Olhar Jornalístico

HISTÓRIAS CAÍDAS DO CÉU... A CANOA

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Publicado em 19 março 2019
  • Histórias caídas do céu
  • História de vida
  • humildade

Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis?  Não – Responde o barqueiro. E o advogado compadecido: É pena, você perdeu metade da vida! A Professora muito social entra na conversa: Seu barqueiro sabe ler e escrever? Também não – Responde o remador. Que pena! – Condói-se a mestra! – Você perdeu metade da vida!  Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O canoeiro preocupado, pergunta: Vocês sabem nadar? Não! – Respondem eles rapidamente. Então é uma pena – Concluiu o barqueiro – Vocês perderam toda a sua vida!”

MORAL DA HISTÓRIA...

O que você acha que nos ensina esta história?...

CARMELITAS: O LOUVOR DA CELA

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Publicado em 15 janeiro 2019
  • Santos Carmelitas,
  • Oração,
  • contemplação,
  • OS CAMINHOS DA ORAÇÃO,
  • A ORAÇÃO NO CARMELO

de: “A flecha de fogo” de Nicolau “Gallus” (ano 1270 )

Na cela nos é mostrado o tesouro inestimável, e incomparável de contemplação cheia de perfume, de maneira que, desprezadas totalmente as cousas caducas da terra, a nossa alma se consome inteiramente no desejo fervente da contemplação; ... na cela recebemos as verdadeiras delicias do paraíso que de tal modo deleitam e restauram o nosso homem interior, que o seu desejo ao mesmo tempo aumenta a nossa sede e é saturado.

CONGRESSO DOS LEIGOS CARMELITAS EM ROMA: Álbum

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Publicado em 18 setembro 2018
  • Ordem Terceira do Carmo,
  • CONGRESSO DOS LEIGOS CARMELITAS

Veja o álbum. Clique aqui:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.2142538992445622&type=1&l=b8699c44ca

UM PADRE...

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Publicado em 20 março 2018
  • Padres,
  • Padre,

De um manuscrito medieval

 

Um padre deve ser, ao mesmo tempo,

pequeno e grande,

de espírito nobre, como de sangue real,

simples e espontâneo como um colono,

um herói no domínio de si,

um homem que lutou com Deus,

uma fonte de santificação,

um pecador que Deus perdoou,

senhor de seus desejos,

um servidor humilde para os tímidos e fracos,

que não se rebaixa diante dos poderosos,

mas se curva diante dos pobres, discípulos de seu senhor,

chefe de rebanho,

um mendigo de mãos largamente abertas,

um portador de inumeráveis dons,

um homem no campo de batalha,

uma mãe para confortar os doentes,

com a sabedoria da idade e a confiança de um menino,

voltado para o alto, os pés na terra,

feito para a alegria, experimentado no sofrimento,

longe de toda a inveja, que vê longe,

que fala com franqueza,

um  inimigo da preguiça, sempre fiel,

tão diferente de mim

RETIRO DO PAPA: Nona Meditação: Escutar a sede das periferias

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Publicado em 22 fevereiro 2018
  • Retiro do Papa Francisco,
  • Retiro do Papa 2018,
  • Padre José Tolentino Mendonça,
  • A periferia está no DNA,
  • padre Tolentino,
  • São João Crisóstomo,

Na nona reflexão proposta ao Papa Francisco e à Cúria romana, o padre Tolentino recordou que as periferias “não são somente lugares físicos, são também pontos internos da nossa existência, são lugares da alma que têm necessidade de serem pastoreados”.

Cidade do Vaticano

A periferia está no DNA do cristão e é um horizonte no qual a Igreja deve redescobrir-se. Com estas palavras o padre José Tolentino Mendonça iniciou sua reflexão na tarde desta quinta-feira. “Onde está o meu irmão?”. A partir desta pergunta de Deus contida no Livro de Gênesis, nasce a nona reflexão dos Exercícios Espirituais ao Papa e à Cúria, dedicada ao tema “escutar a sede das periferias”.

O convite do sacerdote português é o de “olhar com olhos bem abertos a realidade do mundo ao nosso redor” e de procurar o nosso irmão entre os pobres e os últimos do mundo, não separando a “sede espiritual” da “sede literal”.

“ Um dos critérios para entender o que é “centro” e o que é “periferia” no mundo, é de fato o acesso à água, direito inalienável da pessoa. ”

Como já afirmado na Laudato Si e reiterado pelos dados das organizações internacionais, três pessoas em cada dez, ou seja, cerca de 2 bilhões de seres humanos, não têm a possibilidade de desfrutar de água potável.

Uma multidão literalmente sedenta, diante da qual se “torna urgente adotar uma autêntica conversão de estilos de vida e do coração”, “que vá em direção contrária à cultura do descarte e da desigualdade social”. Enquanto os países ricos desperdiçam os seus recursos, de fato, “os outros vivem no suplício”.

Jesus “homem periférico”

Neste contexto, “a Igreja não deve ter medo de ser profética e de colocar o dedo na chaga” e não pode que não confrontar-se com as periferias do mundo. “Um discípulo de Jesus deve saber disto com convicção”, antes de tudo porque “o próprio Jesus é um homem de periferia”.

Não era cidadão romano, nem fazia parte da elite judaica, nasceu na periferia da Judeia, por sua vez periferia de Israel e do Império. E se dirige às periferias, dando dignidade aos doentes, oprimidos, pobres, estrangeiros e pecadores:

“ A periferia está no DNA do cristão, o aproxima de seu contexto originário, mas também ao seu programa. É uma chave indispensável para a sua hermenêutica espiritual e existencial. Em todas as épocas permanecerá, para a experiência cristã, o lugar privilegiado onde encontrar e reencontrar Jesus. ”

O próprio cristianismo é depois, pela sua natureza, uma “realidade periférica”.

Vitalidade do projeto cristão está nas periferias

Pode-se ver isto concretamente onde os centros das cidades tornaram-se “um polo de atividades burocráticas e comerciais” e “uma vitrine do passado” para os turistas, enquanto “a vitalidade do projeto cristão se joga nas periferias”, “onde frequentemente não há nem mesmo a presença de uma igreja de alvenaria e onde tudo é mais precário, rarefeito, improvisado”.

“ Para a Igreja, a periferia é portanto um horizonte e não um problema e é onde pode sair de si mesma e redescobrir-se. ”

A escolha do encontro com as periferias não é unicamente um imperativo da caridade, é uma mobilização histórica e geográfica, que consente o encontro com aquilo que o cristianismo foi e com aquilo que ele é. Também as periferias da Igreja têm sede: de serem ouvidas.

