Olhar Jornalístico

ANIVERSÁRIO DO FREI: Igreja do Carmo da Lapa/RJ-01

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Publicado em 23 setembro 2014

HOMENAGEM DO OLHAR NESTA SEGUNDA-FEIRA, 22.

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Publicado em 22 setembro 2014

ANIVERSARIANTE DO DIA: Homenagem do Olhar neste sábado.

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Publicado em 21 setembro 2014

ANIVERSÁRIO DO FREI: Mensagens dos internautas-03.

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Publicado em 16 setembro 2014

ANIVERSÁRIO DO FREI: Mensagens dos internautas-01.

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Publicado em 16 setembro 2014

A PALAVRA... Nº 691. Obrigado por mais um ano de Vida.

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Publicado em 14 setembro 2014

OLHAR DO DIA: Retiro em Diamantina-MG, com Frei Petrônio de Miranda.

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Publicado em 07 setembro 2014

A PALAVRA... Nº 681. Um Olhar sobre Arapiraca-AL

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Publicado em 05 setembro 2014

LAGOA DA CANOA/AL: 52 Anos de História.

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Publicado em 03 setembro 2014

OLHAR DO DIA: No Convento do Carmo de São Cristóvão-SE.

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Publicado em 29 agosto 2014

Os 10 golpes mais comuns do Facebook que devem ser evitados

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Publicado em 25 agosto 2014

De acordo com a lista, os truques variam entre a promoção de recursos que não existem na rede social, como trocar a cor da página e também a divulgação de notícias falas

Recentemente, a desenvolvedora de antivírus BitDefender, publicou um estudo que revela os dez golpes virtuais mais comuns encontrados no Facebook nesse ano. De acordo com a lista, os truques variam entre a promoção de recursos que não existem na rede social, como trocar a cor da página e também a divulgação de notícias falas.

Ainda de acordo com a desenvolvedora, o golpe mais conhecido seria o aplicativo falso que promete mostrar o número de visualizações e visitantes do seu perfil. Ao clicar nele, o usuário é levado para um site que tenta instalar um vírus no computador. Em outros casos, esse mesmo vírus esconde um pedido de autorização para publicar em seu nome e fazer posts com links maliciosos.

Confira a lista com os 10 golpes mais populares no Facebook:

1) “Total profile views/visitors”, aplicativo que permite ver o número total de visitantes – 30.20%

2) “Change your Facebook Color/Colour”,  aplicativo para trocar a cor do Facebook – 7.38%

3) Rihanna Sex Tape - falso vídeo da cantora fazendo sexo com seu namorado – 4.76%

4) “Check my status update to get free Facebook T-shirt”, link para ganhar uma camiseta grátis do Facebook – 4.21%

5) ”Say goodbye to Blue Facebook”, outro aplicativo para trocar a cor da rede social – 2.76%

6) “Unsealed. We are giving them away for free”, promoções falsas que dão presentes em troca de curtidas - 2.41%

7) “Check if a friend has deleted you”, aplicativo para ver se um amigo o deletou do perfil – 2.27%

8) “See your top 10 profile peekers here!”, aplicativo para ver quem acessou seu perfil – 1.74%

9) “Find out how to see who viewed your profile”, outra promessa para ver quem acessou o perfil na rede social – 1.55%

10) “Just changed my Facebook theme. It’s amazing”, golpe que promete mudar as cores, ou tema, do site – 1.50%

Fonte: http://www.ibahia.com/

06 de janeiro-2014: 512 Anos de Angra dos Reis: Homenagem do Olhar...

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Publicado em 07 janeiro 2014

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Aniversariante do dia...

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Publicado em 10 novembro 2013

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Quinta-feira 29 de janeiro-2026. Evangelho do Dia- 3ª Semana do Tempo Comum- Com Frei Carlos Mesters, O. Carm

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Publicado em 29 janeiro 2026
  • Artigos do Frei Carlos Mesters,
  • Frei Carlos Mesters,
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  • Carmelita Frei Carlos Mesters,
  • Evangelho do Dia com Frei Carlos Mesters,
  • Mensagem do Frei Carlos Mesters,
  • Frei Carlos Mesters, O. Carm
  • 3ª SEMANA DO TEMPO COMUM

 

1) Oração

Deus eterno e todo-poderoso, dirigi a nossa vida segundo o vosso amor, para que possamos, em nome do vosso Filho, frutificar em boas obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

2) Leitura do Evangelho (Marcos 4, 21-25)

Naquele tempo, Jesus disse à multidão: 21"Quem é que traz uma lâmpada para colocá-la debaixo de um caixote, ou debaixo da cama? Ao contrário, não a põe num candeeiro? 22Assim, tudo o que está escondido deverá tornar-se manifesto, e tudo o que está em segredo deverá ser descoberto. 23Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça". 24Jesus dizia ainda: "Prestai atenção no que ouvis: com a mesma medida com que medirdes, também vós sereis medidos; e vos será dado ainda mais. 25Ao que tem alguma coisa, será dado ainda mais; do que não tem, será tirado até mesmo o que ele tem".

