Olhar Jornalístico

RIO DE JANEIRO: Cardeal Tempesta fica em meio a tiroteio em Santa Teresa.

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Publicado em 11 junho 2016

O arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, ficou na manhã de hoje, 10 de junho, em meio a um tiroteio no Morro de Santa Teresa, num confronto entre bandidos e policiais militares.

O arcebispo estava voltando do Cristo Redentor, no Corcovado, onde participou da cerimônia de lançamento da plataforma digital “Braços Abertos”, de iniciativa da Pirelli, com a finalidade de contemplar os bons e belos exemplos de vida de pessoas, que imitando os braços abertos do Redentor, procuram fazer o bem aos outros.

Ele estava seguindo para o Aeroporto Santos Dumont, onde iria pegar um avião para Valinhos, pois tinha uma gravação na TV Século 21 de um DVD ecumênico, onde os participantes estariam cantando e rezando para ajudar o país e o mundo a caminhar dentro dos valores cristãos.

Reconstrução da sociedade

Dom Orani e seu motorista se refugiaram dos tiros atrás de um carro quando passavam pela Rua Almirante Alexandrino em frente ao Colégio Assunção. Ao lado, outras pessoas se abrigaram atrás dos ônibus e carros.

“Pude ver ali, juntamente comigo, tantas pessoas de bem com o desejo de viver em paz, em um mundo mais tranquilo e fraterno. Muitas estavam indo para o trabalho, e de repente precisaram se proteger contra qualquer possível bala perdida. O acontecimento mostra que a nossa sociedade está doente, não só no aspecto ético como também moral e social. Precisamos reconstruir a nossa sociedade com valores do Evangelho, para que os corações sejam abertos à graça de Deus. Temos necessidade de uma sociedade onde as pessoas se amem, se queiram bem, para que juntas, de mãos dadas, possam construir uma sociedade justa, humana e solidária, onde todos vivam com mais dignidade”, afirmou Dom Orani.

“Foi tudo muito rápido”

O motorista do arcebispo, Erasmo Luiz Brito, disse que se deu conta do tiroteio depois que ultrapassou três ônibus e avistou dois carros da polícia vazios e outros ônibus parados com pessoas correndo e se escondendo.

“Atrás dos ônibus parados estavam muitas pessoas agachadas. De imediato, coloquei o carro em cima da calçada e pedi para o cardeal descer e ficar atrás dos pneus, já que os tiros podem perfurar a lataria. Muito tranquilo, ele sentou e ficou colocando, pelo celular, as conversas em dia. Ele disse que tinha meia hora para chegar ao aeroporto para seu voo das 10h. Foi quando pedi para ele retornar ao carro, e dando marcha ré, mesmo na contramão, seguimos pela Rua Alice, e saímos em Laranjeiras. Foi tudo muito rápido”, contou Erasmo.

Sinais de paz

Depois do acontecimento, em mensagem enviada aos meios de comunicação da Arquidiocese do Rio, o arcebispo insistiu na necessidade de sonhar com um mundo novo, com atitudes concretas.

“Agradeço a Deus por ninguém ter ficado ferido. São situações que compartilho com meu povo. Onde está o povo de Deus, o povo do Rio de Janeiro, eu também estou ali, compartindo das suas aflições. Mas anseio que cada vez mais, juntos, nós sejamos sinais de paz, de fraternidade, de misericórdia. Que o Rio de Janeiro possa ser conhecido não pela sua beleza natural ou por sua história, mas por um povo que se ama, quer o bem e se preocupa um com o outro”, disse Dom Orani.

Testemunha

O paroquiano da Paróquia de Santa Teresa de Jesus, em Santa Teresa, José Alves de Sousa ia para o trabalho de ônibus quando começou o tiroteio. José reconheceu o arcebispo e tirou uma foto.

"Foi um momento de pânico e desespero. Precisei me abrigar atrás do ônibus. Tinha até uma mulher com criança no colo se protegendo. Quando Dom Orani chegou, logo o reconheci e tirei uma foto", contou José.

