Olhar Jornalístico

BRASIL: O País do Suicídio.

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Publicado em 29 setembro 2014

Suicídio: Verdades e Mitos.

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Publicado em 29 setembro 2014

Frei Cláudio Van Balen, Carmelita: Olhar Biográfico. (1ª Parte)

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Publicado em 29 setembro 2014

Homenagem do Olhar nesta quarta-feira...

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Publicado em 24 setembro 2014

ANIVERSÁRIO DO FREI: Almoço no Eremitério Fonte de Elias.

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Publicado em 24 setembro 2014

ANIVERSÁRIO DO FREI: Igreja do Carmo da Lapa/RJ-01

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Publicado em 23 setembro 2014

HOMENAGEM DO OLHAR NESTA SEGUNDA-FEIRA, 22.

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Publicado em 22 setembro 2014

ANIVERSARIANTE DO DIA: Homenagem do Olhar neste sábado.

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Publicado em 21 setembro 2014

ANIVERSÁRIO DO FREI: Mensagens dos internautas-03.

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Publicado em 16 setembro 2014

ANIVERSÁRIO DO FREI: Mensagens dos internautas-01.

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Publicado em 16 setembro 2014

A PALAVRA... Nº 691. Obrigado por mais um ano de Vida.

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Publicado em 14 setembro 2014

OLHAR DO DIA: Retiro em Diamantina-MG, com Frei Petrônio de Miranda.

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Publicado em 07 setembro 2014

A PALAVRA... Nº 681. Um Olhar sobre Arapiraca-AL

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Publicado em 05 setembro 2014

LAGOA DA CANOA/AL: 52 Anos de História.

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Publicado em 03 setembro 2014

OLHAR DO DIA: No Convento do Carmo de São Cristóvão-SE.

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Publicado em 29 agosto 2014

Os 10 golpes mais comuns do Facebook que devem ser evitados

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Publicado em 25 agosto 2014

De acordo com a lista, os truques variam entre a promoção de recursos que não existem na rede social, como trocar a cor da página e também a divulgação de notícias falas

Recentemente, a desenvolvedora de antivírus BitDefender, publicou um estudo que revela os dez golpes virtuais mais comuns encontrados no Facebook nesse ano. De acordo com a lista, os truques variam entre a promoção de recursos que não existem na rede social, como trocar a cor da página e também a divulgação de notícias falas.

Ainda de acordo com a desenvolvedora, o golpe mais conhecido seria o aplicativo falso que promete mostrar o número de visualizações e visitantes do seu perfil. Ao clicar nele, o usuário é levado para um site que tenta instalar um vírus no computador. Em outros casos, esse mesmo vírus esconde um pedido de autorização para publicar em seu nome e fazer posts com links maliciosos.

Confira a lista com os 10 golpes mais populares no Facebook:

1) “Total profile views/visitors”, aplicativo que permite ver o número total de visitantes – 30.20%

2) “Change your Facebook Color/Colour”,  aplicativo para trocar a cor do Facebook – 7.38%

3) Rihanna Sex Tape - falso vídeo da cantora fazendo sexo com seu namorado – 4.76%

4) “Check my status update to get free Facebook T-shirt”, link para ganhar uma camiseta grátis do Facebook – 4.21%

5) ”Say goodbye to Blue Facebook”, outro aplicativo para trocar a cor da rede social – 2.76%

6) “Unsealed. We are giving them away for free”, promoções falsas que dão presentes em troca de curtidas - 2.41%

7) “Check if a friend has deleted you”, aplicativo para ver se um amigo o deletou do perfil – 2.27%

8) “See your top 10 profile peekers here!”, aplicativo para ver quem acessou seu perfil – 1.74%

9) “Find out how to see who viewed your profile”, outra promessa para ver quem acessou o perfil na rede social – 1.55%

10) “Just changed my Facebook theme. It’s amazing”, golpe que promete mudar as cores, ou tema, do site – 1.50%

Fonte: http://www.ibahia.com/

06 de janeiro-2014: 512 Anos de Angra dos Reis: Homenagem do Olhar...

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Publicado em 07 janeiro 2014

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Aniversariante do dia...

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Publicado em 10 novembro 2013

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Semana Santa, Segunda-feira. Evangelho do Dia- Reflexões de Frei Carlos Mesters, O. Carm.