- Palavra da Salvação.

 

3) Reflexão

A lâmpada que ilumina. Naquele tempo, não havia luz elétrica. Imagine o seguinte. A família está em casa. Começa a escurecer. O pai levanta, pega a lamparina, acende e coloca debaixo de um caixote ou debaixo de uma cama. O que os outros vão dizer? Vão gritar: “Pai! Coloca na mesa!” Esta é a história que Jesus conta. Ele não explica. Apenas diz: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça! A Palavra de Deus é a lâmpada a ser acesa na escuridão da noite. Enquanto estiver dentro do livro fechado da Bíblia, ela é como a lamparina debaixo do caixote. Quando ligada à vida e vivida em comunidade, ela é colocada na mesa e ilumina!

Prestar atenção aos preconceitos. Jesus pede aos discípulos para tomar consciência dos preconceitos com que escutam o ensinamento que ele oferece. Devemos prestar atenção nas idéias com que olhamos para Jesus! Se a cor dos óculos é verde, tudo aparece verde. Se for azul, tudo será azul! Se a idéia com que eu olho para Jesus for errada, tudo o que penso sobre Jesus estará ameaçado de erro. Se eu acho que o messias deve ser um rei glorioso, não vou entender nada do que Jesus ensina e vou entender tudo errado.

Parábolas: um novo jeito de ensinar e de falar sobre Deus.  O jeito de Jesus ensinar era, sobretudo, através de parábolas. Ele tinha uma capacidade muito grande de encontrar imagens bem simples para comparar as coisas de Deus com as coisas da vida que o povo conhecia e experimentava na sua luta diária pela sobrevivência. Isto supõe duas coisas: estar por dentro das coisas da vida, e estar por dentro das coisas do Reino de Deus.

O ensino de Jesus era diferente do ensino dos escribas. Era uma Boa Nova para os pobres, porque Jesus revelava um novo rosto de Deus, no qual o povo se re-conhecia  e se alegrava. “Pai, eu te agradeço, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequenos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado! (Mt 11,25-28)”.

 

4) Para um confronto pessoal

1) Palavra de Deus, lâmpada que ilumina. Qual o lugar que a Bíblia ocupa em minha vida? Qual a luz que dela recebo?

2) Qual a imagem de Jesus que está em mim? Quem é Jesus para mim, e quem sou eu para Jesus?

 

5) Oração final

Busquei o SENHOR e ele respondeu-me e de todo temor me livrou. Olhai para ele e ficareis radiantes, vossas faces não ficarão envergonhadas. (Sal 33, 5-6)

Quarta-feira 28 de janeiro-2026. Evangelho do Dia- 3ª Semana do Tempo Comum- Com Frei Carlos Mesters, O. Carm

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Publicado em 28 janeiro 2026
  • EVANGELHO DO DIA,
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  • Carmelita Frei Carlos Mesters,
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  • Frei Carlos Mesters, O. Carm
  • 3ª SEMANA DO TEMPO COMUM

 

1) Oração

Deus eterno e todo-poderoso, dirigi a nossa vida segundo o vosso amor, para que possamos, em nome do vosso Filho, frutificar em boas obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

3) Reflexão (Marcos 4,1-20)

Sentado num barco, Jesus ensina o povo. Nestes versos, Marcos descreve o jeito que Jesus tinha de ensinar o povo: na praia, sentado no barco, muita gente ao redor para escutar. Jesus não era uma pessoa estudada (Jo 7,15). Não tinha freqüentado a escola superior de Jerusalém. Vinha do interior, da roça, de Nazaré. Era um desconhecido, meio camponês, meio artesão. Sem pedir licença às autoridades, começou a ensinar o povo. Falava tudo diferente. O povo gostava de ouvi-lo.

Por meio das parábolas, Jesus ajudava o povo a perceber a presença misteriosa do Reino nas coisas da vida. Uma parábola é uma comparação. Ela usa as coisas conhecidas e visíveis da vida para explicar as coisas invisíveis e desconhecidas do Reino de Deus. Por exemplo, o povo da Galileia entendia de semente, de terreno, chuva, sol, sal, flores, colheita, pescaria, etc. Ora, são exatamente estas coisas conhecidas do povo que Jesus usa nas parábolas para explicar o mistério do Reino.

