Olhar Jornalístico

MÃES MORADORES DE RUA: Drogas e maternidade

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Publicado em 14 maio 2017
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Por André Martins

Se a casa é o símbolo máximo da proteção e da propriedade, a rua é uma perigosa terra de ninguém. Quase sempre esses dois ambientes são definidos pelas relações de contraposição. Quase sempre. Porque para um número indefinido de pessoas no Brasil, rua e casa são apenas sinônimos. De acordo com o último censo realizado em 2013 pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), os moradores de rua da capital mineira estão em torno de 1,83 mil indivíduos. O número é variável e nunca exato devido às dificuldades de quantificar uma população que migra constantemente.

Basta um pouco de sensibilidade para perceber, embora de forma imprecisa, as dificuldades dessas pessoas. Driblar necessidades básicas, como comer e se proteger do frio, são desafios para quem tem o céu como teto. Muitas vezes, as drogas são fatores de limitação. Nesse universo, comovem ainda mais os casos de mulheres grávidas que exibem suas barrigas ao vento das ruas como se respondessem apenas por si.
Elizabeth Caetano é assistente social no Hospital Sofia Feldman. Nos oito anos em que ela presta serviços para a instituição surgiram casos marcantes de grávidas moradoras de rua e viciadas em entorpecentes no hospital. Algumas histórias a impactaram de forma definitiva. "Ela tem cerca de 35 anos e foi mãe 11 vezes. Dessas 11 crianças, quatro nasceram no hospital. As duas primeiras foram encaminhadas para acolhimento institucional, e as outras duas saíram com ela. Essas histórias sempre mexem com a gente porque vemos o sofrimento dessas mulheres", revela.

De igual forma, para os profissionais de saúde que frequentemente lidam com casos similares, é praticamente impossível manter-se distante emocionalmente. "É difícil não sentir algo. No Hospital Risoleta Neves, por exemplo, há uma mulher conhecida de todos. Ela é moradora de rua, usuária de drogas e já teve quatro filhos. Alguém da família se dispôs a ficar com um dos filhos. Os outros foram para abrigos", conta a médica obstetra e referência técnica do Comitê de Prevenção de Óbito Materno da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), Patrícia Magalhães.

Outro que coleciona dramas de roteiros tristes e, às vezes, previsíveis é o policial aposentado Robert William. Ele é diretor da Organização Não Governamental Defesa Social, instituição que trabalha com a abordagem, o acompanhamento e o encaminhamento de usuários de drogas para comunidades terapêuticas e o serviço público de saúde. "Grande parte dessas crianças é composta por ‘filhos do crack' e da droga. Não são frutos de relacionamentos regulares, amorosos. Algumas mulheres se prostituem por uma ‘pedra'", explica. Segundo Robert, cerca de 50 mulheres moradoras de rua que declararam estar grávidas foram abordadas pela equipe multidisciplinar da ONG, que atua na capital mineira e na Grande BH há 11 anos. 

Robert William pondera que o fato de essas mulheres morarem nas ruas não as destitui de sentimentos inerentes à maternidade. "Elas querem sempre o melhor para os filhos, inclusive que eles não se envolvam com drogas. Quando conversamos com essas mulheres, percebemos que elas gostariam de ter uma família, uma casa, um marido,... É um sofrimento muito grande", conta.

A saúde dos bebês filhos de mulheres em situação de rua e envolvidas com o vício em drogas é uma preocupação real. Mas esse não é o único problema. Cerca de 90% dos bebês acolhidos nas 15 unidades da PBH que abrigam crianças de zero a 6 anos são filhos de mães dependentes químicas. Muitas delas moram nas ruas. A informação é da secretária Municipal Adjunta de Assistência Social - Gerência de Abrigamento da PBH, Helizabeth Itaborahy Ferenzini. 

Desde quando essas mulheres começaram a ser identificadas pelas equipes dos consultórios de rua da prefeitura ou dão entrada nos hospitais para o início do pré-natal ou do parto, uma movimentação intensa acontece nas maternidades, no setor de Assistência Social da prefeitura e no Poder Judiciário.

Para evitar que os bebês cresçam em abrigos, as assistentes sociais da PBH trabalham para levantar o histórico dessas mulheres e chegar até as famílias delas. Se não for possível para a mulher poder assumir seus compromissos como mãe, o objetivo é promover a adoção dessas crianças por pessoas próximas. 

Muitas vezes, o processo de identificação da família começa nas próprias instituições de saúde. "Nós procuramos a família. Se ela alega que vai ajudar a cuidar, a gente faz os encaminhamentos adequados", revela Elizabeth Caetano. A mãe também é orientada a entender que acompanhar o crescimento do filho passa pela necessidade de abandonar o vício.
Mas, em alguns casos, a identificação dos familiares é uma tarefa difícil. O destino mais certo para essas crianças são os centros de acolhimento. "Quando essas famílias não são identificadas, a mulher vive em situação de rua e com histórico de uso de drogas, a gente não pode ser irresponsável e entregar esse bebê para a mãe. Aí a gente faz o encaminhamento para a Vara da Infância", arremata Elizabeth.

 

Direito de quem?

Desde o ano passado, a Promotoria da Infância e da Juventude de Belo Horizonte vem sendo alvo de críticas por parte da prefeitura, de legisladores e de organizações sociais. O órgão exige das maternidades e dos profissionais de saúde a comunicação sobre os nascimentos de bebês filhos de mulheres viciadas em drogas. Para os promotores, a medida é necessária por causa da falta de políticas públicas voltadas para essas mulheres e seus filhos.

Em maio, deputados da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais se reuniram com o Procurador-Geral de Justiça Carlos André Mariani Bittencourt para debater as recomendações da Promotoria. "A recomendação do Ministério Público determina que a mãe que usou drogas perca imediatamente a guarda do bebê. Só que foram relatados vários casos de abuso na retirada de crianças das mães", aponta o deputado João Leite (PSDB/MG). Para o parlamentar, o método adotado pela SMSA, de acompanhamento da mãe e do bebê para que o direito do contato seja preservado, é o mais adequado. Na opinião do deputado, o direito que a criança tem de permanecer com a família extensa deve ser priorizado.

E as recomendações do MP se refletiram nas ruas. É o que revela Arnor Trindade, crítico da decisão do MP e referência da Coordenação de Saúde Mental da SMSA. Para o especialista, a possibilidade da retirada das crianças das mães tem coagido muitas a revelarem que estão grávidas. Trindade entende que apartar os bebês de suas mães é uma prática que deve ser revista. "O Estatuto da Criança e do Adolescente diz, em seu primeiro item, que a criança tem o direito de permanecer com a família. Mas o Ministério Público dá primazia ao trecho que diz que a criança deve crescer em ambiente longe de usuários de entorpecentes. Às vezes, é possível que a mãe se recupere e que a criança fique sob guarda da família extensa", entende. Ainda segundo Trindade, a aplicabilidade da medida, que vale para todas as mães usuárias de droga e não apenas para as moradoras de rua, tem se dado de maneira seletiva. "Usuárias de droga que têm seus filhos no (Hospital) Mater Dei estão permanecendo com as crianças normalmente. Então é algo que deve ser avaliado", alerta.

O Ministério Público prioriza a proteção e o bem-estar das crianças, como explica o promotor de Justiça da Infância e da Adolescência, Celso Penna Fernandes Júnior. Para ele, a Promotoria é obrigada a preservar a integridade dos bebês em abrigos de acolhimento até que a prefeitura possa desenvolver o trabalho investigativo e determinar judicialmente o destino da criança. Na visão do promotor, o encaminhamento para a família substituta só deve ser feito quando todas as possibilidades de inserção da criança na família extensa sejam esgotadas.

