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"Portanto, ira, indignação, cólera estavam presentes na vida de Jesus, como testemunho de sua fé convicta, de sua paixão pela justiça, de sua urgente palavra profética que queria mantê-los acordados, não deixar se adormentarem, admoestá-los enquanto havia tempo". O comentário é do monge e teólogo italiano Enzo Bianchi, prior e fundador da Comunidade de Bose, em artigo publicado por Jesus, 25-09-2016. A tradução é de Ramiro Mincato.
Eis o artigo.
Na atual estação eclesial, marcada pelo interesse e pesquisa sobre a humanidade Jesus, continua presente, porém, certa timidez na apresentação e análise dos sentimentos de Jesus. Particularmente, evita-se, na leitura dos comportamentos de Jesus, as atitudes relacionadas com ira, cólera, indignação. Tem-se a impressão, às vezes, de que se quer apresentar um Jesus homem como nós, mas adocicado, oleográfico, talvez porque a ira contrasta com a dominante necessidade de bondade, benignidade, remoção e negação do conflito. No entanto, se tomarmos o evangelho mais antigo, o de Marcos, este traço de Jesus - mitigado pelos outros evangelistas e por vezes, até mesmo ausente - emerge claramente: a ira, a cólera, a indignação são não apenas sentimentos humanos que não denotam caminhos pecaminosos, mas são realmente sinal de que em Jesus tinha paixão e convicções fortes. A cólera é uma reação à indiferença, ao silêncio cúmplice, à tolerância aquiescente, à clemência de baixo preço, todas estas atitudes que acompanham os que não conhecem o amor, a paixão do amor. A cólera é a outra face da compaixão! Por isso, não se pode esquecer as palavras duras de Jesus, sua invectiva, suas atitudes contra algumas situações, e às vezes até mesmo contra os próprios discípulos. A ameaça, a invectiva deve ser feita, pronunciada como advertência urgente e forte, não como juízo de condenação!
No Evangelho de Marcos encontramos, em primeiro lugar, o verbo orghízomai, encolerizar-se, que aparece como sentimento de Jesus diante do leproso (Mc 1,41). Por que Jesus se encoleriza diante do leproso? Porque sente indignação diante da proscrição daquele doente. Na compaixão que se eleva das suas entranhas há também esse sentimento de indignação, que grita: "Não é justo! Por quê?" Esta é uma santa cólera, que protesta diante do sofrimento dos homens concretos encontrados por Jesus.
Mas a cólera de Jesus também se manifesta contra os “justos inveterados", os supostos observantes da Lei.
Quando entrado na sinagoga, em dia de sábado, curou um homem com a mão paralisada, os fariseus o observavam para poderem acusá-lo de transgressão da Torá (cf. Mc 3,1-4). E Jesus, dirigindo contra eles um olhar cheio de ira (orghé), e tristeza por causa da dureza dos seus corações ..." (Mc 3,5). Aqui, indignação e ira se leem no olhar de Jesus: um olhar que discerne e adverte severamente aqueles presumidos sãos, aqueles presumidos justos!
Todos também recordam como Jesus agiu após a entrada triunfal em Jerusalém. Chegado em Jerusalém, Jesus entra no Templo e encontra o que não devia estar lá: vê a morada de Deus transformada numa casa de comércio. Então, "tendo feito um chicote de cordas, expulsou todos para fora, com as ovelhas e os bois; espalhou o dinheiro dos cambistas e derrubou as mesas" (Jo 2,15).
Aqui a indignação e a ira manifestada nas ações de Jesus não são violentas contra as pessoas, mas provocam um dano econômico, um entrave ao comércio praticado no Templo. Geralmente, quando se recorda esta ação de Jesus é só para dizer que ele era violento e não manso. Não, Jesus não cede à violência, não faz violência contra as pessoas, mas cumpre um gesto profético cheio de significado, e o faz com indignação e ira.
Finalmente, conhecemos bem as invectivas dos "Ai de vós!", repetidas sete vezes contra os escribas e fariseus hipócritas (cf. Mt 23,13-32), palavras cuja indignação foi bem captada no filme de Pasolini, quando apresenta Jesus gritando com vigor, palavras cortantes, que desnudam as autoridades religiosas das pompas de seu poder, para mostrar-lhes o que realmente são, em sua maldade!
Portanto, ira, indignação, cólera estavam presentes na vida de Jesus, como testemunho de sua fé convicta, de sua paixão pela justiça, de sua urgente palavra profética que queria mantê-los acordados, não deixar se adormentarem, admoestá-los enquanto havia tempo.
