Um olhar sobre o “Diário do Frei Petrônio”, neste dia 22. (Veja todos os pensamentos do mês clicando em: Pensamentos do Frei Petrônio)
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22 DE JANEIRO. “Seja protagonista da sua história e não mais um papagaio nas igrejas, nos conventos ou nos seminários”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio", neste dia 21 de janeiro.
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21 DE JANEIRO. “Em nome da crise hídrica e ecológica global, o governador de São Paulo engana, mente e faz do povo palhaço e marionete”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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20 DE JANEIRO-2015: Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio"...
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20 DE JANEIRO. “Por trás de um puritano- pessoa austera, rígida e moralista- existe sempre uma frustração sexual ou social não realizada”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio", neste dia 19.
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18 DE JANEIRO. “Um Padre ou uma freira que não consegue gerar uma nova vocação é porque escolheu o caminho errado”. (JO 1, 35-42). Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
19 DE JANEIRO. “Não tenha medo dos pecadores ou dos ateus, mas dos santos revestidos de lobos”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar no "Diário do Frei Petrônio", neste dia 17 de janeiro-2015.
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17 DE JANEIRO. “Prefiro o silêncio da solidão que as palavras silenciosas”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar no "Diário do Frei Petrônio", nesta sexta, 16
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16 DE JANEIRO. “A vida se divide entre aqueles que olham com amor e aqueles que simplesmente amam". Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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14 DE JANEIRO. "Sou filho do meu passado e pai do meu futuro”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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DIÁRIO DO FREI PETRÔNIO: Atenção fanáticos, mexeriqueiros...
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13 DE JANEIRO. "Atenção fanáticos, mexeriqueiros, conservadores e arrogantes das Redes Sociais, amanhã a morte vem buscar vocês. E aí, valeu a pena vegetar nesta vida?”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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12 DE JANEIRO. "Na vida religiosa se briga por tudo, quando não se tem nada para se brigar”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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11 DE JANEIRO. "Não existe relação sem conflito, e não existe conflito sem perdão”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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9 DE JANEIRO. “Não que eu não goste de rezar, mas prefiro encontrar Deus nas vidas despedaçadas, que mil palavras devocionais da religião consumista e mercantilista”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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OLHAR DO FREI PETRÔNIO NESTA QUINTA-FEIRA, 8.
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“A Liberdade de expressão não é apenas um direito da imprensa, mas do ser humano que ousa pensar”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
Leão XIV: "Ao lavar a nossa carne, Jesus purifica a nossa alma"
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Na Basílica de São João de Latrão, o Pontífice celebrou à missa da "Ceia do Senhor", lavando os pés a 12 sacerdotes. "Face a uma humanidade de joelhos devido a muitos exemplos de brutalidade, ajoelhemo-nos também nós, como irmãos e irmãs dos oprimidos. É assim que queremos seguir o exemplo do Senhor", afirmou Leão XIV.
Bianca Fraccalvieri - Vatican News
O Papa Leão deu início ao Tríduo Pascal presidindo à Santa Missa da "Ceia do Senhor", com o rito do Lava-pés, na Basílica de São João de Latrão.
Como disse o Pontífice na homilia, participa-se da solene liturgia não como meros espectadores ou por inércia, mas como convidados para a Ceia em que o pão e o vinho se tornam para nós Sacramento de salvação. O amor de Cristo torna-se gesto e alimento para todos, revelando a justiça de Deus.
Nesta celebração, ao se renovarem os gestos e as palavras do Senhor, faz-se memória da instituição da Eucaristia e da Sagrada Ordem. O vínculo intrínseco entre os dois Sacramentos representa a entrega perfeita de Jesus, Sumo Sacerdote e Eucaristia viva por toda a eternidade.
Jesus purifica a nossa imagem de Deus das idolatrias e blasfêmias
Durante esta Última Ceia, Ele lava os pés aos seus apóstolos - um gesto, explicou o Santo Padre, que sintetiza a revelação de Deus. Ao assumir a condição de servo, o Filho revela a glória do Pai, derrubando os critérios mundanos que mancham a nossa consciência. Como dizia Bento XVI, devemos «aprender sempre de novo que a grandeza de Deus é diversa da nossa ideia de grandeza, […] porque sistematicamente desejamos um Deus do sucesso e não da Paixão». Palavras, comentou Leão XIV, que indicam que somos sempre tentados a procurar um Deus que “nos sirva” e nos faça vencer, que seja prestativo como o dinheiro e o poder. A onipotência de Deus está em nos servir com a sua verdade. Eis então o significado do gesto do lava-pés:
“Jesus purifica a nossa imagem de Deus das idolatrias e blasfêmias que a mancharam, mas purifica também a nossa imagem do homem, que se considera poderoso quando domina, que quer vencer matando quem lhe é igual, que se considera grande quando é temido.”
"Verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Cristo dá-nos, pelo contrário, um exemplo de dedicação, serviço e amor. Precisamos do seu exemplo para aprender a amar, não porque sejamos incapazes disso, mas precisamente para nos educarmos a nós próprios, e uns aos outros, no amor verdadeiro. Aprender a agir como Jesus, Sinal que Deus imprime na história do mundo, é tarefa para a vida inteira."
Ao lavar a nossa carne, Jesus purifica a nossa alma
O exemplo de Cristo não é dado quando todos estão felizes e o amam, mas na noite em que foi traído, na escuridão da incompreensão e da violência, para que fique bem claro que o Senhor não nos ama porque somos bons e puros: Ele ama-nos e, por isso, nos perdoa e purifica. "Aprendamos de Jesus este serviço recíproco", foi a exortação do Pontífice. O seu exemplo não pode ser imitado por conveniência, de má vontade ou com hipocrisia, mas apenas por amor. Portanto, deixar-nos servir pelo Senhor é condição para servir como Ele serviu.
“Ao lavar a nossa carne, Jesus purifica a nossa alma. Nele, Deus deu o exemplo não de como se domina, mas de como se liberta; de como se doa a vida e não de como se a destrói.”
Diante a uma humanidade de joelhos devido a muitos exemplos de brutalidade, Leão XIV pediu que nos ajoelhemos também nós, como irmãos e irmãs dos oprimidos.
"A Quinta-feira Santa é, portanto, um dia de fervorosa gratidão e de autêntica fraternidade. Que a adoração eucarística desta noite, em todas as paróquias e comunidades, seja um momento para contemplar o gesto de Jesus, ajoelhando-nos como Ele fez e pedindo-Lhe a força para, com o mesmo amor, O imitarmos no serviço", concluiu o Santo Padre.
A Santa Missa prosseguiu com o rito do lava-pés a 12 sacerdotes, sendo 11 deles ordenados pelo próprio Pontífice. Ao final da celebração, não houve bênção final nem o tradicional envio. Em vez disso, o Papa levou o Santíssimo Sacramento até a capela da reposição. Ali, Leão XIV o incensou e, depois de uma breve adoração, a assembleia foi embora em silêncio. Fonte: https://www.vaticannews.va
Papa na Missa do Crisma: renovar o "sim" a Jesus exige unidade para trazer a paz
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Leão XIV preside a Missa do Crisma nesta Quinta-feira Santa e destaca três segredos da missão cristã: desapego, encontro e rejeição. Renovar as promessas sacerdotais é se libertar de poderes e prevaricações, ser testemunha de aproximação com serviço desinteressado, diálogo e respeito. Um caminho que pode ser incompreendido:"foi do agrado de Deus enviar-nos para difundir o perfume de Cristo onde reina o odor da morte. Renovemos o nosso 'sim' a esta missão que nos exige unidade e que traz a paz".
Andressa Collet - Vatican News
Nesta Quinta-feira Santa o Papa Leão XIV presidiu a Missa do Crisma, também chamada dos Santos Óleos, na Basílica de São Pedro, concelebrada por patriarcas, cardeais, arcebispos, bispos e presbíteros presentes em Roma. É o primeiro ano que Prevost preside a celebração como Bispo de Roma, como ele mesmo lembrou na homilia, a última antes do Tríduo Pascal, com a renovação das promessas sacerdotais e a bênção dos santos óleos que serão usados nas cerimônias sacramentais do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos.
