24 ANOS DE SACERDÓCIO: Homenagem do Olhar.
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24 ANOS DE SACERDÓCIO: Homenagem do Olhar. por olharjornalistico
ANO ELIANO MISSIONÁRIO-2016: Elias no deserto
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Beato Frei Tito Brandsma, Carmelita, Mártir e Jornalista.
(Tradução: frei Bento Caspers, O. Carm. e Dom Vital Wilderink, O. Carm. Im Memoriam)
Elias, ao se ver abandonado, fugiu para o deserto e, desanimado, jaz prostrado por terra. Aparece-lhe um anjo que lhe ordena comer um pão assado sob cinzas, pão que o próprio anjo lhe dá. Come e recobra as forças. Por indicação do anjo, prossegue a caminhada pelo deserto até a montanha santa do Horeb. A Deus se lhe manifesta no sussurro de urna brisa suave. Agora se sabe unido a Deus, vê a Deus diante de si. "Deus vive - exclama - e estou em sua santa presença". Na confortadora certeza da presença divina, na convicção de estar diante de Deus, põe-se a executar a tarefa que Deus lhe confiara. Quando esta missão lhe permite uma breve trégua, volta a. solidão do Carmelo, a fim de confirmar e fortalecer a sua união com o Senhor, nesse retiro.
Lições contidas no episódio
1- Ao vermos nossa miséria e fraqueza, também nós nos sentimos arniúde desanimados. O mesmo acontece quando vemos a nossa vida aparentemente tão inútil e infrutífera para nós mesmos e para os outros. Mas o anjo de Deus, o anjo da guarda, virá então consolar-nos e encorajar-nos com as suas inspirações salutares.
2- O pão que o anjo deu de comer a Santo Elias é figura do Pão Celestial da Eucaristia, que nos foi preparado por Jesus na Sagrada Paixão. "Piscis assus Christus est passus" (Peixe assado é Cristo padecido). "Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei".
3- Unidos a Jesus, poderemos também nós atravessar o deserto da vida com Santo Elias, até chegarmos ao monte santo da visão beatífica. "Per aspera ad astra" (Pelas asperezas até os astros).
4- O sussurro da brisa, no silêncio, símbolo da humildade e da mansidão, representa a voz de Jesus a nos dizer: "Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e achareis repouso para as vossas almas".
5 - Como Santo Elias, devemos ter sempre diante dos olhos do Deus vivo, crer-nos sempre na sua santa presença e assim executar a nossa tarefa.
6- A fim de guardar e consolidar esta crença - sempre que as nossas atividades o permitirem - devemos refugiar-nos na solidão e no silêncio do Carmelo.
Colóquio com Santo Elias
Alegrar-nos com ele pelo fato de que Deus nos manda o seu anjo, nas horas de dificuldades e desânimo, a fim de indicar-nos o caminho da contemplação divina e a fim de mostrar-nos, no Pão celeste, o alimento capaz de revigorar-nos para andar sem desfalecimento no caminho do deserto. Pedir-lhe que nos alcance a forca necessária para levantar-nos, á palavra do anjo, para comermos o Pão do céu e nos pormos a caminho. Deve alegrar-nos sobremodo o fato de avistarmos no horizonte a montanha sagrada, a perspectiva do céu. Sentir como Santo Elias o antegozo do paraíso. Predispor-nos para o exercício da presença de Deus no silêncio do nosso coração. Compenetrar-nos profundamente desta santa presença e viver nela.
oração..
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Frei Petrônio de Miranda, O. Carm
Comunidade Carmelita da Vila Kosmos- Vicente de Carvalho, Rio de Janeiro. 1º de agosto-2025.
O que é rezar?
É aceitar-se humano, limitado e frágil
É sair do nosso individualismo
É saber silenciar nas agitações diárias
É reconhecer-se pecador
É não se fingir santo ou devoto.
O que é rezar?
É solidarizar-se com o indigente
É acolher o pobre, a viúva e o órfão.
É abrir os olhos para a realidade
É ser crítico, enérgico e sensível.
É sujar as mãos em defesa da vida.
O que é rezar?