Desafios pastorais

A foto do arcebispo se protegendo chegou primeiro no celular do padre José Brito Terceiro, pároco local, que ficou preocupado com o acontecimento.

“Eu também tenho dificuldades de celebrar quando há confrontos nas capelas das comunidades dos Prazeres, Fallet-Fogueteiro e Pau da Bandeira-Pereira da Silva que ficam dentro do território da minha paróquia. Como lembrou o arcebispo, ‘todos estamos sujeitos’. É um perigo, um desafio constante que pode acontecer a qualquer hora”, afirmou padre José Brito, pároco da Paróquia Santa Teresa, em Santa Teresa.

Unidade com o povo

A publicação da foto e também de um vídeo sobre o acontecimento viralizou imediatamente nas redes e nos meios de comunicação.

“A ‘Igreja em saída’ se faz cada vez mais presente no meio da grande cidade, assumindo todos os desafios e dissabores que lhe são próprios. No episódio envolvendo nosso arcebispo, percebe-se como a Igreja está inserida na vida do povo carioca, que passa pela mesma coisa todos os dias. Uma Igreja em comunhão na qual o pastor não só tem o cheiro das ovelhas, mas sofre com elas”, destacou o chefe de gabinete do arcebispo, padre Márcio Queiróz.

O reitor do Seminário de São José, cônego Leandro Câmara, disse que a imagem viralizada mostra a dignidade da Igreja que sente com seus filhos, que se fere, como um verdadeiro hospital de campanha. “É a comunhão do pastor com os dramas do seu povo. Não somente está com, mas sofre com ele”, afirmou o reitor.

O vigário episcopal do Vicariato Urbano, padre Wagner Toledo, lembrou que o cardeal já sofreu dois assaltos e, mesmo assim, não se cansa de ficar próximo do povo, em suas comunidades, onde quer que estejam.

“Dom Orani é um pastor que sofre junto com o seu povo, pois passa pelas mesmas tribulações”, disse padre Wagner.

Para o vigário episcopal do Vicariato Norte – onde a área está inserida –, padre Cláudio dos Santos, o “acontecimento com o pastor deve servir como um grande incentivo e exemplo para nós de como devemos agir, ficar ao lado dos que estão sofrendo, acalentá-los diante do medo, exercer a misericórdia! Ele mais uma vez viveu o seu lema “Que todos sejam um”, tornando-se um no meio de todos”. Fonte: http://arqrio.org

ANO ELIANO MISSIONÁRIO: Mensagem do Padre Geral.

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Publicado em 10 junho 2016

ANO ELIANO MISSIONÁRIO: Frei Fernando Millán Romeral

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Publicado em 10 junho 2016

Gravação da Mensagem do Frei Fernando Millán Romeral, Superior Geral da Ordem do Carmo, para o Ano Eliano Missionário da Província Carmelitana de Santo Elias.

O encontro de Elias na Gruta: Frei Petrônio.

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Publicado em 10 junho 2016

Padre Zezinho: 75 ANOS DE GRATIDÃO

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Publicado em 10 junho 2016

COMPLETO 75 ANOS. O bom Deus me tem cumulado de amigos e admiradores; mais pela gentileza deles do que mérito meu.

Mas sou grato a quem escolheu me querer bem, mesmo com meus defeitos. É bom ter uma boa família, uma boa congregação, bons amigos e companheiros de jornada e de sonhos.

É bom ser sacerdote católico. É bom ter coração ecumênico. É bom aprender. E é bom tentar aprender a perdoar e a pedir perdão !

Que Jesus Cristo me ensine a crer mais e amá-lo cada dia mais. E sou grato à mãe de Jesus que até quando não me lembro dela ele me conduz ao seu filho. Tenho bons intercessores.

Pe Zezinho SCJ. Fonte: Face

SANTO ELIAS PEREGRINO EM ROMA.

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Publicado em 09 junho 2016

Elias e a nuvenzinha: Frei Petrônio.

