas que deve ser provado com as obras. O Prior, porque é um guia, é alguém que serve (Regra 22). Ele deve ser eleito com o consentimento unânime de todos, ou da parte maior e mais madura, a ele prometerão obediência todos os demais (Regra 4 e 23). Junto com os irmãos, o Prior decide onde fixar os lugares dos conventos (Regra 5). Com o consentimento dos outros irmãos ou da parte mais madura, o prior assinala a cada um a cela (Regra 6). O significado da cela era muito mais importante do que dar uma habitação nas casas modernas. Somente com a permissão do Prior alguém pode mudar-se da cela (Regra 8). A missão do prior  é proteger o direito dos demais ao silêncio e à solidão no trato com os visitantes (Regra 9). O Prior é o responsável pela distribuição do alimento segundo a necessidade de cada um. Ele exerce esta responsabilidade através de um delegado (Regra 12). Ao Prior se deve respeitar (Regra 23), porém, ele deve ganhar-se este respeito pela sua forma de vida. O papel dum guia numa comunidade não é o de alguém que regula tudo, mas o de quem inspira os outros. O guia deve ser um em quem, acima de tudo, os valores da Regra hão de tomar carne.

            O Prior deve viver de acordo com a Regra como os demais. Todos os irmãos se reunirão para distintas ocasiões: para comer (Regra 7); para rezar (Regra 11); para celebrar a Eucaristia cada manhã (Regra 14); cada domingo ou em outros dias, se for necessário, para tratar da observância da vida comum e do bem espiritual das almas e corrigir com caridade as faltas (Regra 15).

            A Regra não trata de cobrir qualquer tipo de eventualidade; nem tampouco pretende sufocar a criatividade. A intenção é dar umas linhas guias aos eremitas para ajuda-los a viver em obséquio de Jesus Cristo. Na oração silenciosa, na solidão e por meio do trabalho, eles formarão uma comunidade de discípulos unida em torno do Senhor. Sua quietude e sua vida humilde se elevarão até Deus e será um benefício para seu próximo. Durante quase cerca de oito séculos, a Regra inspirou um número incontável de carmelitas em seus esforços de ser revestidos pela Palavra de Deus. A espiritualidade Carmelita não está contida completamente no breve texto da Regra, porém, esta é a fonte da qual domina.

            O Prior é o símbolo da unidade dentro da comunidade, o qual é elegido para servir. Ele deve ser um modelo, em palavras e em obras, para o grupo (1Ped 5,3) como tal, deve estar disposto para prestar a ajuda necessária a cada religioso; para fomentar a vida comunitária; para cuidar de todos, especialmente dos enfermos e anciãos; para supervisar as atividades comunitárias com qual os irmãos possam viver “em obséquio de Jesus Cristo e servir fielmente com coração puro e boa consciência”." (Regra 1).

            O papel do Prior em nossa Regra e em nossa tradição é o do serviço. Ele guia à comunidade antes de tudo com seu próprio exemplo e seu papel é o de assegurar que a comunidade se organize de tal maneira que os irmãos possam viver em obséquio de Jesus Cristo. Várias vezes se assinala na Regra que o Prior deverá tomar certas decisões com o consentimento dos demais irmãos, ou da parte maior e mais madura. O Prior não é um déspota, ou um pai que decide tudo por seus filhos. É para eles um guia, porém, cada membro da comunidade é responsável da unidade de toda a comunidade e de sua própria vida. O Prior é alguém que recorda aos irmãos a nossa vocação comum e constantemente nos chama todos a vive-la. Entretanto, cada um é, em última instância, o responsável diante Deus de como está vivendo atualmente a vocação que Deus lhe deu.

ALACAR- SÁBADO DE PASSEIO

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Publicado em 11 novembro 2018
  • Alacar
  • Alacar- Congresso da Associação Latino Americana de carmelitas

ALACAR- NOITE CULTURAL

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Publicado em 10 novembro 2018
  • Alacar- 2018
  • Alacar- Congresso da Associação Latino Americana de carmelitas

V-Encontro Alacar: Missa no 1º Dia.