Além de determinar a comunicação sobre os casos desse tipo de nascimento, a Promotoria exigiu que o município crie abrigos para o acolhimento de mães e de bebês. Para Celso, é fundamental que haja uma política pública efetiva de acompanhamento e um trabalho prévio para que a mãe possa, em perfeitas condições, receber a criança. "Não adianta criar um programa que atenda por um mês e achar que isso vai resolver o problema", adverte. "É uma irresponsabilidade deixar que essa criança seja usada visando a recuperação da mãe".

Celso sai em defesa da Promotoria, acusada de perseguição a pobres e à comunidade negra. Ele critica também o andamento das reuniões para o debate do assunto na esfera pública. "Fiquei sabendo que levaram mulheres que tiveram seus filhos retirados delas em reuniões na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa. Acho que essas pessoas não sabem e não querem saber concretamente o que aconteceu ao longo do processo que envolveu essas mães. Elas tiveram direito à defesa, o direito de recorrer, foram para o Tribunal e ficou decidido que elas não deveriam ficar com as crianças. O trabalho é todo documentado; tudo está no papel; tudo foi investigado. É muito fácil falar genericamente de perseguição sem ter o conhecimento do processo", aponta.

De acordo com Helizabeth, a maioria dos bebês filhos de mães dependentes químicas de Belo Horizonte tem apresentado parecer conclusivo para a colocação em famílias substitutas. O acompanhamento pós-acolhimento é feito pelo Sistema Único de Assistência Social do município. Fonte: http://www.voxobjetiva.com.br

*PROSTITUTAS MÃES E A EDUCAÇÃO DE SEUS FILHOS

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Publicado em 14 maio 2017
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VERÔNICA GOMES DOS SANTOS

SOBRE INFÂNCIA, EDUCAÇÃO E FAMÍLIA

Em 1998, na cidade de Jundiaí – SP foi aberta a Escola Maria de Magdala, com  o apoio da Pastoral da Mulher, da Prefeitura e da iniciativa privada, destinada a filhos  de prostitutas e ex-prostitutas. Segundo a coordenadoria da escola cerca de 40% das crianças não são alfabetizadas.

A cada ano, o número de prostitutas tem aumentado significativamente estando a cidade de Fortaleza entre os quatro centros de tráfico  de  mulheres  no  Brasil,  perdendo apenas para São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia.

Nas grandes cidades o meretrício cada dia mais cresce e se agiganta, porque a miséria rural alimenta e engrossa a miséria urbana, devido ao êxodo dos campos empobrecidos e o urbanismo insaciável, por sua vez, atua como corruptor por excelência da juventude desprotegida. (TIRADENTES, p.33)

Todavia, em Fortaleza é desconhecida iniciativa semelhante a de Jundiaí. No Art. 2º da LDB encontra-se:

A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Os filhos das meretrizes têm direito à educação. E é um dever dessas mulheres educá-los, juntamente com o Estado.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura:

Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura,  à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

As primeiras ações educativas exercidas sobre os seres humanos são praticadas pela família, no local de moradia, especialmente pela genitora. Para Simon (1999),

O contexto familiar compreenderia relações intrafamiliares conflituosas em função da educação autoritária dos pais,  ou ainda a total alienação e ausência dos pais frente aos filhos.

Dessa forma, Silveira (2000) acrescenta:

O espaço escolar representa oportunidade de resgate e superação das inúmeras carências presentes nesse contexto.

A importância da escola como meio de superação de carências merece destaque. Nesse espaço as crianças podem ser discriminadas, e cabe a instituição rever suas práticas. Se o indivíduo não encontra subsídios para seu crescimento pessoal em casa, e ao chegar à escola se depara com situações não favoráveis para esse crescimento esta não está realizando sua função.

As práticas pedagógicas dessa população em relação aos seus filhos incitam bastante curiosidade e questionamentos. Acredita-se nos pais como os primeiros  grandes preparadores emocionais dos filhos, influenciando no desenvolvimento dos mesmos não só através do trabalho educativo que desempenham, mas também como modelos de identificação, principalmente nos primeiros anos de vida deles.

Alguns pesquisadores percebem um esforço das prostitutas em separar o aspecto familiar do profissional, como mostra Moraes (Apud MELO, 2001):

(...) havia a tentativa explícita de delimitar uma fronteira entre a mulher-mãe e a mulher-prostituta. Muitas prostitutas acabam por querer justificar sua estada na profissão com o argumento de que lá fora são outra pessoa. Não foram poucos os relatos em que afirmam que na Vila [Mimosa] são como as atrizes que desenvolvem uma personagem, não sendo nada parecidas com aquela que estamos entrevistando.

É como se uma atividade fosse separada da outra, como se fossem dissociáveis:  a mãe e a prostituta. Pode-se interpretar como o exercício do meretrício negasse o exercício da maternidade. Preconceitos advindos da elite dominante da sociedade na qual vivemos, ditadoras dos bons modos e costumes, também participam da forma de pensar das prostitutas. Os relatos mostram as dificuldades dessas profissionais em administrar as duas coisas, maternidade e prostituição.

O fato de muitas delas passarem muito tempo longe de seus filhos, para trabalhar mesmo que justifiquem a profissão como artifício de melhor querer e atender as necessidades dos filhos (idem).

Não são raros os casos em que os filhos não têm conhecimento da profissão da mãe. Elas omitem como forma de protegê-los de estigmas,

Isso realmente foi constatado:

No local onde moro não me apresento como garota de programa. Sou dançarina. Minhas filhas sabem que sou dançarina. È claro que faço programa também. Sabe como é. Nem sempre a dança é suficiente para pagar as minhas contas. (Gabriela).

Eu digo que lá em casa que cuido de idosos. Mas se sabem, fingem que não sabem. E eu também não devo nada a ninguém. Uma parte da minha família tá no interior, e minha mãe tá no Rio. (Laura).

Meu filho não sabe que faço programa. Não conto pra ninguém. Falo que sou vendedora ambulante. Assim me livro dos comentários. (Amanda).

Elas tentam preservar ao máximo a ocupação,

Certamente, o papel da mulher historicamente idealizado pela sociedade e, sobretudo da mãe exerce forte influência sobre o exercício da profissão e consequentemente na postura diante dos  filhos (idem).

Segundo Moraes (Apud MELO, 2001):

(...) assim como acontece em outras situações, este aparato influenciou as vivências maternas e familiares destas mulheres e também produziu ambigüidades na assunção da identidade, fazendo com que elas assumissem diversamente discursos de resistência e defesas diante das concepções que negam às prostitutas o desempenho do papel materno (p.68).

A autora apresenta mais algumas interessantes considerações:

outras elaborações interpretativas também são acionadas por elas para reduzir a oposição entre o papel de mãe e de prostituta. É uma forma de buscarem atitudes compensadoras frente à negação da sua maternidade. Defendem-se deste mecanismo acusatório através de comportamentos que revelam excessivos cuidados e zelos para com seus filhos (...) (idem, p. 68).

Em grande parte de entrevistas feitas com prostitutas mães, detecta-se que a justificativa mais presente é o sustento dos filhos, como dizia Juliana (SOUSA, 1995),

“No meu caso, o que me levou a me prostituir foi porque eu tinha um filho pequeno e não tinha emprego no momento, e pensei em dar um tempo até arranjar um trabalho. No entanto, passei mais de dez anos lá dentro, ainda estou, porque aqui e acolá eu vou, não deixei totalmente. E eu só fui enquanto arranjava outro emprego; arranjei e continuo na batalha.”  (p.156)

Entretanto não é o único. “As motivações para as mulheres ingressarem na indústria do sexo são as mesmas de sempre, as principais considerações sendo o  dinheiro as condições de trabalho (ADLER, p.382)”.

