Do sagrado ao profano no caso João de Deus
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Por que parcela da população precisa acreditar tanto na salvação para resolver as incertezas de sua existência social?
Joel Birman
RIO- João de Deus está rapidamente perdendo a aura que o inseria no território do sagrado, lançado inexoravelmente no território dos mortais. A figura civil de João Teixeira de Faria passa a ocupar a cena de sua existência profana, perseguido pela Justiça. Os territórios de Abadiânia e da Casa Inácio de Loyola perderam o colorido de salvação, se esvaneceram na tonalidade cinzenta da existência mundana. Nada mais será como antes, João de Deus perdeu, em poucos dias, pelas múltiplas denúncias de abuso sexual de seus fiéis seguidores, sua legitimidade como curador, construída num longo processo teológico-espiritual, a matéria-prima para forjar seu carisma. Processo similar ocorreu com o guru Prem Baba, também denunciado por abusos sexuais.
Não interessa destacar as dimensões jurídicas desse acontecimento, mas sublinhar como a produção na crença da salvação se institui facilmente na sociedade brasileira. Por que parcela significativa da população brasileira precisa acreditar tanto na salvação, pela mediação do sagrado, para resolver as incertezas de sua existência social, movida pela precariedade? Esta indagação se impõe com urgência, toca nas vísceras da brasilidade, sempre acossada pela insegurança, nervos à flor da pele.
Não coloco em questão que João de Deus tenha o poder de curar. Estou longe de duvidar dessa possibilidade, constatada inúmeras vezes por diferentes beneficiários de suas práticas espirituais. Há dias alguém dizia que devia a João de Deus a cura de um câncer, considerado incurável pela medicina científica, mas que ele merecia ser punido pelos abusos dos que a ele confiaram seus corpos frágeis. Enfim, como dizia Shakespeare, em “Hamlet,” existem mais coisas entre o céu e a Terra do que imagina a nossa pobre filosofia.
Ocorreu com João de Deus o que já aconteceu com inúmeros personagens que acreditaram no poder que lhes foi outorgado pelo Outro, e passaram a se achar acima do Bem e do Mal, podendo fazer o que quisessem e bem entendessem. Se esqueceram do óbvio, que qualquer poder é sempre provisório e circunstancial, de forma que o desinvestimento do poder ocorre num estalar dos dedos, como a saga de João de Deus nos demonstra.
Desde meados do século XIX a cura pela hipnose e pela sugestão fez a sua emergência triunfal no Ocidente, tendo nas práticas terapêuticas de Mesmer, no final do século XVIII na França, sua matriz. O que estava em pauta era o poder da influência de um líder carismático associado à crença presente numa massa de seguidores no seu poder curativo.
Com Freud, a psicanálise se inscreveu criticamente nessa tradição, ao enunciar que a transferência da figura do analisante para o analista conferia a esse tal poder, sustentado numa relação de amor, a saber, o amor de transferência. Porém, é necessário que os seguidores sustentem essa crença com vigor, sem o que a figura de líder não se mantém de pé. Com essa leitura Freud enunciou uma teoria do poder, em “Psicologia das massas e análise do eu”, para interpretar a manutenção da hierarquia, nas instituições militar e religiosa, assim como do poder político. Por isso mesmo, pode ser inscrita na leitura das disciplinas constitutivas da modernidade, tal como Foucault empreendeu em “Vigiar e punir”.
Se o processo de servidão voluntária foi delineado no século XVI com La Boétie, o que passou a imperar desde o século XIX foi a servidão involuntária, baseada no poder disciplinar e no inconsciente, o que implica dizer que a crença na salvação se deslocou decididamente do campo da religião para o da ideologia, que, como religião secular da modernidade (Gauchet), passou a realizar decisivamente a gestão das relações de poder. Fonte: https://oglobo.globo.com
QUINTA-FEIRA 20. HOMEM É MORTO COM 6 TIROS APÓS BRIGA DE TRÂNSITO NA AV BRASIL ALTURA DE BANGU
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Um motociclista foi morto a tiros durante uma briga de trânsito, na manhã desta quinta-feira, na Avenida Brasil, em Bangu, na Zona Oeste da cidade. De acordo com a PM, o condutor da moto discutiu após um acidente com o motorista de um carro, que atirou pelo menos seis vezes em direção do rosto de José Eduardo Elian, 46 anos, que morreu no local.