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Publicado em 30 março 2026
  • Reflexão do Evangelho do Dia,
  • EVANGELHO DO DIA,
  • Artigos do Frei Carlos Mesters,
  • Frei Carlos Mesters,
  • LECTIO DIVINA DO EVANGELHO DO DIA,
  • Evangelho do Dia com Frei Carlos Mesters,
  • EVANGELHO DO DIA-LECTIO DIVINA,
  • REZANDO COM O EVANGELHO DO DIA,
  • Lectio Divina com Frei Carlos Mesters,

 

1) Oração

Concedei, ó Deus, ao vosso povo, que desfalece por sua fraqueza, recobrar novo alento pela Paixão do vosso Filho. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 

2) Leitura do Evangelho (João 12, 1-11)

1Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele tinha ressuscitado dos mortos. 2Lá, ofereceram-lhe um jantar. Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. 3Maria, então, tomando meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos. A casa inteira encheu-se do aroma do perfume. 4Judas Iscariotes, um dos discípulos, aquele que entregaria Jesus, falou assim: 5“Por que este perfume não foi vendido por trezentos denários para se dar aos pobres?” 6Falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas, porque era ladrão: ele guardava a bolsa e roubava o que nela se depositava. 7Jesus, porém, disse: “Deixa-a! que ela o guarde em vista do meu sepultamento. 8Os pobres, sempre os tendes convosco. A mim, no entanto, nem sempre tereis”. 9Muitos judeus souberam que ele estava em Betânia e foram para lá, não só por causa dele, mas também porque queriam ver Lázaro, que Jesus tinha ressuscitado dos mortos. 10Os sumos sacerdotes, então, decidiram matar também Lázaro, 11pois por causa dele muitos se afastavam dos judeus e começaram a crer em Jesus.

 

3) Reflexão

Estamos entrando na Semana Santa, a semana da páscoa de Jesus, da sua passagem deste mundo para o Pai (Jo 13,1). A liturgia de hoje coloca diante de nós o início do capítulo 12 do evangelho de João, que faz a ligação entre o Livro dos Sinais (cc 1-11) e o Livro da Glorificação (cc.13-21). No fim do "Livro dos Sinais", apareceram com clareza a tensão entre Jesus e as autoridades religiosas da época (Jo 10,19-21.39) e o perigo que Jesus corria. Várias vezes tentaram matá-lo (Jo 10,31; 11,8.53; 12,10). Tanto assim, que Jesus era obrigado a levar uma vida clandestina, pois podia ser preso a qualquer momento (Jo 10,40; 11,54).

João 12,1-2: Jesus, perseguido pelos judeus, vai à Betânia. Seis dias antes da páscoa, Jesus vai à Betânia na casa das suas amigas Marta e Maria e de Lázaro. Betânia significa Casa da Pobreza. Ele estava sendo perseguido pela polícia (Jo 11,57). Queriam matá-lo (Jo 11,50). Mesmo sabendo que a polícia estava atrás de Jesus, Maria, Marta e Lázaro receberam Jesus em casa e ofereceram um jantar para ele. Acolher em casa uma pessoa perseguida e oferecer-lhe um jantar era perigoso. Mas o amor faz superar o medo

João 12,3: Maria unge Jesus. Durante o jantar, Maria unge os pés de Jesus com meio litro de perfume de nardo puro (cf. Lc 7,36-50). Era um perfume cheiroso, caríssimo, de trezentos denários. Em seguida, ela enxuga os pés de Jesus com seus cabelos. A casa inteira ficou cheia do perfume. Em todo este episódio, Maria não fala. Só age. O gesto cheio de simbolismo fala por si mesmo. Lavando os pés, Maria se faz servidora. Jesus vai repetir o gesto na última ceia (Jo 13,5).

João 12,4-6: Reação de Judas. Judas critica o gesto de Maria. Acha que é um desperdício. De fato, trezentos denários eram o salário de trezentos dias! O salário de quase um ano inteiro foi gasto de uma só vez! Judas acha que o dinheiro deveria ser dado aos pobres. O evangelista comenta que Judas não tinha nenhuma preocupação com os pobres, mas que era um ladrão. Tinha a bolsa comum e roubava dinheiro. Julgamento forte que condena Judas. Não condena a preocupação com os pobres, mas sim a hipocrisia que usa os pobres para se promover e se enriquecer. Nos seus interesses egoístas, Judas só pensava em dinheiro. Por isso não percebeu o que estava no coração de Maria. Jesus enxerga o coração e defende Maria.