Os três segredos da missão cristã
O Pontífice, assim, refletiu sobre três segredos da missão cristã, "a mesma de Jesus, e não outra", explicou o Papa, afirmando que "cada um participa nela de acordo com a sua vocação e com uma obediência muito pessoal à voz do Espírito, mas nunca sem os outros, nunca negligenciando ou rompendo a comunhão!". Renovar as promessas, continuou o Papa se dirigindo a bispos e presbíteros, é ser Igreja enviada, com "desapego" e "herdeiros de tanto bem", para estar a serviço de todos os batizados. Uma missão que precisa de "esvaziamentos" para renascer, como fez Jesus ao "esvaziar-se a si mesmo". Esse é o primeiro segredo da missão, disse o Papa, de "algo que não se experimenta uma só vez, mas em cada recomeço, em cada novo envio":
"O caminho de Jesus revela-nos que a disponibilidade para perder, para se esvaziar, não é um fim em si mesma, mas condição para o encontro e para a intimidade. O amor só é verdadeiro se estiver desarmado – desprovido de muitos empecilhos e sem nenhuma ostentação –, se guarda delicadamente a fraqueza e a nudez. Temos dificuldade em lançar-nos numa missão tão exposta e, no entanto, não há «Boa-nova aos pobres» (Lc 4, 18) se formos ao seu encontro com sinais de poder, nem há libertação autêntica se não nos libertarmos do possuir."
Depois da lei do desapego, "vem a lei do encontro", continuou o Papa na homilia, ao explicar sobre o segundo segredo da missão cristã. Como na Igreja é preciso "caminharmos juntos", ser "testemunho vivo de um Corpo com muitos membros", estabelecendo "uma sintonia com o invisível" ao confiar no Espírito Santo, a missão pode ser "pervertida por lógicas de domínio, totalmente estranhas ao caminho de Jesus Cristo". Mas se faz necessário, enfatizou Leão XIV, chegar ao lugar para se é enviado com simplicidade "para acolher" depois que se deixou "ser acolhido", mesmo em locais "onde a secularização parece estar mais avançada" em contraste com o Evangelho de Jesus:
"É portanto prioritário recordar que o bem não pode advir da prevaricação, nem no âmbito pastoral, nem no âmbito sócio-político. Os grandes missionários são testemunhas de aproximações feitas com delicadeza, cujo método consiste na partilha da vida, no serviço desinteressado, na renúncia a qualquer estratégia calculista, no diálogo, no respeito. É o caminho da encarnação, que assume sempre de novo a forma da inculturação."
Sem medo, a missão exige unidade
O Papa, então, aprofundou sobre a terceira dimensão "– talvez a mais radical – da missão cristã. A dramática possibilidade de incompreensão e de rejeição", manifestada inclusive pelos habitantes de Nazaré. A cruz, recordou Leão XIV, faz parte da missão e é preciso se comprometer "a não fugir, mas a 'passar pelo meio' da provação, como Jesus, que, passando pelo meio deles, seguiu o seu caminho". Diante de tantas "ressurreições que nos são dadas experimentar", continuou o Pontífice, até poderá vir o questionamento "se a missão terá sido inútil". Mas "podemos fazer nossa a esperança de muitos testemunhos", como a do santo Bispo Óscar Arnulfo Romero, disse o Papa, que um mês antes da sua morte chegou a anotar no caderno dos Exercícios Espirituais a iminência de um perigo que seria enfrentado com a graça de Deus: "basta-me, para ser feliz e confiante, saber com certeza que n’Ele está a minha vida e a minha morte", escreveu o arcebispo de El Salvador, assassinado em 1980 em consequência dos conflitos da Guerra Civil no país e reconhecido como mártir Igreja Católica. "Os santos escrevem a história", afirmou o Papa, ao finalizar uma mensagem de encorajamento aos bispos e presbíteros:
“Nesta hora sombria da história, foi do agrado de Deus enviar-nos para difundir o perfume de Cristo onde reina o odor da morte. Renovemos o nosso 'sim' a esta missão que nos exige unidade e que traz a paz. Sim, aqui estamos! Superemos o sentimento de impotência e de medo! Anunciamos a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!” Fonte: https://www.vaticannews.va
O Papa: a Lumen Gentium explica positivamente a natureza e a missão dos leigos
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Na Audiência Geral desta quarta-feira, Leão XIV falou sobre o quarto capítulo da Constituição Dogmática Lumen Gentium relativo aos leigos. "Perante qualquer diferença de ministério ou estado de vida, o Concílio afirma a igualdade de todos os batizados", frisou o Papa.