A parábola da semente retrata a vida do camponês. Naquele tempo, não era fácil viver da agricultura. O terreno tinha muita pedra. Muito mato. Pouca chuva, muito sol. Além disso, muitas vezes, o povo encurtava estrada e, passando no meio do campo, pisava nas plantas (Mc 2,23). Mesmo assim, apesar de tudo isso, todo ano, o agricultor semeava e plantava, confiando na força da semente, na generosidade da natureza.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça! Jesus começou a parábola dizendo: “Escutem!” (Mc 4,3). Agora, no fim, ele termina dizendo: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!” O caminho para chegar ao entendimento da parábola é a busca: “Tratem de entender!” A parábola não entrega tudo pronto, mas leva a pensar e faz descobrir a partir da própria experiência que os ouvintes têm da semente. Provoca a criatividade e a participação. Não é uma doutrina que já vem pronta para ser ensinada e decorada. A Parábola não dá água engarrafada, mas entrega a fonte. O agricultor que escutou, diz: “Semente no terreno, eu sei o que é! Mas Jesus diz que isso tem a ver com o Reino de Deus. O que seria?” E aí você pode imaginar as longas conversas do povo! A parábola mexe com o povo e leva a escutar a natureza e a pensar na vida.

Jesus explica a parábola aos discípulos. Em casa, a sós com Jesus, os discípulos querem saber o significado da parábola. Eles não entenderam. Jesus estranhou a ignorância deles (Mc 4,13) e respondeu por meio de uma frase difícil e misteriosa. Ele diz aos discípulos: “A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus. Aos de fora, porém, tudo acontece em parábolas, para que vendo não vejam, ouvindo não ouçam e para que não se convertam e não sejam salvos!”. Esta frase faz a gente se perguntar: Afinal, a parábola serve para que? Para esclarecer ou para esconder? Será que Jesus usa parábolas, para que o povo continue na ignorância e não chegue a se converter? Certamente que não! Pois em outro lugar Marcos diz que Jesus usava parábolas “conforme a capacidade dos ouvintes” (Mc 4,33)

Parábola revela e esconde ao mesmo tempo! Revela para “os de dentro”, que aceitam Jesus como Messias Servidor. Esconde para os que insistem em ver nele o Messias, Rei grandioso. Estes entendem as imagens da parábola, mas não chegam a entender o seu significado.

A explicação da parábola, parte por parte. Uma por uma, Jesus explica as partes da parábola, desde a semente e o terreno até a colheita. Alguns estudiosos acham que esta explicação foi acrescentada depois. Ela seria de alguma comunidade. É bem possível. Pois dentro do botão da parábola está a flor da explicação. Botão e flor, ambos têm a mesma origem que é Jesus. Por isso, nós também podemos continuar a reflexão e descobrir outras coisas bonitas dentro da parábola. Certa vez, alguém perguntou numa comunidade: “Jesus falou que devemos ser sal. Para que serve o sal?” Discutiram e, no fim, encontraram mais de dez finalidades diferentes para o sal! Aí foram aplicar tudo isto à vida da comunidade e descobriram que ser sal é difícil e exigente. A parábola funcionou! O mesmo vale para a semente. Todo mundo tem alguma experiência de semente.

 

4) Para um confronto pessoal

1) Qual a experiência que você tem de semente? Como ela te ajuda a entender melhor a Boa Nova

2) Que terreno eu sou?

 

5) Oração final

Busquei o SENHOR e ele respondeu-me e de todo temor me livrou. Olhai para ele e ficareis radiantes, vossas faces não ficarão envergonhadas. (Sal 33, 5-6)

Papa americano e religiosos católicos viram pesadelo de Trump

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Publicado em 27 janeiro 2026
  • DONALD TRUMP,
  • Alex Pretti
  • Papa americano
  • Igreja Católica e o governo Trump

Com católicos no governo, Trump buscou aproximação, mas pauta migratória empurrou a Igreja para a linha de frente da resistência

Mais de 100 religiosos de diferentes denominações cristãs foram presos enquanto participavam dos protestos em Minneapolis

 

Manifestantes contrários ao serviço de imigração Estados Unidos durante protesto pela morte do enfermeiro Alex Pretti na semana passada - Octavio Jones/AFP

 

Rodrigo Toniol

Professor de antropologia da UFRJ, é membro da Academia Brasileira de Ciências

Padres, freiras e bispos católicos têm participado ativamente dos protestos contra a política de deportação dos Estados Unidos. O fato não é por acaso. Pelo contrário, é sintomático da tensão crescente entre a Igreja Católica e o governo Trump.

