Olhar Jornalístico

Paróquia, aonde vais?

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Publicado em 08 junho 2016

"Penso em formas novas e diversas de comunidades cristãs, como de resto a exortação Evangelii gaudium convida a imaginar e experimentar. As pessoas necessitam de uma proposta de fé e de vida que fala a elas e à sua situação existencial, sobretudo quando vivem em condições e momentos particulares", escreve Christian Albini, teólogo leigo italiano, em seu blog Sperare per Tutti, 06-06- 2016. A tradução é de Benno Dischinger.

Eis o artigo.

Recentemente, o Papa voltou a insistir que encontrar uma paróquia e, sobretudo uma igreja, fechada, é um fato triste. No entanto, há também tantos padres que, embora sozinhos, anciãos e responsáveis por várias comunidades, os quais dizem: “Não damos conta”.

Se à igreja falta o alento, não adianta sair! Pode parecer exagero, mas por trás disso há uma reflexão que me empenha há tempo e me suscita preocupação. Estou profundamente convencido que a direção indicada pelo Papa Francisco seja a correta: o movimento do Deus bíblico e o movimento de Jesus é aquele de sair; ir para os outros. Jesus era um mestre que rompia limites; diz isso um fiel de olhar límpido como dom Angelo Casati. Somente assim os cristãos conseguem caminhar junto a outros homens e mulheres, também ao longo das estradas mais escuras. Somente assim podem colocar-se em sintonia com aquilo que habita a sua imaginação e o seu coração para fazê-los arder.

O ponto crucial é que em muitos casos parece não existirem mais as forças para realizar esta passagem. Há tempo no meu blog houve muitas leituras da mensagem de um padre alemão, brilhante e apreciado, que decidiu deixar o ministério em paróquia e retirar-se a um mosteiro, após ter constatado que a comunidade cristã vivia como uma agência de serviços religiosos, sem que as pessoas empreendessem verdadeiros percursos de fé e conversão. Neste período, a arquidiocese de Chicago está procedendo a uma operação de agrupamento e fechamento de paróquias, como ocorre em tantas igrejas locais.

Há, depois, os não poucos padres que vivem formas de fadiga, mal-estar e frustração. Entre eles estão aqueles que na pastoral se mensuram pela perda de relevância da própria função e pela indiferença do povo, como também pelas próprias problemáticas pessoais. Alguns se encerram num espaço controlado e circunscrito, fazendo da paróquia um pequeno feudo ou fortim, uma só dimensão fechada e em escassas relações com o mundo externo. Entre aqueles que desenvolvem o seu ministério com dedicação e autêntico espírito de serviço, humildade e atenção às pessoas segundo o Evangelho, há quem tem dotes pastorais e sabe criar comunidade, anima paróquias vivazes, cálidas, mas se mensura, de outro lado, através de um limite sempre mais evidente. Quando se chega ao ponto de dar um passo de saída, as energias e o tempo não bastam.

Conheço párocos realmente valiosos que quereriam ir às casas e aos lugares de convivência, iniciar novas relações com quem está longe ou no limiar, os quais têm intuições preciosas, mas não conseguem concretizá-las porque a gestão das atividades tradicionais das nossas paróquias absorve completamente tanto eles próprios como os leigos que estão dispostos a empenhar-se.

A atual tendência a aumentar as unidades ou comunidades pastorais (ou outras denominações) segue o mais das vezes uma lógica de agregação somatória ditada pela necessidade de obviar à escassez de padres, sem que haja uma verdadeira e própria projetividade subjacente.

Tudo isso não faz senão alimentar uma mentalidade para a qual a única via possível parece ser aquela da gestão do existente, renunciando aos poucos àquilo que não é mais sustentável. Isso afeta famílias e ordens religiosas. É um modo de pensar inevitável, enquanto se permanecer apenas, com algum ajustamento, dentro do modelo de paróquia que tem sido herdado da estação pós-tridentina e de uma sociedade substancialmente rural, cujo contexto sociocultural era aquele da cristandade. Essas paróquias eram pequenos universos autossuficientes nos quais a pessoa era acompanhada por ritos, práticas e devoções desde o berço até a tumba. Hoje já não é possível que seja assim, porque as pessoas não aderem mais espontaneamente a esta modalidade invasiva de vida cristã e transitam em contextos muito diversificados.