Como advertia São João Crisóstomo, a Igreja deve evitar o “terrível cisma” entre “o que separa o sacramento do altar, do sacramento do irmão, o que perigosamente dissocia o sacramento da eucaristia do sacramento do pobre”.

Periferias como lugares da alma

As periferias existenciais, todavia, não são somente econômicas, conclui padre Mendonça, “e sabemos todos como entre nós e quem está ao nosso lado, existem frequentemente distâncias infinitas a serem abraçadas e vencidas”.

Por isto a humanidade deve ser abraçada, e mesmo que não consigamos impedir as lágrimas no rosto do próximo, podemos oferecer a ele um lenço e dizer “estou aqui”, “não estás sozinho”.

As periferias, de fato, “não são somente lugares físicos, são também pontos internos da nossa existência, são lugares da alma que têm necessidade de serem pastoreados”. Fonte: http://www.vaticannews.va

*Naquele túmulo: Homenagem ao 1º Ano de Falecimento do meu pai.

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Publicado em 04 novembro 2017
  • Frei Petrônio de Miranda,
  • Poemas do Frei Petrônio,
  • Poemas sobre a Morte,
  • Manoel Artur de Miranda,
  • 1 Ano da Morte de Manoel Artur de Miranda,
  • túmulo,

Frei Petrônio de Miranda, Padre Carmelita e Jornalista.

Convento do Carmo da Lapa, Rio de Janeiro. 3 de novembro-2017.

 

Naquele túmulo frio

Descansa um homem que em vida aqueceu vidas

Naquele túmulo prisioneiro de corpos

Descansa um homem que libertou vidas

Naquele túmulo escuro e cinzento

Descansa um homem que iluminou uma família

Se ele é santo? É sim, senhor!

 

Naquele túmulo com o lenho da cruz

Descansa um homem temente a Deus

Naquele túmulo simples

Descansa um homem que valorizou as pequenas coisas

Naquele túmulo silencioso

Descansa um homem que valorizou as palavras

Se ele é santo? É sim, senhor!

  

Naquele túmulo de ossos e lagrimas

Descansa um justo que fez da justiça o seu hino

Naquele túmulo de terra e barro

Descansa um agricultor que da terra tirou o seu ganha pão

Naquele túmulo de fétidas carnes

Descansa um homem que, com suor e lagrimas, uniu uma família

Se ele é santo? É sim, senhor!

 

Naquele túmulo simples

Descansa um homem que valorizou as pequenas coisas

Naquele túmulo com pedras e terra

Descansa um homem que abriu caminhos

Naquele túmulo de mistério incompreensível

Descansa um homem que foi um livro aberto

Se ele é santo? É sim, senhor!

 

Naquele túmulo sem brilho e sem cor

Descansa um homem que deu cores a vida

Naquele túmulo impenetrável

Descansa um homem misericordioso, atencioso e amigo

Naquele túmulo símbolo do desengano da vida

Descansa um homem que fez da vida um canto de louvor

Se ele é santo? É sim, senhor!

 

Naquele túmulo expressão do nada 

Descansa um homem que fez tudo por todos

Naquele túmulo berço sepulcral

Descansa um homem que cativou vidas com um sorriso

Naquele túmulo de silêncio perpétuo

Descansa um homem silencioso, atencioso e sincero

Se ele é santo? É sim, senhor!

O seu nome é Manoel Artur de Miranda. 

*Manoel Artur de Miranda  (*15/10/1930 + 03/11/2016)  

OLHAR O PASSADO COM OS PÉS NO PRESENTE: Capítulo.

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Publicado em 28 janeiro 2017
  • Província Carmelitana de Santo Elias,
  • Capítulo Provincial 2017,
  • Olhar o passado com os pés no presente,
  • Embu das Artes, Casa de Retiro Emaús de Itapecerica da Serra,


OLHAR O PASSADO COM OS PÉS NO PRESENTE: Capítulo. por olharjornalistico

FREI PETRÔNIO DE MIRANDA NA RÁDIO VATICANA: Entrevista.

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Publicado em 01 agosto 2016

Cidade do Vaticano (RV) - A Ordem Carmelita é uma ordem que surgiu no final do século XI, na região do Monte Carmelo, na Palestina. Homens e mulheres de oração, os membros da Ordem são religiosos/as e leigos/as contemplativos. Definem sua missão como “Seguir Jesus Cristo, na Contemplação, na Fraternidade e na Missão Profética, inspirando-se em Elias e Maria, um mundo em transformação, a serviço da Vida e da Esperança”. Mas as obras sociais não ficam de lado.

O Frei Petrônio Miranda, que leva em peregrinação neste Ano Eliano Missionário a imagem do Profeta Elias, ressalta o trabalho da Associação São Martinho, entidade filantrópica que atua desde 1984 na área da infância e juventude no Rio de Janeiro. Ouça a entrevista.

Clique aqui:

http://br.radiovaticana.va/news/2016/07/29/carmelitas_contempla%C3%A7%C3%A3o_e_obras_sociais/1238138

Quem são as vítimas da chuva em Juiz de Fora e Ubá

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Publicado em 26 fevereiro 2026
  • Chuvas em Juiz de Fora
  • chuvas em Juiz de Fora e Ubá
  • Quem são as vítimas da chuva em Juiz de Fora e Ubá
  • Vítimas - Ubá
  • Nomes das Vítimas da chuva em Ubá
  • Mortos das chuvas em Minas
  • Nomes das Vítimas da chuva em Juiz de Fora,

Temporal deixou mortos, desaparecidos e desabrigados; cidade decretou estado de calamidade pública.

 

 

Por Luiza Sudré, Carol Delgado, g1 Zona da Mata — Juiz de Fora

A chuva intensa em Juiz de Fora e Ubá resultou na morte de estudantes e profissionais de saúde, segurança e educação.

Juiz de Fora declarou estado de calamidade pública.

Escolas municipais e particulares, além do Demlurb, confirmaram a morte de alunos e uma funcionária.

Instituições como a UFJF, Cead e diversas escolas manifestaram luto pelas vítimas da catástrofe.

 

Estudantes, profissionais da saúde, da segurança e da educação estão entre os mortos após a forte chuva que atingiu Juiz de Fora e Ubá na segunda-feira (23). A cidade decretou estado de calamidade pública.