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Publicado em 09 junho 2016

Missa São José de Anchieta vai ser transmitida no G1 na quinta-feira (9)

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Publicado em 09 junho 2016

Celebração vai ser presidida por Cardeal Dom Raimundo Damasceno Assis. São esperadas cinco mil pessoas para a celebração do Dia de Anchieta.

A missa que celebra a Festa de São José de Anchieta vai ser transmitida pelo G1 na próxima quinta-feira (9), as 16h. A celebração vai acontecer na Praia Central de Anchieta, na região Sul do Espírito Santo.

Anchieta foi beatificado em 1980 pelo Papa João Paulo II e canonizado, em 2014, pelo Papa Francisco. Ele é o terceiro santo com laços estreitos com o Brasil. Na época, o Vaticano canonizou o jesuíta mesmo sem ele ter milagres comprovados.

A missa de 1h30 de duração vai ser presidida pelo Cardeal Dom Raimundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida, São Paulo, e a expectativa é que a festa reúna mais de cinco mil pessoas.

A transmissão vai ser ancorada pelo jornalista Rômulo Gonçalves, apresentador do ESTV 2ª edição da TV Gazeta Sul.

Celebração
A Festa litúrgica de São José de Anchieta comemora o Dia Nacional de Anchieta, decretado em lembrança à morte do santo, no dia 9 de junho de 1597.

De acordo com o Santuário Nacional São José de Anchieta, os preparativos já estão sendo finalizados.

Na missa, será feita a exposição da relíquia de Anchieta - a cabeça do fémur do santo - e da bula papal que decreta a canonização, feita pelo Papa Francisco em abril de 2014.  Também será feita uma homenagem de Anchieta durante a celebração.

Missa de Santificação de São José de Anchieta

Data: 09/06/2016

Horário: 16 horas

Local: Praia Central de Anchieta - Anchieta - ES (poderá ser alterado por causa da chuva). Fonte:http://g1.globo.com

ROMA: Audiência do Papa-01.

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Publicado em 08 junho 2016

VATICANO: AUDIÊNCIA GERAL.

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Publicado em 08 junho 2016

AUDIÊNCIA GERAL:  PAPA FRANCISCO

Praça São Pedro (Quarta-feira, 8 de Junho de 2016)

Locutor:

Em Caná da Galileia, Jesus realiza o seu primeiro milagre, revelando o amor do Pai, e nos oferece neste sinal, como o denomina o Evangelista São João, uma “porta de entrada” que ilumina todo o mistério de Cristo e abre o coração dos discípulos para a fé. De fato, ao iniciar o seu ministério público numa festa de Bodas, Jesus se manifesta como o Esposo anunciado pelos profetas, que revela a essência da Aliança entre Deus e a humanidade: uma história de amor entre dois enamorados, como é descrita a relação entre o amado e a amada no livro do Cântico dos Cânticos.

Por outro lado, ao transformar em vinho a água usada para a purificação, Jesus indica a transformação da antiga Lei de Moisés no Evangelho portador da alegria. Por fim, durante as Bodas de Caná, Nossa Senhora exorta os servos a fazerem tudo o que Jesus disser: essa recomendação se estende a todos os discípulos de Jesus, que são transformados em família de Deus e chamados a participar nas Bodas onde o vinho novo da graça nunca chega a faltar.

Santo Padre:

Dirijo uma saudação cordial aos peregrinos de língua portuguesa, em particular aos fiéis de Curitiba e ao grupo de magistrados brasileiros. Queridos amigos, sois chamados a ser testemunhas do Evangelho no mundo, transfigurados pela alegria e pela graça misericordiosa de Deus. Desça sobre vós e vossas famílias a bênção de Deus.

Fonte: http://w2.vatican.va

Dom Francisco Sales concede entrevista exclusiva para a PASCOM

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Publicado em 08 junho 2016

Na manhã dessa quarta-feira, 08, o Santo Padre o Papa Francisco nomeou para a Diocese de Cajazeiras (PB) seu oitavo bispo. O novo Epíscopo de Cajazeiras é o carmelitano Dom Francisco Sales Alencar Batista.