Neste seu segundo mandato, Trump fez movimentos contundentes para se aproximar do catolicismo. Na escolha de J. D. Vance como seu vice, o fato de ele ser um católico convertido de prestígio nos setores mais conservadores contou a seu favor. Outros nomes relevantes da administração Trump também se declaram católicos, como o secretário de Estado, Marco Rubio, e a secretária da Educação, Linda McMahon.

A morte do papa Francisco, apenas três meses depois de Trump voltar ao Salão Oval, também serviu para o presidente chamar a atenção para si. Na ocasião, declarou que poderia ser papa, publicou uma imagem feita por IA em que aparece vestido como pontífice e especulou sobre sua influência no conclave. Pouco depois, viu o primeiro norte-americano ser eleito papa: Leão 14. A convergência entre os dois, no entanto, parece terminar na nacionalidade.

Em novembro de 2025, Leão 14 fez referência à situação dos migrantes nos Estados Unidos e lembrou o evangelho de Mateus: todos serão julgados pela forma como tratam os estrangeiros. No início de 2026, após a invasão americana à Venezuela, defendeu a soberania do país latino.

Se migração e Venezuela são pautas centrais do governo Trump, nos dois temas o Vaticano se colocou na direção contrária. Mas a reação católica não ocorre apenas no plano da política global.

Michael Pham tinha 13 anos de idade quando fugiu do Vietnã em um barco com mais de 100 pessoas, ficou à deriva por dias, até aportar na Malásia. Naquele país, Michael tornou-se refugiado, até obter asilo nos Estados Unidos. Hoje é bispo de San Diego, no sul da Califórnia, na fronteira com o México.

Desde junho de 2025, o bispo de origem vietnamita acompanha pessoalmente os imigrantes quando chegam ao tribunal federal da cidade para as audiências judiciais sobre sua situação migratória.

Na semana passada, dezenas de organizações católicas lançaram uma iniciativa denominada Projeto de Ação Profética Católica para imigrantes, que tem como objetivo fornecer às dioceses ferramentas de pesquisa, comunicação e planejamento estratégico de ação. Na prática, isso significa oferecer proteção aos imigrantes a partir de uma ampla rede católica de apoio.

A iniciativa veio ainda acompanhada de um raro tipo de declaração feita por três membros do alto clero americano. Na segunda-feira (19), os arcebispos de Chicago, Washington e Newark manifestaram preocupação e discordância com os rumos do governo Trump.

Na última sexta-feira (23), mais de 100 religiosos de diferentes denominações cristãs foram presos enquanto participavam dos protestos em Minneapolis. Entre os católicos, o envolvimento na organização dos protestos e na rede de proteção aos imigrantes é crescente. As razões para isso são teológicas, mas também demográficas.

Segundo o Pew Research Center, os hispânicos representam 36% dos católicos do país; os imigrantes, 29%; e os filhos de imigrantes, outros 14%. Este é o elemento-chave da articulação entre a política migratória do governo americano e a reação que tem vindo dessas comunidades religiosas.

Na história recente dos Estados Unidos, a luta por direitos civis teve religiosos entre seus protagonistas, como o pastor batista Martin Luther King Jr. e a freira católica Mary Antona Ebo. Isso não significa que a história se repetirá. Mas o fato de que o primeiro papa americano, membros do clero e comunidades católicas estejam reagindo frontalmente à política migratória de Trump merece atenção. Também serve de antídoto contra leituras apressadas que tratam religiosos, por definição, como base automática do trumpismo. Fonte: www1.folha.uol.com.br

Papa Leão recebe presidência da CNBB em audiência no Vaticano.

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Publicado em 27 janeiro 2026
  • Presidência da CNBB,
  • dicastérios da Cúria Romana
  • cardeal Spengler,

O encontro reforçou os laços de comunhão entre a Igreja no Brasil e o Sucessor de Pedro e integrou a visita anual da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil à Santa Sé, que inclui reuniões com os dicastérios da Cúria Romana.

 

Thulio Fonseca - Vatican News

O Papa Leão XIV recebeu, na manhã desta segunda-feira (26/01), a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), composta pelo presidente, cardeal Jaime Spengler, O.F.M., arcebispo de Porto Alegre; por dom João Justino de Medeiros Silva, arcebispo de Goiânia e primeiro vice-presidente; por dom Paulo Jáckson Nóbrega de Sousa, arcebispo de Olinda e Recife e segundo vice-presidente; e por dom Ricardo Hoepers, bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral.