Mariangela Jaguraba - Vatican News
O Papa Leão XIV deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a Constituição Conciliar Lumen Gentium na Audiência Geral, desta quarta-feira (1º/04), realizada na Praça São Pedro que contou com a participação de quinze mil pessoas.
Hoje, o Pontífice abordou o quarto capítulo, "que trata dos leigos". A seguir, recordou as palavras do Papa Francisco na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium: «A imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados».
De acordo com o Papa, essa seção da Constituição Dogmática Lumen Gentium relativa aos leigos "procura explicar positivamente a natureza e a missão dos leigos, depois de séculos em que foram definidos simplesmente como aqueles que não faziam parte do clero ou das pessoas consagradas".
Igualdade de todos os batizados
"Perante qualquer diferença de ministério ou estado de vida, o Concílio afirma a igualdade de todos os batizados", disse Leão XIV, acrescentando:
“A própria descrição dos leigos que o Concílio nos oferece diz: «Por leigos entendem-se aqui todos os cristãos que não são membros da sagrada Ordem ou do estado religioso reconhecido pela Igreja, isto é, os fiéis que, incorporados em Cristo pelo Batismo, constituídos em Povo de Deus e tornados participantes, a seu modo, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, exercem, pela parte que lhes toca, a missão de todo o Povo cristão na Igreja e no mundo».”
O povo santo de Deus não é uma massa informe
"O povo santo de Deus, portanto, nunca é uma massa informe, mas o corpo de Cristo ou, como dizia Santo Agostinho, o Christus totus: é a comunidade organicamente estruturada, em virtude da relação fecunda entre as duas formas de participação no sacerdócio de Cristo: o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial", disse ainda o Papa.
“Em virtude do Batismo, os fiéis leigos participam no mesmo sacerdócio de Cristo. De fato, «O supremo e eterno sacerdote Cristo Jesus, querendo também por meio dos leigos continuar o Seu testemunho e serviço, vivifica-o pelo Seu Espírito e sem cessar os incita a toda a obra boa e perfeita».”
A seguir, Leão XIV citou a Exortação Apostólica Christifideles laici de São João Paulo II. Nela o Pontífice polonês sublinhou "que «o Concílio, com o seu riquíssimo patrimônio doutrinal, espiritual e pastoral, dedicou páginas maravilhosas à natureza, dignidade, espiritualidade, missão e responsabilidade dos fiéis leigos. E os Padres conciliares, feitos eco do chamamento de Cristo, convidaram todos os fiéis leigos, homens e mulheres, a trabalhar na Sua vinha»".
O vasto campo do apostolado laico estende-se ao mundo
"Desta forma, o meu venerável Predecessor relançou o apostolado dos leigos, ao qual o Concílio tinha dedicado um documento específico, que abordaremos mais adiante", disse o Papa Leão.
“O vasto campo do apostolado laico não se limita à Igreja, mas estende-se ao mundo. A Igreja, de fato, está presente onde quer que os seus filhos professem e testemunhem o Evangelho: no trabalho, na sociedade civil e em todas as relações humanas, onde eles, com as suas escolhas, demonstram a beleza da vida cristã, que antecipa aqui e agora a justiça e a paz que serão plenas no Reino de Deus.”
Uma Igreja encarnada na história, sempre aberta à missão
"É preciso que o mundo «seja penetrado pelo espírito de Cristo e, na justiça, na caridade e na paz, atinja mais eficazmente o seu fim». E isso só é possível com o contribuição, o serviço e o testemunho dos leigos", sublinhou o Papa.
“É o convite para sermos aquela Igreja “em saída” de que nos falou o Papa Francisco: uma Igreja encarnada na história, sempre aberta à missão, na qual todos somos chamados a ser discípulos-missionários, apóstolos do Evangelho, testemunhas do Reino de Deus, portadores da alegria de Cristo que encontramos!”
"Irmãos e irmãs, que a Páscoa que nos preparamos para celebrar renove em nós a graça de sermos, como Maria Madalena, como Pedro e João, testemunhas do Ressuscitado", concluiu Leão XIV. Fonte: https://www.vaticannews.va
Papa: na Igreja, a hierarquia existe em função do serviço, não do poder
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A partir do ensinamento da Lumen Gentium, no seu capítulo III, Leão XIV dedicou sua reflexão à dimensão hierárquica do novo Povo de Deus, que tem seu fundamento nos Apóstolos, colunas vivas escolhidas por Jesus.
