*A nova composição da Câmara dos Deputados. Quem perdeu e quem ganhou
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Ao todo, 28 partidos elegeram deputados federais. PT, PMDB e PSDB têm, em ordem decrescente, as três maiores bancadas. O Congresso em Foco, 05-10-2014, apresenta aqui em primeira mão a lista dos deputados federais eleitos no Distrito Federal e nos 26 estados brasileiros. Os resultados ainda estão sujeitos a alteração se candidatos com o registro atualmente negado pela Justiça eleitoral – como o ‘ficha suja’ Paulo Maluf (PP-SP) – conseguirem reverter essa decisão. Mas o quadro das candidaturas pendentes não tem possibilidade de alterar de maneira significativa a distribuição das cadeiras entre os partidos...
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Depois vão apelar para o santo...
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DOMINGO DE ELEIÇÃO... Acabei de votar aqui no Rio de Janeiro. Em quem? Em Marina, óbvio! No segundo turno- Caso a mulher não chegue lá, voto em Dilma. (E não me venha dizendo que católico vota em Aécio, blá, blá, blá... ) Bom domingo para todos nós! Frei Petrônio de Miranda, Carmelita. Convento do Carmo, Lapa, Rio de Janeiro.
*Sociólogo diz que força da internet é relativa
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A internet global e massificadora da cultura dominante é uma ficção, acredita o jornalista e sociólogo francês Frédéric Martel. Em seu último livro, “Smart – Uma Pesquisa sobre Internets”, que deve chegar às livrarias brasileiras no primeiro semestre de 2015, Martel afirma que não existe uma internet unificada e que seu crescimento só aconteceu pela adaptação da rede às peculiaridades locais de cada recanto que o universo virtual alcança.
Por isso, ele propõe a adoção do plural para indicar as diferentes formas que a internet toma em diferentes lugares. A popularização da vida digital também o leva a propor que a rede seja identificada como um substantivo comum, sem letra maiúscula, igual ao que se faz com o rádio e a televisão. A partir de observações recolhidas em mais de 50 países ao longo dos últimos quatro anos, Martel concluiu que a fragmentação e a regionalização são os traços fortes da internet...
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*Política cristã e política inspirada por Cristo.
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*Dom Frei Vital Wilderink O. Carm. In Memoriam.
(Eremitério Fonte de Elias, 23 de setembro de 2009, lendo um pequeno artigo de Jean-Jacques Suurmond em Trouw).
A primeira não existe a segunda é um desafio. Não faltaram na história exemplos, mesmo fora do cristianismo, de fazer uso político de uma religião. O que pode levar a um ambiente, pelo menos levemente ditatorial. O império romano foi um exemplo disso: os seguidores de Cristo eram considerados um perigo para a unidade política dos súditos do divino César. A presença infalível da bandeira nacional em cada igreja nos Estados Unidos, iria um pouco neste sentido. Lembro-me que muitos anos atrás no Brasil, em determinadas ocasiões, a bandeira com seu “Ordem e Progresso” também enfeitava as celebrações litúrgicas. Penso, porém, que entre os dois casos há uma diferença de interpretação.
No Brasil, também nas escolas havia diariamente o hasteamento da bandeira e canto do hino nacional. Mas nos Estados Unidos, pelo menos na impressão de não-americanos, era um sintoma de secularização que na forma de patriotismo (culturalmente colorido, até pelo capitalismo) invadia as igrejas. Nos Estados Unidos nos candidatos à presidência do país nunca pode faltar uma certa religiosidade. Não é imaginário o perigo de colocar a religião numa agenda sociopolítica. Pelo menos Santo Agostinho era dessa opinião. A religião do império romano exigia obediência e realização de atos gloriosos em prol da pátria. Cristo, pelo contrário, pregava humildade. É um perigo para quem exerce o poder, pois este poder poderia ser solapado.