A audiência insere-se na visita anual que a CNBB realiza ao Vaticano, durante a qual são promovidos encontros com os diversos dicastérios que compõem a Santa Sé. Segundo dom Jaime, o encontro com o Sucessor de Pedro foi “um momento especial para aprofundar o espírito de comunhão e de colaboração entre a Conferência Episcopal do Brasil e o Santo Padre”.

 

Espontaneidade e proximidade 

Na ocasião, afirmou o cardeal Spengler, foi possível partilhar com o Papa as experiências vividas recentemente pela Igreja no Brasil, bem como as repercussões de importantes eventos eclesiais realizados no país, como a COP30. Também foi apresentado um relatório das atividades desenvolvidas pela CNBB ao longo do último ano.

De forma fraterna e descontraída, recordou-se ainda que a última Assembleia Geral da Conferência precisou ser suspensa, uma vez que o pregador convidado para a abertura do encontro foi chamado a assumir o ministério como Sucessor de Pedro. O Papa reagiu com espontaneidade, em um clima de proximidade e cordialidade. O presidente da CNBB destacou que se tratou de um encontro respeitoso e fecundo, no qual foi reafirmada a disposição de colaboração da Igreja no Brasil com o Pontífice, que, por sua vez, manifestou sua proximidade pastoral para com o povo brasileiro.

 

Visitas aos Dicastérios da Santa Sé

A visita da presidência da CNBB a Roma ocorre em um contexto significativo, marcado pela celebração dos 200 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé, realizada na semana passada, e também pelos 15 anos do Acordo Brasil–Santa Sé. Soma-se a isso a memória dos 400 anos das missões no sul do Brasil, que tiveram papel decisivo na formação histórica e territorial do país, tanto na região amazônica quanto no Sul.

Durante esta semana, a presidência da Conferência cumpre ainda a tradição de visitar os diversos organismos da Cúria Romana, promovendo um diálogo fraterno sobre a vida e a missão da Igreja. Nesta segunda-feira, a agenda incluiu também uma visita ao Dicastério para a Comunicação e uma reunião com o prefeito Paolo Ruffini, para dialogar sobre os desafios da comunicação e a missão evangelizadora da Igreja nos meios contemporâneos. Fonte: https://www.vaticannews.va

Uso político da fé não tem fronteiras

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Publicado em 23 janeiro 2026
  • Fé e vida,
  • Política e Religião,
  • Igreja e Poder,
  • Uso político da fé
  • Política e Igreja,
  • Fé e Poder,

Seja em Teerã, Jerusalém, Washington ou Brasília, religiosos tentam impor suas convicções, contribuindo para a violência e o sofrimento humano

Realidade deveria provocar uma reflexão honesta entre os cristãos

 

Marcos Amado

Pastor, teólogo e missionário, é autor do ebook 'Israel, o Armagedom e os Árabes Palestinos' (Martureo, 2019)

Durante os séculos 19 e 20, diversos intelectuais ocidentais acreditavam que o progresso científico e tecnológico levaria, de forma inevitável, à diminuição da influência da religião ao redor do mundo. A modernidade, supunha-se, substituiria a fé pela razão. No entanto, ao observarmos a trajetória da humanidade nos últimos 200 anos, torna-se evidente que tais previsões estavam equivocadas. Longe de desaparecer, a religião continua exercendo profundo impacto político, social e cultural.

Um exemplo emblemático dessa realidade é o Irã contemporâneo. O país que conhecemos hoje é, em grande medida, resultado da Revolução Islâmica de 1979, quando clérigos xiitas assumiram o poder e estabeleceram uma teocracia fundamentada em uma interpretação específica do Alcorão, o livro sagrado do Islã. Para muitos iranianos, aquele momento representou um novo começo: uma esperança renovada, a promessa de prosperidade e o fim da tirania e da corrupção associadas ao regime do xá Reza Pahlavi, apoiado pelo Ocidente.

No entanto, esse sonho não se concretizou. Ao longo das décadas, a repressão religiosa se intensificou, buscando impor à população uma interpretação rígida do islã. Apesar de possuir vastas reservas de petróleo, a economia do país deteriorou-se significativamente. Nos últimos meses, a desvalorização da moeda local agravou ainda mais as condições de vida, levando novamente a população às ruas em protesto.

Uma das causas dessa situação crítica é a insistência da liderança política iraniana em desenvolver a capacidade de enriquecimento de urânio. Oficialmente apresentado como um programa de fins pacíficos, ele é visto por grande parte da comunidade internacional como uma tentativa de alcançar armamento nuclear. Esse projeto consome bilhões de dólares e acaba desviando recursos que poderiam ser destinados às necessidades mais urgentes da população.