Segundo o Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE), o crime aconteceu na pista central em direção ao Centro da Avenida Brasil após os dois homens discutirem por conta de uma batida na moto. O dono da moto, que estava com um homem na garupa, pediu que o motorista do Astra cinza, modelo de 2005, arcasse com o prejuízo do acidente.
O condutor do carro chegou a dar R$ 50, mas foi em direção do seu veículo, pegou uma arma, e fez ao menos seis disparos, fugindo em seguida. A Delegacia de Homicídios (DH-Capital) foi acionada e assumirá as investigações. Fonte: Facebook
CRÔNICA: Uma conversa de Marielle com Deus
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CRÔNICA: Uma conversa de Marielle com Deus
Pai da vereadora assassinada no Rio relata a angústia de nove meses de espera por uma resposta

Vereadora do Rio de Janeiro pelo PSOL, Marielle Franco foi assassinada no dia 14 de março deste ano REPRODUÇÃO/FACEBOOK.
*ANTÔNIO FRANCISCO DA SILVA NETO
Nove meses se passaram do dia 14 de março, período em que eu e Marinete aguardamos por uma resposta sobre o bárbaro e covarde assassinato de Marielle Franco, nossa filha. Nove meses também foi o tempo em que aguardamos com grande ansiedade e torcida, no ano de 1979, o nascimento de Marielle.
Fico imaginando como seria uma conversa dela, antes de nascer, ainda no ventre de sua mãe, com Deus.
Senhor, aqui estou nesse espaço pequeno, confortável e protegido por esta mulher que vai ser a minha mãe, que me dá carinhos e afagos. Ela conversa comigo, me leva à igreja e me leva à faculdade, pois estamos estudando Direito. Em breve seremos formadas Bacharel em Direito. Que mulher maravilhosa, forte, vibrante, quando nascer e crescer quero ser como ela.
Esse espaço que ela me dá é pequeno, não consigo esticar minhas pernas, não consigo correr, não consigo pular. Senhor, me dê pernas fortes e pés ágeis, pois vou precisar, quero pular os obstáculos que virão, sei que serão muitos. Me dê também braços fortes, que vou precisar para acolher, proteger e ajudar meus irmãos e irmãs, vejo que já precisam de ajuda.
Senhor, me dê um sorriso lindo e generoso, como dos meus irmãos, que apesar das dores e sofrimentos que passam também sabem sorrir. Me dê voz e saber para usar a favor deles e delas.
Deus respondeu à Marielle.
Seus anos na terra, serão quase 39, viva eles intensamente, a favor dos seus irmãos, pois você nascerá no dia 27 de julho de 1979, às 21:30, com 3702g e 51cm.
Ela chegou chegando, não deu trabalho, parto normal, no Hospital Maternidade da Praça XV. Uma leonina de fato, que desde muito nova nos deu muita alegria e orgulho, que nós temos até hoje. Viveu intensamente seu tempo entre nós e foi se encontrar com Deus.
Em 1979, após nove meses nosso sonho tinha se realizado e estávamos com Marielle no colo. Em 2018, nove meses se passaram e o silêncio nos angustia. Seguimos em frente, incansavelmente, para saber quem tirou a vida de nossa filha Marielle Franco.
*Antônio Francisco da Silva Neto é pai de Marielle Franco
Fonte: https://brasil.elpais.com
70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Celebração e novos desafios
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"Nesse preocupante cenário de desmonte de direitos, devastação e morte, em que a mídia tradicional presta um enorme desserviço, é preciso conectar as nossas experiências, saberes, lutas e utopias às de outras pessoas e grupos, para que, de norte a sul, do campo à favela, a resistência seja propositiva e avance na construção de estratégias em defesa da vida e dos demais direitos". O nota é publicada pela Articulação Comboniana de Direitos Humanos.