Um dos motivos que me levaram a entrar nessa vida de profissional do sexo, foi porque eu era muito compulsiva, comprava tudo que vinha na minha frente, fiz várias dívidas, fiz tratamento hoje não sou mais tão consumista, mas sair da vida  de garota de programa é difícil. (Aline)

Em uma das vezes que conversei com Amanda, ela me disse: Eu faço outras coisas, vendo perfume, vendo roupa, eu me viro de todo jeito. Eu gosto de vender porque tem dia que eu saio daqui sem nada. Ela ainda revelou que já fez muita coisa na vida, mas o que ela pensa sobre outro emprego:

Outro emprego só é bom porque tem carteira assinada. Tem direito a férias e tudo mais. A gente que tá nessa se ficar doente tem que ter dinheiro guardado, mas é difícil porque tudo que a gente pega quer logo gastar. Já tentei sair dessa vida mas a gente que tem filho pra sustentar não dá. Precisamos de dinheiro todo dia. Mas se a gente ficar doente tem que ter um dinheiro guardado, porque se não tiver... mas é difícil guardar dinheiro.

Gabriela dá aulas de pole dance para mulheres, em geral, que queiram aprender a dança, gerando assim uma renda extra. Laura iniciou um trabalho numa pousada, mas achava que o trabalho era muito pesado e salário muito baixo.

Outros estudos confirmam isso: o fato é que, para a grande maioria  das mulheres, seja qual for a sua classe, educação e perspectivas de carreira, a prostituição ainda representa a opção mais lucrativa. Nem toda mulher pode se tornar uma primeira-ministra.”(ROBERTS, 1998, p.383).

Em MELO (2001) observa-se que

(...) colaboradoras iniciavam seus discursos apresentando dificuldades, problemas financeiros e necessidades. Porém, no decorrer das entrevistas, deixavam escapar alguns pontos que demonstravam a existência de outros fatores envolvidos, tais como prazer, outras oportunidades, etc.

É a necessidade que arrasta essa grande quantidade de mulheres ao universo da prostituição. Necessidade de dinheiro, de prazer, por sexo ou drogas.

Martin (Apud MELO, 2001) refere-se a essa questão apresentando o termo estereótipo da necessidade, que diz respeito à postura dessa profissional. Postura que tem como base um discurso simplista, utilizado como uma forma de comover os interlocutores e a coloca como vítima do destino e da sociedade, não restando outra opção que não a prostituição.

Diante das inúmeras vezes que se escutou tal explicação, surgiu a curiosidade e  o interesse em compreender como é, então, que as crianças são instruídas. Se há realmente um investimento no sustento e educação dos filhos, e se as mães estão satisfeitas com o retorno. Se, ir a batalha é suficiente e efetivamente decisivo para uma vida melhor, tão sonhada pelas mães para seus descendentes.

*PROSTITUTAS MÃES E A EDUCAÇÃO DE SEUS FILHOS: CORPO, CENA E DISCURSO NO CENTRO DE FORTALEZA - CE

(DISSERTAÇÃO DE MESTRADO)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE EDUCAÇÃO- PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO BRASILEIRA LINHA DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO.

FORTALEZA – CEARÁ 2011

Fonte: http://www.repositorio.ufc.br

(Leia na íntegra em nosso Blog. Clique aqui:

http://mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com.br/2017/05/prostitutas-maes-e-educacao-de-seus.html)

Mais de um milhão de crianças foram forçadas a fugir da crescente violência no Sudão do Sul

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Publicado em 12 maio 2017
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“O terrível fato de que aproximadamente uma a cada cinco crianças sul-sudanesas tenha sido forçada a deixar seu lar ilustra como o conflito tem sido devastador para os habitantes mais vulneráveis do país”, afirmou Leila Pakkala, Diretora Regional do UNICEF para o sul e leste da África. “Além disso, mais de um milhão de crianças estão deslocadas dentro do Sudão do Sul, e o futuro de uma geração inteira sofre graves ameaças”.

As crianças representam 62% dos mais de 1,8 milhão de refugiados sul-sudaneses, de acordo com os dados mais recentes da ONU. A maior parte deles tem chegado a Uganda, Quênia, Etiópia e Sudão.

“Atualmente, nenhuma outra crise de refugiados me preocupa tanto quanto a da Sudão do Sul”, disse Velentin Tapsoba, Diretor do Escritório do ACNUR na África. “O fato das crianças refugiadas estarem se tornando o retrato desta emergência é muito preocupante. Nós, toda a comunidade humanitária, precisamos de comprometimento, apoio urgente e sustentável para que possamos ser capazes de salvar essas vidas”.

Dentro do Sudão do Sul, mais de mil crianças foram mortas ou feridas desde que o conflito eclodiu em 2013, e estima-se que 1,14 milhão de crianças estejam deslocadas dentro do país.

Cerca de três quartos das crianças sul-sudanesas estão fora da escola – a maior parcela de crianças sem acesso à educação em todo o mundo.

Os traumas, transtornos físicos, medo e estresses vivenciados por tantas crianças refletem apenas uma parte do que a crise representa exatamente. As crianças continuam correndo riscos de recrutamento forçado por grupos armados e, com as estruturas sociais tradicionais prejudicadas, elas se tornam altamente vulneráveis à violência, abusos sexuais e explorações.

Mais de 75 mil crianças refugiadas em Uganda, Quênia, Etiópia, Sudão e República Democrática do Congo cruzaram as fronteiras do Sudão do Sul desacompanhadas ou separadas de suas famílias.

Famílias refugiadas que estão fugindo para países vizinhos em busca de abrigo e segurança estão enfrentando ainda mais dificuldades devido à estação chuvosa, que expõe as crianças a riscos adicionais de saúde e proteção devido aos abrigos inadequados em que vivem. É necessário um apoio muito maior para garantir que toda família refugiada tenha algum lugar para viver em segurança, assim como ajuda humanitária urgente incluindo comida, água, proteção, educação e cuidados médicos.

O apelo do UNICEF para refugiados sul-sudaneses na região – de 181 milhões de dólares a serem destinados as urgentes necessidades das pessoas refugiadas até o final do ano – conseguiu arrecadar apenas 52% do valor total.

A equipe do ACNUR está na linha de frente da crise, recepcionando refugiados sul-sudaneses conforme eles cruzam as fronteiras e oferecendo assistência emergencial. Porém, o crônico subfinanciamento em 2017 está colocando serviços essenciais em risco. O apelo do ACNUR para a situação no Sudão do Sul é de 781,8 milhões de dólares, mas até o momento apenas 11% desse valor foi arrecadado. Fonte: http://www.acnur.org

Macaca 'chora' ao socorrer filhote inconsciente em foto

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Publicado em 11 maio 2017
  • mundo animal,
  • Avinash Lodhi ,
  • Jabalphur,

Um fotógrafo registrou, em uma imagem emocionante, o momento em que uma macaca parece chorar ao abraçar um filhote que ficou inconsciente, em Jabalphur, na Índia. O clique, compartilhado por Avinash Lodhi em seu perfil no Facebook, está comovendo internautas de diversas países.

O fotógrafo conta que percebeu uma movimentação estranha entre macacos e tomou a iniciativa de se aproximar para fazer fotos. "Decidi me sentar e observar a atividade deles, embora já estivesse perdendo luz (estava escurecendo)", afirmou ele.

De acordo com Lodhi, em um determinado momento, o filhote pareceu ficar inconsciente, assustando sua mãe, que ficou visivelmente abalada. Neste momento, ele congelou a imagem. Em seguida, felizmente, o pequeno macaco acordou.

