Um olhar sobre o “Diário do Frei Petrônio”, neste dia 1º de fevereiro-2015.
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1º DE FEVEREIRO. “Uma amizade verdadeira não tem fim, mas recomeço diário”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o “Diário do Frei Petrônio”, neste dia 30 de janeiro-2015.
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30 DE JANEIRO. “Os maiores pecados não são dos corruptos, das prostitutas ou dos assassinos, mas nossos- formadores de opinião: Jornalistas, religiosos e intelectuais quando nos corrompemos em nome da manutenção do poder”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o “Diário do Frei Petrônio”, neste dia 29 de janeiro-2015.
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29 DE JANEIRO. “O Carmelo não precisa de mestres, professores, doutores ou grandes intelectuais, mas de pessoas sensíveis ao sofrimento dos pobres”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o “Diário do Frei Petrônio”, neste dia 28 de janeiro.
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24 DE JANEIRO. “Se você não gosta do que falo, do que penso e do que escrevo, por favor, quando eu morrer não me faça elogios”. “Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
25 DE JANEIRO. “O importante não é ser perfeito, mas reconhecer as imperfeições diárias”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
26 DE JANEIRO. “Não estamos na terra para ser coadjuvantes, mas protagonistas de uma nova história”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
27 DE JANEIRO. “Não importa se você errou, fracassou ou vai entrar na noite escura da vida, o mais importante é saber que Deus sob- hipótese alguma vai te deixar caído na sarjeta”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
28 DE JANEIRO. “A vida religiosa não é um baú ou túnel do tempo, mas uma inserção na história marcada por conflitos religiosos, sociais, políticos e econômicos”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio", neste dia 24. (Veja outros pensamentos clicando na seção: Pensamentos do Frei Petrônio)
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24 DE JANEIRO. “Se você não gosta do que falo, do que penso e do que escrevo, por favor, quando eu morrer não me faça elogios”. “Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o “Diário do Frei Petrônio”, neste dia 22. (Veja todos os pensamentos do mês clicando em: Pensamentos do Frei Petrônio)
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22 DE JANEIRO. “Seja protagonista da sua história e não mais um papagaio nas igrejas, nos conventos ou nos seminários”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio", neste dia 21 de janeiro.
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21 DE JANEIRO. “Em nome da crise hídrica e ecológica global, o governador de São Paulo engana, mente e faz do povo palhaço e marionete”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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20 DE JANEIRO-2015: Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio"...
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20 DE JANEIRO. “Por trás de um puritano- pessoa austera, rígida e moralista- existe sempre uma frustração sexual ou social não realizada”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar sobre o "Diário do Frei Petrônio", neste dia 19.
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18 DE JANEIRO. “Um Padre ou uma freira que não consegue gerar uma nova vocação é porque escolheu o caminho errado”. (JO 1, 35-42). Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
19 DE JANEIRO. “Não tenha medo dos pecadores ou dos ateus, mas dos santos revestidos de lobos”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar no "Diário do Frei Petrônio", neste dia 17 de janeiro-2015.
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17 DE JANEIRO. “Prefiro o silêncio da solidão que as palavras silenciosas”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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Um olhar no "Diário do Frei Petrônio", nesta sexta, 16
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16 DE JANEIRO. “A vida se divide entre aqueles que olham com amor e aqueles que simplesmente amam". Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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DIÁRIO DO FREI PETRÔNIO: Uma uma vida, uma palavra, um olhar...
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14 DE JANEIRO. "Sou filho do meu passado e pai do meu futuro”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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DIÁRIO DO FREI PETRÔNIO: Atenção fanáticos, mexeriqueiros...
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13 DE JANEIRO. "Atenção fanáticos, mexeriqueiros, conservadores e arrogantes das Redes Sociais, amanhã a morte vem buscar vocês. E aí, valeu a pena vegetar nesta vida?”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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12 DE JANEIRO. "Na vida religiosa se briga por tudo, quando não se tem nada para se brigar”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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11 DE JANEIRO. "Não existe relação sem conflito, e não existe conflito sem perdão”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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9 DE JANEIRO. “Não que eu não goste de rezar, mas prefiro encontrar Deus nas vidas despedaçadas, que mil palavras devocionais da religião consumista e mercantilista”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
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OLHAR DO FREI PETRÔNIO NESTA QUINTA-FEIRA, 8.