Por ocasião de sua nomeação, Dom Francisco Sales concedeu entrevista falando da sua alegria e expectativas em assumir o governo da Diocese: “o meu grande desejo é caminhar junto com os irmãos e irmãs na fé que compõem a Diocese de Cajazeiras. Eu confio muito em uma Igreja capaz de caminhar junto em comunhão e complementariedade dos dons Carismáticos e Hierárquicos com os quais o Espírito Santo agracia cada Igreja particular, que é uma porção da Igreja Universal. Um Igreja aberta aos novos horizontes da Evangelização, sobretudo daqueles que o Papa Francisco tem insistido”.

De modo muito afetuoso, disse que o seu desejo: “é bater em cada porta de cada coração, cada casa e família, Paróquias e comunidades e pedir licença para dialogar com os que fazem a história centenária dessa diocese. Eu quero ser mais uma peça nessa história que é feita de um tecido humano de tantos irmãos e irmãs que dedicaram suas vidas para anunciar o Evangelho durante esses cem anos de história”.

Questionado sobre o Lema e a data da Ordenação Episcopal o bispo nomeado de Cajazeiras falou que: “o meu lema episcopal veio da Palavra de Jesus no contexto da Última Ceia, onde se institui o Sacramento Central da vida da Igreja, que diz que ‘estou no meio de vós como aquele que serve’, em latimSicut qui ministrati. Nosso ministério seguirá nessa perspectiva de doação, que eu desejo dedicar e oferecer a Igreja particular de Cajazeiras. E sobre a ordenação episcopal não temos data fixa, mas peço que aconteça no início de agosto depois que conversar com o os bispos do regional e clero, sobre o local penso que seja celebrada em Araripina (PB)”.

Ao final da entrevista Dom Francisco agradeceu a oportunidade de falar aos irmãos e irmas da Diocese e pediu que a diocese continuasse unida em oração pedindo ao Espirito Santo que condutor esse momento, para que nossa Igreja caminhe junto. “Desde já nossa oração será voltada para a  Diocese de Cajazeiras, especialmente nas Eucaristias que celebrarei todos os dias”.Fonte: http://diocajazeiras.com.br

Mensagem do Bispo Emérito de Cajazeiras

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Publicado em 08 junho 2016

Agradecemos a Deus e ao Papa Francisco a nomeação do novo Bispo de Cajazeiras; e a Dom Frei Francisco de Sales de Alencar Batista, OCD, a aceitação desta nova missão.

Parabenizamos a Dom Sales, aos Carmelitas e à Diocese de Cajazeiras, por sua escolha como 8º Bispo desta Centenária Diocese.

Rezamos para que Deus o ilumine e o acompanhe com suas graças e bênçãos no ministério episcopal, e para que a Diocese acolha, de coração aberto e muita esperança, “aquele que vem em nome do Senhor”.

Uno-me ao clero, religiosas, pastorais, movimentos, novas comunidades e aos fiéis em geral, nas alegrias e orações por nosso novo Bispo.

Que Deus nos abençoe a todos!

Dom José González Alonso, Bispo Emérito de Cajazeiras.

Fonte: http://diocajazeiras.com.br

Mensagem do Novo Bispo Dom Francisco de Sales à Diocese de Cajazeiras

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Publicado em 08 junho 2016

Roma, 08 de junho de 2016

 

Caríssimos irmãos e irmãs da Igreja diocesana de Cajazeiras,

Saúdo-vos com a graça, a paz e a misericórdia de Cristo Servo e Pastor!

Dirijo-me a todos vós, caríssimos irmãos e irmãs que formais esta significativa porção do Povo de Deus presente no vasto território da Diocese de Cajazeiras. Chego até vós como um frade Carmelita, irmão vosso na fé e na esperança, que sem mérito algum, foi chamado por Deus para caminhar convosco como bispo e pastor. Peço-vos humildemente para entrar em vossas casas e em vossos corações e começar a fazer parte de vossas vidas e da história centenária desta fecunda Igreja Particular.