Pode a religião ser um benefício para quem exerce o poder? Pode acontecer quando a religião contribui para a realização do objetivo dos candidatos ao poder. Neste caso a religião é reduzida a uma ideologia. O nazismo e o comunismo também visavam unir o povo em vista de um objetivo político a ser alcançado. Porque no sistema de Machiavelli a humildade de Cristo era banido? Porque ele entendeu que a humildade não tem nada a ver com submissão ou dependência, pois neste caso serviria bem ao objetivo dos poderosos. É que a humildade cristã é entrega a um poder estranho; ao poder de Deus que nos leva a uma libertação. O primeiro torna-se ó ultimo.
*Dom Frei Vital Wilderink, O Carm, foi vítima de um acidente de automóvel quando retornava para o Eremitério, “Fonte de Elias”, no alto do Rio das Pedras, nas montanhas de Lídice, distrito do município de Rio Claro, no estado do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu no dia 11 de junho de 2014. O sepultamento foi na cidade de Itaguaí/RJ, no dia 12, na Catedral de São Francisco Xavier, Diocese esta onde ele foi o primeiro Bispo.
ELEIÇÕES- 2014: Padre e Bispo apoiam candidatos.
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"Enquanto não sabemos em quem vamos votar, as igrejas pentecostais, sim, sabem em quem vão votar", disse o padre Paulo Bezerra no salão repleto de fieis do centro comunitário da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Itaquera, zona leste de São Paulo...
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*A Cartilha Eleições 2014
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+ Aldo di Cillo Pagotto, sss, Arcebispo Metropolitano da Paraíba
Conheça a trajetória e as propostas do candidato e do partido. Se eleito, cobre resultados! Observe se o candidato trabalha com políticas estruturais ou se improvisa políticas de compensação.
- A Igreja orienta os fiéis a respeito dos princípios éticos e dos valores morais, incentiva-os para que contribuam na organização da ordem social, de modo que sejam bons cristãos e honestos cidadãos, testemunhem os valores do Evangelho de Jesus, enfim, esforcem-se para torná-los presentes na organização da sociedade. Pelo voto consciente, responsável, democrático, o povo pode decidir o seu presente e o seu futuro...
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http://www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2014/09/a-cartilha-eleicoes-2014.html
*Encruzilhada eleitoral
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Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Na medida em que se entra na reta final para as eleições 2014, a propaganda avança e as pesquisas impactam. O cidadão se vê numa encruzilhada eleitoral. Um enorme desafio à cidadania. Não basta apenas escolher um nome. O alcance da responsabilidade e das consequências do voto não permitem atitude simplória, sob pena do alto custo de decisões inadequadas sobre o executivo e a representatividade...
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Jornalista da 'Forbes' investiga a história dos Anonymous
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Em "Nós Somos Anonymous", Parmy Olson, da revista "Forbes", procura contar a história do movimento global que combate imposições de governos e de grandes empresas e acredita que toda a informação deve ser livre.
A investigação de Olson resultou nesse livro que é o primeiro relato completo do grupo que criou um novo tipo de resistência. A autora também apresenta entrevistas exclusivas com membros do coletivo hacker LulzSec (Lulz Security).
"Hacker era uma palavra famosamente vaga", conta. "Podia se referir a um programador entusiasmado ou a um criminoso cibernético. Mas os membros do Anonymous, ou Anons, com frequência eram chamados de hacktivistas –hackers com mensagem ativista".
A assinatura –"Somos os Anonymous. Somos a Legião. Não perdoamos. Não esquecemos. Aguarde-nos."– e a máscara, uma referência ao rebelde britânico Guy Fawkes (1570-1606), marcaram as ações do grupo.
Fawkes, rebelde do levante conhecido como Conspiração da Pólvora, inspirou a criação do personagem V, da graphic novel "V de Vingança", de Alan Moore. A HQ serviu como inspiração para o filme homônimo.
"Seus panfletos e mensagens digitais mostravam o logotipo de um homem sem cabeça trajando terno e cercado por ramos da paz (ao estilo dos ramos de oliveira do símbolo da ONU), supostamente inspirado na pintura surrealista de René Magritte, aquela com um sujeito de chapéu-coco e a maça verde".
