No Vaticano, alguns lamentam os bons tempos dos papas mudos. Quando os pontífices só se expressavam por meio de textos escritos, de seu próprio punho ou não. Esses documentos não saíam sem terem sido aprovados pelos guardiões da Verdade. A nota é de Philippe Clanché, publicada no blog Cathoreve, 22-11-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Essa espontaneidade papal não é útil apenas para jornalistas em busca de furos jornalísticos. Às vezes, ela coloca o seu autor no mesmo plano daqueles e daquelas que avançam às apalpadelas no caminho da fé em Deus...

*Leia na íntegra. Clique aqui:

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Uma homenagem ao confrade, Frei João Justino Ferreira, da Província Carmelitana Pernambucana, pela passagem dos 25 Anos de Vida Sacerdotal. O Frei Justino foi ordenado Padre no dia 03 de dezembro-1988. Ao confrade, votos de muita saúde, perseverança e simplicidade na próxima terça-feira, (03), data máxima da sua caminhada vocacional. Uma homenagem do site: www.olharjornalistico.com.br Convento do Carmo, São Paulo, SP. 28 de novembro-2011. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com

 

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Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo (SP)

No Domingo de Cristo Rei, 24 de novembro, o papa Francisco brindou a Igreja com uma bela Exortação Apostólica sobre a evangelização, chamada: Evangelii gaudium – “A Alegria do Evangelho”. É um presente feito à Igreja no encerramento do Ano da Fé, ao longo do qual ela procurou, em todas as suas comunidades, recobrar o fervor da fé.

A Exortação Apostólica traz as contribuições e impulsos da assembléia do Sínodo dos Bispos de outubro de 2012, sobre o tema da “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Mas também representa uma palavra pessoal do Papa Francisco e retrata sua experiência pessoal de “nova evangelização” na América Latina, especialmente, aquela do Documento de Aparecida...

*Leia o artigo na íntegra. Clique aqui:

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(Tenha em suas mãos a primeira Exortação Apostólica do Papa Francisco sobre a Evangelização: Evangelii gaudium – “A Alegria do Evangelho”.

Clique aqui: http://www.4shared.com/download/lonkPLIC/PAPA-_A_Alegria_do_Evangelho__.docx

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BOM DIA, BOA TARDE, BOA NOITE... Depois de fazer a primeira faculdade de Filosofia, a segunda de Teologia (Ser ordenado Padre), ontem, 26 de novembro-2013 realizei o meu sonho de criança- agora sou JORNALISTA após fazer a terceira faculdade durante 4 anos. (Acabei de passar na banca). Obrigado Senhor! (Veja em breve o Documentário de estudo aqui)

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cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados.

Compreendo as pessoas que se vergam à tristeza por causa das graves dificuldades que têm de suportar, mas aos poucos é preciso permitir que a alegria da fé comece a despertar, como uma secreta mas firme confiança, mesmo no meio das piores angústias: «A paz foi desterrada da minha alma, já nem sei o que é a felicidade (…). Isto, porém, guardo no meu coração; por isso, mantenho a esperança. É que a misericórdia do Senhor não acaba, não se esgota a sua compaixão. Cada manhã ela se renova; é grande a tua fidelidade. (...) Bom é esperar em silêncio a salvação do Senhor» (Lm 3, 17.21-23.26).

 (Obs: Leia a próxima parte nos próximos dias: A doce e reconfortante alegria de Evangelizar). Se desejar, leia na íntegra. Clique aqui:

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BOM DIA! Hoje, 26 de novembro, é o dia D para nós, estudantes de Jornalismo, Rádio, TV e Internet da Fapcom- Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, São Paulo. Logo mais às 19h vamos apresentar o nosso Documentário-Pés Trocados. (Pés Trocados é um Documentário que visa explorar a questão social e estética da cirurgia de mudança de sexo e troca do nome de registro no Brasil). Em outras palavras, é a prova de fogo dos 4 anos de estudos. (Ah! Em breve vc vai poder ver o mesmo aqui no face e no site: www.olharjornalistico.com.br). Clique aqui e veja a página do mesmo: https://www.facebook.com/pestrocados

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A seguinte série de questões possibilita às igrejas particulares participarem ativamente na preparação do Sínodo Extraordinário, cujo propósito é proclamar o Evangelho no contexto dos desafios pastorais enfrentados pelas famílias hoje. A data limite para o envio das respostas é 30 de novembro de 2013.

d) No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que adotaram crianças, como é necessário comportar-se pastoralmente, em vista da transmissão da fé?