 

Vítimas - Juiz de Fora

1-Bernardo Lopes Dutra, estudante do 7º ano do Colégio de Aplicação João XXIII, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)

2-Carla Teixeira, profissional de educação do Centro de Educação a Distância (Cead/UFJF)

3-Arminda de Fátima Soa, de 63 anos, moradora do bairro Esplanada

4-Maitê Cedlia Pereira Fernandes, de 5 anos, aluna da Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves

5-Arthur Rafael de Oliveira Machado, aluno da Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves

6-Miguel Carlos da Silva Machado, aluno da Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves

7-Rosimeire do Carmo de Oliveira Souza, da Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves

8-Kaleb Marques Reis dos Santos, aluno da Escola Municipal Batista Oliveira

9-Ramom Rafael Araújo de Almeida, aluno da Escola Municipal Batista Oliveira

10-Neuza Mageste, moradora do bairro de Lourdes

11-Deogracia Aurélia Fernandes, contratada do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DEMLURB)

12-Ivana Martins de Paula, moradora da Rua Santa Clara, no bairro Costa Carvalho

13-Liana Martins de Paula, moradora da Rua Santa Clara, no bairro Costa Carvalho, bancária e integrante do bloco Parangolé

14-Iara Martins de Paula, moradora da Rua Santa Clara, no bairro Costa Carvalho

15-Jaqueline de Fátima Theodoro Vicente, de 32 anos, moradora do bairro Paineiras

16-Neide Aparecida, de 58 anos, mãe da Jaqueline

17-Reinaldo Neiva Ferreira, de 35 anos, policial penal e morador do bairro Paineiras

18-Melissa Emanuely Garcia, de 2 anos

19-Fabiana Cristina Gomes, de 40 anos, avó da Melissa

20-João Batista dos Santos, idade não informada

21-Marcos José dos Santos Almeida, idade não informada

 

Vítimas - Ubá

1-Edmara Peluzo Candido, 32 anos

2-João Gonçalves Soares, 74 anos (marido de Maria)

3-Maria da Conceição Honorato Soares, 65 anos (esposa de João)

4-Elza das Graças da Silva, 77 anos

5-Homem, de 35 anos, de nome não divulgado

6-Homem, de 48 anos, de nome não divulgado

 

Notas de pesar

Em nota, a UFJF e o Cead lamentaram as mortes ocorridas em Juiz de Fora.

 

A Escola Municipal Vereador Raymundo Hargreaves expressou pesar pela morte dos alunos Maitê Cedlia Pereira Fernandes, Arthur Rafael de Oliveira Machado, Miguel Carlos da Silva Machado e Rosimeire do Carmo de Oliveira Souza.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora (Sinserpu-JS) divulgou nas redes sociais uma nota de pesar pelo falecimento de Deogracia Aurélia Fernandes, contratada do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb). Fonte: https://g1.globo.com

Tragédia em MG: sobe para 46 número de mortos nas chuvas em Juiz de Fora e Ubá

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Publicado em 25 fevereiro 2026
  • chuvas em Juiz de Fora e Ubá
  • cidades da Zona da Mata,
  • Mortos na Chuva de Minas,
  • 46 mortos nas chuvas de Minas,

Volume intenso de chuva entre segunda (23) e terça (24) provocou estragos em cidades da Zona da Mata, com deslizamentos de terra e alagamentos

Autoridades confirmaram 46 mortes após temporal na Zona da Mata

 46 mortos nas chuvas de Minas, 

O número de mortes provocadas pelas chuvas em Juiz de Fora e Ubá, na Região da Zona da Mata, em Minas Gerais, subiu para 46, conforme último balanço divulgado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) às 15h17 desta quarta-feira (25).

A corporação trabalha nos municípios em oito frentes de trabalho para buscar vítimas soterradas. Mais de 100 bombeiros fazem parte do efetivo. Ao menos 21 pessoas ainda estão desaparecidas, sendo duas em Ubá e 19 em Juiz de Fora. Fonte: https://www.itatiaia.com.br

Chuvas deixam ao menos 30 mortos e mais de 3.000 desabrigados na zona da mata de MG

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Publicado em 25 fevereiro 2026
  • Juiz de Fora
  • 3.000 desabrigados na zona da mata de MG
  • prefeita Margarida Salomão
  • 30 mortos pelas chuvas em Minas,
  • Chuvas em Juiz de Fora
  • Mortos pelas chuvas em Minas
  • 24 mortos em Juiz de Fora

Juiz de Fora contabiliza 24 óbitos em meio à maior chuva para o mês de fevereiro

Três cidades decretam calamidade pública; temporais continuam na quarta

 

Bombeiros trabalham em área de desabamento na região de Parque Burnier em Juiz de Fora (MG) - Reprodução/TV Globo

 

Artur BúrigoCristina Camargo

São Paulo

   

Ao menos 30 pessoas morreram e 39 estão desaparecidas na zona da mata de Minas Gerais em razão das chuvas que atingem a região desde a noite de segunda-feira (23). Cenas de moradores tentando socorrer vizinhos ilhados, casas desmoronando, ruas completamente alagadas, além de carros e até caixões de funerária sendo levados pela enxurrada, se repetiam ao longo do dia.

Juiz de Fora, uma das cidades mais afetadas, registrava na noite desta terça 24 óbitos e 37 desaparecidos, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Outras seis mortes aconteceram na cidade de Ubá, a 111 quilômetros, que também buscava dois desaparecidos, segundo a corporação.

Os estragos em Juiz de Fora levaram a prefeita Margarida Salomão (PT) a decretar estado de calamidade pública na cidade mineira ainda durante a madrugada desta terça, o que foi reconhecido pelo governo federal. Ubá e a cidade de Matias Barbosa também decretaram a medida, o que facilita para receber ajuda tanto federal quanto estadual.

Mais de 3.000 pessoas estão desabrigadas em Juiz de Fora, segundo a prefeitura. Elas receberam acolhimento e acomodação provisória em 15 escolas. As aulas no município foram suspensas, assim como foi determinado trabalho remoto para os servidores que atuam na sede da prefeitura, no centro.

Segundo a prefeita, o temporal provocou ao menos 20 soterramentos de imóveis no município, principalmente na região sudeste. Somente no bairro Parque Jardim Burnier, o mais afetado, uma encosta deslizou e 12 imóveis foram soterrados.

Até as 18h desta terça-feira, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) havia registrado 605,6 mm de chuva no município de Juiz de Fora, o que torna este o fevereiro mais chuvoso da história da cidade. Esse volume é cerca de três vezes e meia o volume médio histórico do município, de 170 mm, que é definido baseado nos registros dos últimos 30 anos.

O maior volume ocorreu entre as 18h e a meia-noite de segunda-feira, período em que o acumulado alcançou quase 150 mm, na região de Nossa Senhora de Lourdes, pela medição do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais). Isso significa que, em seis horas, choveu quase a média histórica do mês.

A intensidade da chuva provocou o transbordamento do rio Paraibuna e a interdição da ponte Vermelha e do túnel Mergulhão.