Penso, então – falei sobre isso também recentemente ao Conselho Pastoral da Diocese de Piacenza-Bobbio – num território onde diversas paróquias vivem uma pastoral integrada naquilo que diz respeito às atividades ordinárias de catequese, liturgia e sacramentos. Nem todos fazem tudo; cada um por sua conta, mas cada um carrega a sua parte numa comunhão de comunidade onde se raciocina e se percebe conjuntamente.

Mas, penso também em formas novas e diversas de comunidades cristãs, como de resto a exortação Evangelii gaudium convida a imaginar e experimentar. As pessoas necessitam de uma proposta de fé e de vida que fala a eles e à sua situação existencial, sobretudo quando vivem em condições e momentos particulares. Pretendo prospectar, numa diocese ou em parte dela, comunidades extraterritoriais nas quais a gente se dedique a acolher, encontrar, escutar e acompanhar pessoas que vivem em condições que não são interpeladas pelas paróquias, assim como as conhecemos habitualmente, e que não teriam a possibilidade de lhes dedicar atenções particulares.

Seriam, em suma, espaços de primeiro anúncio. Por analogia, o modelo poderiam ser as capelanias para os estrangeiros nas grandes cidades. Depois, em cada contexto local, seria preciso ler os sinais dos tempos para individuar as pessoas às quais se deveria endereçar um olhar privilegiado (jovens, casais, desempregados, enfermos, anciãos solitários...). Isto não é uma solução, mas uma hipótese a estudar. No entanto, corresponderia a uma igreja que entra nos caminhos das mulheres e dos homens de hoje e com eles compartilha, como fez o próprio Jesus com os discípulos de Emaús.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

PROFISSÃO DO FREI MARLOM: Reportagem-01

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Publicado em 08 junho 2016

Elias e profetas de baal: Frei Petrônio.

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Publicado em 08 junho 2016

NOVO BISPO DA ORDEM DO CARMO: Papa Francisco nomeia bispo de Cajazeiras (PB)

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Publicado em 08 junho 2016

O papa Francisco nomeou hoje, 08 de junho, frei Francisco de Sales Alencar Batista, O.Carm., como bispo da diocese Cajazeiras (PB). Atualmente, ele ocupa a função de secretário geral da Ordem dos Carmelitas, em Roma.

Frei Francisco é natural de Araripina (PE). Nasceu em 17 de abril de 1968. Ingressou na Ordem do Carmo aos 18 anos e, em 1987, no noviciado Carmelita em Camocim de São Félix (PE). A primeira profissão religiosa ocorreu no dia 24 de janeiro de 1988. Cursou filosofia nos Institutos Vicentino, em Curitiba (PR), e Salesiano, em Recife (PE). Já a teologia foi realizada na cidade de Dublin (Irlanda), no Miltown Institute.

Foi ordenado diácono em dezembro de 1994 e presbítero, no dia 25 de novembro de 1995. Na Província Carmelitana Pernambucana atuou como reitor da Basílica do Carmo; administrador da paróquia Nossa Senhora da Piedade; formador do Juniorato; secretário e conselheiro provincial; além de prior provincial, por seis anos (2005 a 2011).

Em 2011, frei Francisco assumiu, em Roma, o ofício de vice-prior do Centro Internacional Santo Alberto. Desde 2014, é secretário geral da Ordem do Carmo, preside a Comissão Internacional para a Liturgia e Oração e é membro da Comissão Internacional de Evangelização e Missão. Fonte: Facebook (Frei Vicente, O. Carm).

NOVO BISPO CARMELITA: Rev.do P. Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm.

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Publicado em 08 junho 2016

Il Rev.do P. Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm., è nato il 17 aprile 1968 ad Araripina, diocesi di Salgueiro, nello Stato di Pernambuco. Ha fatto la Professione Religiosa nell’Ordine dei Frati Carmelitani il 24 gennaio 1988 ed è stato ordinato sacerdote il 29 novembre 1995. Ha compiuto gli studi di Filosofia presso l’Istituto Salesiano di Filosofia (INSAF), ad Olinda-PE, e quelli di Teologia presso il The Milltown of Theology and Philosophy, a Dublino (Irlanda). Poi ha ottenuto la Licenza in Teologia Spirituale presso il Pontificio Istituto di Spiritualità Teresianum di Roma.

Nel corso del suo ministero sacerdotale ha svolto i seguenti incarichi: Formatore degli studenti di Filosofia; Rettore della Basilica del Carmine a Recife; Parroco; Consigliere e poi Priore Provinciale della Provincia Carmelitana di Pernambuco; Vice-Priore della Comunità del Collegio Internazionale Sant’Alberto a Roma.