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Publicado em 07 novembro 2018
  • Alacar- 2018

AO VIVO DIRETO DO MÉXICO: Missa de Finados, com Frei Evaldo Xavier, O. Carm

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Publicado em 02 novembro 2018
  • Frei Evaldo Xavier,
  • Missa de Finados,

Basílica Nossa Senhora de Guadalupe, o santuário mais visitado das Américas.

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Publicado em 02 novembro 2018
  • Frei Petrônio de Miranda,
  • México,
  • Basílica Nossa Senhora de Guadalupe,
  • Juan Diego Cuauhtlatoatzin,
  • Juan Diego
  • colina de Tepeyac

A religiosidade é uma marca registrada dos mexicanos. Prova disso é que na Cidade do México está o santuário católico que mais recebe fieis no mundo, atrás apenas da Basílica de São Pedro, no Vaticano. 

Visitar o México é certeza de se deparar com dezenas de igrejas por todos os lados. O país tem como característica marcante a forte religiosidade e não é difícil encontrar quadras com várias igrejas, praticamente uma ao lado da outra. Mesmo que você não seja religioso, vale muito a pena visitar as igrejas, seja pela história, arquitetura e riqueza nos detalhes decorativos, ou seja pela imersão na cultura local!

Uma das coisas que mais gostamos de fazer é mergulhar na cultura local e uma das maneiras mais interessante de conhecer um pouco mais dos costumes locais é conhecendo suas crenças. Dentre todas as igrejas que visitamos no México, as mais importantes são as igrejas que ficam no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, o santuário da padroeira do México e da América Latina.

O Santuário fica no alto da colina de Tepeyac, local onde, segundo conta a lenda, Juan Diego Cuauhtlatoatzin, um indígena convertido ao cristianismo, teria avistado Nossa Senhora por várias vezes. Ainda segundo a lenda, Nossa Senhora ordenou que o indígena contacta-se o Bispo da época para que o mesmo construísse um templo no local.

Como o Bispo não acreditou muito no indígena, Nossa Senhora fez crescer flores em um campo desértico em pleno inverno, como prova da aparição. Nossa Senhora pediu então para que o indígena levasse as flores ao Bispo.

Juan levou as flores em sua tilma (espécie de capa) e quando removeu as flores para dar ao Bispo, ambos perceberam que a imagem da Virgem estava estampada na capa do indígena.

A suposta capa com a imagem da virgem ainda está exposta na igreja e por ser feita a partir do cacto agave maguey, um material que se decompõe rapidamente, para os fiéis, os 5 séculos de duração do tecido servem como mais uma prova da aparição de Nossa Senhora.

De lá pra cá, os mexicanos e fiéis de várias partes do mundo atribuem milagres e graças alcançadas à Virgem de Guadalupe e não é à toa que o local recebe cerca de 20 milhões de fiéis por ano. Pra se ter uma ideia a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil, recebe cerca de 12 milhões de pessoas por ano…

A Basílica de Guadalupe só foi inaugurada em  1709, embora outros templos menores tivessem sido inaugurados antes no local, aliás existem várias igrejinhas e capelas pra se ver por ali. E o conjunto do Santuário é bem interessante.

Se você está pensando que vai até o Santuário de Guadalupe pra ver só uma igreja, você está enganado! Você vai ver várias igrejas!!! Mais não é só isso (rs) além das igrejas o complexo possui monumentos, museus, jardins lindíssimos e de quebra uma bela vista do Sky Line da Cidade do México!

Templo Expiatorio a Cristo Rey – Antiga Basílica de Guadalupe

Esta igreja começou a ser construída em 1695 e só ficou pronta em 1709. É conhecida também como Basílica Velha e apesar de ter uma arquitetura barroca muito bonita, o que mais chama atenção é o quanto ela está torta. Isso mesmo, assim como diversas edificações antigas da Cidade do México, a Antiga Basílica de Guadalupe está afundando, já que a Cidade do México foi construída em cima do antigo Lago Texcoco. Não bastasse o solo instável e pantanoso o México também sofre com diversos terremotos, o que agrava o problema de afundamento. Pra se ter uma ideia, estudiosos dizem que algumas partes da cidade afundam cerca de 15 cm por ano!