Tais crianças devem ser bem-vindas e tratadas como filhos de qualquer união.

a) Qual é o conhecimento real que os cristãos têm da doutrina da Humanae vitae a respeito da paternidade responsável? Que consciência têm da avaliação moral dos diferentes métodos de planejamento familiar? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta matéria, sob o ponto de vista pastoral?

Há evidência substancial para mostrar que a grande maioria dos católicos ignora os ensinamentos da Humanae vitae, não raro conscientemente e com um profundo comprometimento com o matrimônio e a paternidade responsável. *Leia todas a perguntas e respostas da teóloga. Clique:  

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A Igreja Católica foi condenada a pagar indenização em um caso de pedofilia no Paraná. A ministra Nancy Andrighi, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), negou recurso da Diocese de Umuarama e determinou a responsabilidade solidária da entidade eclesiástica em ação movida contra o padre José Cipriano da Silva.

PUNIÇÃO
A igreja e o sacerdote vão pagar R$ 100 mil (metade cada um), de forma solidária, pelos danos morais decorrentes do delito. A vítima tinha 14 anos em 2002. "A igreja não pode ser indiferente --em especial no plano da responsabilidade civil, frise-se-- aos atos praticados por quem age em seu nome ou em proveito da função religiosa, sob pena de trair a confiança que nela própria depositam os fiéis", declarou a ministra em seu voto.

PUNIÇÃO 2
A Mitra Diocesana de Umuarama vai recorrer da decisão. "O ato da pessoa física, em suas atividades privadas, nada tem a ver com o ofício do sacerdócio e não pode ser creditado à instituição", entende Hugo Cysneiros, advogado da diocese.

PUNIÇÃO 3
Em seu voto, a ministra rebate os argumentos da defesa: "Mais do que simples relação de subordinação, o ministro ordenado é para os fiéis a própria personificação da Igreja Católica, no qual depositam justas expectativas de retidão moral". E diz que a instituição não pode ser indiferente ao crime praticado pelo sacerdote que "convencia as vítimas a pernoitarem na casa paroquial para praticar atos libidinosos".

Fonte: WWW.uol.com.br

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Leopoli (RV) – Cerca de um bilhão de seres humanos vive na própria pele o fenômeno da migração. O número foi revelado pelo Cardeal Antonio Maria Vegliò, Presidente do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, falando aos alunos do Instituto teológico de Leopoli, na Ucrânia.

Segundo as Nações Unidas, os migrantes internacionais podem ser cerca de 232 milhões, o equivalente a 3% da população mundial. A Organização Mundial das Migrações (OIM) estima que o número de migrantes internos chegue a 740 milhões de pessoas. “Somando as duas contas, vemos que cerca de um bilhão de seres humanos, ou seja, um sétimo da população global, vive hoje como migrante. Sem contar os marítimos, pescadores, estudantes e pessoas sem-casa”, afirmou Dom Vegliò.

Ainda existem “mais de 27 milhões vivendo em condição de escravidão: um dado atroz, em constante aumento. O tráfico de mulheres, homens e crianças é um fenômeno que envolve hoje quase todos os países do mundo como terra de origem, de trânsito ou de destino das vítimas. É a terceira fonte de renda da criminalidade organizada, depois das drogas e das armas”.

O Cardeal Vegliò disse aos estudantes que além da Santa Sé, as Conferências Episcopais, dioceses e paróquias mantêm várias iniciativas de acolhimento, acompanhamento e ajuda concreta. E lembrou a Mensagem do Papa Francisco para o Dia mundial do migrante e do refugiado, que se celebra no próximo dia 19 de janeiro, no trecho em que diz que “cada pessoa pertence à humanidade e compartilha a esperança de um futuro melhor com toda a família dos povos”.

Fonte: http://pt.radiovaticana.va

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José Antonio Pagola

Segundo o relato de Lucas, Jesus agonizou em meio às zombarias e ao desprezo daqueles que o rodeavam. Ninguém parece ter entendido sua vida. Ninguém parece ter captado sua entrega aos que sofrem, nem seu perdão aos culpáveis. Ninguém viu no seu rosto o olhar compassivo de Deus. Neste momento, ninguém parece perceber naquela morte nenhum mistério.

Em meio à sociedade descrente de nossos dias, muitos vivem confusos. Não sabem se acreditam ou não acreditam.Quase sem sabê-lo, levam no seu interior uma pequena e frágil fé. Às vezes, sem entender por que nem como, sobrecarregados pelo peso da vida, invocam Jesus à sua maneira.