"Juiz de Fora é um município que tem um conjunto de morros que ultrapassam 100 metros de altura, do topo à base. Ao mesmo tempo, tem uma rede de drenagem muito volumosa. Por isso há dois problemas simultâneos. O de movimento de massa, com deslocamento de encostas, e o transbordamento de rios", explica Miguel Felippe, professor do departamento de geociências da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

Em Ubá, foram cerca de 170 mm de precipitação em cerca de três horas e meia, segundo a gestão do prefeito José Damato Neto (PSD). De acordo com medições realizadas na área central, o rio Ubá atingiu 7,82 metros e gerou inundações em área urbana, com impacto em diversos bairros, ruas e estabelecimentos comerciais. A prefeitura diz ter atendido a 18 ocorrências, sendo que três pontes estão totalmente danificadas.

O governador Romeu Zema (Novo) decretou luto oficial de três dias. "Minas está presente e fará tudo o que estiver ao seu alcance para amenizar esse sofrimento", afirmou.

Os ministros do governo Lula (PT) Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Adriano Massuda, interino do Ministério da Saúde, foram enviados à região e se reuniram com Zema e prefeitos. O presidente, em viagem pela Índia e Coreia do Sul, se manifestou sobre o episódio via redes sociais e afirmou ter telefonado diretamente para a prefeita de Juiz de Fora para prestar solidariedade e apoio federal.

Nesta quarta, o avanço de uma nova frente fria poderá provocar mais chuvas intensas, inicialmente na zona da mata e no sul e sudoeste de Minas, afirma a Defesa Civil estadual. "É uma situação extrema, que permite medidas extremas", disse a prefeita.

De acordo com o boletim do Cemaden para esta quarta, a zona da mata mineira tem risco muito alto tanto para alagamentos quanto para deslizamentos de terra. Assim, a população precisa estar preparada para enfrentar novos deslizamentos esparsos e generalizados em encostas, quedas de barreira à margem de estradas e rodovias, além de ocorrências de enxurradas, alagamentos em áreas de drenagem deficiente e inundações.

Segundo ela, a cidade precisa de um período de recuperação. "Estamos nos desdobrando para socorrer as pessoas e salvar vidas", disse.

Outras regiões mineiras que merecem atenção especial, segundo o Cemaden, é a região metropolitana de Belo Horizonte e de Ipatinga, no Vale do Aço. Nesses locais, o risco é alto de alagamentos e movimentação de massa.

O vice-governador Mateus Simões (PSD) afirmou que a população que recebeu alerta de risco de deslizamento deve deixar os imóveis. "Temos que começar a tratar da ocupação irregular no Brasil. É previsível que aconteceria uma coisa como essa, e é absolutamente devastador pensar que nós temos idosos e crianças soterradas aqui", afirmou. Fonte: www1.folha.uol.com.br

Psicólogo e estudante da Ufba morre na Bahia

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Publicado em 20 fevereiro 2026
  • Outro olhar sobre o Carnaval de Salvador,
  • Psicólogo morre na Bahia
  • suicídio de Manoel Rocha Reis
  • suicídio em Santo Antônio de Jesus,
  • Manoel Rocha Reis
  • Ufba
  • Conselho Regional de Psicologia da Bahia
  • Denúncia de racismo
  • Camarote Ondina,

Manoel Rocha Reis Neto faleceu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo baiano. Corpo foi sepultado em Amargosa, cidade natal dele.

 

Psicólogo mestrando da Ufba é encontrado morto na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

Por g1 BA

O psicólogo e mestrando da Universidade Federal da Bahia, Manoel Rocha Reis Neto, de 32 anos, morreu em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, na terça-feira (17).

Ele chegou a ser atendido pelo Samu, mas não resistiu. A Polícia Civil registrou a morte como suicídio.

O corpo foi sepultado em Amargosa, cidade natal dele, na mesma região. A cerimônia aconteceu na quarta-feira (18).

O psicólogo e mestrando da Universidade Federal da Bahia, Manoel Rocha Reis Neto, de 32 anos, morreu em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, na terça-feira (17). Ele chegou a ser atendido pelo Samu, mas não resistiu.

O corpo foi sepultado em Amargosa, cidade natal dele, na mesma região. A cerimônia aconteceu na quarta-feira (18). A Polícia Civil registrou a morte como suicídio.

Nesta quinta (19), a Ufba emitiu uma nota de pesar e se solidarizou com amigos e familiares do estudante, que tinha sido aprovado para o programa de mestrado da instituição no dia 29 de janeiro deste ano.

Manoel chegou a comemorar o fato nas redes sociais, com um longo texto sobre as dificuldades enfrentadas até a conquista. "Um velho-novo caminho começa", escreveu.

A Ufba também destacou ainda que o baiano cursou psicologia no Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); pós-graduação em Saúde da Família pelo programa de residência multiprofissional da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf); e foi aluno do Programa de Mobilidade Internacional da UFRB, no curso de Educação Social do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em Portugal.

"O psicólogo era reconhecido pela atuação profissional comprometida e pelo vínculo próximo com a comunidade", disse a instituição na nota.

O Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03) também se posicionou sobre o caso. Em nota, a entidade manifestou pesar e se solidarizou com todas as pessoas que conviveram com o psicólogo, incluindo colegas de profissão.

O CRP ainda destacou o trabalho de Manoel, pela "prática profissional comprometida com a escuta ética, o cuidado e a promoção da saúde mental".

"Sua atuação também foi marcada pelo engajamento na luta por uma sociedade antirracista, contribuindo ativamente para o fortalecimento de debates e práticas alinhadas à justiça social e à equidade racial".

 

Denúncia de racismo

Horas antes de morrer, Manoel Neto usou as redes sociais para fazer um relato de racismo, sofrido no Camarote Ondina, no circuito Dodô (Barra-Ondina), durante o carnaval de Salvador. Na ocasião, segundo o desabafo feito pelo psicólogo, um homem teria impedido sua passagem em um ponto da estrutura, gerando confusão.

Não há registro de briga física, mas a situação gerou desconforto em Manoel, que fez uma reflexão sobre o caso com os seguidores.

"Caros amigos pretos, não se enganem. Dinheiro, títulos, sucesso… isso não nos torna legitimados pelos olhos das belas almas brancas. Vocês serão humilhados sempre que uma pessoa branca cruzar o seu caminho", escreveu.

Em nota, o Camarote Ondina manifestou pesar pela morte do cliente e se solidarizou com familiares, amigos e pacientes dele.

"Reafirmamos nosso compromisso inegociável com o respeito, a diversidade e o combate a qualquer forma de racismo e discriminação. O carnaval da Bahia é expressão da cultura negra, da pluralidade e da convivência, valores que norteiam a atuação do nosso espaço. Seguimos comprometidos em promover um ambiente de acolhimento, inclusão e celebração para todas as pessoas", diz o posicionamento. Fonte: https://g1.globo.com

Passada a euforia do Carnaval, como lidar com o medo de ficar só?