A sensação de ver as torres da igreja tortas é estranha, mas o que pega mesmo é quando você entra em seu interior. Você tem uma sensação muito ruim e existem até alguns avisos orientando os visitantes no caso de sensações como tonturas, desiquilíbrios etc.

E foi justamente pelo afundamento da Antiga Basílica de Guadalupe, que foi construída a Nova Basílica de Guadalupe, justamente ao lado da igreja antiga. Depois que fizeram a nova igreja, a antiga ficou fechada para reformas durante muitos anos até ser reaberta ao público.

Basílica Nossa Senhora de Guadalupe – Nova Basílica

Com os problemas estruturais ocasionados pelos afundamentos da Antiga Basílica e também pela necessidade de abrigar a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe em um lugar onde mais pessoas pudessem ver ao mesmo tempo, foi construída a Nova Basílica de Guadalupe, com arquitetura moderna e capacidade para mais de 40 mil pessoas.

A imagem original de Nossa Senhora de Guadalupe (aquela da capa de Juan Diego) fica atrás do altar e para visualizá-la existe uma esteira rolante que faz com que ninguém pare e atrapalhe a fila…

Paroquia de Santa María de Guadalupe – Capuchinas

Logo ao lado da Antiga Basílica outra bela edificação chama atenção, trata-se do ex convento do século XVIII que foi utilizado pelas freira capuchinhas. Nos domingos acontecem missas abertas ao público.

Foi neste templo que a imagem de Nossa Senhora era abrigado antes da construção da Nova Basílica em situações em que a Antiga Basílica estivesse fechada por reformas ou remodelações. Assim como a Antiga Basílica, esta edificação também está afundando.

Capilla del Pocito

Segundo a lenda Nossa Senhora apareceu pela 4ª vez exatamente no local onde esta construído a Capela chamada Pocitos. O templo é um dos mais belos exemplares do barroco mexicano e uma das edificações mais bonitas do complexo.

Em seu interior existe um poço(daí a origem do nome), que supostamente teria surgido milagrosamente por ali, o que atraiu milhares de pessoas em busca de graças e curas.

Como muitas pessoas lavavam suas feridas em busca de curas e tantas outras bebiam, o local teve que ser fechado, assim surgiu a capela, com a intenção de restringir as pessoas em relação ao acesso ao poço.

Museo de la Basílica de Guadalupe

Localizado aos fundos da Antiga Basílica o museu fundado em 1941 possui cerca de 4000 objetos em seu acervo. Entre eles estão diversas obras de artes de artistas espanhóis e vários itens religiosos.

Capilla de Indios

Este é o templo mais antigo do Santuário. Em seu interior ainda é possível ver partes da construção original, de 1531.

Ao lado desta capela está a casa onde Juan Diego Cuauhtlatoatzin morou até falecer em 1548.

Por falar em Juan Diego, vale ressaltar que Juan Diego foi beatificado em 1990, e canonizado em 2002, tornando-se o primeiro santo católico indígena americano.

Aproveitando a deixa sobre Juan Diego, segundo estudos posteriores, Juan Diego – Cuauhtlatoatzin, cujo nome no idioma Mexica (Azteca) significa: “Águia que fala”, era neto por parte de pai do rei Netzahualcóyotl, rei de Texcoco, conhecido também como rei sábio de Texcoco.

Outro fator interessante que não pode deixar de ser mencionado neste post se refere ao nome da Igreja que, como você deve ter percebido, se assemelha ao nome da Santa venerada em Estremadura, na Espanha.

Acontece que segundo contam, o nome que a Santa pediu para que Juan transmitisse ao Bispo (que era espanhol) foi “Quatlasupe” que no idioma Mexico significa “aquela que amassa a serpente”, o que  foi entendido errado pelo Bispo que associou a palavra a Guadalupe.

Parque de la Ofrenda

Nos fundos de todas as grandes edificações uma escadaria em meio a fontes e jardins leva até o alto da colina de Tepeyac.  De lá é possível ter uma bela vista da região e das cúpulas dos templos do Santuário.