O Papa Francisco foi porta-voz deste novo chamado que, como um turbilhão, mudou radicalmente o rumo da minha vida. Procurei responder com humildade e de coração aberto, abandonando-me nas mãos d’Aquele que me escolheu com misericordiosa liberdade, suplicando a assistência de sua graça para me acompanhe nesta nova etapa da minha existência. Tenho consciência de que, como toda vocação, esta, também se funda unicamente na gratuidade e na bondade de Deus que escolhe instrumentos frágeis para continuar realizando na história o seu desígnio de amor e salvação. Somente Ele que nos chamou pode nos capacitar para missão e levar à perfeição em nós a obra por Ele começada (cfr. Fil 1, 6).

Não obstante a minha pequenez e as minhas fragilidades, encontro forças para abraçar sem reservas esta nova missão na certeza de que não estou sozinho e que a Igreja se faz visível e dinâmica na história através da comunhão e complementaridade entre todos os membros do Corpo Místico de Cristo, na variedade dos dons com os quais o Espirito Divino cumula todo o Povo de Deus. Estarei entre vós e convosco como “aquele que serve” (Lc 22, 27), caminhando junto com tantos outros irmãos e irmãs, discípulos e discípulas do Senhor, que fazem de suas vidas um dom a serviço de Cristo e de sua Igreja. Creio firmemente que a fidelidade e a disponibilidade a viver e comunicar com simplicidade a alegria do Evangelho, em espírito de efetiva comunhão, é uma potente força de testemunho que dá credibilidade à ação evangelizadora da comunidade eclesial.

Asseguro-vos que desde o momento da minha escolha, já vos trago em meus pensamentos e nas minhas orações. Meus sentimentos, ainda em tumulto, começam a orientar-se para a nova missão que me foi confiada. Sinto que o meu coração agora vos

pertence e que, de hoje em diante, estarei indissoluvelmente unido a todos vós pelo vínculo da caridade pastoral, para a qual oriento todas as minhas forças.

Um motivo pelo qual tenho a ousadia de afirmar que “já me sinto em casa”, mesmo se ainda não vos conheço face a face, é o fato de compartilharmos a mesma origem: somos filhos e filhas deste vasto sertão sofrido onde homens e mulheres caminham animados e sustentados por uma fé simples e corajosa, testemunham quotidianamente o que significa viver “esperando contra toda a esperança” e escrevem uma história de superação que nos confere uma identidade particular que a todos enche de “santo orgulho”. Nestes rincões do nosso sertão, a semente do Evangelho encontrou terra boa para crescer e frutificar e a Igreja fincou raízes profundas, transformando-se em um componente de nossa identidade cultural que não pode ser ignorado. Este é um dom precioso que faz parte de nossa herança e de nossa missão comum e que deve ser custodiado, renovado e transmitido com a mesma coragem e integridade dos nossos pais na fé.

Em espírito de fraterna comunhão, dirijo a minha afetuosa saudação a todos os responsáveis pelo dinamismo da vida da Igreja Diocesana: sacerdotes, seminaristas, religiosos e religiosas, agentes de pastorais, famílias, crianças e jovens, vocacionados, animadores de comunidades, catequistas, ministros, coordenadores de movimentos e associações, voluntários, missionários e cada cristão batizado membro de nossas paróquias e comunidades que, em razão do seu batismo, foi transformado em pedra viva para a construção da Igreja. Abraço-vos e vos acolho em meu coração, encorajando-vos a prosseguirem íntegros no vosso caminho, radicados no essencial, como servidores e testemunhas do Evangelho, em atitude de fidelidade dinâmica e criativa à missão que cada um recebeu do Senhor.

Cumprimento todas as autoridades constituídas e os responsáveis pela sociedade civil dos vários municípios que integram o vasto território de nossa Igreja diocesana. Asseguro-vos a nossa colaboração para a promoção e defesa da dignidade da vida humana, da solidariedade, da paz, da justiça e da salvaguarda do ambiente, nossa “casa comum”.