É perceber Deus nos guiando
É ser humilde e humano
É trilhar o caminho estreito
É assumirmos as virtudes de Maria
É ver Deus nas noites escuras da vida.
O que é rezar?
É um diálogo amigo e fraterno
É um momento não de pensar, mas de amar.
É ver o mundo com os olhos de Deus
É escutar o silêncio, sentir-se amado.
É se identificar com o Crucificado.
O que é rezar?
É não ter medo de se olhar e se ver pecador
É caminhar na contra mão e encontrar Deus
É descer na sujeira da vida e purificar-se
É esperar por Deus e com Ele caminhar
É não ter medo de sim e também não.
O que é rezar?
É silenciar diante da morte
É acreditar na manhã da ressurreição
É saber falar e calar-se para Deus agir
É enfrentar a cruz com os pés no chão
É não fugir da realidade ou fingir que não a vê.
O que é rezar?
É não se preocupar com as palavras
É não ter medo de ser frágil como um vaso
É ser comunidade e sonhar juntos pelo novo dia
É poder viver intensamente os momentos comuns
É não ter a pretensão de aprisionar o sagrado
Rezar e amar sem cobrar nada ou exigir coisas.
31 DE AGOSTO-2025... Agradecer
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31 DE AGOSTO-2025... Agradecer, Agradecer, Agradecer sempre e sempre! www.olharjornalistico.com.br www.instagram.com/freipetronio
Tarde Te Amei!...
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Santo Agostinho
Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova!
Tarde demais eu te amei!
Eis que habitavas dentro de mim e eu te procurava do lado de fora!
Eu, disforme, lançava-me sobre as belas formas das tuas criaturas.
Estavas comigo, mas eu não estava contigo.
Retinham-me longe de ti as tuas criaturas, que não existiriam se em ti não existissem.
Tu me chamaste, e teu grito rompeu a minha surdez.
Fulguraste e brilhaste e tua luz afugentou a minha cegueira.
Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por ti.
Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de tua paz…
19 de junho-2025- Corpus Christi despedaçado.
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Por; Frei Petrônio de Miranda, O. Carm, Padre Carmelita e Jornalista.
Convento do Carmo, São Paulo. 06 de maio-2012.
Atualização: Comunidade do Carmo de Vicente de Carvalho- Vila Kosmos- Rio de Janeiro. 19 de junho-2025, Festa de Corpus Christi.
Ó Jesus no ventre materno
Em Maria a gerar.
Olha para as mães grávidas
Sem família e sem um lar.
Junta todos os pedaços
De sangue, suor e dor.
Ó meu Jesus Eucarístico
Vem mostrar o teu amor!
Sacramento de unidade
Pão da vida salutar.
Os Sem-Teto chorando
Nas ruas a caminhar.
Das balas e dos arrastões
A todos nós vem livrar.
Ó meu Jesus Eucarístico
Venha logo nos saciar!
Com os Mártires da Guerra
Na Faixa de Gaza a gritar.
Nos Países Africanos
O sangue a derramar.
Estas vidas em pedaços
Na Ucrania a chorar.
Ó meu Jesus Eucarístico
A todos vem acalmar!
Partilhar a Boa Nova
Nas Mídias denunciar.
As crianças no Irã
E em Israel a gritar.
Ó meu Jesus Eucarístico
Vem logo nos libertar.
Livra-nos dos ditadores
E da violência a reinar!
A Natureza sangrando
O homem a dominar.
Destrói do nosso país
A Fake News a se espalhar.
Ó meu Jesus Eucarístico
Vem logo nos confortar.
As vidas despedaçadas
Os cacos venha juntar!
As comunidades Quilombolas
Os indígenas a lutar.
Suas vidas em pedaços
Com medo de caminhar.
Ó meu Jesus Eucarístico
Este povo a suplicar.
Quebra todas as correntes
Que possa aprisionar!
A Inteligência Artificial
Entrando em nosso lar.
Ó meu Jesus Eucarístico
Venha nos orientar.
Deleta os homofóbicos
Ensina-nos a caminhar.
E com o Papa Leão XIV
Pela paz vamos rezar!
O trabalhador rural
De sol a sol a lutar.