Pelo caminho existe um belo jardim com muitas fontes e esculturas que criam a encenação das aparições de Nossa Senhora.

Repare que muitas pessoas deixam moedas nas fontes e sempre tem um segurança por perto para se assegurar que ninguém vai roubar os santos (rs).

Capilla del Cerrito – Capilla de San Miguel

No alto da Colina de Tepeyac está a Capilla de San Miguel, ou Capilla del Cerrito. Este templo foi construído em menção ao local onde se recorda o milagre das flores. Segundo diz a lenda, foi no alto deste Cerro que Juan teve a primeira visão. Atualmente funciona como Convento das Carmelitas.

Carillón  – Campanário e relógio da Basílica

Em frente as principais edificações do santuário, destaca-se o grande Campanário e relógio da Basílica Nossa Senhora de Guadalupe.

Além dos 19 sinos que fazem parte do campanário, podemos observar quatro relógios distintos: um relógio astronômico, um solar, um calendário asteca (em tamanho idêntico ao original) e um relógio comum. O campanário possui representação das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe às 10h, 12h, 14h e 16h.

Além de todas as atrações citadas acima, o complexo de templos do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe ainda possui mais algumas capelas menores, uma biblioteca, um cemitério (onde estão sepultados diversas personalidades importantes do México) e lojas de artigos religiosos.

Claro, além de conhecer todos os atrativos do local, não deixe de observar o cotidiano dos fiéis que vão até as igrejas. Se estiver no México nas proximidades do dia 12 de dezembro, vá até o santuário para observar o mar de gente que comparece ao local para comemorar o aniversário da primeira aparição. Fonte: www.demochilaecaneca.com.br

AO VIVO DIRETO DO MÉXICO: 1º de Novembro- Festa de todos os santos.

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Publicado em 02 novembro 2018
  • Homilia da Festa de Todos os Santos,
  • AO VIVO DIRETO DO MÉXICO

O OLHAR NO MÉXICO-03

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Publicado em 01 novembro 2018
  • México,
  • O OLHAR NO MÉXICO
  • Teotihuacán,

O Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/RJ- Direto do México/ San Juan Teotihuacán- fala sobre as Pirâmides dos povos Maia. NOTA: Teotihuacan, Teotihuacã ou Teotihuacán, foi um centro urbano da Mesoamérica pré-colombiana localizada na Bacia do México, 48 quilómetros a nordeste da atual Cidade do México, e que hoje é conhecida como o local de muitas das pirâmides mesoamericanas arquitetonicamente mais significativas construídas na América pré-colombiana. Além dos edifícios piramidais, Teotihuacan também é antropologicamente significativa por seus complexos residenciais multifamiliares, pela Avenida dos Mortos e por seus vibrantes murais que foram excepcionalmente bem preservados. Além disso, Teotihuacan exportou um estilo de cerâmica e finas ferramentas de obsidiana que conquistaram grande prestígio e utilização generalizada em toda a Mesoamérica.

Acredita-se que a cidade tenha sido estabelecida em torno de 100 a.C., sendo que os principais monumentos foram construídos continuamente até cerca de 250 d.C.[1] A cidade pode ter durado até algum momento entre os séculos VII e VIII, mas seus principais monumentos foram saqueados e sistematicamente queimados por volta de 550 d.C. No seu apogeu, talvez na primeira metade do primeiro milénio d.C., a cidade de Teotihuacan foi a maior da América pré-colombiana, com uma população de mais de 125 mil pessoas,[1][2]tornando-se, no mínimo, a sexta maior cidade do mundo naquela época. Teotihuacan começou como um novo centro religioso nas terras altas mexicanas em torno do primeiro século d.C. Esta cidade passou a ser o maior e mais populoso centro no Novo Mundo e tinha até complexos de moradias de vários andares, construídas para acomodar esta grande população.[1] A civilização e cultura associadas ao sítio arqueológico da cidade também são referidas como Teotihuacan ou teotihuacana.

Os maias se destacaram na construção de grandes obras como, por exemplo, palácios, pirâmides e templos.