"Jesus, lembra-te de mim", e Jesus escuta-os: "Você estará sempre comigo". Deus tem seus caminhos para encontrar cada pessoa, e nem sempre é por onde indicam os teólogos. É decisivo ter um coração que escute a própria consciência.

*Leia na íntegra. Clique aqui:

http://www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2013/11/34-domingo-do-tempo-comum-cristo-um-rei.html

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Raymond Gravel

Festejar Cristo, Rei do Universo, é uma outra maneira de celebrar a Páscoa. Essa festa termina bem o ano litúrgico. Sem morte-ressurreição, a festa de hoje não teria nenhum sentido. De que realeza estamos falando?

Foi somente em 1925 que nasceu esta festa e não é pelas mesmas razões que nós continuamos a celebrá-la hoje. Jesus nunca se declarou rei; pelo contrário, o evangelho nos ensina que esse título foi dado a ele de maneira irônica e sarcástica por um rei, Herodes, e por um representante de César, Pôncio Pilatos...

Atualmente, temos necessidade de reler este evangelho para celebrar Cristo, Rei do Universo. É preciso nos perguntar: como sociedade e como Igreja, que tipo de rei apresentamos? Que rosto de Cristo mostramos às mulheres e aos homens do nosso tempo?

Há alguns anos, o Papa João Paulo II pediu perdão pela Igreja do Renascimento; o cardeal Marc Ouellet fez o mesmo pela Igreja de Quebec antes de 1960, por todos os sofrimentos infligidos às mulheres, aos autóctones, aos judeus, às crianças, aos homossexuais... A reação das pessoas foi muito negativa...

*Leia na íntegra. Clique aqui:

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Tema: "Os desafios da família no contexto da evangelização".

Data: Outubro de 2014. Local: Roma.

O Vaticano enviou às dioceses do mundo o documento preparatório da III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, com o título "Os desafios da família no contexto da evangelização", convocada pelo Papa Francisco para outubro de 2014. As respostas devem ser devolvidas até o final de janeiro do próximo ano.

Questionário do Sínodo

As seguintes perguntas permitem às Igrejas particulares participar ativamente na preparação do Sínodo Extraordinário, que tem a finalidade de anunciar o Evangelho nos atuais desafios pastorais a respeito da família.

1 - Sobre a difusão da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja a propósito da família

a) Qual é o conhecimento real dos ensinamentos da Bíblia, da Gaudium et Spes, da Familiaris Consortio e de outros documentos do Magistério pós-conciliar sobre o valor da família segundo a Igreja católica? Como os nossos fiéis são formados para a vida familiar, em conformidade com o ensinamento da Igreja?

b) Onde é conhecido, o ensinamento da Igreja é aceite integralmente. Verificam-se dificuldades na hora de o pôr em prática? Se sim, quais?

c) Como o ensinamento da Igreja é difundido no contexto dos programas pastorais nos planos nacional, diocesano e paroquial? Que tipo de catequese sobre a família é promovida?

d) Em que medida – e em particular sob que aspectos – este ensinamento é realmente conhecido, aceite, rejeitado e/ou criticado nos ambientes extra-eclesiais? Quais são os fatores culturais que impedem a plena aceitação do ensinamento da Igreja sobre a família?

 

2 - Sobre o matrimônio segundo a lei natural

a) Que lugar ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, quer nos planos institucional, educativo e acadêmico, quer a nível popular? Que visões da antropologia estão subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da família?

b) O conceito de lei natural em relação à união entre o homem e a mulher é geralmente aceite, enquanto tal, por parte dos batizados?

c) Como é contestada, na prática e na teoria, a lei natural sobre a união entre o homem e a mulher, em vista da formação de uma família? Como é proposta e aprofundada nos organismos civis e eclesiais?

d) Quando a celebração do matrimônio é pedida por batizados não praticantes, ou que se declaram não-crentes, como enfrentar os desafios pastorais que disto derivam?

3 - A pastoral da família no contexto da evangelização

a) Quais foram as experiências que surgiram nas últimas décadas em ordem à preparação para o matrimônio? Como se procurou estimular a tarefa de evangelização dos esposos e da família? De que modo promover a consciência da família como “Igreja doméstica”?

b) Conseguiu-se propor estilos de oração em família, capazes de resistir à complexidade da vida e da cultural contemporânea?

c) Na atual situação de crise entre as gerações, como as famílias cristãs souberam realizar a própria vocação de transmissão da fé?

d) De que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares?

e) Qual é a contribuição específica que casais e famílias conseguiram oferecer, em ordem à difusão de uma visão integral do casal e da família cristã, hoje credível?

f) Que atenção pastoral a Igreja mostrou para sustentar o caminho dos casais em formação e dos casais em crise?