"Esse é um momento raro, principalmente entre os animais", disse ele, que se impressionou com o próprio registro. "Assim que eu vi a imagem fiquei em silêncio por uma hora", completou Lodhi. No Facebook, onde a fotografia foi postada, internautas ficaram impressionados. "Ótimo registro! Parabéns", comentou um deles. Fonte: http://arapiraca.7segundos.ne10.uol.com.br

SINAIS DE RESSURREIÇÃO: Adolescente do Rio de Janeiro participa ativamente da vida escolar em prol de mudanças

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Publicado em 10 maio 2017
  • Sinais de Ressurreição,
  • Paulo Gabriel,

"A violência faz parte da nossa vida. Vários dos meus amigos foram assassinados. E sempre há novas histórias de mortes. Isso não pode ser uma coisa natural, pode?", questiona Paulo Gabriel, 16, estudante do 1º ano do ensino médio e morador do bairro da Pavuna, no Rio de Janeiro.

Além de a violência, Paulo enfrenta outros desafios para concluir seus estudos. "Eu quero muito aprender, mas não é fácil estar na escola. Não há estrutura, as salas de aula são muito abafadas. Os conteúdos não traduzem nossa realidade, nem preparam os estudantes para entrar na faculdade". Mesmo assim, Paulo não desiste. Sua paixão pelo hip hop e o apoio de professores fizeram com que ele participasse de ações em favor de mudanças na sua escola.

"Por meio das letras do hip hop, eu passei a me interessar por figuras como Martin Luther King e a pesquisar sobre lutas sociais", conta Paulo. Ele começou a se engajar na escola ajudando a criar um grêmio estudantil. Logo depois passou a levar propostas de seus colegas sobre melhorias na escola para a Prefeitura do Rio de Janeiro por meio do programa Aluno Presente. Hoje participa ativamente do movimento secundarista. "A escola deve abrir portas e não criar muros. A escola precisa ser um lugar seguro e acessível a todos", conclui.

Paulo Gabriel foi um dos mais de 100 adolescentes que representaram redes e movimentos sociais no Seminário Internacional sobre Inclusão no Ensino Médio, realizado nos dias 27 e 28 de abril de 2016, em Belo Horizonte. No encontro, as jovens lideranças apresentaram para as autoridades presentes propostas para garantir um ensino de médio inclusivo e de qualidade. O evento foi uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), do Ministério da Educação, da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, da Fundação Itaú Social e do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultural e Ação Comunitária (Cenpec). Fonte: www.unicef.org

Educar para mudar o mundo: Facebook Live- Ao vivo- com Frei Petrônio nesta segunda, 8, às 20h.

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Publicado em 08 maio 2017
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Sueli Gaspar, Rio de Janeiro.

Com uma trajetória de 30 anos na educação, Sueli Gaspar começou como merendeira, tornou-se professora, diretora e depois gestora de programas educacionais para ajudar a mudar a educação no Rio de Janeiro. Trabalhando em uma das regiões de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais baixos da capital fluminense, ela conseguiu feitos impressionantes, conduzindo escolas ao topo dos rankings de avaliação. Com o estilo "mãezona", é quase sempre doce, porém enérgica quando necessário. Como diretora, praticamente zerou os números de evasão em áreas conflagradas. Há quatro anos ocupa o cargo de gestora do Programa Escolas do Amanhã, da Prefeitura do Rio, cuidando de 155 escolas em regiões de risco. "Sempre digo para as minhas professoras: nossa missão é tirar as ovelhas da boca do lobo"

"Eu não perco criança pro tráfico"

"Para acabar com o analfabetismo, é preciso três coisas: acreditar no aluno, acreditar no aluno e acreditar no aluno"

Batalhadora desde a infância

De merendeira... 

Sueli nasceu em Sepetiba, na zona oeste do Rio de Janeiro, e era a filha mais velha de um casal de pouca escolaridade. O pai, pintor de paredes e taxista, estudou até a terceira série. A mãe foi babá e lavadeira e nunca estudou. "Era aquela menina que todas as estatísticas apontam como a que larga a escola primeiro: a mais velha e a que precisava tomar conta dos irmãos. Além disso, era muito pobre e me casei aos 14 anos", conta Sueli. Apesar do casamento precoce, Sueli resistiu e só abandonou a escola três anos depois, quando tornou-se mãe, aos 17. O afastamento dos estudos durou pouco. "Nunca quis parar de estudar. Soube que existia um curso feito na base das apostilas, em que a gente estudava em casa e depois fazia a prova. Assim, consegui completar o primeiro grau. Logo depois, fiz o concurso para merendeira e fui aprovada", relata a professora.

...a professora

Finalmente funcionária pública, Sueli passou a encarar o desafio de milhares de moradores da longínqua e esquecida Zona Oeste carioca. Todos os dias, acordava às 3h30 para pegar dois trens e chegar à escola onde trabalhava como merendeira, na Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio. Com o tempo, Sueli conseguiu se transferir para uma escola próxima à sua casa e deu sequência aos estudos. Como trabalhava no período da tarde, fez o curso Normal - equivalente ao ensino médio, mas específico para formação de professoras de nível básico - pelas manhãs. Mais tarde, ela passou no concurso para o magistério municipal e continuou o crescimento profissional. De professora, tornou-se coordenadora pedagógica e, depois, diretora. Nesse meio tempo, ainda formou-se em Letras pela Universidade Estácio de Sá.

     "O esforço que tive para estudar, quis projetar para todas as crianças que passaram em minha vida. Tenho muita vontade de mudar o mundo, de realizar o sonho das pessoas. Ao longo de minha vida, tive a certeza de que o caminho é a escola. Sou apaixonada pela educação"

Educação precisa de referências locais

Ao assumir a direção do Ciep (Centro Integrado de Educação Pública) 1º de Maio, em 2002, onde ficou por quase 10 anos, Sueli Gaspar viu-se diante do maior desafio de sua vida: a possibilidade de oferecer a esperança de um futuro melhor para as crianças das comunidades do Rola e Antares. Um dos primeiros atos de Sueli como diretora foi fazer uma reunião de professores, alunos e as famílias.

"Pegamos todas as carteiras da escola e botamos no pátio. Chamamos todas as famílias juntamente com os alunos. Eles precisavam ouvir histórias que os motivassem a estudar. E quais foram as referências? Nós mesmos. Dos 26 professores da escola, 23 eram oriundos da escola pública e todos com histórias de superação para contar. Pensamos: por que não contarmos nossas trajetórias para eles e mostrar que o estudo era a porta para uma vida melhor?", relata a educadora.

Estímulo que deu certo

Em busca de mais motivação para os alunos, Sueli também promoveu um rodízio de turmas e professores. "Se um professor de ensino fundamental gostava mais de ensinar matemática, ele lecionaria para outras turmas e deixaria o de português cuidar de seus alunos. Isso motivava as crianças e também os mestres", explica. Segundo Sueli, o segredo de uma boa escola é ser surpreendente para os alunos.

"Digo que a escola tem que ser boa todo dia. Mas, às vezes, tem que ser sensacional"

Nos 10 anos em que dirigiu o Ciep 1º de Maio, em Santa Cruz, Sueli conseguiu feitos extraordinários. Encravado entre as favelas do Rola e Antares, o colégio vivia momentos delicados quando da chegada de Sueli à direção. Além dos índices altos de evasão escolar e repetência, a escola convivia com mais de 20 furtos anuais e com notas baixíssimas nas avaliações promovidas pelo Governo Federal.

Cinco anos após a chegada de Sueli, os números eram outros: nenhuma ocorrência de furto, evasão zero e a nota do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) subiu de 4,2 para 8,8, fazendo a escola ser a melhor da cidade entre as instituições públicas. E com mais um detalhe que enche a professora de orgulho: "Não perdi nenhum aluno para o tráfico".

"Nunca tive qualquer aborrecimento. Ao contrário. Um pai de aluno, certa vez, me ligou do presídio Bangu 1, onde cumpria pena, e disse que eu poderia tomar qualquer atitude que achasse necessária com seu filho, que ele me daria apoio. Segundo ele, eu era a esperança para que seu filho não seguisse o mesmo caminho que ele", conta. 