Os ataques do Anonymous em 2010 colocaram todo mundo que trabalhava com segurança cibernética em alerta, mas, graças ao anonimato, eles não faziam ideia do que estavam enfrentando. Em "Nós Somos Anonymous", Olson decifra um pouco dessa história.
Fonte: http://www.folha.uol.com.br/
Governo vai à Justiça pelos direitos de blog feito por admiradores de Dilma
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O governo decidiu entrar na Justiça para tomar para si os direitos do site Blog da Dilma, feito por um grupo de admiradores da presidente. Há dez dias, o blog publicou uma abjeta ilustração racista sobre Joaquim Barbosa.
Fonte: http://veja.abril.com.br
.Conheça Pablo Capilé, o líder por trás da Mídia Ninja.
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Pablo Santiago Capilé Mendes, de 34 anos, vive em dois mundos. No circuito Fora do Eixo (FdE), nome da comunidade que fundou e da qual é líder com status de guru, ele diz ser politicamente apartidário e defende a independência financeira do grupo a ponto de, dentro dele, fazer circular um dinheiro de mentirinha, o card. A “moeda” serve para “remunerar” o trabalho de cerca de centenas de jovens que moram nas 25 casas do FdE, espécie de repúblicas de muros grafitados onde tudo é de todo mundo -- incluindo as roupas, guardadas em um armário único e à disposição do primeiro que chegar.
Já no outro mundo em que vive, Capilé é um “companheiro”, como se referiu a ele o presidente do PT, Rui Falcão, e o dinheiro com que lida não só é de verdade como vem, em boa parte, dos cofres públicos.
O mais recente empreendimento do Fora do Eixo, por exemplo- uma casa inaugurada em Brasília no mês de junho para hospedar convidados estrangeiros e a cúpula da organização --, foi montado com dinheiro da Fundação Banco do Brasil. A título de convênio, a fundação repassou à turma de Capilé 204.000 reais destinados, segundo sua assessoria, a “estruturação do local, salários de educadores e implementação de uma estação digital”. O Fora do Eixo tem outras duas dezenas de casas espalhadas pelo Brasil em lugares como Fortaleza, Porto Alegre e Belém do Pará. Não tão chiques nem tão bem aparelhadas quanto a de Brasília, elas abrigam, no mesmo esquema da casa de São Paulo, jovens que trabalham voluntariamente para a organização.
Parte deles atua no Mídia Ninja, grupo que ficou conhecido por fotografar, filmar e transmitir pela internet em tempo real os protestos de rua de junho. Outra parcela, bem maior, trabalha na organização e na divulgação de atividades culturais, como os festivais de música - o negócio mais forte do Fora do Eixo, e o caminho mais curto para o dinheiro público. Para chegar até ele, Capilé conhece bem os atalhos.
Fonte: http://veja.abril.com.br
.No Dia da Pátria, só vândalos aparecem nas manifestações.
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Mais uma vez, a cena se repetiu nas principais capitais do país: o protesto como desculpa para um pequeno grupo de arruaceiros realizarem o quebra-quebra.
Os protestos já viraram rotina no calendário das principais cidades brasileiras. Como também passou a ser comum o quebra-quebra do patrimônio público. Neste sábado, 7 de setembro, Dia da Independência, as manifestações convocavam milhões de pessoas para sair às ruas. Mas apenas uma pequena parcela compareceu para, claro, provocar confusão. Foram os seguidores da tática black bloc, que pretendiam chamar mais atenção do que os desfiles cívicos.
As maiores manifestações ocorreram em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As três capitais registraram, mais uma vez, cenas de confronto entre pequenos grupos e policiais. Também ocorreram passeatas em Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e cinco capitais. Ao todo, 40 cidades registraram algum tipo de protesto.
Pelo balanço das polícias militares de todo o país, menos de 20.000 pessoas foram às ruas neste sábado e pouco mais de 500 pessoas foram detidas. Até às 22 horas, 50 manifestantes foram levados para a delegacia em Brasília. No Rio, 77 foram detidos. Em São Paulo, 39 pessoas foram presas. Em Curitiba, 27 e em Fortaleza, 30. Cerca de 20 manifestantes ficaram feridos.