João 12,7-8: Jesus defende a mulher. Judas olha o gasto e critica a mulher. Jesus olha o gesto e defende a mulher: “Deixa-a! Ela o conservou para o dia da minha sepultura!"  Em seguida, Jesus diz: "Pobres sempre tereis, mas a mim nem sempre tereis!"  Quem dos dois vivia mais perto de Jesus: Judas ou Maria? Como discípulo,Judas convivia com Jesus há quase três anos, vinte e quatro horas por dia. Fazia parte do grupo. Maria só o encontrava uma ou duas vezes ao ano, por ocasião das festas, quando Jesus vinha a Jerusalém e visitava a casa dela. Só a convivência sem o amor não faz conhecer. Tolhe o olhar. Judas era cego. Muita gente convive com Jesus e até o louva com muito canto, mas não o conhece de verdade nem o revela (cf. Mt 7,21). Duas afirmações de Jesus merecem um comentário mais detalhado: (1) “Pobres sempre tereis”, e (2) “Ela guardou o perfume para me ungir no dia do meu sepultamento”.

1. “Pobres sempre tereis” Será que Jesus quis dizer que não devemos preocupar-nos com os pobres, visto que sempre vai haver gente pobre? Será que a pobreza é um destino imposto por Deus? Como entender esta frase? Naquele tempo, as pessoas conheciam o Antigo Testamento de memória. Bastava Jesus citar o começo de uma frase do AT, e as pessoas já sabiam o resto. O começo da frase dizia: “Vocês vão ter sempre os pobres com vocês!” (Dt 15,11a). O resto da frase que o povo já conhecia e que Jesus quis lembrar, era este: “Por isso, eu ordeno: abra a mão em favor do seu irmão, do seu pobre e do seu indigente, na terra onde você estiver!” (Dt 15,11b). Conforme esta Lei, a comunidade deve acolher os pobres e partilhar com eles seus próprios bens. Mas Judas, em vez de “abrir a mão em favor do pobre” e de partilhar com ele seus próprios bens, queria fazer caridade com o dinheiro dos outros! Queria vender o perfume de Maria por trezentos denários e usá-los para ajudar os pobres. Jesus cita a Lei de Deus que ensinava o contrário. Quem, como Judas, faz campanha com o dinheiro da venda dos bens dos outros, não incomoda. Mas aquele que, como Jesus, insiste na obrigação de acolher os pobres e de partilhar com eles os próprios bens, este incomoda e corre o perigo de ser condenado.

2. "Ela guardou esse perfume para me ungir no dia do meu sepultamento" A morte na cruz era o castigo terrível e exemplar, adotado pelos romanos para castigar os subversivos que se opunham ao império. Uma pessoa condenada à morte de cruz não recebia sepultura e não podia ser ungida, pois ficava pendurada na cruz até que os animais comessem o cadáver, ou recebia sepultura rasa de indigente. Além disso, conforme a Lei do Antigo Testamento, ela devia ser considerada como "maldita por Deus" (Dt 21, 22-23). Jesus ia ser condenado à morte de cruz, conseqüência do seu compromisso com os pobres e da sua fidelidade ao Projeto do Pai. Não ia ter enterro. Por isso, depois de morto, não poderia ser ungido. Sabendo disso, Maria se antecipa e o unge antes de ser crucificado. Com este gesto, ela mostra que aceitava Jesus como Messias, mesmo crucificado!  Jesus entende o gesto dela e o aprova.

*  João 12,9-11: A multidão e as autoridades. Ser amigo de Jesus pode ser perigoso. Lázaro corre perigo de morte por causa da vida nova que recebeu de Jesus. Os judeus decidiram matá-lo. Um Lázaro vivo era prova viva de que Jesus era o Messias. Por isso, a multidão o procurava, pois o povo queria experimentar de perto a prova viva do poder de Jesus. Uma comunidade viva corre perigo de vida porque é prova viva da Boa Nova de Deus!

 

4) Para um confronto pessoal

1) Maria foi mal interpretada por Judas. Você já foi mal interpretada alguma vez? Como você reagiu?

2) O que nos ensina o gesto de Maria? Que alerta nos traz a reação de Judas?

 

5) Oração final

O SENHOR é minha luz e minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR é quem defende a minha vida; a quem temerei? Ele me dá abrigo na sua tenda no dia da desgraça. Esconde-me em sua morada, sobre o rochedo me eleva. (Sl 26, 1.5)

Jesus histórico e o Cristo da fé não são a mesma pessoa

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Publicado em 30 março 2026
  • Jesus histórico,
  • qumranitas
  • historiador David Flusser
  • David Flusser
  • O Jesus histórico e o Cristo da fé
  • o Jesus Deus
  • Paulo de Tarso,
  • Semana Santa e Pessach

Sustentação histórica é essencial para cristianismo e judaísmo

Semana Santa e Pessach são celebrados nas mesmas datas

 

Ilustração de Ricardo Cammarota para a coluna de Luiz Felipe Pondé de 30 de março de 2026 - Ricardo Cammarota/Folhapress 

 

Luiz Felipe Pondé

O Jesus histórico e o Cristo da fé (o Jesus Deus) não são a mesma pessoa. O Jesus histórico foi "apenas" um "entusiasta apocalíptico, um curandeiro e um mestre carismático", que morreu na cruz como inimigo de Roma, segundo o historiador Geza Vermes.