Como um “noviço” que começa a dar os primeiros passos para responder com fidelidade ao chamado de Deus, conto com a experiência, o apoio e a fraternidade dos irmãos no episcopado, em particular daqueles que formam a Província Eclesiástica da Paraíba e o Regional Nordeste II da CNBB.

Uno-me à Igreja Diocesana em sua ação de graças pela vida e a missão de Dom José Gonzáles que me precedeu no pastoreio da Diocese. A Mons. Agripino Ferreira que guiou a Igreja em oração durante o período de “sede vacante”, desde já, o nosso sincero agradecimento. A comunhão que nos une como discípulos e ministros do Senhor nos dá a certeza e a garantia da continuidade de uma obra que não é nossa. Nosso

compromisso é de agir sempre como “cooperadores de Deus”, a serviço de sua Igreja, conscientes de que um é o que planta, outro o que rega, porém é Deus quem faz crescer (cfr. 1Cor 3,7).

Saúdo com caridade paterna os membros mais frágeis do Corpo de Cristo: anciãos e enfermos, pobres, aflitos, encarcerados e todos os que sofrem, prediletos ao coração de Jesus Bom Pastor. Agradeço pelo dom e pelo testemunho de vossas vidas, vividas em comunhão com os sofrimentos de Cristo e vos animo a sentirem-se membros ativos na construção da Igreja, sobretudo através da comunhão com todos aqueles que, como vós, participam na paixão redentora de Jesus. Não vos faltará a solidariedade, o acolhimento, a amizade e a assistência dos vossos irmãos e irmãs na fé.

Convido-vos a continuarmos em oração, a exemplo da primeira comunidade cristã reunida à espera do Espírito Santo. Deixemo-nos guiar pelo olhar materno da Virgem Mãe da Piedade, a “serva fiel do Senhor”, em quem contemplamos, como em perfeita imagem, o que desejamos e esperamos ser na Igreja (cfr. SC 103). Que ela nos ensine a discernir os sinais destes nossos tempos e a caminhar juntos, radicados na verdade e na caridade, e nos acompanhe sustentando os nossos esforços, enquanto enfrentamos os desafios e escrevemos mais uma página da história de nossa Diocese.

Com anseio de ver-vos e abraçar-vos em breve, confio-me às vossas orações e me abandono nas mãos d’Aquele que me chamou, suplicando-lhe que, com sua graça santificante, ele me modele dia após dia como pastor segundo o seu coração, para servir-vos com solicitude, integridade, lealdade, paciência e entranhas de misericórdia.

Nas hábeis mãos do operário São José, patrono da Igreja, coloco a minha vida, meu ministério de pastor e toda a Igreja Diocesana, confiando na sua intercessão e guia.

Com paterna afeição, envio a todos a minha bênção.

+ Frei Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm.

Fonte: http://diocajazeiras.com.br

FREI MARLOM: Votos Solenes em Roma- Álbum.

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Publicado em 08 junho 2016

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Paróquia, aonde vais?

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Publicado em 08 junho 2016

"Penso em formas novas e diversas de comunidades cristãs, como de resto a exortação Evangelii gaudium convida a imaginar e experimentar. As pessoas necessitam de uma proposta de fé e de vida que fala a elas e à sua situação existencial, sobretudo quando vivem em condições e momentos particulares", escreve Christian Albini, teólogo leigo italiano, em seu blog Sperare per Tutti, 06-06- 2016. A tradução é de Benno Dischinger.

Eis o artigo.

Recentemente, o Papa voltou a insistir que encontrar uma paróquia e, sobretudo uma igreja, fechada, é um fato triste. No entanto, há também tantos padres que, embora sozinhos, anciãos e responsáveis por várias comunidades, os quais dizem: “Não damos conta”.

Se à igreja falta o alento, não adianta sair! Pode parecer exagero, mas por trás disso há uma reflexão que me empenha há tempo e me suscita preocupação. Estou profundamente convencido que a direção indicada pelo Papa Francisco seja a correta: o movimento do Deus bíblico e o movimento de Jesus é aquele de sair; ir para os outros. Jesus era um mestre que rompia limites; diz isso um fiel de olhar límpido como dom Angelo Casati. Somente assim os cristãos conseguem caminhar junto a outros homens e mulheres, também ao longo das estradas mais escuras. Somente assim podem colocar-se em sintonia com aquilo que habita a sua imaginação e o seu coração para fazê-los arder.