Thulio Fonseca - Vatican News
O céu ensolarado na Praça São Pedro acolheu milhares de fiéis e peregrinos que vieram ao Vaticano para a Audiência Geral com o Papa Leão XIV, nesta quarta-feira, 25 de março. Em sua catequese, o Santo Padre deu continuidade ao ciclo de reflexões sobre os documentos do Concílio Vaticano II, aprofundando o capítulo III da Constituição dogmática Lumen Gentium, dedicado à estrutura hierárquica da Igreja.
Ao iniciar sua reflexão, o Pontífice recordou que a Igreja encontra seu fundamento nos Apóstolos, escolhidos por Cristo como sustentação viva do seu Corpo, e sublinhou que essa dimensão hierárquica "opera ao serviço da unidade, da missão e da santificação de todos os seus membros”.
Fundamento apostólico da Igreja
Leão XIV também explicou que a estrutura hierárquica da Igreja está intimamente ligada à continuidade da missão confiada por Cristo aos Apóstolos. Por meio da sucessão apostólica, esse ensinamento é preservado e transmitido ao longo da história, garantindo a fidelidade ao Evangelho. Nesse sentido, destacou que a própria Lumen Gentium apresenta essa realidade como constitutiva da Igreja, e não como elemento secundário ou posterior:
“A estrutura hierárquica não é uma construção humana, funcional à organização interna da Igreja como corpo social, mas uma instituição divina destinada a perpetuar a missão dada por Cristo aos Apóstolos até ao fim dos tempos.”
Serviço ao Povo de Deus
O Papa também aprofundou a relação entre o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial, recordando que ambos participam, de modos distintos, do único sacerdócio de Cristo e se ordenam mutuamente na vida da Igreja. Assim, a hierarquia existe em função do serviço, e não do poder. Dentro dessa missão, os ministros ordenados — bispos, presbíteros e diáconos — recebem a responsabilidade de guiar, santificar e ensinar o povo de Deus, sempre em vista da salvação de todos:
“Os bispos, em primeiro lugar, e através deles os sacerdotes e os diáconos, receberam deveres que os conduzem ao serviço de todos os que pertencem ao Povo de Deus.”
Uma hierarquia que nasce da caridade
Retomando o ensinamento conciliar, o Santo Padre enfatizou que a autoridade na Igreja deve ser compreendida à luz da caridade de Cristo, configurando-se como verdadeira “diaconia”, isto é, serviço. Trata-se de uma missão que brota do amor e se orienta para a edificação da comunidade e a transmissão fiel da fé:
“Com o adjetivo ‘hierárquica’, portanto, o Concílio deseja indicar a origem sagrada do ministério apostólico na ação de Jesus, o Bom Pastor, bem como as suas relações internas.”
Ao concluir a catequese, Leão XIV convidou os fiéis a rezarem “para que o Senhor envie à Sua Igreja ministros ardentes de caridade evangélica, dedicados ao bem de todos os batizados, e missionários corajosos em todas as partes do mundo”. Fonte: https://www.vaticannews.va
Papa: as guerras são um escândalo, não silenciar diante do sofrimento de inocentes
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"Não podemos permanecer em silêncio diante do sofrimento de tantas pessoas, vítimas indefesas desses conflitos. O que as fere, fere toda a humanidade", disse o Santo Padre
Vatican News
“A morte e a dor provocadas por essas guerras são um escândalo para toda a família humana e um grito diante de Deus!”
Ressoaram fortes as palavras do Papa Leão ao final do Angelus de 22 de março. Diante de milhares de fiéis na Praça São Pedro, o Pontífice afirmou que continua acompanhando com consternação a situação no Oriente Médio, assim como em outras regiões do mundo dilaceradas pela guerra e pela violência.
Não podemos silenciar
"Não podemos permanecer em silêncio diante do sofrimento de tantas pessoas, vítimas indefesas desses conflitos. O que as fere, fere toda a humanidade", disse o Santo Padre, acrescentando que a morte e a dor provocadas pelos conflitos são um escândalo para toda a família humana e um clamor diante de Deus.