Infelizmente este Jesus é hoje censurado pelas gerações de crentes que não gostam de conflitos, que temem a voz alta, que esquivam-se da urgência do sim ou do não. Estou convencido de que hoje, se Jesus voltasse, muitos cristãos, sobretudo monges e monjas, não o seguiriam, porque o sentiriam demasiado duro, demasiado exigente, não suficientemente dócil e manso: mas eles não são culpados, porque não conheceram o amor com sua paixão forte como a morte, tenaz como o inferno (cf. Ct 8,6).
Fonte: http://ihu.unisinos.br
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Mexicano ganhador do Prêmio Rafto fala sobre a situação de seu país, do Papa Francisco e do golpe no Brasil.
Francisco denuncia toda as artimanhas e toda a mentalidade do antropocentrismo, antropomorfismo, a tecnocracia. Francisco está falando da construção da fé. A fé tem a ver com a construção do mundo, com um modelo de sociedade, com um sentido da vida humana. Por isso que Francisco é compreendido muito bem por sociedades que não são cristãs. Os cristãos têm que colocar os olhos em todos os resultados de uma péssima administração da Terra e de uma péssima maneira de governar o mundo, porque os grandes ricos do mundo e os políticos estão a serviço do dinheiro.
Eu estive no grupo internacional que foi convocado pelos movimentos sociais no Brasil para qualificar o impeachment, e chegamos a conclusão de que houve um golpe de Estado, que não tinha jurisprudência para dizer que Dilma havia cometido crime. Isso não é mais que um artifício dos grandes ricos do mundo, que se valem dos serviços que cumprem os políticos para se distanciar de um processo social, de um governo que se preocupava com os pobres.
A prova é que logo no primeiro dia começaram a suspender todos os programas sociais. É uma mostra internacional do cinismo dos políticos atuais. Uma grande parte destes senhores que Temer colocou em seu gabinete são pessoas que tem problemas de corrupção. É um golpe suave de Estado...
*Leia na íntegra. Clique aqui:
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OBRIGADO! “Não sei, não quero, não posso explicar, só sei que sou carmelita e com Jesus vou caminhar”... Parabéns Ordem Terceira do Carmo pela presença dos 756 irmãos e irmãs dos 36 Sodalícios da Província Carmelitana de Santo Elias em Aparecida do Norte no último domingo, 25. Obrigado os Bispos dos Países Lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) e ao Cardeal, Dom Raymundo Damasceno Assis pelas palavras amigas, fraternas e espirituais. Obrigado Dom Murilo Krieger, Arcebispo de Salvador, Primaz do Brasil pelo carinho. Daqui a pouco, veja um novo vídeo no olhar: www.olharjornalistico.com.br (Fotos: Maria Marta Mota Couto e Kesley Duarte, Diamantina-MG).
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Crianças fogem dos conflitos e da violência, mas enfrentam o risco de afogamento em travessias marítimas, desnutrição e desidratação, xenofobia, tráfico, sequestro, estupro e até assassinato.
Por Marieta Cazarré, da Agência Brasil
Lisboa – Relatório divulgado nesta semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), intitulado "Uprooted – the growing crisis for refugee and migrant children" (Desenraizadas – a crescente crise das crianças refugiadas e migrantes, em tradução livre), revela que os menores representam uma percentagem desproporcional e crescente de pessoas que buscam refúgio fora dos seus países de nascimento: são um terço da população mundial, mas representam metade de todos os refugiados.
As crianças que fogem dos conflitos e da violência, enfrentam novos perigos ao longo do caminho, incluindo o risco de afogamento em travessias marítimas, desnutrição e desidratação, tráfico, sequestro, estupro e até assassinato. Nos países que atravessam, enfrentam ainda a xenofobia e a discriminação.
Declaração de Nova Iorque
No próximo dia 19, uma reunião da Assembleia Geral da ONU sobre "Resposta aos Grandes Movimentos de Refugiados e Imigrantes", discutirá, em Nova Iorque, o deslocamento massivo dessas pessoas para consolidar melhoramentos nos mecanismos de proteção daqueles que foram forçados a se deslocar ou que estão em deslocamento contínuo, segundo a Agência da ONU para Refugiados (Acnur).
Melissa Fleming, porta-voz da Acnur, disse, em Genebra, que é muito significativo que 193 estados-membros das Nações Unidas se reúnam para chegar a um consenso sobre qual caminho seguir para conseguir administrar os desafios juntos e da melhor forma. As decisões tomadas na Assembleia ficarão conhecidas como a Declaração de Nova York e servirão como base para futuros acordos.