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Publicado em 18 fevereiro 2026
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Sentimento que surge nesse 'primeiro dia do ano' talvez não seja apenas ressaca emocional

É delicioso viver encontros catárticos na festa, mas esse não é o único caminho para começar um bom samba a dois

 

Como lidar com o medo de ficar só que chega com tudo após o Carnaval? - Fizkes - 23.mai.24/Adobe Stock

 

"Ah, Mrs. Dalloway, sempre dando festas para evitar o silêncio", provoca Peter, amigo íntimo da protagonista de Virginia Woolf. A frase me vem à cabeça quando penso em nossa relação ambígua com a celebração e a evitação.

Quando alguém que nos conhece bem sugere que nossas festas talvez evitem o silêncio, não está condenando o encontro, está interrogando sua função. Porque há uma diferença sutil, e profundamente psíquica, entre gregarismo e escapismo. O primeiro é movimento em direção ao outro; o segundo, movimento para longe de si.

Nós, brasileiros carnavalescos, sabemos bem o que é rebolar nesta corda-bamba que é a tal linha fina entre o lançar-se ao mundo e o fugir de si. Sabemos fazer da rua um palco de êxtase e conexão. E é lindo que saibamos. A catarse coletiva, o delírio compartilhado, a fantasia que veste o corpo e suspende por alguns dias as hierarquias da vida ordinária não são mero adorno.

A psicanálise sustenta que não existe desejo sem fantasia. Não amamos o real cru; amamos através das cenas e narrativas que montamos pra dar contorno ao que nos falta. Fantasiar, assim, não é fugir da vida, é condição do vínculo.

O problema surge quando nos tornamos reféns do excesso. Quando a euforia funciona menos como celebração e mais como tampão contra a angústia que retorna, inevitável, nas cinzas da quarta. E, pior, quando passamos a acreditar que só somos desejáveis e amáveis enquanto estamos fantasiados com um excesso de amor próprio e autoestima: leves, bem-resolvidos, propositivos, brilhantes como a purpurina que ilumina a pele e encobre as sombras. É delicioso viver encontros intensos e catárticos na festa? Claro. Mas é esse o único caminho para começar um bom samba a dois? Jamais.

O medo da solidão que chega nesse "primeiro dia do ano" talvez não seja apenas ressaca emocional. E sim o retorno do que vinha sendo estancado não apenas nos dias de folia, mas no modus operandi de nossos tempos: multitarefas, produtivos, acelerados, viciados em emoções intensas e recompensas rápidas —essa nação dopamina que, ao maximizar ganhos, contatos e prazer, começa a patologizar o medo, a angústia, o tédio, o desinvestimento.

Traços profundamente humanos que são suprimidos pelo ideal de eu contemporâneo. Lacan já dizia que o superego moderno não proíbe o gozo; ele ordena que gozemos, que sejamos intensos, performáticos, emocionalmente resolvidos e sexualmente livres. Aprisionamos assim nossos retraimentos, dúvidas e dívidas emocionais temendo que elas sejam lidas como falhas morais e como indícios de que somos produtos afetivos com baixo valor simbólico.

Quando patologizamos o medo da solidão, nos sentimos duplamente condenados: por estarmos sós e por sermos "fracos". Como se o medo evidenciasse nossa falha em viver a solitude idealizada —autossuficiente e instagramável— e não a solidão real, que dói e revela nossa dependência estrutural do outro.

Somos seres de vínculo. Ao invés de perseguir a autossuficiência como ideal, desapegue dela. Você tem medo de ficar sozinho? Não fique. Peça e ofereça companhia. Busque colos de amigos, familiares, colegas de trabalho ou ioga. Conte sobre seus medos e nomeie seus desejos. E pergunte os do outro também. Falar sobre o que nos falta e ouvir as faltas alheias nos lembra que faltas não são falhas.

Ao invés de querer matar o medo, mate sua hiperexigência e se permita estar em boas companhias, mesmo quando não estiver bem. Esse movimento acalma o fantasma da solidão eterna e a fantasia de que se você estiver "pesado emocionalmente" ninguém vai te aguentar. Teste os vínculos, se jogue em quem se interessa por você e veja que eles sustentam.

Que possamos tirar as máscaras não para nos expor indiscriminadamente, mas para escolher melhor nossos laços. Que o medo não nos empurre para qualquer braço romântico apenas para silenciar o vazio. Que ele também não nos faça revisitar antigos fantasmas só para não atravessar o deserto do novo.

Ainda assim, permita-se querer um amor romântico. Diga que quer. Peça para ser apresentado. Circule por espaços que te interessam. Converse no estado em que estiver. Não espere a alma purpurinada. Faça contato visual. Divida uma referência, um pensamento, um desabafo honesto de quem está angustiado ou de mau humor.

Talvez o gesto mais subversivo depois do Carnaval não seja seguir beijando a três, mas pedir companhia sem performance. E, se pudermos levar algo do Carnaval para a vida que começa agora, que seja a abertura aos encontros e aos acasos —mas sem a exigência de estarmos prontos para o bloco. Que possamos sustentar o desejo de vínculos que nutram, apoiem, curem. E possamos honrar o medo de não encontrá-los. Fonte: https://www1.folha.uol.com.br 

Um perigo real em ano eleitoral

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Publicado em 18 fevereiro 2026
  • Intolerância Religiosa,
  • laicidade do Estado
  • Estado laico,
  • ano eleitoral 2026
  • pré-candidato ao governo do Estado, Eduardo Paes
  • Intolerância religiosa no Brasil
  • Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa,
  • Instituto Brasil-Israel,

Intolerância religiosa no Brasil não é um fenômeno isolado, tampouco restrito a um único grupo ou tradição

 

Por Carolline Mello e Edilmar Alcantara

O final de 2025 foi marcado por intensa agitação na cidade do Rio de Janeiro. Não apenas pelo movimento típico de dezembro, mas sobretudo por um debate que se deslocou para os campos político e religioso – duas esferas que, há algum tempo, vêm se misturando de forma preocupante no cenário social brasileiro.

O imbróglio teve início quando o prefeito da cidade e pré-candidato ao governo do Estado, Eduardo Paes (PSD-RJ), respondeu em suas redes sociais a um trecho de entrevista concedida pelo professor e babalawô Ivanir dos Santos (UFRJ). O docente questionou a laicidade do Estado ao tomar conhecimento de que a prefeitura promoveria, no réveillon de 2026, um palco dedicado exclusivamente ao segmento gospel na Praia do Leme, e lamentou que tradições como saudações a Iemanjá perderiam espaço na orla.