Nas Cracolândias da vida
A juventude a vagar.
Ó meu Jesus Eucarístico
Vem conosco caminhar
Liberta dos nossos vícios
A todos venha curar!
Se depender de oração
Este povo vai salvar-se.
Com as novenas e rezas
Todos sempre a clamar.
Mas as vidas em pedaços
Quem poderá ajuntar?
Ó meu Jesus Eucarístico
Venha nos conscientizar!
Nas eternas noite escuras
das Guerras e do pavor.
Livra-nos dos governantes
Sem carinho e sem amor.
Ó meu Jesus Eucarístico
Vem logo nos levantar.
Afasta-nos dos fanáticos
E da religião a explorar!
Em cada cidade clamamos
Meu Jesus libertador.
Olha por estas famílias,
Com carinho e com amor.
Ó meu Jesus Eucarístico
Do tráfico vem libertar
A estas vidas em pedaços
A tua paz vem nos dar!
LOUCURA: A aventura pela sobrevivência dos moradores de Rua em São Paulo.
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Frei Petrônio de Miranda, O. Carm
Após longas e intermináveis noites de calor, manhã de sol, tarde de raios, trovões, relâmpagos e chuvas intermináveis, finalmente chegou o dia 20 de março de 2013. Era o início de mais uma estação.
O outono despontava naquela manhã cinzenta, chuvosa e fria. Sim, cinzenta e fria como as diversas vidas enroladas nos pedaços de cobertores e panos velhos da Praça da Sé, centro da capital paulista. Os transeuntes evitavam olhar para tais loucos de uma sociedade enlouquecida no grande hospício a céu aberto.
Os pastores gritavam anunciando o apocalipse. O turista contemplava a beleza arquitetônica da Catedral da Sé, a imagem de José de Anchieta em volta dos índios lembrava a fundação da cidade e os tempos das aventuras jesuíticas para salvar almas. Aquela praça não tem dono, raça ou cor.
Todos tem uma história para contar, uma alegria para partilhar ou uma desgraça para lamentar. O nome é Pedro, Francisco, Teresa, Josefa, Maria... São nomes com histórias, vidas roubas, quebradas e enlouquecidas pelo corre-corre da cidade grande desumana, violenta e fria. E você, qual o seu nome?
“Qual o meu nome? O nome é Alcides Pereira dos Santos. De onde eu sou? Sou do Paraná, Colorado no Paraná. Quanto tempo eu vi pra cá? Faz 90 dias. Se eu moro na rua? Eu tou em situação de rua. Tava num abrigo, no abrigo que tava fechou as portas. Agora tou dormindo enfrente do Corpo de Bombeiros, eles tão me ajudando até a Santa Casa pro tratamento de retornar que não tenho outro lugar pra ficar, um meno dormir lá na frente só. Por que eu vim pra São Paulo? Pro tratamento de câncer e miopia que essa semana retrasada cai duas vezes dento do bueiro! Que sem enxergar, que enxerga mal, até machucada a perna ainda, bati a testa, deslocou a clavícula que ainda dói ainda. Quando foi ontem fui no mercado buscar umas frutas, o resto das frutas pra gente comer, cai foi no esgoto. E só era barro! Cai dento e ficou lama até aqui no meio da canela e a coluna tá descolada e piorou a situação”.
Sou viajante, cruzo montanhas, ultrapasso barreiras, derrubo muros e saio em aventura na busca por novas experiências nas grandes cidades. Sou pobre, não tenho nada, mas sinto uma força que me joga nas estradas da vida. O que faço para viajar? Como vim para São Paulo? De carona? “Não, não foi bem de carona, uma pessoa deu assistência pra chegar até aqui”.
Tenho a minha história. Ela é só minha e de mais ninguém! Gosto da vida e luto para sobreviver nas ruas, becos e vielas da cidade grande. Porém eu tenho um problema sério. Como assim? Não entendi. Que problema?
“O cabelo tá caindo tudo, mas Deus é maior e não vai deixar acontecer o pior comigo. Eu tenho que continuar com o tratamento se não fica cego e se ficar cego vira catarata então tão me ajudando o máximo possível”.