Na Declaração, os Estados irão declaram sua solidariedade pelas pessoas que foram forçadas a fugir de suas casas, reafirmarão suas obrigações em respeitar de forma plena os direitos humanos dos refugiados e migrantes e se comprometerão a apoiar de forma substancial aqueles países fortemente afetados por movimentações massivas de refugiados e migrantes.
Desenraizados
Em 2015, cerca de 45% de todas as crianças refugiadas sob a proteção da Acnur era proveniente da Síria e do Afeganistão. Aproximadamente 28 milhões de crianças foram expulsas de suas casas pela violência e pelos conflitos dentro e fora das fronteiras, incluindo 10 milhões de crianças refugiadas; um milhão de requerentes de asilo cujos estatutos de refugiados ainda não foi determinada; e uma estimativa de 17 milhões de crianças deslocadas dentro de seus próprios países.
Ano passado, mais de 100 mil menores não acompanhados pediram asilo em 78 países, três vezes mais do que 2014. As crianças não acompanhadas estão entre aquelas com maior risco de exploração e abuso por contrabandistas e traficantes.
De acordo com o relatório do Unicef, a Turquia é o país que acolhe o maior número de refugiados recentes, e provavelmente o maior número de crianças refugiadas no mundo.
O Líbano é o país que mais acolhe refugiados em relação à sua população, com 1 para cada 5 habitantes. Em comparação, há cerca de 1 refugiado para cada 530 pessoas no Reino Unido; e um para cada 1200 nos Estados Unidos.
Uma criança refugiada tem cinco vezes mais probabilidade de estar fora da escola do que uma criança não-refugiada. E, quando tem a oportunidade de frequentar a escola, é mais susceptível à discriminação, incluindo o tratamento injusto e o bullying.
Nas Américas
Quatro em cada cinco crianças migrantes nas Américas vivem em apenas três países: Estados Unidos, México e Canadá. São 6,3 milhões de crianças migrantes, o que representa 21% do total mundial.
Um em cada 10 migrantes nas Américas é uma criança, mas essa média esconde duas realidades distintas: as crianças constituem uma proporção relativamente pequena de migrantes vivendo na América do Norte, na América do Sul e no Caribe (8%, 15% e 15%, respectivamente), mas representa 43% de todos os migrantes vivendo na América Central.
Segundo o relatório, o aumento significativo no número de crianças apreendidas na fronteira sul dos Estados Unidos reflete as difíceis condições em seus países de origem e deixam clara a importância de uma legislação migratória e de políticas para as crianças da região.
Ações de proteção
O documento aponta para ações específicas de proteção a crianças refugiadas e migrantes no mundo, em particular as não-acompanhadas, contra a exploração e a violência e defende o fim da detenção de crianças requerentes de asilo ou refúgio, através da introdução de alternativas práticas.
O texto defende, ainda, a manutenção das famílias unidas como a melhor forma de proteger as crianças, assim como garantir acesso a educação, saúde e outros serviços de qualidade, além de promover medidas para combater a xenofobia, a discriminação e a marginalização. Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br
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Vídeo clip do CD- Levanta Elias. Música: “Levanta Elias”. Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 24 de setembro-2016. Para adquirir este CD, entre em contado com o Frei Petrônio através do e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. DIVULGAÇÃO: www.olharjornalistisco.com.br
Você pode adquirir através da loja virtual do irmão Vicente da OTC de São José dos Campos/SP. Clique aqui: http://karmell.loja2.com.br (CATEGORIA ANO ELIANO MISSIONÁRIO).
Levanta Elias. (1º Reis, 19, 1-18)
Letra e Música: José Petrônio de Miranda
Levanta Elias, levanta, é hora de caminhar./ Levanta Elias levanta, é hora de Evangelizar. (bis)
1- No fogo e no furacão, o Senhor aí não está. Na brisa suave Elias, Ele sempre, sempre vai passar. Elias do fogo e da espada, contigo vamos caminhar. Com os olhos de misericórdia, O Senhor vem abençoar.
2-Não basta falar do sagrado, é preciso sempre acreditar. Nas noites escuras da vida, O Senhor vem iluminar. No Monte Carmelo lutastes, O Senhor fostes defender. Agora Elias na dor, Ele vem, vem te Proteger.