Attualmente è Segretario Generale del suo Ordine a Roma. Fonte: http://press.vatican.va

BASÍLICA DE SANTA PRASSEDE: Um Olhar-02.

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Publicado em 07 junho 2016

Arquidiocese afasta padre de Frutal preso suspeito de estupro em GO

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Publicado em 07 junho 2016

Presbítero é suspeito de abusar de adolescente em clube de Caldas Novas. Arquidiocese se posicionou sobre fato e repudia qualquer ato de violência.

O padre de 28 anos, que foi preso suspeito de estuprar um adolescente de 15 anos no fim de semana, será afastado, por tempo indeterminado, do exercício do ministério presbiteral ou qualquer outro encargo eclesiástico em Frutal, onde ele atua. A informação foi repassada pela Arquidiocese de Uberaba, que responde pelo município do Triângulo Mineiro.

O sacerdote foi preso em Caldas Novas (GO) após a criança informar à família sobre o possível ato sexual em um clube da cidade. Após o fato, a arquidiocese também informou, por meio de nota, que repudia todo tipo de violência e que aguarda a apuração dos fatos, pelas autoridades competentes.

O crime foi registrado no sábado (4). Segundo a delegada Sabrina Leles, responsável pelo caso em Goiás, apesar do pároco negar o abuso, uma análise psicológica realizada na vítima levanta indícios sobre o crime. Ela explicou que a Polícia Militar foi chamada em um clube depois que o garoto, que tem deficiência mental, disse para a mãe que o presbítero o proibiu de sair de dentro da sauna e cometeu o abuso sexual.

Ainda segundo a ocorrência, o padre, que estava a passeio na cidade, confirmou à polícia que encontrou o adolescente, mas disse que não praticou o crime. Mesmo assim, baseado no relato da mãe e do menino, a delegada resolveu decretar a prisão em flagrante. A delegada disse também que foram encontradas pornografias no celular do suspeito.

Conforme informações do site da arquidiocese de Uberaba, o padre foi ordenado em dezembro de 2013.

Posicionamento da arquidiocese

Por meio de nota, o padre Saulo Emílio Pinheiro Moraes, vigário geral, confirmou que o presbítero pertencente a clero de Uberaba e que aguarda as investigações. Ainda, pediu perdão pelo constrangimento ou dor causados pelo fato. O G1 não divulgou o nome do padre, pois não teve contato com um advogado para se posicionar sobre o caso.

Confira a nota na íntegra:

“Diante do caso vinculado pelos meios de comunicação e que vem sendo apurado pelas autoridades legais, sobre o presbítero pertencente ao nosso clero, e o seu envolvimento em um caso de abuso sexual contra um adolescente, na cidade de Caldas Novas, no estado de Goiás, a Arquidiocese de Uberaba, vem a público para manifestar, que diante do exposto aguarda a apuração dos fatos, pelas autoridades competentes.

Como Igreja, repudiamos todo tipo de violência e abuso, nos mais diferentes níveis; e sentimos as dores daqueles que sofrem, principalmente quando envolve um dos nossos representantes. Informamos, também, que o referido padre foi privado do “uso de ordens”, pelo Senhor Arcebispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, ou seja, não tem jurisprudência para presidir ou administrar qualquer sacramento. Sendo vedado o exercício do ministério presbiteral ou qualquer outro encargo eclesiástico, por tempo indeterminado para apuração dos fatos.

Pedimos perdão por qualquer constrangimento ou dor que pudemos causar com tal fato, e esperamos que tudo seja averiguado e resolvido o mais rápido possível, para que não haja maiores constrangimentos". Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais

BASÍLICA DE SANTA PRASSEDE: Um Olhar-01.

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Publicado em 07 junho 2016

ROMA DOS MÁRTIRES: Um olhar

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Publicado em 07 junho 2016

BASÍLICA DE SANTA PRASSEDE

A igreja em sua forma atual foi encomendada pelo papa Adriano I por volta de 780 e construída sobre os restos de uma estrutura do século V para preservar os restos de Santa Praxedes e Santa Pudenciana, as filhas de São Pudêncio, que é tradicionalmente considerado tradicionalmente como o primeiro convertido de São Pedro em Roma. As duas santas são conhecidas por enterrarem os primeiros cristãos mártires.