Eis a declaração.
No dia 10 de dezembro de 2018 celebramos os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Essa é também uma boa ocasião para recordarmos s 30 anos da Constituição Federal, a mais democrática que o Brasil já escreveu, promulgada no dia 5 de outubro de 1988 e conhecida como ‘Constituição Cidadã’.
Esses documentos em favor da vida, da dignidade e liberdade, assim como de outros direitos fundamentais de todas as pessoas, foram construídos à custa de muitas lutas, vidas tiradas, famílias dilaceradas e sonhos interrompidos. Graças a esses documentos e à organização dos movimentos sociais frente aos compromissos assumidos pelo Estado brasileiro, a dignidade de milhões de pessoas foi elevada, direitos e deveres foram promovidos, sofrimentos impedidos e os fundamentos de uma sociedade mais democrática, justa e igualitária foram construídos.
Temos muitas conquistas a celebrar e muitos desafios a serem enfrentados. Além das práticas comuns de abuso e violações de direitos, vemos ressurgir na sociedade brasileira um cenário, discursos e práticas que não só ameaçam, mas esvaziam os conteúdos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e da Constituição Federal, pela retirada sistemática e a supressão de direitos, a exaltação do ódio e da violência e a exclusão das minorias. Isto se observa claramente nos pensamentos e ações de indivíduos e grupos, inclusive religiosos, que chegaram ao poder político e econômico do País nas últimas eleições. O momento é de celebração e de resistência.
Nesse contexto, leigos/as e religiosos/as que compõem a Articulação Comboniana de Direitos Humanos (ACDH), através desse pronunciamento, se dirigem a você, à sua comunidade, grupo ou movimento para partilhar preocupações e esperanças.
A linha do tempo nos ensina que a história é feita de ciclos. Em alguns deles a defesa da vida parece mais desafiadora. No Brasil, por um curto período, a classe trabalhadoradeu passos importantes para tirar do texto formal os direitos fundamentais e assegurar algumas proteções aos historicamente mais marginalizados, mesmo sem tocar na zona de conforto da elite e de seus agregados. Isso acabou provocando a elite brasileira, que mostrou o que ela tem de pior e nefasto. Nunca na história de períodos democráticos nesse País, houve tanta afronta e desprezo explícitos aos direitos humanos.
Conquistas ainda em fase de consolidação estão gravemente ameaçadas, principalmente em nome do desenvolvimento econômico. Comunidades tradicionais, como as indígenas e quilombolas, são alguns dos grupos depreciados em quase todos os pronunciamentos do Presidente recém-eleito. O Congresso brasileiro se distancia, a passos largos, de qualquer proposta que coloque as instituições públicas a serviço do bem comum. O Judiciário, guardião e promotor do direito e da justiça, em algumas de suas práticas deixa dúvidas quanto à sua imparcialidade. A maioria das lideranças religiosas serve aos interesses da elite política e econômica em troca de prestígio, conforto e fama, usurpando e deturpando os nomes de “evangélico” e “cristão” e em nome da moral e da família. Parecem desconhecer a autoridade religiosa, amorosa e ética do Papa Francisco e as inspirações e valores cristãos contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Constituição Federal.
Nesse preocupante cenário de desmonte de direitos, devastação e morte, em que a mídia tradicional presta um enorme desserviço, é preciso conectar as nossas experiências, saberes, lutas e utopias às de outras pessoas e grupos, para que, de norte a sul, do campo à favela, a resistência seja propositiva e avance na construção de estratégias em defesa da vida e dos demais direitos.
A exemplo de Jesus de Nazaré, estamos convencidos/as que é preciso nos colocar a serviço dos marginalizados e oprimidos. Não falamos somente de disposição caritativa, cuja essência carrega uma grande dose de subalternidade do/a outro/a, mas da transformação radical da realidade, pela educação e organização popular, que devolvem dignidade às pessoas perseguidas ou exploradas.