3-Na pobre viúva chorando, com fome e seu filho a morrer. O Deus do Profeta Elias, vai logo, logo socorrer. No encontro da brisa suave, buscastes forças pra andar. Ensina-nos ó Santo Elias, na vida peregrinar.
4- Olhando o povo que sofre, sem ter esperança e valor. Mostrai-nos ó Profeta Elias, a nuvenzinha do Senhor. Profetas e Profetisas, souberam Evangelizar. No Monte Carmelo Elias, o Cristo vamos encontrar.
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Esta música faz parte do CD- Levanta Elias. Você pode adquirir através da loja virtual do irmão Vicente da OTC de São José dos Campos/SP. Clique aqui: http://karmell.loja2.com.br (CATEGORIA ANO ELIANO MISSIONÁRIO).
Sou Carmelita.
Letra e Música: José Petrônio de Miranda
Não sei, não quero, não posso explicar. /Só sei que sou carmelita e com Jesus vou caminhar. (bis).
1-Não me venha criticando, querendo interrogar. Quem encontra o Carmelo não precisa explicar. Eu uso o Escapulário, gosto muito de rezar. / Eu leio a Palavra de Deus, dia e noite vou meditar. (bis)
2- Eu gosto de correr, na academia vou malhar. Afastar o pessimismo, que venha me devorar. Detesto a inveja, e só quem sabe criticar. / Vamos viver o Carmelo seja em qualquer lugar. (bis)
3- Não me pergunte se sou santo, eu não estou no altar. Só sei que sou carmelita, não venha me perturbar. No mundo digital, eu quero navegar. / Falar do amor de Deus e com Maria vou caminhar. (bis)
4- Pedalando, de busú, de metrô ou a caminhar, com os santos carmelitas, no Carmelo eu vou chegar. Não sou santo não sou profeta, mas também eu vou gritar. /Subir o Monte Carmelo, pra Jesus Cristo encontrar. (bis)
5- Com Teresa e Teresinha, eu aprendi a rezar. Com a força de Elias, nos quatro cantos vou gritar. Chega de tanta conversa, e também de blá, blá. / Eu termino o meu canto e no Carmelo vou morar. (bis)
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Imagens do Encontro da Ordem Terceira do Carmo em Aparecida do Norte, São Paulo no domingo, 25 de setembro- Final do Ano Eliano Missionário Carmelita. No vídeo, o Frei Carlos Mesters canta, CONFIDÊNCIA. Esta música faz parte do CD- Levanta Elias. Você pode adquirir através da loja virtual do irmão Vicente da OTC de São José dos Campos/SP. Clique aqui: http://karmell.loja2.com.br (CATEGORIA ANO ELIANO MISSIONÁRIO). CÂMERA E REPORTAGEM: Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista. Convento do Carmo da Bela Vista/ SP. 25 de setembro-2016 DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
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Programação da Missa das 8h (TV APARECIDA)
Altar Central - Missa das 8h
Presença dos Bispos dos Países Lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste).
Preside: Dom Raymundo Damasceno Assis
Concelebram os Frades Carmelitas:
Freis; Petrônio, Fernando, Adailson, Alonso, Geraldo Bezerra, Carlos Mesters e Reinaldo.
PROGRAMAÇÃO
8 h - Missa na Basílica
Com Dom Raymundo Damasceno
9.30 h- Auditório no sub- solo (Próximo à casa do pão)
Acolhida
Paulo Dhaer, coordenador a Comissão Provincial da Ordem Terceira do Carmo.
Mensagem do Frei Adailson dos Santos, representando o Padre Provincial, Frei Evaldo Xavier.
Frei Petrônio de Miranda, Delegado Provincial da Ordem Terceira do Carmo.
10 h - Conferência.
Frei Carlos Mesters, O. Carm.
Tema: Elias passa o manto para Eliseu... A Missão continua: Uma reflexão sobre a importância do despertar da continuidade do Profetismo e Missão de Santo Elias nos Sodalícios através de novos Profetas e Profetisas.
10.45 h - Dinâmica
11 h - Retrospectiva da Peregrinação.
(Depoimentos dos Priores, Prioras e Frades que estiveram envolvidos na Missão)
11.30 h - Conferência.
Irmã Thereza, da Comissão Provincial para formação. (Sodalício da Ordem Terceira do Carmo de Vicente de Carvalho)
Tema: Pegar o Manto de Santo Elias... A Missão continua!
12h - Considerações finais.
Mensagem do Frei Petrônio de Miranda, Delegado Provincial.