     "Sempre disse que não podemos nos ajustar ao meio e, sim, ajudar o mesmo a ser melhor"

Sueli Gaspar cita 4 fatores essenciais para mudar a educação

 Todo aluno aprende

"Não existe aluno que não aprende. Cada um tem o seu ritmo e o professor tem que ter essa sensibilidade para ajudar cada estudante."   

Empoderamento do professor

 "Eu empodero meus professores, pego pelo braço e faço que ele acredite que é possível. E o professor tem que fazer o mesmo com o aluno."

Detector de talentos

 "O professor é um descobridor de talentos. Ele olha para o aluno e tem que perceber todas as suas potencialidades. Às vezes, o aluno não escreve bem, mas é ótimo observador."

Investimento em educação

"Tem que investir. A escola pública tem todas as condições de ser a melhor do Brasil. Precisamos nos preparar para que ela cada vez esteja mais à altura dos alunos."

Fonte: Bol; http://www.rio.rj.gov.br

AMANHÃ EM NOSSAS MÍDIAS SOCIAIS...

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Publicado em 07 maio 2017
  • Ordem Terceira Franciscana,
  • Tancredo Neves,

SÃO JOÃO DEL REI-MG: Nesta cidade foi sepultado Tancredo Neves (1928-1985), Irmão da Ordem Terceira Franciscana. O primeiro Presidente do Brasil após 21 anos de ditadura militar.

TRAVESTI QUE FICOU FAMOSA POR FOTO COM PADRE FABIO DE MELO MORRE AOS 56 ANOS

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Publicado em 06 maio 2017
  • travesti Luana Muniz,
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  • Lorna Washington,
  • padre Fabio,

A travesti Luana Muniz morreu, aos 56 anos, na manhã deste sábado no Rio após complicações de problemas renais e de coração decorrentes de uma pneumonia bilateral. Ativista LGBT, ela estava em coma há uma semana no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari. O velório será neste domingo no Cemitério do Irajá, às 13h.

O trabalho de Luana ganhou visibilidade após seu encontro com o padre Fabio de Melo na quadra da Mangueira, em 2015. Na época, o religioso, durante um testemunho, admitiu seu preconceito e reconheceu seu erro ao julgar Luana, que comandava um projeto social na Lapa, onde vivia. “Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro”, disse o padre.

Luana Muniz morreu aos 56 anos

Madrinha de Luana, a cantora Alcione lamentou a perda da “Rainha da Lapa”, a quem definiu como uma amiga maravilhosa e um ser humano ímpar. “Foi-se embora e nos deixou muita saudade, mas com certeza um espírito como esse, batalhador e generoso, agora está nos braços de Deus. Descanse, minha amiga”, disse a Marrom ao EXTRA.

Outra amiga de longa data, Lorna Washington, 55, diz que a militante deixa um legado de respeito e tolerância pelo próximo: “Ela abria sua casa para travestis expulsas pela família e distribuía comida para moradores de rua”, conta Lorna, afirmando que a polêmica com o padre possibilitou um momento de reflexão na sociedade. “Foi um despertar espiritual para o padre que sofreu duras represálias“.

Segundo Lorna, Luana era fumante desde a adolescência e recebeu a visita da cantora Alcione na última quinta-feira. “Ela havia apresentado uma melhora, estava lúcida. A notícia nos pegou de surpresa. Não esperávamos”.

Relebre depoimento emocionado de padre Fabio:

“Semana passada eu vivi uma situação. A Alcione me convidou para estar no aniversário dela, lá na quadra da Mangueira... Fiquei lá por uma hora mais ou menos... Mas o que me chamou a atenção foi um travesti que estava lá. Posso confessar uma coisa para vocês? Quando eu vi, ele estava olhando para mim (pausa). E olha que eu não sei ficar sem graça... Mas sabe o que me ocorreu? Vou confessar publicamente a minha hipocrisia: ‘Meu Deus do céu, se esse rapaz pedir para tirar uma foto comigo? Como que eu vou reagir?’(pausa). Independente de qualquer julgamento, estou confessando a hipocrisia do meu coração naquela hora. Muitas pessoas começaram a se encorajar para tirar foto comigo. E ele (o travesti) lá do fundo olhando. Quando, de repente, eu só vi a sombra dele na minha direção, e o meu preconceito, o medo de me expor, tudo vindo à tona. Que coisa horrorosa isso em nós... Como se eu fosse melhor. Isso é mesquinho, é vergonhoso o que eu estou dizendo pra vocês”.

“Aí ele veio, com um vestido longo e falou pra mim: 'O senhor costuma tirar fotos com pecadoras?'. E eu percebi que tinha uma ironia ali. E eu respondi: mas é claro! E abracei ele e tiramos a foto. Antes de sair, ele disse: ‘eu não acredito que o senhor permitiu’. E os olhos dele estavam emocionados. Assim que ele saiu, Maria Helena, a irmã da Alcione, me contou a história. Ela disse que ele mora na Lapa e criou um grupo que alimenta e recolhe todos os miseráveis daquela região. Ele dá banho, alimenta, não tem nojo de ninguém. E faz de tudo para aquela pessoa retornar à vida. E não é só isso. Ele torna-se uma espécie de vigilante, protegendo os moradores...”

“Quando ela me contou aquela história, eu comecei a unir as coisas dentro de mim. Eu não entro no mérito da questão da vida que ele leva, vamos deixar que Deus faça isso. Não sou síndico da Eternidade. Agora, que é um tapa na cara da gente, é!”.

“Aquele que você enxerga e que, naturalmente, provoca um desconforto por ser tão diferente de nós, não sabemos quantas coroas da dignidade foram recolocados na vida daquela pessoa quando ele alimenta o próximo. Você é cristão e nem sempre está disposto a cuidar de quem está doente, colocar dentro da sua casa e dar de comer”.

“Não cabe nenhum julgamento do lado de lá, cabe aqui. Quando Deus coloca essas pessoas diante de nós, é para desmoronar os castelos de ilusão que nós criamos dentro. Como se o nosso cristianismo tivesse pronto. Como se nós já tivéssemos chegado ao último estágio dessa santidade que Deus nos convida. Não, eu ainda me envergonho dos que são diferentes de mim. Eu ainda tenho medo de ir ao encontro daqueles que precisam de mim. E a palavra de Paulo é dura: a missão de vocês é junto daqueles que estão necessitado”. Fonte: http://extra.globo.com

Cadela picada por cobra ao salvar irmãos de ataque morre em Anápolis

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Publicado em 05 maio 2017
  • cadela chamada Mariana,
  • Animais,
  • mundo animal,
  • Demerval de Aquino,
  • Lindon Jhonson de Aquino,

Animal ficou quatro dias internado em clínica, apresentou melhora, mas não resistiu ao veneno.

Após salvar dois irmãos da picada de cobras, a cadela chamada Mariana morreu nesta sexta-feira (5), na clínica em que estava internada em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Ela evitou que os donos se machucassem, mas acabou sendo picada no focinho por uma das jararacas.

“O fato de a picada ter sido na região da face, do focinho, tornou a situação muito grave. O veneno é muito forte e acaba necrosando o tecido, comprometendo órgãos vitais como o sistema respiratório”, lamentou ao G1 o médico veterinário responsável pelo tratamento da cadela, Paulo César Dias Ramalho.

Picada no focinho, a cadela foi levada para a clínica na segunda-feira (1º). A equipe acreditou que o animal se recuperaria. “Ela apresentou melhoras, bebia água, começou a andar, comeu, mas o veneno é muito agressivo, ela salvou a vida dele”, contou o veterinário.

Ataque

Lindon Jhonson de Aquino e Demerval de Aquino roçavam um mato quando a cadela os protegeu. “Eu ouvi um barulho diferente dos cachorros latindo ao redor de um buraco bem próximo de mim e ela estava bastante agitada já”, contou.