Entre os objetivos atribuídos ao regime iraniano por seus discursos e por analistas internacionais, destaca-se o reiterado desejo de ver o Estado de Israel destruído. Isso transforma o Irã em alvo constante de ações militares e cibernéticas por parte de Israel e de seu principal aliado, os Estados Unidos, que também se sentem ameaçados por eventuais mísseis nucleares iranianos. O cenário evidencia a complexa interseção entre política, religião e segurança internacional.

Mas o que leva os aiatolás a se disporem a pagar um preço tão alto? Para muitos observadores, a resposta passa por uma motivação religiosa. Ela está ligada a uma declaração atribuída ao profeta Maomé, registrada não no Alcorão, mas na tradição islâmica. Segundo esse relato, nos eventos escatológicos que antecederiam o fim dos tempos, ocorreria um conflito final no qual os muçulmanos lutariam contra os judeus, culminando numa perseguição total. A partir dessa leitura escatológica, adotada por setores do regime iraniano, a destruição do Estado de Israel seria vista como parte do cumprimento das profecias e da instauração do Reino de Deus.

Essa realidade deveria provocar uma reflexão honesta entre os cristãos. Enquanto líderes xiitas enxergam a destruição de Israel como um passo necessário para o fim dos tempos, algumas correntes teológicas cristãs, inclusive no Brasil, alimentam o desejo de ver a mesquita em Jerusalém destruída e Israel triunfando sobre seus inimigos muçulmanos, acreditando que isso aceleraria o retorno de Cristo. Essa mentalidade contribui para intensificar ações de grupos radicais e reforça a animosidade entre cristãos e muçulmanos.

Foi nesse contexto que a jornalista israelense Noa Landau expressou sua frustração ao afirmar que "o desejo compartilhado pelo apocalipse agora uniu fanáticos religiosos em Teerã, Gaza, Jerusalém e Washington". Ela cita líderes cristãos que pressionam seus governos a oferecer apoio incondicional a Israel, promovendo uma teologia que legitima a guerra como meio de cumprir profecias bíblicas.

Desde os tempos do imperador Constantino, quando a igreja deixou de ser perseguida e tornou-se, gradualmente, a religião oficial do Império Romano, a fusão entre religião e Estado tem se mostrado nociva. No Brasil, nos Estados Unidos e em Israel, grupos religiosos trabalham para impor suas convicções aos governos, contribuindo para a ausência de paz e para o sofrimento humano. Não creio que esse tenha sido o ensinamento deixado pelo Príncipe da Paz. Fonte: https://www1.folha.uol.com.br

Quinta-feira 22 de janeiro-2026. Evangelho do Dia- 2ª Semana do Tempo Comum- Com Frei Carlos Mesters, O. Carm

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Publicado em 22 janeiro 2026
  • Artigos do Frei Carlos Mesters,
  • Frei Carlos Mesters,
  • Biblista Frei Carlos Mesters,
  • Evangelho do Dia com Frei Carlos Mesters,
  • Mensagem do Frei Carlos Mesters,
  • Reflexões de Frei Carlos Mesters,
  • Lectio Divina com Frei Carlos Mesters,
  • Frei Carlos Mesters, O. Carm
  • 2ª Semana do Tempo Comum-A

 

1) Oração

Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

2) Leitura do Evangelho  (Marcos 3,7-12)

Naquele tempo, 7Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galiléia o seguia. 8E também muita gente da Judéia, de Jerusalém, da Iduméia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. 9Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse.

10Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. 11Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: "Tu és o Filho de Deus!" 12Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.

- Palavra da Salvação.

 

3) Reflexão

A conclusão a que se chega, no fim destes cinco conflitos (Mc 2,1 a 3,6), é que a Boa Nova de Deus tal como era anunciada por Jesus dizia exatamente o contrário do ensinamento das autoridades religiosas da época. Por isso, no fim do último conflito, se prevê que Jesus não vai ter vida fácil e será combatido. A morte aparece no horizonte. Decidiram matá-lo (Mc 3,6). Sem uma conversão sincera não é possível as pessoas chegarem a uma compreensão correta da Boa Nova.