Ao responder às críticas, o prefeito argumentou que Copacabana comporta diferentes manifestações culturais e religiosas e que a música gospel também poderia ocupar esse espaço. A controvérsia se agravou, no entanto, quando ele afirmou: “É impressionante o nível de preconceito dessa gente”. A expressão, ainda que possivelmente não intencional, mobiliza uma lógica recorrente quando o assunto é intolerância: a produção de um “outro” genérico, indistinto e potencialmente ameaçador.

O Rio de Janeiro tem sido palco de ataques sistemáticos a templos, sacerdotes e adeptos de religiões de matriz africana. Grupos autodeclarados cristãos, por vezes associados a organizações criminosas que controlam diferentes territórios da cidade, atuam de forma violenta contra praticantes do candomblé e da umbanda. Esses grupos, conhecidos como “soldados de Cristo” ou “traficantes evangelizados”, espalham terror e medo, impõem regras religiosas, ameaçam lideranças e obrigam líderes religiosos a vilipendiar seus objetos litúrgicos e seus templos. Promovem, ainda, o apagamento simbólico de tradições, como a proibição do uso de roupas brancas às sextas-feiras.

Esse ambiente de intolerância não se restringe às religiões afro-brasileiras. Ele também favorece a circulação de discursos antijudaicos e antissemitas, especialmente em contextos de radicalização política e moral. O antissemitismo, historicamente estruturado a partir da construção do judeu como inimigo simbólico – acusado de conspiração, poder oculto ou corrupção moral –, encontra terreno fértil em cenários em que a religião é instrumentalizada como ferramenta política.

Não é coincidência que, nesses mesmos espaços, proliferem apropriações distorcidas de elementos do judaísmo, leituras fundamentalistas da Bíblia e estereótipos antijudaicos que esvaziam a complexidade histórica, cultural e religiosa do povo judeu. Assim como ocorre com os povos de terreiro, o judaísmo é frequentemente reduzido a caricaturas que servem a projetos de poder e exclusão.

É legítimo que agentes políticos dialoguem com diferentes públicos, sobretudo em período pré-eleitoral. O que não se pode admitir é a naturalização de discursos que reforçam categorias genéricas como “essa gente”, pois elas alimentam processos históricos de desumanização. O Brasil já criminalizou práticas religiosas de origem africana e perseguiu expressões culturais negras; do mesmo modo, o antissemitismo, ainda que nem sempre se manifeste por meio da violência física, opera de forma estrutural na linguagem, nas narrativas e na suspeição permanente sobre a presença judaica no espaço público. Essa mesma estrutura do antissemitismo é frequentemente mobilizada para sustentar outras formas de opressão e intolerância, mudando os alvos, mas preservando a estrutura da exclusão.

No contexto do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 21 de janeiro por força da Lei n.º 11.635/2007 em homenagem à ialorixá Mãe Gilda de Ogum, o debate torna-se ainda mais urgente. Questionar o uso de recursos públicos para beneficiar um segmento religioso específico não constitui, em si, preconceito. Ao contrário: é exercício democrático e deve abrir espaço para reflexões mais amplas sobre o diálogo inter-religioso e a defesa das liberdades individuais e coletivas.

A recorrência de episódios como esses evidencia que a intolerância religiosa no Brasil não é um fenômeno isolado, tampouco restrito a um único grupo ou tradição. Trata-se de uma lógica estrutural que se intensifica em contextos de disputa política, nos quais a religião é mobilizada para produzir inimigos simbólicos, hierarquizar pertencimentos e legitimar exclusões. Enfrentar esse cenário exige mais do que reações pontuais: requer posicionamentos públicos claros, produção de conhecimento crítico e o fortalecimento de iniciativas comprometidas com a defesa do Estado laico, da democracia e do pluralismo religioso.

Diante desse cenário, o laboratório de estudos sobre Judeidade e Negritude, iniciativa do Instituto Brasil-Israel, por meio do projeto IBI no Campus, elaborou um manifesto contra todas as formas de intolerância, em defesa da liberdade, da democracia e do convívio plural. O manifesto é um chamado público à ação e à responsabilidade coletiva e está aberto à assinatura de todas as pessoas e instituições que se recusam a naturalizar o ódio religioso. Axé, shalom!

 

Opinião por Carolline Mello

Historiadora, mestre em Sociologia, é gerente de Educação do Instituto Brasil-Israel

Edilmar Alcantara

Cientista social, mestre em Biblioteconomia, é colaborador do Instituto Brasil-Israel

Fonte: https://www.estadao.com.br

Quem, em nosso país, não está em crise?

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Publicado em 17 fevereiro 2026
  • Rubem Alves,
  • ser de esquerda
  • Fernando Collor de Mello,
  • As duas caixas
  • Herbert de Souza,
  • a indignação é a minha forma de me manter vivo
  • Fernando Pessoa

Mirian Goldenberg

Antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é autora de "A Invenção de uma Bela Velhice"

 

Como disse Betinho, a indignação é a minha forma de me manter vivo

Rubem Alves escreveu "As duas caixas" (27 de abril de 2010) dias antes da minha primeira coluna ser publicada na Folha (1º de junho de 2010). Ele contou que Fernando Pessoa escrevia, lia o que escrevera e se assombrava. "Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto? Isto é melhor do que eu..."

"Coisa parecida acontece comigo. Alguém me mostra um texto e diz que fui eu quem o escreveu. Leio-o, mas não o reconheço. É como se tivesse sido escrito por uma outra pessoa. Mas, à medida em que vou lendo, vou ficando alegre. É um texto bom, melhor do que eu!... Sinto, então, vontade de publicar aquele texto de novo. Se ele surpreendeu a mim, é de se esperar que o mesmo aconteça com os leitores. E por que não?"

Quando reli a coluna "Medíocres ou guerreiros" que escrevi sobre o governo de Fernando Collor de Mello, no Jornal do Brasil de 18 de novembro de 1990, me assombrei com a minha coragem e indignação. E me deu vontade de publicar aquele texto de novo. Por que não?

 

Medíocres ou guerreiros

Vivemos uma época de crises. Dizer isso já virou lugar comum. Crise de valores, crise social, crise econômica, crise política, crise da família, crise individual... Quem, em nosso país, não está em crise?

Pesquisas recentes demonstram que aumentou, vertiginosamente, o número de casos de doenças mentais... Muitos sonham em sair do Brasil, buscando um lugar sem violência ou desemprego. Outros desfazem casamentos para preservar a própria "individualidade". Amor e sexo transformaram-se em artigos de consumo, descartáveis. A palavra "compromisso" é "out". O país está doente. Filhos matam pais. Pais matam filhos. Maridos matam esposas. A mídia manipula facilmente a opinião pública. A desesperança impera soberana.