O ponto crucial é que em muitos casos parece não existirem mais as forças para realizar esta passagem. Há tempo no meu blog houve muitas leituras da mensagem de um padre alemão, brilhante e apreciado, que decidiu deixar o ministério em paróquia e retirar-se a um mosteiro, após ter constatado que a comunidade cristã vivia como uma agência de serviços religiosos, sem que as pessoas empreendessem verdadeiros percursos de fé e conversão. Neste período, a arquidiocese de Chicago está procedendo a uma operação de agrupamento e fechamento de paróquias, como ocorre em tantas igrejas locais.

Há, depois, os não poucos padres que vivem formas de fadiga, mal-estar e frustração. Entre eles estão aqueles que na pastoral se mensuram pela perda de relevância da própria função e pela indiferença do povo, como também pelas próprias problemáticas pessoais. Alguns se encerram num espaço controlado e circunscrito, fazendo da paróquia um pequeno feudo ou fortim, uma só dimensão fechada e em escassas relações com o mundo externo. Entre aqueles que desenvolvem o seu ministério com dedicação e autêntico espírito de serviço, humildade e atenção às pessoas segundo o Evangelho, há quem tem dotes pastorais e sabe criar comunidade, anima paróquias vivazes, cálidas, mas se mensura, de outro lado, através de um limite sempre mais evidente. Quando se chega ao ponto de dar um passo de saída, as energias e o tempo não bastam.

Conheço párocos realmente valiosos que quereriam ir às casas e aos lugares de convivência, iniciar novas relações com quem está longe ou no limiar, os quais têm intuições preciosas, mas não conseguem concretizá-las porque a gestão das atividades tradicionais das nossas paróquias absorve completamente tanto eles próprios como os leigos que estão dispostos a empenhar-se.

A atual tendência a aumentar as unidades ou comunidades pastorais (ou outras denominações) segue o mais das vezes uma lógica de agregação somatória ditada pela necessidade de obviar à escassez de padres, sem que haja uma verdadeira e própria projetividade subjacente.

Tudo isso não faz senão alimentar uma mentalidade para a qual a única via possível parece ser aquela da gestão do existente, renunciando aos poucos àquilo que não é mais sustentável. Isso afeta famílias e ordens religiosas. É um modo de pensar inevitável, enquanto se permanecer apenas, com algum ajustamento, dentro do modelo de paróquia que tem sido herdado da estação pós-tridentina e de uma sociedade substancialmente rural, cujo contexto sociocultural era aquele da cristandade. Essas paróquias eram pequenos universos autossuficientes nos quais a pessoa era acompanhada por ritos, práticas e devoções desde o berço até a tumba. Hoje já não é possível que seja assim, porque as pessoas não aderem mais espontaneamente a esta modalidade invasiva de vida cristã e transitam em contextos muito diversificados.

Penso, então – falei sobre isso também recentemente ao Conselho Pastoral da Diocese de Piacenza-Bobbio – num território onde diversas paróquias vivem uma pastoral integrada naquilo que diz respeito às atividades ordinárias de catequese, liturgia e sacramentos. Nem todos fazem tudo; cada um por sua conta, mas cada um carrega a sua parte numa comunhão de comunidade onde se raciocina e se percebe conjuntamente.

Mas, penso também em formas novas e diversas de comunidades cristãs, como de resto a exortação Evangelii gaudium convida a imaginar e experimentar. As pessoas necessitam de uma proposta de fé e de vida que fala a eles e à sua situação existencial, sobretudo quando vivem em condições e momentos particulares. Pretendo prospectar, numa diocese ou em parte dela, comunidades extraterritoriais nas quais a gente se dedique a acolher, encontrar, escutar e acompanhar pessoas que vivem em condições que não são interpeladas pelas paróquias, assim como as conhecemos habitualmente, e que não teriam a possibilidade de lhes dedicar atenções particulares.