No corre-corre desta Praça lembro-me da minha família. Aqui não estou sozinho, não sou mais um peregrino. A lembrança do meu passado me dar animo para viver o presente. Sim, lembro-me da luta da minha esposa, a alegria da minha filha ao acordar de manhã e se preparar para ter mais um dia de aula. Sim, nos jovens passando nestas ruas vejo o olhar do meu filho como se estivesse me pedindo um pouco de amor e uma palavra de carinho. Mas o senhor tem esposa e filhos ou está viajando, inventando histórias?
“Sou casado e tenho dois filhos, Andressa com dois s e Carlos Eduardo. Ela tem 19 e ele tem 17. O nome da minha mulher é Ana Lúcia. Por que eu deixe a minha família? Por causa desse tratamento porque lá a medicina não tá avançada como na capital então tive que procurar outro lugar se não tava ficando cego. Se a família sabe que eu moro na rua? Mais ou menos. As condições também tá precárias e não tem como dá uma existência de lá pra cá. Tem que se virando como Deus quer”.
Nasci em uma cidade pequena de Santa Catarina. Os 22 dois mil habitantes de Colorado são amigos. Lá todos se ajudam e gostam de dar um bom dia, uma boa noite. Somos amigos e gostamos de conversar, parar, estender as mãos. Sim, lá as pessoas são calmas e geralmente vivem tranquilas sem muitas preocupações. São Paulo não, aqui todos vivem correndo, olha com desprezo e parece que estão com medo. Medo? Mas o senhor tem medo de viver nas ruas?
“Tou apavorado! Sem destino sem saber se vai pra direita, pra esquerda, ponde vai. Sempre dependendo de um auxílio. Esse tempo todo, sempre dependendo de um auxílio”.
Segunda-feira 3 de fevereiro- 2025: Olhar do Frei Petrônio de Miranda.
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"Nem todos que se dizem cristãos são amigos, verdadeiros e justos. Judas era seguidor de Jesus. Não esqueça!" Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/RJ.
Agosto Vocacional: A Ilusão de uma vocação-01
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Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita e Jornalista.
Comunidade Carmelitana da Vila Kosmos- Vicente de Carvalho, Rio de Janeiro. Segunda-feira, 19 de agosto-2024.
Você, sim, você mesmo! Quer entrar para o Convento, Mosteiro, Seminário ou Comunidade de Vida para conviver com Santos?! Ai, ai. Cai fora enquanto é tempo! Em tais casas de formação você vai se deparar com seres humanos cheios de defeitos, tais como; Arrogância, vaidade, autossuficiência, sede de poder, falsidade, rede de mentiras e intrigas, balacobaco e fuzuê. Escandalizado! Então morra e procure uma vida perfeita no céu- isto se você for para o paraíso- ou seja, somos seres limitados, imperfeitos e buscamos a perfeições nas quedas e peripécias da vida.
Se tais jovens fossem reclamar no “procon” vocacional, tais Ordens Religiosas, Comunidades de Vidas, Mosteiros e Seminários, já estariam pobres sem ter onde “cair morto”. Em outras palavras, estou querendo dizer que em tais comunidades apresenta uma realidade falsa. Se fala muito em oração, fraternidade e contemplação e finge viver uma vida perfeita e de santidade- muitas vezes com mensagens vocacionais angelicais- e a vida não é lá tão angélica!
Viver “fora” do convento e de tais casas de formação é muito duro. Sobreviver enfrentando as balas perdidas, os arrastões, os assalto e a violência diária não é fácil, conseguir vencer na vida neste mundo competitivo e desumano é uma eterna guerra é só vence quem é forte e criativo em suas ações e, muitas vezes- cansados desta competividade- tais jovens procura seguir uma caminhada vocacional fora desta verdade cruel do toma lá dá cá. Pensam eles que, enquanto frades, freiras, monges, seminaristas ou missionários, estão “foro do mundo” dentro de uma realidade sacral e imaculada.