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“A Liberdade de expressão não é apenas um direito da imprensa, mas do ser humano que ousa pensar”. Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista/AL.
Papa Leão XIV classifica como ‘inaceitável’ ameaça de Trump contra o povo iraniano
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‘Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada’, ameaçou Trump nesta terça-feira, 7
Papa Leão XIV durante missa na Praça São Pedro, no Vaticano. Foto: ALBERTO PIZZOLI/AFP
O papa Leão XIV qualificou nesta terça-feira, 7, como “inaceitável” a ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de eliminar toda a civilização iraniana se Teerã não respeitar seu ultimato, esta noite, para reabrir o Estreito de Ormuz.
“Hoje (...) foi feita esta ameaça contra todo o povo do Irã, e isto é realmente inaceitável. Certamente, há questões de direito internacional, mas muito mais que isso, trata-se de uma questão moral”, disse o papa aos jornalistas, ao deixar sua residência de Castel Gandolfo, perto de Roma, rumo ao Vaticano.
“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, ameaçou Trump nesta terça-feira, 7, por meio de seu perfil na rede Truth Social. O prazo final para o Irã fechar um acordo com os EUA se encerra nesta terça às 21 horas, pelo horário de Brasília.
Em resposta, o Irã ameaçou retaliar países do Oriente Médio. Segundo a agência, uma fonte iraniana de alto escalão informou que “toda a região e a Arábia Saudita ficarão em completa escuridão com os ataques retaliatórios do Irã” se Washington atacar as usinas de energia do país.
No último mês, o papa Leão XIV contestou a ideia de que Deus possa ser usado para justificar guerras e rezou especialmente pelos cristãos no Oriente Médio durante a missa de Domingo de Ramos, celebrada diante de dezenas de milhares de fiéis na Praça de São Pedro.
Com a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã entrando no segundo mês e o conflito militar da Rússia na Ucrânia ainda em curso, Leão dedicou seu sermão a afirmar que Deus é o “rei da paz”, que rejeita a violência e acolhe os oprimidos./Com informações da AFP. Fonte: https://www.estadao.com.br
Leão XIV: o Senhor está vivo e permanece conosco
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Na homilia da missa deste domingo pascal, o Papa recordou que "a Páscoa do Senhor nos dá esperança", não obstante "o poder da morte" nos ameace "constantemente, por dentro e por fora". "Dentro de nós, quando as preocupações ou os ressentimentos sufocam a alegria de viver", fora de nós, a morte está "presente nas injustiças, nos egoísmos de parte, na opressão dos pobres, na escassa atenção para com os mais frágeis", na "guerra que mata e destrói".
Mariangela Jaguraba - Vatican News
O Papa Leão XIV presidiu a missa deste Domingo de Páscoa (05/04) e da Ressurreição do Senhor, na Praça São Pedro. Estiveram presentes 50 mil pessoas na praça e 10 mil fora dela em seus arredores.
“Hoje, toda a criação resplandece com uma nova luz; da terra se eleva um cântico de louvor; o nosso coração exulta de alegria: Cristo ressuscitou da morte e, com Ele, também nós ressuscitamos para uma vida nova!”
Com estas palavras Leão XIV iniciou a sua homilia e afirmou que "este anúncio pascal abraça o mistério da nossa vida e o destino da história, alcançando-nos nas profundezas dos abismos da morte, onde nos sentimos ameaçados e, por vezes, oprimidos. Ele nos abre à esperança que não falha, à luz que não se põe, àquela plenitude de alegria que nada pode apagar: a morte foi vencida para sempre, a morte já não tem poder sobre nós"!
A morte está sempre à espreita
“Esta é uma mensagem nem sempre fácil de aceitar, uma promessa que nos custa acolher, porque o poder da morte ameaça-nos constantemente, por dentro e por fora.”