A basílica foi ampliada e decorada pelo papa Pascoal I por volta de 822. Pascoal, que reinou entre 817 e 824, estava na vanguarda do renascimento carolíngio, iniciado e defendido por Carlos Magno. Eles desejavam retornar aos fundamentos do cristianismo, teológica e artisticamente. O papa, por este motivo, iniciou dois ambiciosos projetos ligados entre si: a recuperação das relíquias dos mártires das catacumbas de Roma e uma campanha de construção de igrejas até então sem precedentes. Os diversos restos mortais escavados foram então trazidos para esta igreja.

Tornou-se propriedade dos beneditinos em 1198. Nos séculos seguintes foi sendo aumentada e restaurada, sem perder seu caráter basilical. No interior há duas colunas de granito que sustentam uma arquitrave horizontal e alternam com pilares maciços dividindo a ampla nave das naves laterais (corredores). Fonte: https://pt.wikipedia.org

Frei Bruno Secondin, Carmelita: A cinquant’anni della Perfectae Caritatis.

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Publicado em 07 junho 2016

O Profeta Elias e a viúva: Frei Petrônio.

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Publicado em 07 junho 2016

VOTOS SOLENES DO FREI MARLOM: Álbum...

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Publicado em 07 junho 2016

Veja o álbum. Clique:

https://www.facebook.com/olharjornalista/media_set?set=a.929800250466243.1073741930.100003088311813&type=3&pnref=story

(OBS: É necessário ser seguidor do olhar no face) 

 

A VIÚVA DE SAREPTA: Um olhar.

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Publicado em 07 junho 2016

(Leitura: Lucas 4:25-26; 1 Reis 17)


Jesus é desprezado por seu povo ao declarar ser ele o cumprimento da profecia de Isaías que falava da vinda do Messias. E os judeus ficam ainda mais irados quando ele fala da viúva de Sarepta e de Naamã, o leproso, dois exemplos de estrangeiros que Deus tratou em graça e misericórdia. 

No capítulo 17 do primeiro livro dos Reis você encontra a história dessa viúva, visitada pelo profeta Elias em um período de grande seca e fome em toda a região. Elias a encontra apanhando lenha à porta a cidade e pede a ela água e um pedaço de pão. A mulher responde: "Juro pelo nome do Senhor, o teu Deus... não tenho nenhum pedaço de pão; só um punhado de farinha num jarro e um pouco de azeite numa botija. Estou colhendo uns dois gravetos para levar para casa e preparar uma refeição para mim e para o meu filho, para que a comamos e depois morramos".

"Não tenha medo", diz Elias. "Faça um pequeno bolo com o que você tem e traga para mim, e depois faça algo para você e para o seu filho. Pois assim diz o Senhor, o Deus de Israel: 'A farinha na vasilha não se acabará e o azeite na botija não se secará até o dia em que o Senhor fizer chover sobre a terra'". A viúva creu na palavra de Deus e fez o que Elias disse. Por todos os dias que se seguiram Elias, a viúva e seu filho comeram pão. "A farinha na vasilha não se acabou e o azeite na botija não se secou, conforme a palavra do Senhor proferida por Elias" (1 Rs 17:12-16).

Ao mencionar este episódio, Jesus não deixa os judeus irados apenas por Deus ter privilegiado uma viúva estrangeira, quando havia tantas viúvas israelitas passando fome. Eles também não gostam de admitir que foi o israelita Elias quem precisou da viúva estrangeira para sustentá-lo, e não o contrário. No versículo 9 do capítulo 17 de 1 Reis, Deus ordena a Elias: "Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente". Acrescente-se a isso o fato de Elias ter sido até ali sustentado por corvos que lhe traziam pão e carne, aves impuras segundo a Lei dos judeus.

Mas o mais belo nesta cena é que a mulher confia totalmente na Palavra de Deus. Ela corre o risco de morrer de fome usando o que lhe resta de farinha e azeite para alimentar primeiro o profeta de Deus. Era esta a fé e confiança que faltavam aos judeus. Eles tinham diante de si o próprio Filho de Deus, o Messias de Israel, e ainda assim não criam nele e o desprezavam e conspiravam para matá-lo.

A viúva de Sarepta é um exemplo de como podemos confiar em Deus para o sustento nesta vida, quando confiamos em sua Palavra e colocamos Deus em primeiro lugar. Mas o que fazer quando a morte vem? Deus também cuida disso, como cuidará do filho da mesma viúva. Fonte: http://www.3minutos.net

O Profeta Elias e o Corvo: Frei Petrônio.