Trabalhamos na perspectiva da utopia de uma sociedade sem subserviência. Utopia! Palavra pouco apreciada no dicionário do sistema de morte perpetrado pelo capitalismo selvagem, mas viva para todas as pessoas e coletivos que seguem perseverantes na construção de uma sociedade onde a humanidade da família campesina, da operária empregada ou desempregada, do povo em situação de rua, da população encarcerada, das comunidades quilombolas e indígenas, das crianças e adolescentes abandonados à própria sorte, da juventude negra e periférica, prevaleça sobre os interesses econômicos.
A Articulação Comboniana de Direitos Humanos (ACDH), particularmente nesse período de celebrações e de organização da resistência, se soma aos movimentos sociais e aos tantos coletivos, novos e velhos, de jovens e mulheres, na luta pela defesa incondicional da vida, dos direitos conquistados e na resistência contra toda forma de opressão, ódio e violência. Dizemos SIM à vida e aos direitos e reafirmamos nosso sonho e compromisso com a cultura de paz e com uma sociedade mais justa, pacífica e igualitária.
São Paulo, 10 de Dezembro de 2018.
A Articulação Comboniana de Direitos Humanos è composta por:
Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos “Carmen Bascarán” (Açailândia-MA)
Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza (Fortaleza-CE)
Movimento de Saúde Mental Comunitária Bom Jardim (Fortaleza-CE)
Centro de Defesa dos Direitos Humanos “Padre Franco Pellegrini” (Salvador-BA)
Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Oscar Romero (Santa Rita-PB)
Associação de Apoio aos Assentamentos Rurais e Comunidades Quilombolas – AACADE (PB)
Rede Justiça nos Trilhos (MA)
Centro de Defesa de Direitos Humanos de Sapopemba “Pablo Gonzales Olalla” (São Paulo-SP)
Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente “Mônica Paião Trevisan” (São Paulo-SP)
Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Serra (ES)
Centro de Migrações e Direitos Humanos (Boa Vista-RR)
Santuário Santa Cruz da Reconciliação (São Paulo-SP)
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br
'Quanto resta de vida, doutor?'
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Alfredo Guarischi
'Um médico experiente, mesmo diante de um paciente que se tornou amigo, não está isento de enfrentar mágoas e revolta'
"Quanto resta de vida, doutor?". Diante de uma grave situação de saúde, é frequente essa pergunta, que revela a busca do paciente, seus parentes e amigos por esperança. Outra pergunta é se há outras opções de tratamento ou algum lugar onde obter essa resposta. Em diversas situações, não há consenso.
Um médico experiente, mesmo diante de um paciente que se tornou amigo, não está isento de enfrentar mágoas e revolta em relação ao que ele fez ou deixou de fazer. Paciente e médico podem inicialmente não conseguir superar a dor, mesmo reconhecendo todo o desprendimento científico e afetivo; com o tempo, as incertezas e as verdades passageiras da medicina tendem a ficar mais claras. Na instável relação médico-paciente, é bom saber perdoar e ser perdoado.
O câncer é um enorme conjunto de doenças e todo dia — sim, todo dia — ganha um revolucionário método de diagnóstico ou de tratamento. A novidade rapidamente vira notícia, mas apenas o tempo trará a dimensão exata de sua aplicabilidade, seu uso rotineiro e, principalmente, seu real benefício.
É sofrido lidar com um paciente com uma doença incurável, mas cheio de esperança, assim como cuidar daquela pessoa sem esperança, mas que tem uma doença grave que ainda pode ser tratada com processos dolorosos e sujeitos a complicações.
O que fazer quando exames ou opiniões de especialistas se contradizem ou para as quais faltou contextualizar diferentes explanações? Diante da vulnerabilidade do enfermo, é melhor para o médico dizer a verdade ou decidir por ele, adotando uma postura paternalista? E o que é melhor para o paciente?
Muitas reuniões médicas e artigos científicos têm enfatizado a volta das questões humanitárias às salas de aula, para debater como lidar com o sofrimento do doente e ao mesmo tempo seguir os frios códigos jurídicos de consentimentos detalhados, duros e fatalistas.