"Dentro de nós, quando o fardo dos nossos pecados nos impede de voar; quando as desilusões ou a solidão que experimentamos esgotam as nossas esperanças; quando as preocupações ou os ressentimentos sufocam a alegria de viver; quando estamos tristes ou cansados, quando nos sentimos traídos ou rejeitados, quando temos de lidar com a nossa fraqueza, com o sofrimento, com o desgaste do dia a dia, parecendo que fomos parar num túnel do qual não vemos a saída", frisou o Papa.
“Mas também fora de nós, a morte está sempre à espreita. Vemo-la presente nas injustiças, nos egoísmos de parte, na opressão dos pobres, na escassa atenção para com os mais frágeis. Vemo-la na violência, nas feridas do mundo, no grito de dor que se eleva de todas as partes devido aos abusos que oprimem os mais vulneráveis, devido à idolatria do lucro que saqueia os recursos da terra, devido à violência da guerra que mata e destrói.”
Erguer o olhar e a alargar o coração
De acordo com Leão XIV, "nesta circunstância, a Páscoa do Senhor nos convida a erguer o olhar e a alargar o coração. Ela continua alimentando, no nosso espírito e no percurso da história, a semente da vitória prometida".
“Ela põe-nos em movimento, tal como Maria Madalena e os Apóstolos, para nos fazer descobrir que o sepulcro de Jesus está vazio e que, por isso, em cada morte que experimentamos, há também espaço para uma nova vida que renasce. O Senhor está vivo e permanece conosco.”
"Através de frestas de ressurreição que surgem na escuridão", o Senhor "entrega o nosso coração à esperança que nos sustenta: o poder da morte não é o destino último da nossa vida. De uma vez para sempre, estamos orientados para a plenitude, porque, em Cristo ressuscitado, também nós somos ressuscitados".
Páscoa, um novo começo
A seguir, Leão XIV recordou as palavras do Papa Francisco num trecho da Exortação apostólica, Evangelii gaudium. O Pontífice argentino escreve que a ressurreição de Cristo «não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual. É verdade que muitas vezes parece que Deus não existe: vemos injustiças, maldades, indiferenças e crueldades que não cedem. Mas também é certo que, no meio da obscuridade, sempre começa a desabrochar algo de novo que, mais cedo ou mais tarde, produz fruto».
"A Páscoa do Senhor nos dá esta esperança, lembrando-nos que, em Cristo ressuscitado, uma nova criação é possível todos os dias", disse ainda o Papa, recordando que "uma vida nova, mais forte do que a morte, está agora brotando para a humanidade". "A Páscoa é a nova criação realizada pelo Senhor Ressuscitado, é um novo começo, é a vida finalmente tornada eterna pela vitória de Deus sobre o antigo adversário".
Levar com a nossa vida a alegria da ressurreição
“É deste canto de esperança que hoje precisamos. E somos nós, ressuscitados com Cristo, que devemos levá-lo pelas estradas do mundo. Corramos, pois, como Maria Madalena, anunciemo-lo a todos, levemos com a nossa vida a alegria da ressurreição, para que, onde quer que ainda paira o espectro da morte, possa brilhar a luz da vida.”
"Que Cristo, nossa Páscoa, nos abençoe e conceda a sua paz ao mundo inteiro", concluiu o Papa Leão. Fonte: https://www.vaticannews.va
Leão XIV: "Ao lavar a nossa carne, Jesus purifica a nossa alma"
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Na Basílica de São João de Latrão, o Pontífice celebrou à missa da "Ceia do Senhor", lavando os pés a 12 sacerdotes. "Face a uma humanidade de joelhos devido a muitos exemplos de brutalidade, ajoelhemo-nos também nós, como irmãos e irmãs dos oprimidos. É assim que queremos seguir o exemplo do Senhor", afirmou Leão XIV.
Bianca Fraccalvieri - Vatican News
O Papa Leão deu início ao Tríduo Pascal presidindo à Santa Missa da "Ceia do Senhor", com o rito do Lava-pés, na Basílica de São João de Latrão.