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Publicado em 06 junho 2016

Polícia acha pornografia em celular de padre preso suspeito de estupro

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Publicado em 06 junho 2016

Delegada diz que aparelho será periciado e que há indícios sobre abuso. Pároco nega ter estuprado menor, que tem deficiência mental, em Goiás.

A Polícia Civil diz que encontrou fotos e mensagens com teor pornográfico no celular do padre de 27 anos, preso em flagrante suspeito de estuprar um adolescente, de 15, em um clube em Caldas Novas, no sul de Goiás. De acordo com a delegada Sabrina Leles, responsável pelo caso, apesar do pároco negar o abuso, uma análise psicológica realizada na vítima levanta indícios sobre o crime.

“O garoto, que tem deficiência mental, foi ouvido por um psicólogo, que me disse que não há dúvidas de que ele foi vítima de um estupro. Apesar de não ter lesões físicas, ele está muito abalado com tudo o que aconteceu”, disse a delegada ao G1.

O padre foi preso no sábado (4). Segundo a polícia, ele estava na sauna de um clube quando encontrou o adolescente. “O garoto disse para a mãe que foi impedido pelo padre de sair do local até que o ato terminasse. A mulher, sabendo que o filho não pode oferecer resistência, já que tem um problema mental, chamou a Polícia Militar e todos eles foram encaminhados para a delegacia”, explicou Sabrina.

A mãe do menino, que mora em Brasília (DF) e estava em Caldas Novas a passeio, apresentou à polícia laudos médicos comprovando que o adolescente sofre de retardo mental e epilepsia. Já o pároco, que mora em Frutal (MG), estava na cidade acompanhado de dois amigos.

“Durante o depoimento, o padre confirmou que ficou na sauna com o adolescente, mas negou que tenha cometido o estupro. No entanto, ele entregou o celular e encontramos fotos e mensagens pornográficas, que eram trocadas com outros homens por meio de um aplicativo. Sendo assim, apreendemos o aparelho e o encaminhamos para perícia”, disse a delegada.

Sabrina explicou que já fez a oitiva das testemunhas e dos envolvidos no caso e agora aguarda o resultado da análise do celular do padre, que seguia preso até a noite deste domingo (5). “Teremos dez dias para concluir o inquérito e, se ficar comprovado o abuso, o padre poderá ser indiciado por estupro de vulnerável, podendo pegar até 15 anos de prisão”, concluiu.

O G1 tenta contato desde a tarde deste domingo com a Arquidiocese de Uberaba (MG), já que o padre faz parte do clero da entidade, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem. Fonte: http://g1.globo.com

VATICANO: FALHA NOSSA-01

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Publicado em 06 junho 2016

O CORVO: Qual o significado do corvo que alimenta Elias?

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Publicado em 06 junho 2016
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  • o corvo que alimenta Elias

Frei Carlos Mesters, Carmelita.

 1-Os textos da Bíblia

1Reis 17, 2-6: A função do corvo na vida de Elias

2A palavra de yhwh foi-lhe dirigida nestes termos: 3"Vai-te daqui, retira-te para o oriente e esconde-te na torrente de Carit, que está a leste do Jordão. 4Beberás da torrente e ordenei aos corvos que te dêem lá alimento." 5Elias partiu, pois, e fez como yhwh ordenara, indo morar na torrente de Carit, a leste do Jordão. 6Os corvos lhe traziam pão de manhã e carne à tarde, e ele bebia da torrente.

Êxodo 16,9-18: A função das codornizes na vida do povo de Deus

9Disse Moisés a Aarão: "Dize a toda comunidade dos filhos de Israel: Aproximai-vos da presença de Iahweh, pois ouviu as vossas murmurações." 10Ora, quando Aarão falava a toda a comunidade dos filhos de Israel, olharam para o deserto, e eis que a glória de yhwh apareceu na nuvem, 11Iahweh falou a Moisés, dizendo: 12"Eu ouvi as murmurações dos filhos de Israel; dize-lhes: Ao crepúsculo comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão; e sabereis que eu sou yhwh vosso Deus." 13À tarde subiram codornizes e cobriram o acampamento; e pela manhã havia uma camada de orvalho ao redor do acampamento. 14Quando se evaporou a camada de orvalho que caíra, apareceu na superfície do deserto uma coisa miúda, granulosa,' fina como a geada sobre a terra. 15Tendo visto isso, os filhos de Israel disseram entre si: "Que é isto?" Pois não sabiam o que era. Disse-lhes Moisés: "Isto é o pão que yhwh vos deu para vosso alimento. 16Eis que yhwh vos ordena: Cada um colha dele quanto baste para comer, um gomor por pessoa. Cada um tomará segundo o número de pessoas que se acham na sua tenda." 17E os filhos de Israel assim fizeram; e apanharam, uns mais outros menos. 18Quando mediram um gomor, nem aquele que tinha juntado mais tinha maior quantidade, nem aquele que tinha colhido menos encontrou menos: cada um tinha apanhado o quanto podia comer.