Nesse contexto, uma segunda opinião médica pode esclarecer dúvidas e deve ser estimulada, mas ela também pode criar outras incertezas. O consenso não significa a verdade científica, contudo, para o paciente ou familiar, ele pode ajudar a compreender o melhor caminho para mitigar as encruzilhadas. Esse é um tema constantemente discutido em teses científicas sobre bioética.
Ao final, alguém tem que tomar a decisão, mas os modelos vigentes não atendem a todas as perspectivas bioéticas e morais de nossa multiplicidade social. Cabe ao médico esclarecer os fatos objetivos e subjetivos e não contribuir para um clima de mais insegurança. Lidar com a atual realidade não é fácil para o médico e é ainda mais complexo para o paciente.
A medicina, diante da finitude da vida, deve seguir os preceitos científicos. Dar esperança é o único caminho que pode levar à eternidade. Não é uma tarefa simples. Fonte:
AVALIAR-18: Retrospectiva 2018.
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DIRETO DE PORTO NACIONAL/ TO. Celular explode na mão de técnico
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O técnico em telefonia, de Porto Nacional, estava se preparando para consertar celular, quando o aparelho pegou fogo. Apesar do susto, felizmente o homem não teve ferimentos graves.
A câmara do circuito interno de uma loja de celulares mostrou o momento exato em que o aparelho explode na mão do dono do estabelecimento. Giselio Silva, que também é técnico em telefonia, estava se preparando para avaliar o celular. O celular estava com problemas.
O caso aconteceu nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2018, em Porto Nacional, região central de Tocantins. Giselio já trabalha como técnico há nove anos e nunca antes ele presenciou nem passou por uma situação semelhante. Felizmente ele não teve ferimentos graves.
Giselio disse o seguinte: “Do nada o aparelho explodiu, eu ia pegá-lo para saber qual o defeito e explodiu na minha mão. Só o braço que ficou ardendo por causa do fogo. Tive queimaduras de leve, ficou vermelho mas está melhorando”“Do nada o aparelho explodiu, eu ia pegá-lo para saber qual o defeito e explodiu na minha mão. Só o braço que ficou ardendo por causa do fogo. Tive queimaduras de leve, ficou vermelho mas está melhorando”.
O técnico disse que a dona do celular procurou pelo serviço após o aparelho começar a esquentar e descarregar rápido. Ele também disse: “Se eu não estivesse com a luva tinha me machucado, porque ela ficou toda queimada. Tive que jogar fora”. Fonte: www.portaldoholanda.com
PEDRA DO ARPOADOR-PRAIA DE IPANEMA/RJ-01
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PEDRA DO ARPOADOR-PRAIA DE IPANEMA/RJ. NOTA: Reza a tradição que cariocas e turistas se reúnem no verão na Pedra do Arpoador, na zona sul do Rio de Janeiro, para aplaudir o pôr-do-sol. Alguns incrédulos duvidam. Outros já ouviram falar, mas nunca foram conferir. Se você se encaixa em um dos dois tipos, pode acreditar.
Neste domingo 16 de dezembro-2018 eu, e o amigo Elialdo Alves, da Comunidade Capim, Lagoa da Canoa/AL, fomos conferir e, com a multidão, aplaudir tradicional pôr-do-sol. Muito bonito!
(Com informações do site: https://turismo.ig.com.br)
AVALIAR-15: Retrospectiva 2018.
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*Ricardo Boechat conversa com Jô Soares sobre novo livro
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Já está disponível nas livrarias o segundo volume da biografia de Jô Soares, que reúne histórias da vida do humorista, apresentador, escritor.
“O Livro de Jô: Uma Biografia Desautorizada – volume 2” completa a primeira obra e traz os relatos do que ele viveu a partir de 1969, logo após o AI-5 ser decretado, iniciando um dos períodos mais duros da ditadura militar no Brasil.