(Homenagens aos colaboradores e nova Missão Com Santo Elias Peregrino).
DIPLOMA HONRA AO MÉRITO DA ORDEM TERCEIRA DO CARMO, PARA:
1-Maria Lúcia Santos Silva
São Bernardo do Campo/SP.
2-Mara, Taubaté/SP.
3-Frei Carlos Mesters, Angra/RJ.
4-Minitamontenegro, Jacobina-BA.
5-Thereza/ RJ
6-Marta/ Juiz de Fora
7- Assunta Petruccelli/ RJ.
8-Marlene (Grupo de Cantos do Carmo da Lapa/RJ).
9- Frei Victor Octávio Kruger Júnior, O. Carm.
10- Irmã Natalina Grande, O. Carm
11- Frei Eduardo, O. Carm.
Carmo de Brasília.
12- Frei Adailson dos Santos, O. Carm.
Carmo do Rio de Janeiro.
13- Frei Alan Fábio, O. Carm.
Unaí-MG.
14- Frei Raimundo Brito, O. Carm.
Carmo de Salvador-BA.
15- Frei Evaldo Xavier, O. Carm.
Provincial,
16- Frei Reinaldo Rodrigues, O. Carm.
Carmo de Angra.
17- Frei Geraldo Bezerra, O. Carm.
Província Carmelitana Pernambucana.
18- Frei Messias Oliveira, O. Carm.
Província Carmelitana Pernambucana
(Com informação de; Frei Petrônio de Miranda, Carmelita. E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)
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Caros Irmãos, linda programação de encerramento do Ano Eliano. Obrigada pelo envio dos anexos, sobretudo a fala do Pe. Geral.
Atenciosamente em Cristo e Maria Santíssima do Carmo.
Ir. Vera Lúcia
Filhas de Santa Teresa de Jesus
Crato CE
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Altar Central - Missa das 8h
Presença dos Bispos dos Países Lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste).
Preside: Dom Raymundo Damasceno Assis
Romaria da Ordem Terceira do Carmo - Província Carmelita de Santo Elias
Fonte: http://www.a12.com/santuario-nacional/institucional/detalhes/eventos-e-romarias
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O Arcebispo da Diocese de Leopoldina, na Zona da Mata de Minas Gerais, Dom José Eudes, suspendeu a atividade do sacerdócio do padre Eduardo Abreu na segunda-feira.
O religioso se filiou ao PCdoB, desobedeceu ordens superiores e se candidatou a vereador na pequena Visconde do Rio Brando (MG).
A cúpula da CNBB em Brasília acompanha atenta a desenrolar da situação 'profana' – e, claro, a desenvoltura do sacerdote nas urnas.
No ofício da Cúria – Leia aqui o documento oficial e veja parte abaixo – o arcebispo cobra obediência aos parâmetros da Igreja Católica, e que a suspensão da atividade do sacerdócio vale em 'toda a face da terra', sob risco de expulsão do Estado Clerical se insistir na desobediência.
A Igreja há décadas autoriza padres licenciados a se candidatarem. Muitos deles foram ou ainda são prefeitos, vereadores. Há ainda dois padres deputados federais, o padre João (PT-MG) , e o padre Luiz Couto (PT-PB). No mandato passado ainda havia o Padre Zé (PT), do Ceará.
O problema desta vez e a cizânea na cúria foi o fato de o religioso ter se filiado ao PCdoB . Tradicionalmente os dois lados não batem.
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O Conselho dos Cardeais debateu a possibilidade de alterar o questionário utilizado na sondagem sobre a adequação de candidatos ao episcopado. A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada por Vatican Insider, 14-09-2016. A tradução de Isaque Gomes Correa.
Um dos tópicos discutidos recentemente pelo C9, o conselho dos nove cardeais assessores do Papa Francisco para a reforma da Cúria e do comando da Igreja, tinha a ver com o processo de nomeação de bispos. O procedimento, que sempre segue um certo grau de discrição – a decisão final depende de quantas e quais pessoas são interrogadas –, não deverá aparentemente ser reformado. O que deverá ser alterado é o questionário utilizado.
Na realidade, existe um questionário empregado pelas nunciaturas para obter informação em que se pergunta a clérigos e leigos sobre a adequação de um determinado candidato. O C9 sugeriu redigi-lo, seguindo uma abordagem “mais pastoral”, que seja mais “biblicamente inspirado” e que possua uma “abordagem mais espiritual”. Isso o deixaria com um ar menos burocrático e jurídico.