 1-Uma Resposta: Elias e o Corvo

refazer a história, recuperar a memória, estar disponível para Deus: "Ordenei aos corvos que levem comida para você"

(1Rs 17,4)

Deus diz a Elias: "Saia daqui, dirija-se para o oriente e esconda-se junto ao córrego Carit, que fica a leste do Jordão. Você poderá beber água do córrego. Eu ordenei aos corvos que levem comida para você". Então Elias partiu e fez como Javé tinha mandado: foi morar junto ao córrego Carit, a leste do Jordão. Os corvos levavam pão de manhã e carne à tarde. E ele bebia água do córrego" (1Rs 17,3-6). Elias deve sair da terra prometida no mesmo lugar onde, séculos antes, depois dos quarenta anos no deserto, o povo tinha entrado para tomar posse da terra prometida. Agora, por ordem de Deus, Elias atravessa o Jordão e volta para o deserto. Ele se esconde no Carit. Como o povo naqueles quarenta anos, ele é alimentado pelo corvos (=codornizes) e bebe da água do córrego.

Isto significa que Elias, voltando para o deserto, deve recomeçar a viver como o povo vivia durante aqueles quarenta anos, sobrevivendo com a água da rocha, com o maná que Deus lhe fornecia e com a carne que os codornizes traziam (Ex 17,1-16). A política dos Reis, tanto de Judá como de Israel, tinha desviado o povo da sua origem e da sua missão. Elias deve refazer a história do seu povo. Deve voltar às origens, reencontrar o Deus que os tinha acompanhado durante aqueles quarenta anos no deserto e assim realizar o grande ideal do amor de Deus. Deus diz ao povo: "Agora, sou eu que vou seduzi-la, vou levá-la ao deserto e conquistar seu coração. ...  Eliminarei da terra o arco, a espada e a guerra; e, então, vou fazê-los dormir em segurança. Eu me casarei com você para sempre, me casarei com você na justiça e no direito, no amor e na ternura. Eu me casarei com você na fidelidade e você conhecerá Javé" (Os 2,16.19.20-22).

Elias era uma pessoa totalmente disponível para a ação do Espírito de Deus. Deus podia chamá-lo a qualquer momento, em qualquer lugar, para qualquer missão. Deus chamava e Elias obedecia e ia: para a torrente de Karit (1Rs 17,3), para Sarepta na Sidônia (1Rs 17,9), para encontrar o rei Acab(1Rs 18,1), para ir na frente do rei até Yisrael (1Rs 18,46), para o Monte Horeb (1Rs 19,8), para ir ungir Eliseu (1Rs 19,15-16), para denunciar o rei (1Rs 21,17-19), para Betel (2Rs 2,2), para Jericó (2Rs 2,4), para o Jordão (2Rs 2,6). Elias já não se pertence. Sua vida tornou-se uma despedida contínua, um peregrinar constante em busca do que Deus queria dele. Elias viveu em estado permanente de êxodo! No fim, ele é arrebatado(2Rs 2,11). Como tal, ele já era conhecido pelo povo: alguém totalmente disponível que, a cada momento, podia ser levado pelo Espírito para realizar a obra de Deus (1Rs 18,12).

Qual o significado do corvo que alimenta Elias?

É o que se pede de todos nós, Carmelitas: refazer a história, recuperar a memória, redescobrir nossa identidade, voltar a alimentar-nos daquela mesma experiência da nossa origem no Monte Carmelo. Devemos fazer isto não só com reflexões teóricas, mas também e sobretudo, como Elias, com iniciativas praticas e atitudes bem concretas: atravessar o rio, fazer um retiro, esconder-se no Carit. O livro "Institutio primorum monachorum" (Instituição dos Primeiros Monges) diz que Carit significa Caridade: esconder-se na caridade.

ROMA: Frei Bruno Secondin.

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Publicado em 06 junho 2016

ELIAS E JESUS: Duas viúvas e duas mortes: Frei Petrônio.

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Publicado em 05 junho 2016

PROFISSÃO DO FREI MARLOM: Acolhida dos confrades.

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Publicado em 05 junho 2016

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