Ao perceberem que a cachorra tinha sido picada, os irmãos conseguiram capturar as cobras. Na sequência, eles levaram Mariana ao veterinário.

Os donos da cadela heroína se emocionaram com a atitude dela. “Eu até falei par o meu irmão: ‘Jhonson, vamos agradecer muito a Deus porque se não fosse a Mariana, a cachorra, um de nós dois não estaria aqui’”, disse o estudante Demerval de Aquino.

Fonte: http://g1.globo.com

VAMOS COMER UMA IMBUZADA?

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Publicado em 04 maio 2017
  • IMBUZADA,

VAMOS COMER UMA IMBUZADA?
A umbuzada, também chamada de imbuzada, trata-se de uma bebida típica do nordeste preparada com o fruto do umbuzeiro (umbu- imbu ou cajá que aparece no vídeo ). A umbuzada não é uma bebida que agrade a todo o mundo, pois possui sabor levemente ácido.

RECEITA:
1-Para preparar a umbuzada comece por lavar os umbus. Em seguida cozinhe-os em uma panela com água até cobrir, em fogo médio, até mudarem de cor. Desligue o fogo e deixe esfriar.
2-Retire o caroço dos umbus e bata a polpa no liquidificador junto com o açúcar e o leite, até obter um líquido bem homogêneo. Se quiser, em seguida passe por um coador.
- Se desejar, apenas passe um coador
3-Reserve a umbuzada na geladeira e sirva bem geladinha. bom apetite!
(No vídeo: Tia Nete, Girau do Ponciano-AL, Eleide de Miranda, minha irmã e Plínio de Miranda, meu irmão. Comunidade Capim, Lagoa da Canoa-AL).

Jovem de 16 anos morre atingida por bala perdida na porta de casa no RJ

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Publicado em 04 maio 2017
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  • Violência no Rio,
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  • nova Iguaçu,
  • Mortes por balas perdidas no Rio,

Foi durante operação na Favela Danon, em Nova Iguaçu. Um suspeito também morreu e outro dois foram presos com armas e drogas.

Duas pessoas morreram durante uma operação, na quarta-feira (3), na Favela Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Uma das vítimas foi uma jovem de 16 anos que morreu na porta de casa atingida por uma bala perdida, na Estrada de Madureira. O segundo morto, segundo a polícia, era um suspeito. A região abriga comunidades que sofrem com a disputa entre traficantes e milicianos pelo controle do território.

A Polícia Militar disse que durante a operação teve tiroteio. A adolescente atingida na porta de casa chegou a ser levada para o Hospital na Posse, em Nova Iguaçu, mas não resistiu.

Dois suspeitos foram presos e drogas e armas foram apreendidas. Moradores fizeram protesto na noite de quarta-feira e a Estrada de Madureira ficou fechada até às 20h.

Moradores assustados com a violência enviaram várias mensagens pelo Whatsapp. "Clima de guerra em nova Iguaçu...Estrada de Madureira fechada. Várias viaturas de diversas especializadas. Escolas e comércio fechados".

"Está um caos aqui em Nova Iguaçu na volta pra casa. Ninguém na rua. Muita troca de tiro.", afirmou um morador. "O policiamento está reforçado, porque os moradores querem fechar a Estrada de Madureira. E com isso, tiraram uma boa parte dos ônibus de circulação. Não sabemos mais o que fazer, estamos desesperados”. Fonte: http://g1.globo.com

Ônibus são incendiados em vias expressas após ação da PM com 45 presos no Rio

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Publicado em 02 maio 2017
  • Violência no Rio,
  • Operação de Bope,

Oito ônibus e 2 caminhões foram incendiados e o caos no trânsito deixou Rio em estágio de atenção. Operação de Bope, BAC e PM para interromper guerra do tráfico apreendeu 32 fuzis.

Oito ônibus e dois caminhões foram incendiados por criminosos nesta terça-feira (2) no Rio, após uma megaoperação da Polícia Militar para acabar com a guerra entre traficantes na Cidade Alta, comunidade em Cordovil, na Zona Norte.

A represália de criminosos contra a prisão de pelo menos 45 suspeitos causou um caos no trânsito da cidade, já que os veículos queimados estavam em vias expressas, usadas por motoristas para trafegar em direção ao Centro do Rio, em horário de grande movimento. A cidade entrou em estágio de atenção às 10h50, segundo o Centro de Operações.

Três ônibus estavam na Rodovia Washington Luiz, na altura dos acessos da Linha Vermelha e da Avenida Brasil, sentido Juiz de Fora; quatro ônibus estavam na Avenida Brasil, onde o caminhão também foi queimado; além de um ônibus e outro caminhão em Cordovil, em um dos acessos à comunidade da Cidade Alta.

Devido aos ataques, motoristas tentaram voltar na contramão e passageiros de outros coletivos que passavam na região ficaram em pânico. O congestionamento na cidade, por volta das 11h, atingiu 66 quilômetros — equivalente a uma viagem entre o Rio e Maricá. Fonte: http://g1.globo.com

DUAS MORTES EM LAGOA DA CANOA-AL.

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Publicado em 01 maio 2017
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  • Alagoas,
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Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista- Em visita a Comunidade Capim neste feriado do trabalhador.

Ontem, no Povoado Mata Limpa, um pai de família cometeu suicídio. Ato máximo de desespero. Aqui vai as nossas preces para os familiares e amigos. Já neste 1º de maio, por volta das 9h, mais uma morte na região, dessa vez foi por afogamento no povoado Pau- D` Arco. Até a presente postagem (17h 55 min) o corpo ainda permanecia no local à espera do IML de Arapiraca e da Polícia.  Êita Renan Filho, vamos trabalhar!

NOTA: O Estado de Alagoas registrou, entre 2013 e 2015, 513 casos de suicídio. Os dados são de uma pesquisa realizada pelas universidades Federal de Alagoas (Ufal) e de Ciências da Saúde (Uncisal) com pessoas entre 10 e 87 anos de idade.

Ainda segundo a pesquisa divulgada pela AAP, Maceió lidera o levantamento, com 141 casos. Arapiraca e Palmeira dos Índios vêm em seguida, com 44 e 18 casos, respectivamente.

Segundo a psiquiatra Suzzana Bernardes, a pesquisa foi feita com base nos dados encontrados em atestados de óbito. Contudo, o número pode ser muito maior. Fonte: http://g1.globo.com

Suicídios adolescentes.

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Publicado em 01 maio 2017
  • Suicídios adolescentes,
  • Suicídios,

"Seja como for, o interesse do adolescente pelo suicídio é intolerável para nós –porque amamos o suicida e porque sua morte sancionaria nosso fracasso: o suicídio de um adolescente é a demonstração cabal de que nosso amor não é (não foi) uma razão suficiente para ele viver", escreve Contardo Calligaris, psicanalista, dramaturgo e escritor italiano radicado no Brasil, em artigo publicado por Folha de S. Paulo, 27-04-2017.

Eis o artigo.

"Você, que é terapeuta de adolescentes, por que não comenta a Baleia Azul?" Recebo essa pergunta a cada dia.

Baleia Azul é um jogo, na internet, que seduziria os adolescentes propondo-lhes desafios arriscados até um final em que, para "ganhar", o jogador deve se matar. Na Rússia, já seriam mais de cem mortos.

Acho bizarro que nenhum repórter consiga se inscrever, jogar e nos contar tudo. A Baleia me parece ser sobretudo um boato. 

Que opinião temos dos nossos adolescentes para acreditarmos que eles sejam burros a ponto de se matar para terminar uma gincana? Se imaginamos que eles sejam presas fáceis para a Baleia, é porque nós mesmos talvez sejamos seduzidos pelo jogo: dispostos a qualquer besteira para animar a nossa vida e lhe dar algum sentido.