Como disse o Pontífice na homilia, participa-se da solene liturgia não como meros espectadores ou por inércia, mas como convidados para a Ceia em que o pão e o vinho se tornam para nós Sacramento de salvação. O amor de Cristo torna-se gesto e alimento para todos, revelando a justiça de Deus.
Nesta celebração, ao se renovarem os gestos e as palavras do Senhor, faz-se memória da instituição da Eucaristia e da Sagrada Ordem. O vínculo intrínseco entre os dois Sacramentos representa a entrega perfeita de Jesus, Sumo Sacerdote e Eucaristia viva por toda a eternidade.
Jesus purifica a nossa imagem de Deus das idolatrias e blasfêmias
Durante esta Última Ceia, Ele lava os pés aos seus apóstolos - um gesto, explicou o Santo Padre, que sintetiza a revelação de Deus. Ao assumir a condição de servo, o Filho revela a glória do Pai, derrubando os critérios mundanos que mancham a nossa consciência. Como dizia Bento XVI, devemos «aprender sempre de novo que a grandeza de Deus é diversa da nossa ideia de grandeza, […] porque sistematicamente desejamos um Deus do sucesso e não da Paixão». Palavras, comentou Leão XIV, que indicam que somos sempre tentados a procurar um Deus que “nos sirva” e nos faça vencer, que seja prestativo como o dinheiro e o poder. A onipotência de Deus está em nos servir com a sua verdade. Eis então o significado do gesto do lava-pés:
“Jesus purifica a nossa imagem de Deus das idolatrias e blasfêmias que a mancharam, mas purifica também a nossa imagem do homem, que se considera poderoso quando domina, que quer vencer matando quem lhe é igual, que se considera grande quando é temido.”
"Verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Cristo dá-nos, pelo contrário, um exemplo de dedicação, serviço e amor. Precisamos do seu exemplo para aprender a amar, não porque sejamos incapazes disso, mas precisamente para nos educarmos a nós próprios, e uns aos outros, no amor verdadeiro. Aprender a agir como Jesus, Sinal que Deus imprime na história do mundo, é tarefa para a vida inteira."
Ao lavar a nossa carne, Jesus purifica a nossa alma
O exemplo de Cristo não é dado quando todos estão felizes e o amam, mas na noite em que foi traído, na escuridão da incompreensão e da violência, para que fique bem claro que o Senhor não nos ama porque somos bons e puros: Ele ama-nos e, por isso, nos perdoa e purifica. "Aprendamos de Jesus este serviço recíproco", foi a exortação do Pontífice. O seu exemplo não pode ser imitado por conveniência, de má vontade ou com hipocrisia, mas apenas por amor. Portanto, deixar-nos servir pelo Senhor é condição para servir como Ele serviu.
“Ao lavar a nossa carne, Jesus purifica a nossa alma. Nele, Deus deu o exemplo não de como se domina, mas de como se liberta; de como se doa a vida e não de como se a destrói.”
Diante a uma humanidade de joelhos devido a muitos exemplos de brutalidade, Leão XIV pediu que nos ajoelhemos também nós, como irmãos e irmãs dos oprimidos.
"A Quinta-feira Santa é, portanto, um dia de fervorosa gratidão e de autêntica fraternidade. Que a adoração eucarística desta noite, em todas as paróquias e comunidades, seja um momento para contemplar o gesto de Jesus, ajoelhando-nos como Ele fez e pedindo-Lhe a força para, com o mesmo amor, O imitarmos no serviço", concluiu o Santo Padre.
A Santa Missa prosseguiu com o rito do lava-pés a 12 sacerdotes, sendo 11 deles ordenados pelo próprio Pontífice. Ao final da celebração, não houve bênção final nem o tradicional envio. Em vez disso, o Papa levou o Santíssimo Sacramento até a capela da reposição. Ali, Leão XIV o incensou e, depois de uma breve adoração, a assembleia foi embora em silêncio. Fonte: https://www.vaticannews.va
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