 

4 – Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difíceis

a) A convivência ad experimentum é uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-la numericamente?

b) Existem uniões livres de fato, sem o reconhecimento religioso nem civil? Dispõem-se de dados estatísticos confiáveis?

 

c) Os separados e os divorciados recasados constituem uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-los numericamente? Como se enfrenta esta realidade, através de programas pastorais adequados?

d) Em todos estes casos: como vivem os batizados a sua irregularidade? Estão conscientes da mesma? Simplesmente manifestam indiferença? Sentem-se marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos?

e) Quais são os pedidos que as pessoas separadas e divorciadas dirigem à Igreja, a propósito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação? Entre as pessoas que se encontram em tais situações, quantas pedem estes sacramentos?

f) A simplificação da praxe canônica em ordem ao reconhecimento da declaração de nulidade do vínculo matrimonial poderia oferecer uma contribuição positiva real para a solução das problemáticas das pessoas interessadas? Se sim, de que forma?

g) Existe uma pastoral para ir ao encontro destes casos? Como se realiza esta atividade pastoral? Existem programas a este propósito, nos planos nacional e diocesano? Como a misericórdia de Deus é anunciada a separados e divorciados recasados e como se põe em prática a ajuda da Igreja para o seu caminho de fé?

5 - Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo

a) Existe no vosso país uma lei civil de reconhecimento das uniões de pessoas do mesmo sexo, equiparadas de alguma forma ao matrimônio?

b) Qual é a atitude das Igrejas particulares e locais, quer diante do Estado civil promotor de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, quer perante as pessoas envolvidas neste tipo de união?

c) Que atenção pastoral é possível prestar às pessoas que escolheram viver em conformidade com este tipo de união?

d) No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que adotaram crianças, como é necessário comportar-se pastoralmente, em vista da transmissão da fé?

6 - Sobre a educação dos filhos no contexto das situações de matrimônios irregulares

a) Qual é nestes casos a proporção aproximativa de crianças e adolescentes, em relação às crianças nascidas e educadas em famílias regularmente constituídas?

b) Com que atitude os pais se dirigem à Igreja? O que pedem? Somente os sacramentos, ou inclusive a catequese e o ensinamento da religião em geral?

c) Como as Igrejas particulares vão ao encontro da necessidade dos pais destas crianças, de oferecer uma educação cristã aos próprios filhos?

d) Como se realiza a prática sacramental em tais casos: a preparação, a administração do sacramento e o acompanhamento?

 

7 - Sobre a abertura dos esposos à vida

a) Qual é o conhecimento real que os cristãos têm da doutrina da Humanae Vitae a respeito da paternidade responsável? Que consciência têm da avaliação moral dos diferentes métodos de regulação dos nascimentos? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta matéria, sob o ponto de vista pastoral?

b) Esta doutrina moral é aceite? Quais são os aspectos mais problemáticos que tornam difícil a sua aceitação para a grande maioria dos casais?

c) Que métodos naturais são promovidos por parte das Igrejas particulares, para ajudar os cônjuges a pôr em prática a doutrina da Humanae Vitae?

d) Qual é a experiência relativa a este tema na prática do sacramento da penitência e na participação na Eucaristia?

e) Quais são, a este propósito, os contrastes que se salientam entre a doutrina da Igreja e a educação civil?

f) Como promover uma mentalidade mais aberta à natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos?

 

8 - Sobre a relação entre a família e a pessoa

a) Jesus Cristo revela o mistério e a vocação do homem: a família é um lugar privilegiado para que isto aconteça?

b) Que situações críticas da família no mundo contemporâneo podem tornar-se um obstáculo para o encontro da pessoa com Cristo?

c) Em que medida as crises de fé, pelas quais as pessoas podem atravessar, incidem sobre a vida familiar?

 

9 - Outros desafios e propostas

a)Existem outros desafios e propostas a respeito dos temas abordados neste questionário, sentidos como urgentes ou úteis por parte dos destinatários?

 

Para onde enviar as respostas:

O questionário respondido pode ser enviado para os seguintes endereços:

 

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB

SE/Sul Quadra 801 Conjunto “B”

70.200-014

BRASÍLIA – DF

 

Nunciatura Apostólica no Brasil

SES Avenida das Nações quadra 801 lote 1

CEP: 70.401-900 - Brasília / DF

Caixa Postal 153 CEP: 70.359-970

E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Secretaria da Diocese

O questionário com as respostas também pode ser entregue na secretaria de sua diocese.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

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