Essas alterações, no entanto, não deverão ser entendidas com relação ao perfil dos candidatos ao episcopado. Já existem documentos produzidos pelo magistério recente que dão uma descrição abrangente das qualidades que um clérigo deve possuir a fim de liderar uma diocese. Em vez disso, as mudanças se referem, sobretudo, ao indivíduo que está sendo interrogado, seja ele membro do clero ou leigo. A pessoa precisará estar cada vez mais cônscia do fato de estar dando informações sigilosas à Santa Sé e que se deseja que ela entre no estado de espírito de alguém que está ajudando na escolha de um pastor.
O processo de nomear bispos já passou por numerosas reformas ao longo da história e foi influenciado por autoridades civis. Problemas ligados a “panelinhas” e grupos existiram e continuam existindo. Dependendo do período, ênfases diferentes são dadas, destacando os aspectos do perfil de um candidato que estão mais em sintonia com o pontificado em vigor.
Ao olhar para as nomeações episcopais feitas durante o pontificado de Francisco, parece haver uma preferência por candidatos que tenham experiência como párocos. A figura que surge como o candidato ideal nos discursos do papa é a de um bispo que está em meio ao seu rebanho, confirmando o seu povo na fé, mas caminhando com ele. São bispos peritos em humanidade, graças ao conhecimento deles das situações existenciais concretas que as pessoas vivem. Em sua alocução à assembleia da Conferência Episcopal Italiana em maio de 2015, o papa explicou que o que a Igreja precisava era não de “bispos-pilotos”, mas de “bispos pastores” que tenham condições de reforçar o papel “indispensável dos leigos dispostos a assumir as responsabilidades que lhe correspondem”.
A Igreja, disse Francisco já em fevereiro de 2014, “não precisa de apologistas para suas causas nem de cruzados paras suas batalhas”, bispos que não sejam escolhidos “pelas nossas pretensões, condicionadas por eventuais ‘escuderias’, camarilhas ou hegemonias”. São bispos que permanecem em suas dioceses e não ficam viajando, gastando o seu tempo em “reuniões e congressos”. Bispos que são selecionados pelo Vaticano porque foram “escolhidos pelo Espírito Santo”, pedidos pelo “santo povo de Deus”, testemunhos da ressurreição, proclamadores da salvação, capazes de agir não “para eles mesmos” mas para a “Igreja, para a grei, sobretudo para aqueles que segundo o mundo são descartáveis”.
Nessa ocasião, Francisco disse ainda que os bispos devem ser “pacientes” porque “sabem que o joio nunca será muito, capaz de invadir o campo (…) Dizem que o Cardeal Siri costumava repetir: ‘São cinco as virtudes de um Bispo: a primeira é a paciência, a segunda é a paciência, a terceira é a paciência, a quarta é a paciência e a última é a paciência com aqueles que nos convidam a ter paciência’”.
O questionário alterado deverá ser revisto pelas três congregações vaticanas diretamente envolvidas nas nomeações episcopais: a Congregação para os Bispos, a Congregação para as Igrejas Orientais e a Propaganda Fide [mais conhecida como a Sagrada Congregação para a Evangelização dos Povos]. Ligada a este tema está a questão dos núncios apostólicos, que também foi abordada na sessão do C9 que terminou nesta quarta-feira, 14 de setembro. O Jubileu deles deverá ser celebrado em Roma nos próximos dias e o Papa Francisco irá dirigir-se a eles com um discurso. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br
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Na Regra Carmelitana a oração, antes de ser um precioso exercício, constitui-se numa postura dinâmica no sentido do “Vacare Deo”, com seu caráter de continuidade, conduzindo a uma dependência de Deus, buscado na própria vida, em cada situação e aspecto da realidade quotidiana.
Por isto, segundo a Regra, o carmelita deve concretizar a oração numa atitude vital, tornando-se sempre disponível ao encontro com o Senhor, deixando-se tomar e conduzir por Ele, saboreando sua presença, buscada e experimentada na realidade da vida, nas várias circunstâncias que formam o seu quotidiano.
O “Vacare Deo” produz, como consequência, o desenvolvimento mais profundo da dimensão contemplativa do ser humano, levando-o à total transformação de seu mundo relacional: sair dos próprios esquemas mentais para, em Deus, ver a realidade com os seus “olhos” e amá-la com o seu “coração”, em cada um dos momentos da vida que se tornam momentos de salvação, doados a cada um, “enquanto espera o retorno definitivo do Senhor” (Regra, n. 24).
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