Em entrevista ao jornalista Ricardo Boechat, o Jô Soares conta uma série de fatos relatados no livro ao longo dos seus 80 anos. Ele detalha a perseguição que sofreu durante a ditadura militar, fala sobre a sua relação com a religião e critica o humor politicamente correto. Fonte: http://www.bandnewsfm.com.br
*Ouça a entrevista clicando no link ao lado da - BANDNEWS.
MÍDIAS SOCIAIS: Fique esperto: golpe no WhatsApp promete brindes de Natal, mas só rouba dados
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DANIEL JUNQUEIRA
Sendo um serviço extremamente popular no Brasil como é, o WhatsApp é frequentemente alvo de cibercriminosos, que usam o aplicativo de mensagens para tentar enganar vítimas e roubar dinheiro e dados pessoais. O golpe mais recente promete supostos brindes de Natal da Coca-Cola, mas não caia: a promoção é falsa.
Como de costume em golpes que envolvem o WhatsApp, o mais recente detectado por pesquisadores de segurança da Kaspersky envolve o disparo de mensagens a partir de um número falando sobre uma suposta promoção e acompanhando um link para uma página. Nela, basta a pessoa entrar com alguns dados pessoais para ganhar os supostos brindes - no caso, uma bolsa térmica.
O golpe é relativamente elaborado e até adaptável - ele diz que a promoção vai até "hoje", e sempre muda a data desse "hoje" - já foi dia 10, dia 11, e agora é o dia 12 de dezembro. A ideia é fazer vítimas repassarem os dados o mais rápido possível, caso contrário elas correm risco de ficar sem o suposto brinde.
A promoção, como dissemos antes, não existe. Mas esse golpe tem um fator diferente de outros do mesmo tipo, de acordo com a Kaspersky: em vez de instalar aplicativos e cadastrar o número de celular em serviços pagos, desviando assim dinheiro da pessoa para os criminosos, o objetivo do ataque é apenas de roubar dados pessoais: ou seja, os criminosos querem criar um banco de dados com as informações repassadas por vítimas que achavam que ganhariam uma bolsa térmica.
"Os cibercriminosos são bastante oportunistas e costumam usar os temas em destaque para atacar. A grande quantidade de incidentes de vazamentos de dados pessoais, somados aos ataques massivos de phishing tem possibilitado aos golpistas efetuarem os roubos sem grandes dificuldades, lesando vítimas inocentes e roubando dinheiro", explica o analista Fabio Assolini, da Kaspersky.
Fique seguro!
As dicas para evitar de cair nesses golpes pelo WhatsApp são sempre as mesmas: desconfie de mensagens SMS e anúncios do Facebook; evite clicar em links principalmente quando recebidos de pessoas desconhecidas; e desconfie principalmente de ofertas supostamente imperdíveis compartilhadas via redes sociais - elas normalmente prometem brindes bacanas, mas acabam causando uma dor de cabeça bem grande para as vítimas. Fonte: https://olhardigital.com.br
MÍDIAS SOCIAIS: Depois de ter vídeo íntimo divulgado por ex-namorado, mulher ameaça se jogar de viaduto
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Em desespero após ter um vídeo íntimo divulgado pelo ex-namorado, uma jovem de 28 anos teve uma atitude drástica no fim da noite dessa terça-feira (11). Ela foi encontrada ameaçando se jogar de um dos viadutos da Avenida Historiador Rubens de Mendonça, em Cuiabá.
O caso aconteceu por volta das 23 horas. A Polícia Militar foi acionada por pessoas que estavam no viaduto, popularmente conhecido como “Hot-Wheels”, que a viram chorando muito e ameaçando se jogar.
Os policiais foram até o local e iniciaram uma conversa com a mulher, que acabou convencida a desistir da ideia. Como ela estava muito abalada emocionalmente, os policiais a levaram para a Companhia de Polícia e deram água com açúcar para acalmá-la.
Conforme o boletim de ocorrência, quando já estava um pouco mais calma, ela contou aos militares que tinha tentado o suicídio porque seu ex-namorado, de 32 anos, havia divulgado um vídeo íntimo dela em grupos de WhatsApp.