Fonte: http://veja.abril.com.br
.OLHAR CARMELITANO... O Silêncio.
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Não gosta do silêncio?! Então fuja do Carmelo igual o diabo foge da cruz”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista, Mogi das Cruzes, São Paulo. www.instagram.com/freipetronio
Semana Santa. Tera-feira, 31 de março 2026. EVANGELHO DO DIA. Reflexões de Frei Carlos Mesters, O.Carm.
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1) Oração
Deus eterno e todo-poderoso, dai-nos celebrar de tal modo os mistérios da paixão do Senhor, que possamos alcançar vosso perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
2) Leitura do Evangelho (João 13, 21-33.36-38)
21Depois de dizer isso, Jesus ficou interiormente perturbado e testemunhou: “Em verdade, em verdade, vos digo: um de vós me entregará”. 22Desconcertados, os discípulos olhavam uns para os outros, pois não sabiam de quem estava falando. 23Bem ao lado de Jesus estava reclinado um dos seus discípulos, aquele que Jesus mais amava. 24Simão Pedro acenou para que perguntasse de quem ele estava falando. 25O discípulo, então, recostando- se sobre o peito de Jesus, perguntou: “Senhor, quem é?” 26Jesus respondeu: “É aquele a quem eu der um bocado passado no molho”. Então, Jesus molhou um bocado e deu a Judas, filho de Simão Iscariotes. 27Depois do bocado, Satanás entrou em Judas. Jesus, então, lhe disse: “O que tens a fazer, faze logo”. 28Mas nenhum dos presentes entendeu por que ele falou isso. 29Como Judas guardava a bolsa, alguns pensavam que Jesus estava dizendo: “Compra o que precisamos para a festa”, ou que desse alguma coisa para os pobres. 30Então, depois de receber o bocado, Judas saiu imediatamente. Era noite. 31Depois que Judas saiu, Jesus disse: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. 32Se Deus foi glorificado nele, Deus também o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. 33Filhinhos, por pouco tempo eu ainda estou convosco. Vós me procurareis, e agora vos digo, como eu disse também aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’. 36Simão Pedro perguntou: “Senhor, para onde vais?” Jesus respondeu-lhe: “Para onde eu vou, não podes seguir-me agora; mais tarde me seguirás”. 37Pedro disse: “Senhor, por que não posso seguir-te agora? Eu darei minha vida por ti!” 38Jesus respondeu: “Darás tua vida por mim? Em verdade, em verdade, te digo: não cantará o galo antes que me tenhas negado três vezes. Palavra da salvação
3) Reflexão
Estamos na terça feira da Semana Santa. Os textos do evangelho destes dias nos confrontam com os fatos terríveis que levaram à prisão e à condenação de Jesus. Os textos não trazem só as decisões das autoridades religiosas e civis contra Jesus, mas também relatam as traições e negações dos próprios discípulos que possibilitaram a prisão de Jesus pelas autoridades e contribuíram enormemente para aumentar o sofrimento de Jesus.
João 13,21: O anúncio da traição. Depois de ter lavado os pés dos discípulos (Jo 13,2-11) e de ter falado da obrigação que temos de lavar os pés uns dos outros (Jo 13,12-16), Jesus se comoveu profundamente. E não era para menos. Enquanto ele estava fazendo aquele gesto de serviço e de total entrega de si mesmo, ao lado dele um discípulo estava tramando a maneira de como traí-lo naquela mesma noite. Jesus expressa a sua comoção e diz: “Em verdade lhes digo: um de vocês vai me trair!” Não diz: “Judas vai me trair”, mas “um de vocês”. É alguém do círculo da amizade dele que vai ser o traidor”.