Na maioria das vezes- 99, 9% - de quem procura seguir uma vocação religiosa ou sacerdotal veio de uma comunidade pobre só que, encantados com a estrutura da instituição, tornam-se burgueses com o “rei na barriga”. O Sumo Pontífice, o Papa Francisco, diversas vezes fala no “sentir o cheiro das ovelhas”, ou seja, tais consagrados saíram do povo e devem às 24 horas está em contato com o povo, caso o contrário, tornam-se “detentores do sagrado” e verdadeiros estrupícios e ditadores.
Não podemos esquecer que a vida de uma casa de formação é muito mais que uma mera devoção e amor ao fundador ou a Nossa Senhora- Muitas vezes falsa- e descomprometida com o Evangelho e com os Pobres. As vezes nos deparamos com verdadeiros “anjos” de Deus em tais casas, mas na verdade, estão decaídos; verdadeiros devotos de Santa Teresinha do Menino Jesus que exalam rosas no falar, mas na verdade são incapazes de amar e serem irmãos e amigos de caminhada. Enfim, nós- todos nós- que já estamos na caminhada, precisamos nos penitenciar e parar dessa falsa santidade que nem o diabo aguenta. E tenho dito!
Edith Stein: virgem e mártir Carmelita: 9 de agosto.
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No vídeo, o Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita e Jornalista, atualiza o martírio da Santa do Dia- Santa Teresa Benedita da Cruz, conhecida como Edith Stein, assassinada em 9 de agosto de 1942. Ela é Co-padroeira da Europa: “Uma eminente filha de Israel e filha fiel da Igreja” (São João Paulo II). Comunidade Carmelitana da Vila Kosmos, Vicente de Carvalho- Arquidiocese de São Sebastião do Rio de janeiro. 8 de agosto-2024.
Evangelho Dominical: Milagres ou Compromisso?
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Evangelho do Dia: Um Olhar - (JO 6, 24-35)- com Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita da Ordem do Carmo e Jornalista. Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Vila Kosmos- Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Domingo, 4 de agosto-2024.
Novena de Nossa Senhora do Carmo: Outro Olhar. 9º Dia
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Devoção e Mentira, é o nono Dia da Novena- reflexão- de Nossa Senhora do Carmo, Com Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita e Jornalista da Ordem do Carmo. Comunidade do Carmo- Paróquia Nossa Senhora do Carmo- Vila Kosmos, Vicente de Carvalho, Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Segunda-feira, 15 de julho-2024.
Novena de Nossa Senhora do Carmo: Outro Olhar. 6º Dia
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Devoção e Família, é o sexto Dia da Novena- reflexão- de Nossa Senhora do Carmo, Com Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita e Jornalista da Ordem do Carmo. Comunidade do Carmo- Paróquia Nossa Senhora do Carmo- Vila Kosmos, Vicente de Carvalho, Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Sexta-feira,12 de julho-2024.
14º Domingo do Tempo Comum, 7 de julho-2024. Evangelho do Dia. (Mc 6,1-6)
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Naquele tempo, 1 Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. 2 Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: "De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos? 3 Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?" E ficaram escandalizados por causa dele. 4 Jesus lhes dizia: "Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares". 5 E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6 E admirou-se com a falta de fé deles. Jesus percorria os povoados das redondezas, ensinando.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Bate Papo Carmelitano: Como fundar uma Ordem Terceira?
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Da série; Bate Papo Carmelitano, o Frei Petrônio de Miranda, O. Carm, Delegado Provincial para Ordem Terceira do Carmo, da Província Carmelitana Fluminense-Carmelitas, e o Paulo Daher, Coordenador da Comissão Provincial para Ordem Terceira do Carmo- Em forma de perguntas e respostas- fala em detalhes, os passos para se fundar um Sodalício da Ordem Terceira do Carmo. Convento do Carmo. São Paulo. 6 de julho-2024.
Evangelho do Dia: Pega a tua cama
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Evangelho do Dia: Um Olhar - (Mt 9,1-8)- com Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita da Ordem do Carmo e Jornalista. Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Vila Kosmos- Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. 4 de julho-2024.
Evangelho do Dia: São Tomé.
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Evangelho do Dia: Um Olhar - (Jo 20,24-29), com Frei Petrônio de Miranda, O. Carm. Padre Carmelita da Ordem do Carmo e Jornalista. Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Vila Kosmos- Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. 3 de julho-2024.
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