O Papa reiterou com veemência o apelo aos fiéis para perseverarem na oração, "para que cessem as hostilidades e se abram finalmente caminhos de paz baseados no diálogo sincero e no respeito pela dignidade de cada pessoa humana". Fonte: https://www.vaticannews.va
Leão XIV: libertar-se do sepulcro do materialismo, pois fomos feitos para Deus
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Ao comentar o episódio da ressurreição de Lázaro, proposto pela Liturgia desta V domingo de Quaresma, Leão XIV recorda que no sepulcro do egoísmo, do materialismo, da violência e da superficialidade não há vida, mas apenas desorientação, insatisfação e solidão.

Bianca Fraccalvieri - Vatican News
"Nada de finito pode saciar a nossa sede interior, porque fomos feitos para Deus": palavras de Leão XIV ao rezar com os fiéis reunidos na Praça São Pedro a oração do Angelus neste quinto domingo da Quaresma.
A Liturgia propõe o Evangelho da ressurreição de Lázaro (cf. Jo 11, 1-45), que o Pontífice comenta como um sinal que fala da vitória de Cristo sobre a morte e do dom da vida eterna que recebemos com o Batismo. "Hoje, Jesus diz também a nós, tal como a Marta, irmã de Lázaro: «Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, mesmo que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá para sempre» (Jo 11, 25-26)."
Assim, explica o Papa, a Liturgia convida os fiéis a reviver, na Semana Santa que se aproxima, os acontecimentos da Paixão do Senhor para compreender o seu sentido mais autêntico e nos abrir ao dom da graça que eles encerram.
Fama e bens materiais não saciam nossa sede de infinito
Na verdade, é em Cristo Ressuscitado que tais acontecimentos encontram o seu cumprimento. A sua graça ilumina este mundo que, afirma o Santo Padre, parece estar em constante busca de mudanças e novidades, mesmo que isso implique sacrificar coisas importantes, como tempo, energias, valores, afetos. "Como se a fama, os bens materiais, os divertimentos e as relações passageiras pudessem preencher o nosso coração ou tornar-nos imortais", diz ainda o Papa, recordando que não é no efêmero que podemos confiar a nossa necessidade de infinito.
“Nada de finito pode saciar a nossa sede interior, porque fomos feitos para Deus e não encontramos paz enquanto não descansarmos Nele (cf. Confissões, I, 1.1).”
Libertar-se dos sepulcros que nos desorientam
A narrativa da ressurreição de Lázaro, portanto, nos convida a estar atentos a essa necessidade profunda e, com a força do Espírito Santo, libertar os nossos corações de hábitos, condicionamentos e formas de pensar que, como grandes pedras, "nos aprisionam no sepulcro do egoísmo, do materialismo, da violência e da superficialidade". Nestes lugares não há vida, afirmou o Santo Padre, mas apenas desorientação, insatisfação e solidão.
Eis então que Jesus ordena também a nós: «Vem cá para fora!» (Jo 11, 43), encorajando-nos a sair desses espaços confinados para caminharmos na luz do amor, como mulheres e homens novos, capazes de esperar e amar segundo o modelo da sua caridade infinita, sem cálculos e sem limites. Leão XIV então conclui:
"Que a Virgem Maria nos ajude a viver assim estes dias santos: com a sua fé, com a sua confiança, com a sua fidelidade, a fim de que também para nós se renove, todos os dias, a experiência luminosa do encontro com o seu Filho ressuscitado."
Maratona de Roma
Ao final do Angelus, o Pontífice saudou os atletas provenientes de todo o mundo que participaram este domingo da "Maratona de Roma": "Este é um sinal de esperança! Possa o esporte traçar sendas de paz, de inclusão social e de espiritualidade". Fonte: https://www.vaticannews.va
Papa a seminaristas espanhóis: “Deixar-se formar a partir de dentro"
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“Estar com o Mestre. Jesus chamou os que quis para que estivessem com Ele. Esse é o fundamento de toda formação sacerdotal: permanecer com Ele e deixar-se formar a partir de dentro”. São palavras do Papa Leão XIV no encontro com um grupo de seminaristas espanhóis neste sábado (28/02) no Vaticano.