Junto com a Baleia, um seriado da Netflix, "13 Reasons Why", também preocupa os adultos. Nele, uma menina, para explicar seu suicídio, deixa 13 fitas gravadas, que circulam entre amigos e inimigos.

Quando eu era menino, sonhava estar presente no meu velório, para ver quem choraria e quem dançaria. O seriado, dando crédito a esse sonho (banal), poderia produzir uma epidemia de suicídios?

Reza a lenda que o romance de Goethe "Os Sofrimentos do Jovem Werther" (1774) teria glamorizado o suicídio por amor e produzido suicídios em massa. Logo o "Werther", que consegue a façanha de ser curto e chato e cujo maior mérito é de ter sido o pretexto para Roland Barthes escrever seus "Fragmentos de um Discurso Amoroso". Enfim, "O Efeito Werther" é um livro de David Phillips (1982) que trata de verificar se há suicídios induzidos pelos relatos na mídia dos suicídios de pessoas famosas, de Marylin Monroe a Kurt Cobain. Resultado: o efeito, se existe, é mínimo.

Mas, por mínimo que seja, como evitá-lo? Plutarco (46 - 120 d.C.), em "As Virtudes das Mulheres", conta que, em Mileto, por alguma maldição divina, as mulheres foram tomadas pela vontade de se enforcar. Não havia palavras ou lágrimas que adiantassem: elas se matavam. Enfim, alguém propôs que os cadáveres nus das enforcadas fossem expostos na praça. E o que aconteceu?

Num delicioso livrinho, publicado em Paris em 1772 (ensaio sobre o caráter, os costumes e o espírito das mulheres nos diferentes séculos), Antoine Thomas conclui com Plutarco. Essas jovens encaravam a morte, mas nenhuma ousou encarar a vergonha depois da morte: os suicídios pararam.

Quanto às mulheres de Mileto, Thomas explica: elas deviam estar naquela idade em que a natureza, alimentando desejos inquietos e vagos, abala a imaginação e em que a alma, surpreendida por suas novas necessidades, sente que a melancolia será sucessora da calma dos jogos da infância. Difícil descrever melhor a desordem da adolescência.

E talvez haja mesmo, na adolescência, um interesse especial pelo suicídio. Para Durkheim, o suicídio pode ser atribuído a níveis excessivamente baixos ou altos de integração social. Integração baixa demais significa ter a impressão de não pertencer a nada, e integração alta demais significa descobrir que o custo da integração é excessivo: uma domesticação de nosso desejo. É um resumo do drama do adolescente.

Seja como for, o interesse do adolescente pelo suicídio é intolerável para nós –porque amamos o suicida e porque sua morte sancionaria nosso fracasso: o suicídio de um adolescente é a demonstração cabal de que nosso amor não é (não foi) uma razão suficiente para ele viver. Mas atenção: Plutarco é uma leitura recomendada, porque ele lembra que de nada adiantam os encorajamentos a viver e as manifestações de carinho.

De fato, diante do propósito suicida, não há cura milagrosa, e o primeiro passo é reconhecer o desejo de se matar e levá-lo a sério –porque é um desejo sério, não menos fundamentado do que nossa posição em favor da vida.

Podemos discordar e nos opormos à vontade de se suicidar de alguém que nos importe, mas só seremos escutados se primeiro reconhecermos seu direito de querer morrer.

Nota: logo nesses tempos de inquietudes pela Baleia e pelo seriado "13 Reasons Why", foi ao ar, pela HBO, a primeira história de "Psi" sobre o suicídio assistido de uma adolescente. A história, que resume minha atitude diante de um outro que prezo e que quer morrer, está agora na Net Now. Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

Ônibus queimados viram cenário de ‘selfie’ na Lapa

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Publicado em 29 abril 2017
  • CIMI,
  • Protestos no Rio,
  • Greve Geral,
  • veículos queimados na Lapa,
  • Sala Cecília Meirelles,

Além de fotos, manifestantes aproveitam para saquear restos dos veículos queimados

RIO - Além da folia tradicional, a Lapa ganhou mais uma atração na noite desta sexta-feira: os três ônibus incendiados próximo à Sala Cecília Meirelles viraram ponto de selfie pelos que passavam na área. Ao todo, nove ônibus foram incendiados em meio aos protestos contra as reformas trabalhista e previdenciária.

Além das fotos, porém, é possível outro resquício das manifestações foram as pessoas que saqueavam os restos dos ônibus por moedas e peças que pudessem ser revendidas em ferro-velho.

Em nota, a Polícia Militar informou que está realizando um patrulhamento intensivo por todo o estado do Rio de Janeiro, para "garantir que as manifestações reivindicatórias fossem realizadas em segurança e não impedissem o ir e vir da população".

Segundo a PM, até o momento, há notícias de saques e depredação de lojas, estações do Metrô e do VLT, ônibus e carros apedrejados e incendiados. A Polícia Militar informou que "continua nas ruas, buscando neutralizar a ação de vândalos que se passam falsamente como manifestantes." Fonte: http://oglobo.globo.com

GREVE GERAL: Protestos na Terra de Caetano Veloso e Maria Bethânia.

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Publicado em 29 abril 2017
  • GREVE GERAL NO DIA 28,
  • Greve Geral,
  • Santo Amaro,

GREVE GERAL: Santo Amaro- BA.

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Publicado em 28 abril 2017
  • Greve Geral,
  • Santo Amaro- BA,
  • Protestos no dia 28,

GREVE GERAL: Um olhar sobre o Brasil.

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Publicado em 28 abril 2017
  • GREVE GERAL NO DIA 28,

QUASE 100 BISPOS CATÓLICOS JÁ DECLARARAM APOIO À GREVE GERAL (Atualização da lista nesta quinta, 27)

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Publicado em 28 abril 2017
  • presidente Michel Temer,
  • Michel Temer,
  • Greve da Polícia no Espírito Santo,

Greve geral desta sexta-feira, 28, que deve paralisar o País contra as reformas trabalhista e da Previdência de Michel Temer está tendo apoio maciço de religiosos, especialmente da Igreja Católica; até o momento, 89 bispos católicos já declararam apoio à paralisação e estão convocando os fieis a fazerem o mesmo; adesão semelhante da Igreja só aconteceu na Ditadura Militar; os líderes católicos que apoiam a greve geral estão em todas as regiões do País; confira lista dos religiosos que estão empenhados na luta contra a destruição dos diretos dos trabalhadores proposta por um presidente apoiado por apenas 4% da população

A greve geral desta sexta-feira, 28, que deve paralisar o País contra as reformas trabalhista e da Previdência de Michel Temer está tendo apoio maciço de religiosos, especialmente da Igreja Católica. 

Até o momento, 89 bispos católicos já declararam apoio à paralisação e estão convocando os fieis a fazerem o mesmo. Adesão semelhante da Igreja só aconteceu na Ditadura Militar. 

Uma publicação do Comitê das Igrejas de Belo Horizonte convoca a população para a paralisação. "A Igreja se posiciona firme e profeticamente contra as reformas que vão contra o nosso povo", diz o título da mensagem.

Na Paraíba, o arcebispo Dom MAnoel Delson Pedreira da Cruz pede para o povo participar das manifestações. "Convocamos todos os trabalhadores a participarem desta grande manifestação, dizendo a palavra que o povo não aceita a reforma da Previdência nos termos que estão anunciando", afirmou o arcebispo.

O mesmo acontece em Porto Alegre, onde o arcebispo Dom Jaime Spengler apoia as paralisações da greve geral na próxima sexta.“Diante das propostas que estão sendo apresentadas pelo governo federal, é fundamental que se ouça a população em suas manifestações. O povo tem o direito de ser ouvido. Reformas que incidem mais diretamente sobre a vida da maioria do povo precisam ser levadas adiante com muito discernimento. Importante que as reformas tenham sempre em consideração a inclusão social”, afirmou.