Decisões e atitudes do governo Collor são aceitas por todos, acriticamente, passivamente. Desde os episódios grotescos e vergonhosos da campanha eleitoral até atos recentes de corrupção descarada. Um governo medíocre, manipulador, corrupto, incompetente e sem nenhuma ética. Com um único mérito: usar e abusar dos veículos de comunicação em massa. Um governo maquiado de moderno e inovador, mas que, na verdade, é vazio de propostas e ideais sociais. E a fachada está ruindo apodrecida precocemente.

E nós, onde ficamos? Qual é a nossa responsabilidade frente a esta situação? "O que fazer?" Somos, sem dúvida, muito mais covardes, medíocres e infelizes do que éramos na época que sabíamos lutar. Quando ser "de esquerda" não era um problema existencial... Hoje vivemos uma profunda crise de identidade. Nossos valores, ideais, estão escondidos, envergonhados, em busca de uma nova definição. Somos pressionados pelo "consenso".

Os guerreiros, os revolucionários de tantos anos, que sabiam gritar, lutar e chorar, não sabem como enfrentar os vermes de caras bonitas e corpos atléticos. Tornamo-nos medrosos, desaprendemos como ousar, criar, acreditar. Como disse Betinho, Herbert de Souza, há algum tempo: "a indignação é a minha forma de me manter vivo". A coragem e a integridade também. O medo, a mediocridade e a resignação são formas de morrer.

Vivemos um momento em que o governo só quer destruir, acabar, aniquilar a cultura, a economia, as universidades, a saúde e, principalmente, a esperança. Nossa única saída é "fugir para a frente", enfrentando essa destruição construindo, reconstruindo, reaprendendo, buscando parceiros nesta enorme tarefa.

Medíocres ou guerreiros... Está em nossas mãos. Quem topa? Fonte: https://www1.folha.uol.com.br 

Jovem morre atropelada após subir em caminhão de limpeza no Carnaval de Salvador.

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Publicado em 16 fevereiro 2026
  • Jovem morre atropelada no Carnaval de Salvador
  • Carnaval de Salvador
  • Empresa de Limpeza Urbana de Salvador
  • estudante morreu atropelada no Carnaval de Salvador
  • Carnaval de Salvador 2026,
  • Morte no Carnaval de Salvador

Vítima se pendurou no veículo sem autorização, escorregou e caiu sob as rodas, afirma empresa

Limpurb prestou solidariedade e reforçou que prática é proibida

 

Salvador

Uma estudante de 24 anos morreu atropelada por um caminhão de limpeza na madrugada desta segunda-feira (16) na Carnaval de Salvador. O acidente aconteceu no circuito Barra Ondina após a passagem dos últimos trios elétricos, quando equipes realizavam a limpeza da via com um caminhão-pipa.

A Limpurb (Empresa de Limpeza Urbana de Salvador) informou que a mulher subiu no caminhão sem autorização, escorregou e caiu sobre uma das rodas do veículo. O socorro foi acionado, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu.

A empresa municipal de limpeza prestou solidariedade aos amigos e familiares da vítima. Também alertou que a prática de subir nos caminhões de limpeza é terminantemente proibida e orienta que as pessoas não subam ou se pendurem nos veículos.

A Limpurb destacou que ainda que seus caminhões operam seguindo protocolos de segurança e que o acesso é restrito a profissionais autorizados. Fonte: https://www1.folha.uol.com.br

Mulher é presa em flagrante ao matar o marido a facadas em Lagoa da Canoa

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Publicado em 15 fevereiro 2026
  • Lagoa da Canoa,
  • Violência em Lagoa da Canoa,
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  • Lagoa da Canoa-AL,
  • Mulher mata o marido a facadas em Lagoa da Canoa
  • Alto do Pixuta,
  • mulher matou o próprio marido

 

Mulher mata marido a facadas em Lagoa da Canoa - Foto: Josival Meneses/Já É Notícia

 

Por Redação

Uma mulher matou o próprio marido com golpes de arma branca, neste sábado, 14, dentro de um quartinho, em uma localidade conhecida como Alto do Pixuta, nas proximidades da antiga estação e por trás de uma lagoa no município de Lagoa da Canoa, no Agreste do Estado. A vítima morreu no local antes de receber qualquer socorro médico.

De acordo com informações de populares, o casal vivia de favor em um quartinho, nos fundos de uma residência da região e costumava ingerir bebida alcoólica com frequência tanto na antiga estação quanto na casa onde dormiam. Na manhã do crime, os dois teriam iniciado mais uma discussão, que acabou evoluindo para agressão física.

Durante o desentendimento, a mulher teria esfaqueado o companheiro, conhecido como Gaguinho. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda dentro do quartinho.

Segundo relatos de moradores, o casal tinha um histórico de brigas constantes, com agressões mútuas. E após atingir o marido, a suspeita ainda foi até um posto de saúde da cidade pedindo ajuda para socorrê-lo. No entanto, quando as equipes chegaram ao local, o homem já estava em óbito.

A Polícia Militar foi acionada e realizou a prisão da mulher em flagrante, ainda no local do crime.

Também estiveram presentes equipes do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML), responsáveis pela perícia e pelo recolhimento do corpo. Fonte: https://www.jaenoticia.com.br

Nova tragédia em Itumbiara: homem mata a ex-mulher e tira a própria vida

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Publicado em 15 fevereiro 2026
  • feminicídio
  • Itumbiara
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  • Pedro da Costa Queiroz assassinou a ex-esposa
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Ex-marido agride a enteada de 15 anos e mata mulher a tiros antes de cometer suicídio, dias após o caso do secretário de Itumbiara

 

Novo caso em Itumbiara é tratado como feminicídio seguido de suicídio Foto: @vidocaofc/Instagram/ND Mais

 

A cidade de Itumbiara, em Goiás, foi palco de uma nova tragédia neste sábado (14). Um homem identificado como Pedro da Costa Queiroz assassinou a ex-esposa a tiros no bairro Jardim Europa, por volta das 16h, antes de tirar a própria vida.

A vítima, Elieser Teodoro da Silva, foi encontrada sem vida dentro de casa. O suspeito chegou a ser socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas não resistiu.

A Polícia Militar de Goiás informou que a filha da vítima também foi agredida com uma coronhada na cabeça. A adolescente de 15 anos sofreu lesão na região craniana e precisou de atendimento médico. Até o momento, não há maiores detalhes sobre o estado de saúde.

A residência ficará isolada para preservação da cena até a conclusão dos trabalhos periciais. A polícia apreendeu a arma do crime, um revólver calibre .38, e outros pertences do autor.