Jane Nogara - Cidade do Vaticano
Na manhã deste sábado, (28/02) o Papa Leão recebeu um grupo de seminaristas espanhóis de Alcalá de Henares, Toledo, Interdiocesanos de Cataluña e Cartagena. Na sua alocução o Santo Padre destacou que gostaria de centralizar suas palavras em algo que sustenta silenciosamente tudo o que é necessário para a formação sacerdotal e que por isso corre o risco de ser dado como certo sem ser cultivado, ou seja “ter um olhar sobrenatural sobre a realidade”.
O antinatural
Leão XIV explicou com uma frase do autor Chesterton que “pode servir como chave de leitura de tudo o que eu gostaria de compartilhar com vocês: 'Retirai o sobrenatural e não encontrareis o natural, mas sim o antinatural' (cf. Heretics, VI)”. Leão explicou que o homem não foi feito para viver fechado em si mesmo, “mas em uma relação viva com Deus”. E se isso não acontece a vida “começa a desordenar-se a partir de dentro”.
O antinatural não é apenas o escandaloso; basta viver prescindindo de Deus no cotidiano, deixando-O à margem dos critérios e das decisões com os quais se enfrenta a existência”. “O que poderia haver de mais antinatural do que um seminarista ou um sacerdote que fala de Deus com familiaridade, mas vive interiormente como se a Sua presença existisse apenas no plano das palavras, e não na densidade da vida?” Questiona o Papa sobre o sacerdote “antinatural”. “Nada seria mais perigoso do que se acostumar com as coisas de Deus sem viver de Deus”, acrescentou. “Por isso, no fundo, tudo começa — e volta sempre — à relação viva e concreta com Aquele que nos escolheu sem mérito nosso.
O sobrenatural: é o princípio que dá unidade a todas as coisas
“Ter visão sobrenatural não significa fugir da realidade, mas sim aprender a reconhecer a ação de Deus no concreto de cada jornada”, continua o Pontífice, “um olhar que não se improvisa nem se delega, mas que se aprende e se exercita no ordinário da vida” . Explicando que exatamente por isso, se a visão sobrenatural é tão decisiva para a vida cristã, com maior razão o é para quem agirá in persona Christi, e já “desde a etapa formativa merece ser guardada com especial atenção”, reitera, “porque é o princípio que dá unidade a todas as coisas”.
Prática da presença de Deus
Em seguida o Papa destaca que até as práticas intrinsecamente boas, como o estudo, a oração, a vida comunitária, podem esvaziar-se interiormente e desnaturalizar-se, tornando-se mero cumprimento sem uma intenção interior real. Sugerindo, “um modo simples e comprovado para guardar este olhar é exercitar-se na prática da presença de Deus, que mantém o coração desperto e a vida constantemente referida a Ele”.
A vida espiritual está enraizada em Deus
O Papa Leão cita um exemplo sobre o que pode acontecer com a falta da vida espiritual na vida dos seminaristas e futuros sacerdotes quando confundem a fecundidade com a intensidade das atividades ou o cuidado meramente exterior das formas. "Diz-se que as árvores 'morrem de pé': permanecem erguidas, conservam a aparência, mas por dentro já estão secas” disse o Papa . “A vida espiritual não dá fruto pelo que se vê, mas pelo que está profundamente enraizado em Deus. Quando essa raiz é descuidada, tudo acaba secando por dentro, até que, silenciosamente, termina-se por 'morrer de pé'”.
Estar com o Mestre
Por fim, o Papa Leão afirma que “no fundo, o olhar sobrenatural nasce do que há de mais simples e decisivo na vocação: estar com o Mestre. Jesus chamou os que quis 'para que estivessem com Ele' (Mc 3,14). Esse é o fundamento de toda formação sacerdotal: permanecer com Ele e deixar-se formar a partir de dentro; ver Deus agir e reconhecer como Ele opera na própria vida e na vida do Seu povo”. Concluindo assim o Papa reitera que nada pode substituir essa relação com o Mestre, destacando, “o verdadeiro protagonista deste caminho é o Espírito Santo, que configura o coração, ensina a corresponder à graça e prepara uma vida fecunda a serviço da Igreja. Tudo começa agora” concluiu o Papa Leão aos seminaristas, “no ordinário de cada dia, ali onde cada um decide se permanece com o Senhor ou se tenta sustentar-se apenas em suas próprias forças”. Fonte: https://www.vaticannews.va
Mensagem do Papa Leão XIV por ocasião da Campanha da Fraternidade 2026
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Papa Leão: “com o intuito de animar o povo fiel em cada itinerário quaresmal, há mais de sessenta anos que a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade”…
Vatican News
O Papa Leão XIV enviou à Igreja Católica no Brasil, uma mensagem, com data de 11 de fevereiro de 2026, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, por ocasião do lançamento da Campanha da Fraternidade 2026. Há mais de sessenta anos que a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade - escreveu o Papa –, momento em que, como comunidade de fé, dirige a sua ação pastoral e caritativa aos pobres, os verdadeiros destinatários do nosso amor preferencial, como fiz questão de recordar na Exortação Apostólica Dilexi te.