Confira a lista dos bispos que já declararam apoio e estão convocando fieis a apoiarem a greve geral: 

  1. Dom Reginaldo Andrietta – Bispo de Jales-SP
  2. Dom Odelir José Magri – Bispo de Chapecó-SC
  3. Dom Antônio Carlos – Bispo de Caicó-RN
  4. Dom Frei Rubival – Bispo de Grajaú-MA
  5. Dom Fernando – Arcebispo de Olinda/Recife-PE
  6. Dom Manoel João Francisco – Bispo de Cornélio Procópio e Admin Apostólico da Arquidiocese de Londrina-PR
  7. Dom Gilberto Pastana – Bispo de Crato-CE
  8. Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá-PR
  9. Dom Manoel Delson – Arcebispo da Paraíba-PB
  10. Dom Francisco Biasin – Bispo de Barra do Piraí/Volta Redonda-RJ
  11. Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba-MG
  12. Dom Adriano Ciocca Vasino – Bispo de São Félix do Araguaia-MT
  13. Dom José Eudes Campos do Nascimento - Bispo de Leopoldina-MG
  14. Dom José Maria - Bispo da Diocese de Abaetetuba-PA
  15. Dom Vital Corbellini - Bispo de Marabá-PA
  16. Dom Carlos Alberto – Bispo de Juazeiro-BA                    
  17. Dom Flávio Giovenali – Bispo de Santarém-PA
  18. Dom Celso Antônio – Bispo de Apucarana-PR
  19. Dom Aloísio Jorge Pena Vitral - Bispo de Teófilo Otoni-MG
  20. Dom Walmor Oliveira de Azevedo - Arcebispo de Belo Horizonte - MG
  21. Dom João Justino de Medeiros Silva - Arcebispo Coadjutor eleito de Montes Claros, transferido de Bispo Auxiliar de Belo Horizonte - MG
  22. Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães-Bispo Auxiliar de Belo Horizonte - MG
  23. Dom Edson José Oriolo dos Santos- Bispo Auxiliar de Belo Horizonte - MG
  24. Dom Otacílio Ferreira de Lacerda- Bispo Auxiliar de Belo Horizonte - MG
  25. Mons. Geovane Luís da Silva- Bispo Auxiliar eleito de Belo Horizonte - MG
  26. Mons. Vicente de Paula Ferreira -Bispo Auxiliar eleito de Belo Horizonte - MG
  27. Dom Guilherme Porto - Bispo de Sete Lagoas -MG
  28. Dom José Aristeu Vieira - Bispo de Luz - MG
  29. Dom José Carlos de Souza Campos - Bispo de Divinópolis - MG
  30. Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro - Bispo de Oliveira - MG
  31. Dom Mario Antonio da Silva, Bispo de Roraima - RR                   
  32. Dom Sergio Castriani - Arcebispo de Manaus - AM
  33. Dom Jaime Vieira Rocha - Arcebispo de Natal - RN
  34. Dom Zanoni Demettino Castro - Arcebispo de Feira de Santana - BA
  35. Dom Jacinto Brito - Arquidiocese de Teresina – PI
  36. Dom Roque Paloschi - Arcebispo de Porto Velho – RO
  37. Dom Philip Dickmans – Bispo de Miracema – TO
  38. Dom Egídio Bisol – Bispo de Afogados da Ingazeira – PE
  39. Dom Paulo Francisco Machado – Bispo de Uberlândia – MG
  40. Dom Guilherme Werlang – Bispo de Ipameri – GO
  41. Dom Cláudio Sturm – Bispo de Patos de Minas – MG 
  42. Dom Luiz Flávio Cappio – Bispo de Barra – BA 
  43. Dom Dirceu Vegini – Bispo de Foz do Iguaçu – PR
  44. Mons. Ionilton Lisboa – Bispo eleito da Prelazia de Itacoatiara – AM
  45. Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo da Igreja Anglicana do Brasil - Santa Maria-RS
  46. Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, Bispo de Nazaré – PE
  47. Dom Geremias Steinmetz – Bispo de Paranavaí – PR
  48. Dom Genival Saraiva Franca – Adm. Apostólico da Paraíba – PB
  49. Dom Leonardo Steiner, Secretário Geral da CNBB e Aux. De Brasília – DF
  50. Dom Roberto Francisco Ferreíra Paz – Bispo de Campos dos Goytacazes – RJ
  51. Dom José Belisário da Silva – Arcebispo de São Luis – MA
  52. Dom Jaime Spengler – Arcebispo de Porto Alegre – RS
  53. Dom Pedro Casaldáliga – Bispo Emérito de São Félix do Araguaia – MT 
  54. Dom Evaristo Spengler – Bispo do Marajó – PA 
  55. Dom Sebastião Lima Duarte – Bispo de Viana – MA 
  56. Dom Jaime Pedro Kohl – Bispo de Osório – RS 
  57. Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros – MG 
  58. Dom Antônio Muniz - Arcebispo de Maceió – AL 
  59. Dom Severino Clasen – Bispo de Caçador – SC
  60. Dom Jesus María Cizaurre Berdonces – Bispo de Bragança – PA 
  61. Dom Vilsom Basso – Bispo de Caxias, nomeado para Imperatriz – MA
  62. Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta – RS
  63. Dom Eugênio Rixen - Bispo de Goiás – GO
  64. Dom Irineu Andreassa - Bispo de Ituiutaba – MG 
  65. Dom André de Witte – Bispo de Ruy Barbosa – BA
  66. Dom Júlio Endi Akamine – Arcebispo de Sorocaba – SP
  67. Dom Moacyr Grechi – Arcebispo Emérito de Porto Velho – RO 
  68. Dom João Francisco Salm – Bispo de Tubarão e Presidente da CNBB Sul 4 – SC 
  69. Dom José Luiz Magella Delgado– Arcebispo de Pouso Alegre – MG
  70. Dom Antônio Emídio Vilar - Bispo de São João da Boa Vista – SP
  71. Dom Pedro José Conti – Bispo de Macapá – AP 
  72. Dom Nerí José Tondello – Bispo de Juína – MT 
  73. Dom José Valdeci Santos Mendes – Bispo de Brejo – MA 
  74. Dom Sebastião Bandeira – Bispo de Coroatá – MA
  75. Dom Luiz Carlos Eccel - Bispo Emérito de Caçador – SC 
  76. Dom Pedro Carlos Cipollini - Bispo de Santo André – SP 
  77. Dom Giovane de Melo – Bispo de Tocantinópolis – TO 
  78. Dom Antônio Roberto Cavuto – Bispo de Itapipoca – CE 
  79. Dom Angélico Sândalo Bernardino – Bispo Emérito de Blumenau – SC 
  80. Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva – Bispo Coadjutor de Borba – AM 
  81. Dom Élio Rama - Bispo de Pinheiro – MA 
  82. Dom Marco Aurélio Gubiotti – Bispo de Itabira-Coronel Fabriciano – MG 
  83. Dom Enemésio Angelo Lazzaris – Presidente Nacional da CTP e Bispo de Balsas – MA 
  84. Dom José Vasconcelos – Bispo de Sobral – CE 
  85. Dom João da Costa – Arcebispo de Aracaju – SE
  86. Dom Juventino Kestering - Bispo de Rondonópolis/Guiratinga (MT)
  87. Dom Armando Martín Gutiérrez - Bispo de Bacabal – MA
  88. Dom Pedro Luiz Stringhini – Bispo de Mogi das Cruzes – SP
  89. Dom Luiz Gonzaga, Bispo de Amparo – SP 

Fonte: www.brasil247.com

AVIANCA- Confusão no Galeão.

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Publicado em 28 abril 2017
  • Avianca,
  • aeronave da Avianca,
  • Confusão no Galeão,

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