Ela foi encaminhada para a Central de Flagrantes, onde o caso foi registrado como divulgação de conteúdo sexual e tentativa de suicídio. Fonte: https://olivre.com.br
Sobe para seis o número de mortos em Campinas
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Subiu para seis o número de mortos do ataque desta tarde à Catedral de Campinas –cinco das pessoas que estavam presentes a uma missa mais o atirador, ainda não identificado, que se suicidou. Uma dos mortos chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos, conforme o relato de O Globo.
O crime ocorreu em uma área de grande circulação de pessoas na região central da cidade paulista. Segundo o Corpo de Bombeiros, o atirador entrou na catedral com uma pistola e um revólver calibre 38, atirou nos fiéis e se matou em frente ao altar. Fonte: www.oantagonista.com
Polícia identifica atirador que matou 4 durante missa na Catedral de Campinas
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Euler Fernando Grandolpho chegou a igreja com duas armas e se sentou entre fiéis antes de abrir fogo; ele se matou após a chegada da polícia
A Polícia Civil identificou na tarde desta terça-feira (11) a identidade do atirador que matou quatro pessoas durante uma missa na Catedral Metropolitana de Campinas (SP). Trata-se de Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, que tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) registrada em Valinhos, cidade vizinha.
Após o crime matar quatro pessoas e deixar outras quatro feridas, o atirador se matou. De acordo com informações iniciais da polícia, Euler era analista de sistemas. De acordo com o G1, o delegado do 1º Distrito Policial, Hamilton Caviola Filho, viu imagens do circuito de segurança dentro da igreja no momento da ação, e estima estima pelo menos 20 disparos. “Ele sentou a uns dez metros para a frente da porta. Ele não entrou atirando, primeiro ele senta em um banco”, afirma.
Segundo o delegado, logo após a entrada do atirador, três pessoas sentaram no banco atrás dele e foram as primeiras a serem atingidas. Entre elas, uma morreu. “Ele usou uma arma, mas estava com duas. Motivação a gente só vai saber quando identificar, para saber o histórico dele. Ele [atirador] parou, pensou e executou o plano que tinha na cabeça”, diz o delegado.
Feridos – Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local, por volta das 13h20, para atender aos feridos. A informação inicial é de que Jandira Prado Monteiro, de 65 anos, teve lesões em uma das mãos e tórax e foi socorrida ao Hospital Mário Gatti, mas está fora de risco.
Para o mesmo hospital municipal foi encaminhado Heleno Severo Alves, de 84, que foi atingido por dois disparos nas regiões do tórax e abdômen e passará por cirurgia. O estado dele é grave.
Maria de Fátima Frazão Ferreira, de 68 anos, foi levada ao Hospital de Clínicas da Unicamp após ser baleada em uma das pernas e o quadro de saúde dela é estável, segundo a unidade.
O quarto ferido é um homem, de 64 anos, que foi atingido por dois tiros de raspão e foi socorrido ao Hospital Beneficência Portuguesa. A assessoria informou à EPTV que ele já recebeu alta. Fonte: http://bahia.ba
MÍDIAS SOCIAIS: WhatsApp anuncia os celulares em que o app deixará de funcionar em 2019
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O WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado no mundo, é atualizado constantemente. E acaba de publicar sua habitual "lista negra" de celulares em que o serviço não estará disponível a partir de 1º de janeiro.
A empresa, que tem mais de 1,5 bilhão de usuários, já indicou no passado que prefere se concentrar nas "plataformas de telefonia móvel usadas pela grande maioria das pessoas". É por isso que a companhia disse que quem utiliza o sistema operacional Nokia S40 só terá acesso ao aplicativo até 31 de dezembro de 2018, de acordo com o blog da empresa.
O S40 é um software que foi desenvolvido pela empresa finlandesa Nokia em 1999 e que, segundo a companhia, passou a ser usado "em centenas de milhões" de celulares. Entre eles, estão o Nokia 206 e 208, Nokia 301, Nokia 515 e grande parte da série Nokia Asha C3, X2 e X3. Esses dispositivos ainda são vendidos como alternativa aos smartphones mais famosos em diversas lojas e sites.