Seriam, em suma, espaços de primeiro anúncio. Por analogia, o modelo poderiam ser as capelanias para os estrangeiros nas grandes cidades. Depois, em cada contexto local, seria preciso ler os sinais dos tempos para individuar as pessoas às quais se deveria endereçar um olhar privilegiado (jovens, casais, desempregados, enfermos, anciãos solitários...). Isto não é uma solução, mas uma hipótese a estudar. No entanto, corresponderia a uma igreja que entra nos caminhos das mulheres e dos homens de hoje e com eles compartilha, como fez o próprio Jesus com os discípulos de Emaús.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

PROFISSÃO DO FREI MARLOM: Reportagem-01

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Publicado em 08 junho 2016

Elias e profetas de baal: Frei Petrônio.

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Publicado em 08 junho 2016

NOVO BISPO DA ORDEM DO CARMO: Papa Francisco nomeia bispo de Cajazeiras (PB)

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Publicado em 08 junho 2016

O papa Francisco nomeou hoje, 08 de junho, frei Francisco de Sales Alencar Batista, O.Carm., como bispo da diocese Cajazeiras (PB). Atualmente, ele ocupa a função de secretário geral da Ordem dos Carmelitas, em Roma.

Frei Francisco é natural de Araripina (PE). Nasceu em 17 de abril de 1968. Ingressou na Ordem do Carmo aos 18 anos e, em 1987, no noviciado Carmelita em Camocim de São Félix (PE). A primeira profissão religiosa ocorreu no dia 24 de janeiro de 1988. Cursou filosofia nos Institutos Vicentino, em Curitiba (PR), e Salesiano, em Recife (PE). Já a teologia foi realizada na cidade de Dublin (Irlanda), no Miltown Institute.

Foi ordenado diácono em dezembro de 1994 e presbítero, no dia 25 de novembro de 1995. Na Província Carmelitana Pernambucana atuou como reitor da Basílica do Carmo; administrador da paróquia Nossa Senhora da Piedade; formador do Juniorato; secretário e conselheiro provincial; além de prior provincial, por seis anos (2005 a 2011).

Em 2011, frei Francisco assumiu, em Roma, o ofício de vice-prior do Centro Internacional Santo Alberto. Desde 2014, é secretário geral da Ordem do Carmo, preside a Comissão Internacional para a Liturgia e Oração e é membro da Comissão Internacional de Evangelização e Missão. Fonte: Facebook (Frei Vicente, O. Carm).

NOVO BISPO CARMELITA: Rev.do P. Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm.

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Publicado em 08 junho 2016

Il Rev.do P. Francisco de Sales Alencar Batista, O. Carm., è nato il 17 aprile 1968 ad Araripina, diocesi di Salgueiro, nello Stato di Pernambuco. Ha fatto la Professione Religiosa nell’Ordine dei Frati Carmelitani il 24 gennaio 1988 ed è stato ordinato sacerdote il 29 novembre 1995. Ha compiuto gli studi di Filosofia presso l’Istituto Salesiano di Filosofia (INSAF), ad Olinda-PE, e quelli di Teologia presso il The Milltown of Theology and Philosophy, a Dublino (Irlanda). Poi ha ottenuto la Licenza in Teologia Spirituale presso il Pontificio Istituto di Spiritualità Teresianum di Roma.

Nel corso del suo ministero sacerdotale ha svolto i seguenti incarichi: Formatore degli studenti di Filosofia; Rettore della Basilica del Carmine a Recife; Parroco; Consigliere e poi Priore Provinciale della Provincia Carmelitana di Pernambuco; Vice-Priore della Comunità del Collegio Internazionale Sant’Alberto a Roma.

Attualmente è Segretario Generale del suo Ordine a Roma. Fonte: http://press.vatican.va

BASÍLICA DE SANTA PRASSEDE: Um Olhar-02.

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Publicado em 07 junho 2016

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