Como parte dessa figura histórica, será também essencial conhecer o contexto religioso no qual se deu o nascimento desse movimento apocalíptico conhecido como o judeu-cristianismo, em Israel do século 1º.

Como uma dessas fontes contextuais, o historiador David Flusser descreverá de forma primorosa como a seita conhecida como os "qumranitas" —criadores dos famosos manuscritos do mar Morto, encontrados nas cavernas de Qumran, em Israel, na segunda metade do século 20—, influenciaram muitas das ideias cristãs. Os "qumranitas" já existiam antes do nascimento de Jesus e dele foram contemporâneos, assim como dos primeiros anos da igreja de Jerusalém.

Entre outras, ideias como os filhos da luz versus os filhos das trevas, dos "qumranitas", serão essenciais para a concepção de predestinação da graça no cristianismo, assim como a afirmação forte de que o fim do mundo se aproximava, como acreditava Jesus, e que se manterá como marco escatológico da expectativa cristã do retorno de Cristo.

O Cristo da fé —pedra fundamental do cristianismo como religião histórica— será uma construção social levada a cabo por personagens como Paulo de Tarso, João, o evangelista, e Lucas, o evangelista —que provavelmente escreveu o "Ato do Apóstolos", texto que narra os dias de Jesus na Terra após sua ressurreição e os primeiros anos da nascente igreja cristã, principalmente personagens como Paulo e Pedro. E, finalmente, será também fundamental o Concílio de Niceia em 325 d.C., com suas discussões acerca da substância divina e humana de Cristo.

As cartas de Paulo estabelecerão que Jesus é o Cristo (o messias) que venceu a morte, o salvador universal da humanidade, e não unicamente um messias judeu para os judeus.

Outra fonte que construirá o Cristo da fé será o famoso prólogo do evangelho de João que, ao afirmar que "no princípio era verbo [logos], e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus" e mais adiante "e o verbo se fez carne e habitou entre nós", fundou a cristologia como a ciência que estuda o caráter divino, pré-existente de Jesus, o Cristo.

Esse caráter pré-existente de Cristo implica que o Cristo da fé já existia como espírito antes da geração milagrosa do seu corpo no ventre de Maria. Portanto, ele é incriado. Nele, nada há de "matéria de criatura", como afirmará acerca de si mesma, após a união plena com Deus, a mística herege Marguerite Porete, queimada em Paris em 1º de junho de 1310.

Em 325 d.C., o Concílio de Niceia afirmará, definitivamente, esse Cristo da fé como sendo aquele que tem a mesma substância do Pai, o Deus de Israel. Jesus será, a partir de então, Deus, e o cristianismo uma religião teologicamente unificada. O imperador Constantino foi quem chamou esse concílio dos bispos e dele participou.

Portanto, ao longo desse processo, serão construídas as bases do personagem de Cristo, não apenas do personagem do judeu Jesus, o profeta apocalíptico que, por si, não sustentaria a religião cristã.

Nesse sentido, reflete Joseph Ratzinger, o papa Bento 16, no seu "Jesus de Nazaré" que, sem o Cristo da fé, o cristianismo teria permanecido como mera heresia judaica, condenada a desaparecer por conta da morte de seu profeta, Jesus, e do parco reconhecimento que ele teve entre seus conterrâneos judeus, como o esperado messias. Noutras palavras, o cristianismo não teria vingado.

Ratzinger não pretende com isso negar a importância do estudo histórico e crítico dos textos que servirão como fonte do cristianismo. Muito pelo contrário, a religião cristã, assim como sua "ancestral", o judaísmo, são religiões para as quais a sustentação histórica é pedra fundamental para sua existência enquanto religião.

Isto é, crer na historicidade das narrativas do Velho Testamento, ou Bíblia hebraica, e do Novo Testamento é essencial para a afirmação teológica de que o Deus único não só escolheu seu povo eleito e se envolveu na história deles, os judeus, como encarnou num deles, o Jesus de Nazaré.

Esta semana é a Semana Santa, na qual os cristãos celebram a paixão e a ressurreição de Cristo. Nesta mesma semana é Pessach, a Páscoa judaica, em que os judeus celebram a fuga da escravidão no Egito. Jesus, o judeu, celebrava este mesmo Pessach na noite que mais tarde ficou conhecida como a Santa Ceia. Boa Páscoa a todos. Fonte: https://www1.folha.uol.com.br

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