Um resumo da ação evangelizadora de Jesus. Os versículos do evangelho de hoje (Mc 3,7-12) são um resumo da atividade de Jesus e acentuam um enorme contraste. Um pouco antes, em Mc 2,1 a 3,6, só se falou em conflitos, inclusive em conflito de vida e morte entre Jesus e as autoridades civis e religiosas da Galiléia (Mc 3,1-6). E aqui no resumo, aparece o contrário: um movimento popular imenso, maior que o movimento de João Batista, pois veio gente não só da Galiléia, mas também da Judéia, de Jerusalém, da Iduméia, da Transjordânia e até da região pagã de Tiro e Sidônia para encontrar-se com Jesus! (Mc 3,7-12). Todos querem vê-lo e tocar nele. É tanta gente, que o próprio Jesus fica preocupado. Ele corre o perigo de ser esmagado pelo povo. Por isso, pediu aos discípulos para manter um barco à disposição a fim de que o povo não o apertasse. E do barco falava à multidão. Eram sobretudo os excluídos e os marginalizados que vinham a ele com seus males: os doentes e os possessos. Estes, que não eram acolhidos na convivência social da sociedade da época, são acolhidos por Jesus. Eis o contraste: de um lado, a liderança religiosa e civil que decide matar Jesus (Mc 3,6); do outro lado, um movimento popular imenso que busca a salvação em Jesus. Quem vai ganhar?

Os espíritos impuros e Jesus. A insistência de Marcos na expulsão dos demônios é muito grande. O primeiro milagre de Jesus é a expulsão de um demônio (Mc 1,25). O primeiro impacto que Jesus causa no povo é por causa da expulsão dos demônios (Mc 1,27). Uma das principais causas da briga de Jesus com os escribas é a expulsão dos demônios (Mc 3,22). O primeiro poder que os apóstolos vão receber quando são enviados em missão é o poder de expulsar os demônios (Mc 6,7). O primeiro sinal que acompanha o anúncio da ressurreição é a expulsão dos demônios (Mc 16,17). O que significa expulsar os demônios no evangelho de Marcos?

No tempo de Marcos, o medo dos demônios estava aumentando. Algumas religiões, em vez de libertar o povo, alimentavam nele o medo e a angústia. Um dos objetivos da Boa Nova de Jesus era ajudar o povo a se libertar deste medo. A chegada do Reino de Deus significou a chegada de um poder mais forte. Jesus é “o homem mais forte” que chegou para amarrar o Satanás, o poder do mal, e roubar dele a humanidade prisioneira do medo (Mc 3,27). Por isso, Marcos insiste tanto, na vitória de Jesus sobre o poder do mal, sobre o demônio, sobre o Satanás, sobre o pecado e sobre a morte. Do começo ao fim, com palavras quase iguais, ele repete a mesma mensagem: “E Jesus expulsava os demônios!” (Mc 1,26.27.34.39; 3,11-12.15.22.30; 5,1-20; 6,7.13; 7,25-29; 9,25-27.38; 16,9.17). Parece até um refrão! Hoje, em vez de usar sempre as mesmas palavras preferimos usar palavras diferentes. Diríamos: “O poder do mal, o Satanás, que mete tanto medo no povo, Jesus o venceu, dominou, amarrou, destronou, derrotou, expulsou, eliminou, exterminou, aniquilou, abateu, destruiu e matou!” O que Marcos nos quer dizer é isto: “Ao cristão é proibido ter medo de Satanás!” Depois que Jesus ressuscitou, já é mania e falta de fé apelar, a toda hora, para Satanás, como se ele ainda tivesse algum poder sobre nós. Insistir no perigo dos demônios para chamar o povo de volta para as igrejas é desconhecer a Boa Nova do Reino. É falta de fé na ressurreição de Jesus!

 

4) Para um confronto pessoal

1) Como você vive a sua fé na ressurreição de Jesus? Contribui para vencer o medo?

2) Expulsão dos demônios. Como você faz para neutralizar esse poder em sua vida?

 

5) Oração final

Exultem e se alegrem em ti todos os que te buscam; digam sempre: “O SENHOR é grande” os que desejam a tua salvação. (Sal 39, 17)

Quarta-feira 21 de janeiro-2026. Evangelho do Dia- 2ª Semana do Tempo Comum- Com Frei Carlos Mesters, O. Carm

Detalhes
Publicado em 21 janeiro 2026
  • Artigos do Frei Carlos Mesters,
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  • Evangelho do Dia com Frei Carlos Mesters,
  • Frei Carlos Mesters, O. Carm
  • 2ª Semana do Tempo Comum-A

 

1) Oração

Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

2) Leitura do Evangelho (Marcos 3,1-6)

Naquele tempo, 1Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. 2Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. 3Jesus disse ao homem da mão seca: "Levanta-te e fica aqui no meio!" 4E perguntou-lhes: "E permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?" Mas eles nada disseram. 5Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: "Estende a mão". Ele a estendeu e a mão ficou curada.

6Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.

- Palavra da Salvação.

 

3) Reflexão

No evangelho de hoje vamos meditar o último dos cinco conflitos que Marcos colecionou no início do seu evangelho (Mc 2,1 a 3,6). Os quatro conflitos anteriores foram provocados pelos adversários de Jesus. Este último é provocado pelo próprio Jesus e revela a gravidade do conflito entre ele e as autoridades religiosas do seu tempo. É um conflito de vida e morte. Importa notar a categoria de adversários que aparece neste último conflito. Trata-se dos fariseus e dos herodianos, ou seja, das autoridades religiosas e civis. Quando Marcos escreve o seu evangelho nos anos 70, muitos traziam na lembrança a terrível perseguição dos anos 60, que Nero moveu contra as comunidades cristãs. Ouvindo agora como o próprio Jesus tinha sido ameaçado de morte e como ele se comportava no meio destes conflitos perigosos, os cristãos encontravam uma fonte de coragem e de orientação para não desanimar na caminhada.

Jesus na sinagoga em dia de sábado. Jesus entra na sinagoga. Ele tinha o costume de participar das celebrações do povo. Havia ali um homem com a mão atrofiada. Um deficiente físico não podia participar plenamente, pois era considerado impuro. Mesmo presente na comunidade, era marginalizado. Devia manter-se afastado.

A preocupação dos adversários de Jesus. Os adversários observam para ver se Jesus faz curas em dia de sábado. Querem acusá-lo. O segundo mandamento da Lei de Deus mandava “santificar o sábado”. Era proibido trabalhar nesse dia (Ex 20,8-11). Os fariseus diziam que curar um doente era o mesmo que trabalhar. Por isso ensinavam: “É proibido curar em dia de sábado!” Colocavam a lei acima do bem-estar das pessoas. Jesus os incomodava, porque ele colocava o bem-estar das pessoas acima das normas e das leis. A preocupação dos fariseus e dos herodianos não era o zelo pela lei, mas sim a vontade de acusar e de eliminar Jesus.

Levanta-te e vem aqui para o meio! Jesus pede duas coisas ao deficiente físico: Levanta-te e vem aqui para o meio! A palavra “levanta-te” é a mesma que as comunidades do tempo de Marcos usavam para dizer “ressuscitar”. O deficiente deve “ressuscitar”, levantar-se, vir para o meio e ocupar o seu lugar no centro da comunidade! Os marginalizados, os excluídos, devem vir para o meio! Não podem ser excluídos. Devem ser incluídos e acolhidos. Devem estar junto com todo mundo! Jesus chamou o excluído para ficar no meio.

A pergunta de Jesus deixa os outros sem resposta. Jesus pergunta: Em dia de sábado é permitido fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou matá-la?  Ele podia ter perguntado: ”Em dia de sábado é permitido curar: sim ou não?” Aí, todos teriam respondido: “Não é permitido!” Mas Jesus mudou a pergunta. Para ele, naquele caso concreto, “curar” era o mesmo que “fazer o bem” ou “salvar uma vida”, e “não curar” era o mesmo que “fazer o mal” ou “matar uma vida”! Com a sua pergunta Jesus colocou o dedo na ferida. Denunciou a proibição de curar em dia de sábado como sendo um sistema de morte. Pergunta sábia! Os adversários ficaram sem resposta.

Jesus fica indignado diante do fechamento dos adversários. Jesus reage com indignação e tristeza diante da atitude dos fariseus e herodianos. Ele manda o homem estender a mão, e ela ficou curada. Curando o deficiente, Jesus mostrou que ele não estava de acordo com o sistema que colocava a lei acima da vida. Em resposta à ação de Jesus, os fariseus e os herodianos decidem matá-lo. Com esta decisão eles confirmam que são, de fato, defensores de um sistema de morte! Eles não têm medo de matar para defender o sistema contra Jesus que os ataca e critica em nome da vida.

 

4) Para um confronto pessoal

1) O deficiente foi chamado para estar no centro da comunidade. Na nossa comunidade, os pobres e os excluídos têm um lugar privilegiado?

2) Você já se confrontou alguma vez com pessoas que, como os herodianos e os fariseus, colocam a lei acima do bem-estar das pessoas? O que você sentiu naquele momento? Deu razão a eles ou os criticou?

 

5) Oração final

De todos tens compaixão porque tudo podes, e fechas os olhos aos pecados os mortais, para que se arrependam. Sim, amas tudo o que existe e não esprezas nada do que fizeste; porque, se odiasses alguma coisa, não a terias criado. (Sab 11,23-24)

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