Enquanto as pirâmides do Egito Antigo eram construídas para abrigar o corpo mumificado de faraós e sacerdotes, na civilização maia ela tinha como propósito principal servir de templo religioso.

Uso das pirâmides e parte interna

As pirâmides maias foram construídas com pedras e, na sua parte interna, existiam plataformas e escadas, que levavam para a parte superior que era utilizada como templo. Muitas destas pirâmides possuíam decorações internas (pinturas), que retratavam aspectos culturais e religiosos dos maias. Os rituais religiosos e adoração aos deuses maias eram praticados nesta estrutura superior da pirâmide.

Atualmente, muitas destas pirâmides são importantes atrações turísticas do México, atraindo centenas de milhares de turistas anualmente. Fontes: www.suapesquisa.com; https://pt.wikipedia.org

O OLHAR NO MÉXICO: O culto aos mortos

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Publicado em 31 outubro 2018
  • o homem nasceu com os culto dos mortos,
  • Culto aos mortos,
  • Culto dos mortos
  • celebrações da Morte no México,

TERÇA-FEIRA 30: O Olhar Jornalístico no México-01.

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Publicado em 31 outubro 2018
  • México,
  • O Olhar Jornalístico no México

SEGUNDA-FEIRA, 29: Olhar do dia...

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Publicado em 29 outubro 2018
  • Província Carmelitana Pernambucana,
  • Frei Rogério,

OLHAR DO DIA: Frei Rogério, Carmelita, da Província Carmelitana Pernambucana, em visita ao Carmo da Lapa/RJ nesta segunda, 29. Divulgação: www.instagram.com/freipetronio
 

MÊS MISSIONÁRIO: Mensagem do Frei Rogério.

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Publicado em 29 outubro 2018
  • Província Carmelitana Pernambucana,
  • MÊS MISSIONÁRIO
  • Ordem do Carmo, Order of the Brothers of the Blessed Virgin Mary of Mount Carmel,
  • Frei Rogério Severino de Lima,

O Frei Rogério Severino de Lima, O. Carm, da Província Carmelitana Pernambucana, deixa a sua mensagem para o Mês Missionário. Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 29 de outubro-2018.

ELEIÇÃO NA ORDEM TERCEIRA DO CARMO DA BASÍLICA, SÃO PAULO

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Publicado em 27 outubro 2018
  • Ordem Terceira do Carmo da Basílica,

ELEIÇÃO NA ORDEM TERCEIRA DO CARMO DA BASÍLICA, SÃO PAULO

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Publicado em 27 outubro 2018
  • Ordem Terceira do Carmo da Basílica,

ELEIÇÃO NA ORDEM TERCEIRA DO CARMO DA BASÍLICA, SÃO PAULO: Priora, Sueli. 1ª Conselheira, Regiane. 2ª Conselheira, Rina. 3º Conselheiro, Douglas. Divulgação: www.instagram.com/freipetronio www.olharjornalistico.com.br

AO VIVO- Santa Missa com Frei Petrônio de Miranda, O. Carm, na Basílica de Nossa Senhora do Carmo, Bela Vista, São Paulo

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Publicado em 27 outubro 2018
  • Basílica de Nossa Senhora do Carmo,

ORDEM TERCEIRA DO CARMO DA BASÍLICA, SÃO PAULO: Convite

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Publicado em 27 outubro 2018
  • Ordem Terceira do Carmo da Basílica,

BASÍLICA DO CARMO: Um olhar

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Publicado em 27 outubro 2018
  • BASÍLICA DO CARMO,

BASÍLICA DO CARMO, SÃO PAULO: Um Olhar

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Publicado em 26 outubro 2018
  • BASÍLICA DO CARMO,

CACHOEIRA: Carmelitas

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Publicado em 24 outubro 2018
  • Cidades de Cachoeira e são Félix,
  • CARMO DE CACHOEIRA,
  • O CARMO EM CACHOEIRA,
  • cidade de Cachoeira,

O Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/RJ, mostra a reforma da casa dos Carmelitas na cidade Cachoeira/BA- na Diocese de Cruz das Almas- Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 24 de outubro-2018.

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