João 13,22-25: A reação dos discípulos. Os discípulos levam susto. Não esperavam por esta declaração tão séria de que um deles seria o traidor. Pedro faz um sinal a João para ele perguntar a Jesus qual dos doze iria cometer a traição. Sinal de que eles nem sequer desconfiavam quem pudesse ser o traidor. Ou seja, sinal de que a amizade entre eles ainda não tinha chegado à mesma transparência de Jesus para com eles (cf. Jo 15,15). João se inclinou para perto de Jesus e perguntou: “Quem é?”
João 13,26-30: Jesus indica Judas. Jesus disse: é aquele a quem vou dar um pedaço de pão umedecido no molho. Ele pegou um pedaço de pão, molhou e deu a Judas. Era um gesto comum e normal que os participantes de uma ceia costumavam fazer entre si. E Jesus disse a Judas: “O que você tem que fazer, faça logo!” Judas tinha a bolsa comum. Era o encarregado de comprar as coisas e de dar esmolas para os pobres. Por isso, ninguém percebeu nada de especial no gesto e na palavra de Jesus. Nesta descrição do anúncio da traição está uma evocação do salmo em que o salmista se queixa do amigo que o traiu: “Até o meu amigo, em quem eu confiava e que comia do meu pão, é o primeiro a me trair” (Sl 41,10; cf. Sl 55,13-15). Judas percebeu que Jesus estava sabendo de tudo (Cf. Jo 13,18). Mesmo assim, não voltou atrás, e manteve a decisão de trair Jesus. É neste momento que se opera a separação entre Judas e Jesus. João diz que o satanás entrou nele. Judas levantou e saiu. Ele entrou para o lado do adversário (satanás). João comenta: “Era noite”. Era a escuridão.
João 13,31-33: Começa a glorificação de Jesus. É como se a história tivesse esperado por este momento da separação entre a luz e as trevas. Satanás (o adversário) e as trevas entraram em Judas quando ele decidiu de executar o que estava tramando. Neste mesmo momento se fez luz em Jesus que declara: “Agora o Filho do Homem foi glorificado, e também Deus foi glorificado nele. Deus o glorificará em si mesmo e o glorificará logo!” O que vai acontecer daqui para frente é contagem regressiva. As grandes decisões foram tomadas, tanto da parte de Jesus (Jo 12,27-28) e agora também da parte de Judas. Os fatos se precipitam. E Jesus já dá o aviso: “Filhinhos, é só mais um pouco que vou ficar com vocês”. Falta pouco para que se realize a passagem, a Páscoa.
João 13,34-35: O novo mandamento. O evangelho de hoje omite estes dois versículos sobre o novo mandamento do amor e passa a falar do anúncio da negação de Pedro.
João 13,36-38: Anúncio da negação de Pedro. Junto com a traição de Judas, o evangelho traz também a negação de Pedro. São os dos dois fatos que mais contribuíram para o sofrimento de Jesus. Pedro diz que está disposto a dar a vida por Jesus. Jesus o chama à realidade: “Você dar a vida por mim? O galo não cantará sem que me renegues três vezes”. Marcos tinha escrito: “O galo não cantará duas vezes e você já me terá negado três vezes” (Mc 14,30). Todo mundo sabe que o canto do galo é rápido. Quando de manhã cedo o primeiro galo começa a cantar, quase ao mesmo tempo todos os galos estão cantando. Pedro é mais rápido na negação do que o galo no canto.
4) Para um confronto pessoal
1) Judas, amigo, torna-se traidor. Pedro, amigo, torna-se negador. E eu?
2) Colocando-me na situação de Jesus: como enfrenta negação e traição, o desprezo e a exclusão?
5) Oração final
És tu, Senhor, a minha esperança, és minha confiança, SENHOR, desde a minha juventude. Sobre ti me apoiei desde o seio materno, desde o colo de minha mãe és minha proteção; em ti está sempre o meu louvor. (Sl 70, 5-6)
Dia 10 de fevereiro-2026: Nota de Falecimento
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Carmelita não morre, muda de endereço... Nesta terça-feira, 10 de fevereiro-2026, as nossas orações pela alma da nossa irmã da Ordem Terceira do Carmo- Sodalício de Unaí/MG, Alzira Maria da Silva Marques- Alzirinha.
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