O caso do iPhone 4
O WhatsApp também adiantou algumas mudanças que vão afetar quem tem um celular emblemático da Apple: o iPhone 4. E, embora ainda seja compatível com esse dispositivo, em breve vai deixar de ser. O aplicativo não permite mais a criação de novas contas a usuários que tenham esse modelo de iPhone ou qualquer outro que funcione com o iOS 7 ou outra versão anterior do software da Apple.
"O WhatsApp para iPhone requer [um sistema operacional] iOS 8 ou posterior. No iOS 7.1.2, não é mais possível criar novas contas ou verificar contas existentes. Se o WhatsApp já estiver ativo no seu dispositivo, você poderá usá-lo até 1º de fevereiro de 2020. O iOS 6 ou anteriores não são mais compatíveis", diz o site da empresa. "Para uma melhor experiência, recomendamos a utilização da versão mais recente do iOS disponível no seu telefone. Visite a página de ajuda da Apple para saber como atualizar o software do seu iPhone."
Android 2.3.7
O caso dos celulares que utilizam o sistema operacional Android 2.3.7 (e versões anteriores) é muito semelhante ao do iOS 7.1.2: só podem usar o WhatsApp até 1º de fevereiro de 2020.
Segundo dados do Google, existem cerca de 6 bilhões de celulares no mundo que rodam com Android 2.3.7 ou uma versão anterior do sistema operacional.
Também conhecido como Gingerbread, o Android 2.3.7 foi lançado em dezembro de 2010 junto com o Nexus S, um smartphone fabricado pela Samsung. Seu sucessor, o Android 3.0 Honeycomb (ou "favo de mel") foi lançado em fevereiro de 2011.
Se você quiser continuar usando o WhatsApp, será necessário atualizar seu sistema operacional. Fonte: https://www.bbc.com
Mãe dá à luz na sala de espera de hospital no RJ.
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Mãe dá à luz na sala de espera de hospital no RJ.
Mulher pariu no chão da Emergência do Pedro II nesta segunda-feira (10).
Vídeo que circula nas redes sociais mostra uma mulher dando à luz no chão da Emergência do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. O parto foi na madrugada desta segunda-feira (10).
Nas imagens, a mãe, sentada no piso, tenta fazer o bebê, uma menina, chorar. Somente quando a criança já está no colo, aparece uma enfermeira.
O blog apurou que a mulher chegou à recepção do hospital, mas não tinha ninguém para atendê-la. Nesta segunda-feira, contaram funcionários, houve muitas faltas na equipe.
A mãe, Paula, decidiu batizar a filha de Vitória, porque ela demorou a chorar. A Secretaria Municipal de Saúde disse que vai apurar o que aconteceu. Fonte: https://g1.globo.com
Mãe de 6 filhos é morta a facadas pelo companheiro no DF
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Mãe de 6 filhos é morta a facadas pelo companheiro no DF
O crime ocorreu no apartamento do casal, na madrugada desta segunda-feira (10/12). Polícia investiga o caso
Uma mulher foi morta a facadas por volta de 4h30 desta segunda-feira (10/12), na QNM 20 de Ceilândia Norte. O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima. O crime ocorreu no apartamento do casal. Segundo informações preliminares, a mulher tinha seis filhos e a briga foi motivada por um celular.
O caso foi registrado como feminicídio pela 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro). Segundo a PCDF, Wdson Luiz Santos de Souza, 23 anos, desferiu diversas facadas em Mônica Benvindo da Costa, 26.
Após atacar a companheira, ele fugiu. Porém, retornou em seguida, quando ela era socorrida por familiares, e deferiu mais três facadas na mulher, de acordo com o delegado-chefe da 15ª DP, André Luís da Costa Leite. A faca, objeto do crime, foi apreendida.
A PCDF informou que o suspeito tem passagem por porte e uso de drogas e não há registros de Lei Maria da Penha (violência doméstica) envolvendo o casal. Fonte: www.metropoles.com
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