Segundo o portal Mais Goiás, moradores tentaram prestar socorro ao ouvir os disparos, mas o suspeito armado ordenou que todos se afastassem.

O delegado Felipe Sala, do Grupo de Investigação de Homicídios de Itumbiara, afirmou ao jornal O HOJE que o caso é tratado como feminicídio seguido de suicídio.

“Tudo indica que seja mais um feminicídio seguido de suicídio. A filha da mulher, de 15 anos, foi atingida apenas com a coronhada e encaminhada ao hospital. A princípio, é isso. Mas ainda vamos apurar tudo corretamente”, disse o delegado ao O HOJE.

“A investigação acaba de começar. Estamos acompanhando a perícia aqui no local do crime e, assim que chegarmos à delegacia, vamos instaurar o inquérito e dar continuidade às investigações”, completou.

 

Itumbiara vive nova tragédia após pai matar os próprios filhos nesta semana

O feminicídio ocorre dias após o secretário municipal de Itumbiara, Thales Machado, disparar contra os dois filhos e cometer suicídio na quarta-feira (11). O caso provocou comoção e revolta na cidade de 107 mil habitantes.

Benício Araújo Machado, de 8 anos, foi sepultado neste sábado. Ele teve a morte cerebral confirmada após passar por cirurgia e ser internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara.

O enterro do irmão Miguel, de 12 anos, ocorreu na quinta-feira (12). Ele chegou a ser levado ao HMMC (Hospital Municipal Modesto de Carvalho) na noite do crime, mas não resistiu aos ferimentos.

Thales Machado, de 40 anos, era casado com a filha do prefeito Dione Araújo (União Brasil) e ocupava cargo de confiança na gestão do sogro. Antes de tirar a própria vida, ele teria publicado uma carta aberta acusando a esposa Sarah Araújo de traição.

“Partimos eu e meus meninos que agora são anjos que infelizmente vieram comigo… a todos digo que nunca pensei nisso, foi hoje… todos sabem como sou intenso e verdadeiro e não iria conseguir viver mais com essas lembranças…”, diz o texto.

“Dione meu eterno respeito e admiração e desculpe pelo que fiz… sei que não tem perdão mas foi o q sobrou nesse dia infeliz dos meus 40 anos”, teria escrito Thales.

A mãe das crianças, Sarah Araújo, tem sido alvo de ataques nas redes sociais pela suposta traição. Ela precisou ser escoltada no velório do próprio filho, em que foi hostilizada. A tragédia em Itumbiara acende alerta para violência vicária, quando o agressor usa os filhos para provocar sofrimento e culpabilizar a vítima. Fonte: https://ndmais.com.br

Pai é suspeito de matar filha de 15 anos com machado e depois tirar a própria vida na Bahia

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Publicado em 14 fevereiro 2026
  • Pai é suspeito de matar filha de 15 anos com machado
  • município de Irará
  • Irará- BA
  • Suicídio em Irará- BA
  • Pai é suspeito de matar filha de 15 anos
  • cidade de Irará- BA
  • adolescente foi morta com golpes de machado

Adolescente é morta com golpes de machado em Irará e pai de 39 anos, suspeito do crime, teria tirado a própria vida Foto: Redes sociais/Reprodução/ND Mais

 

De acordo com a polícia, adolescente foi morta com golpes de machado na noite de quinta-feira (12) em Irará e pai, suspeito do crime, tirou a própria vida

A adolescente Beatriz Alves Moraes, de 15 anos, foi morta com golpes de machado na noite de quinta-feira (12), no município de Irará (BA). De acordo com informações da Polícia Civil, o corpo da vítima foi encontrado em um terreno baldio.

O pai da menina, Danilo Moraes da Silva, de 39 anos, suspeito de matar a filha, teria tirado a própria vida na sequência. Ele foi encontrado morto em um imóvel da família, em um loteamento residencial da cidade.

A Polícia Civil da Bahia investiga as circunstâncias e a motivação do caso, segundo o programa de televisão Bahia No Ar.

Na madrugada de quinta-feira, outro crime similar chocou o país. Em Itumbiara (GO), o secretário da Prefeitura Thales Machado teria cometido suicídio após atirar contra os dois filhos, que não resistiram.

 

Adolescente é morta com golpes de machado e Prefeitura presta solidariedade

Nas redes sociais, a Prefeitura de Irará lamentou a morte de Beatriz. “Uma pessoa querida por todos, que deixou uma marca de bondade e alegria por onde passou”, escreveu em nota. Fonte: https://ndmais.com.br

Homem empurra cadeirante de prédio e se joga em seguida, no Recife; ambos morreram em decorrência da queda

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Publicado em 14 fevereiro 2026
  • Suicídio,
  • Homem empurra cadeirante de prédio em Recife
  • Jardim de Boa Viagem,
  • Zona Sul do Recife,
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  • Edifício Pindorama,

Incidente aconteceu na noite da sexta-feira (13), em edifício que fica próximo ao Segundo

 

Jardim de Boa Viagem, na Zona Sul. Ambos morreram em decorrência da queda.

 

Por g1 Pernambuco, TV Globo

Um homem empurrou um cadeirante do quarto andar de um prédio em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e se jogou em seguida. Ambos faleceram em decorrência da queda.

O incidente ocorreu no Edifício Pindorama, na noite da sexta-feira (13).

A Polícia Civil do Recife investiga as circunstâncias e a motivação do crime, que ainda são desconhecidas.

Um homem de 35 anos empurrou um cadeirante do quarto andar de um prédio em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, na noite desta sexta-feira (13). Em seguida, ele se jogou. Os dois morreram em decorrência da queda. Imagens feitas por vizinhos, logo após o crime, mostram a movimentação de policiais na área (veja vídeo acima).

De acordo com apuração da TV Globo, a polícia afirmou que o cadeirante foi arremessado e morreu na hora da queda. Já o homem que o empurrou e depois pulou do prédio chegou a ser encaminhado para o Hospital da Restauração, no bairro do Derby, no Centro do Recife, mas não resistiu aos ferimentos e chegou morto à unidade de saúde.

A tragédia aconteceu no Edifício Pindorama, que fica na Rua Phaelante da Câmara, próximo ao Segundo Jardim de Boa Viagem. A Polícia Militar foi acionada para a ocorrência e enviou equipe do 19º Batalhão para isolar a área para atuação do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto de Medicina Legal (IML).

De acordo com apuração feita pela TV Globo, os homens estavam juntos dentro do apartamento quando um deles, em surto, arremessou o cadeirante. Uma terceira pessoa tentou contê-lo e também quase foi jogada do quarto andar. Porém, antes disso, o homem em surto pulou do prédio. Fonte: https://g1.globo.com

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