Eis a íntegra da mensagem do Santo Padre:
Queridos irmãos e irmãs do Brasil,
«Chegamos à época solene que nos lembra o dever de nos aplicarmos à prece e ao jejum mais do que em qualquer outro tempo do ano, iluminando nossas almas e disciplinando nossos corpos» (Sermão 210). Assim escreveu Santo Agostinho em um de seus sermões sobre o tempo litúrgico que estamos para iniciar, durante o qual recebemos um especial chamado de Deus a uma autêntica conversão, redirecionando toda a nossa vida para Ele, ao seguirmos, por meio do jejum e a penitência, os passos de Nosso Senhor que se retirou no deserto por quarenta dias. Neste tempo de intensa oração, somos igualmente convidados a praticar com renovado empenho a virtude da caridade com os mais pobres e necessitados, com os quais o próprio Cristo se identifica (cf. Mt 25, 35-40). O Espírito Santo, autor da nossa santificação, nos conduza ao longo deste caminho.
Com o intuito de animar o povo fiel em cada itinerário quaresmal, há mais de sessenta anos que a Igreja no Brasil realiza a Campanha da Fraternidade, momento em que, como comunidade de fé, dirige a sua ação pastoral e caritativa aos pobres, os verdadeiros destinatários do nosso amor preferencial, como fiz questão de recordar na Exortação Apostólica Dilexi te: convencidos de que «existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres» (n. 36), «devemos empenhar-nos cada vez mais em resolver as causas estruturais da pobreza» (n. 94). À semelhança do que havia sido feito em 1993, no presente ano, inspirados pelo lema “Ele veio morar entre nós” (cf. Jo 1, 14), a proposta apresentada é aquela de voltar o olhar para os nossos irmãos que sofrem com a falta de uma moradia digna.
O meu santo predecessor, São João Paulo II, convidava a voltar a atenção «para os milhões de seres humanos privados de uma habitação conveniente, ou até mesmo sem qualquer habitação, a fim de despertar a consciência de todos e encontrar uma solução para este grave problema, que tem consequências negativas no plano individual, familiar e social», afirmando que «a falta de habitações, que é um problema de per si muito grave, deve ser considerada como o sinal e a síntese de uma série de insuficiências econômicas, sociais, culturais ou simplesmente humanas» (Sollicitudo Rei Socialis, 17).
Neste sentido, é meu desejo que a reflexão sobre a dura realidade da falta de moradia digna, que afeta tantos irmãos nossos, leve não somente a ações isoladas sem dúvida, necessárias — que venham de modo emergencial em seu auxílio, mas gere em todos a consciência de que a partilha dos dons que o Senhor generosamente nos concede não pode restringir-se a um período do ano, a uma campanha ou a algumas ações pontuais, mas deve ser uma atitude constante, que nos compromete a ir ao encontro de Cristo presente naqueles que não tem onde morar.
Desejo igualmente, queridos irmãos e irmãs, que as iniciativas nascidas a partir da Campanha da Fraternidade possam inspirar as autoridades governamentais a promover políticas públicas, a fim de que, trabalhando todos em conjunto, seja possível oferecer à população mais carente melhorias significativas nas condições de habitação.
Confio estes votos aos cuidados de Nossa Senhora, que não encontrou morada em Belém para dar à luz ao Redentor, mas que tem sua casa, como Rainha e Padroeira do Brasil, no Santuário Nacional de Aparecida. E, como penhor de abundantes graças, concedo de bom grado aos filhos e filhas da querida nação brasileira, de modo especial àqueles que se empenham para que todos tenham moradia digna, a Bênção Apostólica.
Vaticano, 11 de fevereiro de 2026, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes. Fonte: https://www.vaticannews.va
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