A "Bruna" Nápoles.
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Frei Eduardo P. Sanz de Miguel, OCD.
Uma das primeiras representações da Virgem de Carmen é o ícone com o nome "Bruna", em Nápoles. Em italiano, "bruna" significa "bonito". Como o ícone original é do s. XIII, na chamada "Carmen maior" da cidade italiana de Nápoles, é conhecida mundialmente como a "morena", em Nápoles. A imagem foi tão venerada na Ordem Carmelita que cerca de 40 cópias medievais são mantidas em diferentes cidades e muito mais tarde, às vezes com várias adições, como anjos, coroas ou escapulários.
O tipo iconográfico de "Bruna" Nápoles é chamada "Virgem da Ternura" ("Eleousa" em grego). minério especificamente modelada "doce amor" ou "doces beijos" ( "Glycofìloússa" em grego). Lembre-se que os Carmelitas vieram de Israel.
Maria tem seu filho nos braços e apoia o rosto sereno no rosto do Menino Jesus, com a mão esquerda agarra o manto de sua mãe e com a direita acaricia o queixo, com o levantar a perna esquerda e apoia o pé no braço de sua mãe. A mão direita da Virgem, enquanto segura a criança, é indicando aponta que "Ele é o caminho".
*Leia o texto na versão original. Clique aqui:
http://padreeduardosanzdemiguel.blogspot.it/2013/07/la-bruna-de-napoles.html
*Discursos papais e nomeações episcopais
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Em todos os anos desde que o Sínodo dos bispos foi instituído em 1965, nenhum papa jamais começou uma primeira sessão de trabalho de uma assembleia com um discurso como o que o Papa Francisco proferiu na segunda-feira.
Seu antecessor mais recente ofereceu reflexões bíblicas durante a oração da manhã, mas nunca disse aos bispos como ele esperava que eles realizassem os seus trabalhos. Era muito claro o que Bento XVI esperava e mais ainda o que João Paulo II exigia. Mas eles nunca articularam isso diante de toda a assembleia. O Papa Francisco, com certeza, sim...
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http://www.ihu.unisinos.br/noticias/536167-carta-de-roma-discursos-papais-e-nomeacoes-episcopais
O carmelita na América Latina.
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*Dom Frei Vital Wilderink, O. Carm. In Memoriam.
A nova Ratio da Ordem que trata da formação no Carmelo descrevendo-a como um processo de transformação, coloca a contemplação no coração do carisma carmelitano. É precisamente o segredo da viagem que continua, pois ninguém se põe em caminho se o objetivo final da caminhada não estivesse de alguma maneira presente desde os primeiros passos.
Nenhuma linguagem humana é capaz de descrever o mistério de Deus. O que faz entender porque a Regra fala em dois parágrafos sobre o silêncio, não só como exercício ascético para chegar à pureza do coração, mas também como matriz de toda palavra autêntica. O que faz pensar no que escreveu santo Ireneu: "Do silêncio primordial surgiu o logos". No silêncio se entrelaçam o tempo e a eternidade. Uma vida de silêncio não é a mesma coisa que o Silêncio da Vida...
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OLHAR CARMELITANO: Edith Stein.
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800 ANOS DE SANTO ALBERTO: A Palavra de Frei Savério, OCD.
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No vídeo, o Superior Geral dos Carmelitas Descalços, Frei Savério Cannistrà ( 1ª Parte), fala sobre Santo Alberto de Jerusalém, na abertura do Seminário dos 800 Anos do Legislador da Ordem do Carmo. O encontro será do dia 10 a 12 de outubro- 2014 no Colégio Santo Alberto, em Roma. Cúria Geral dos Carmelitas, Roma. 10 outubro-2014. DIVULGAÇÃO: www.mensagensdofreipetroniodemiranda.blogspot.com
“A Igreja quer acolher a todos como uma mãe e não como um juiz”, diz dom Fisichella
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“Haveria uma ideia para sair do ‘impasse’...”, é o que diz o arcebispo Rino Fisichella (foto), teólogo e presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, que sugere a possibilidade de “soluções diferentes” para as famílias que sofrem e relembra que a Igreja quer acolher a todos “como uma mãe e não como um juiz”. A entrevista é de Andrea Tornielli, publicada por Vatican Insider, 08-10-2014. A tradução é do Cepat.
Eis a entrevista.
A doutrina sobre o casamento mudará?
Não escutei nenhuma intervenção que tenha colocado em dúvida a doutrina sobre a indissolubilidade. A preocupação é pastoral: como dar um sinal de acolhida e não excluir ninguém, permanecendo nos ensinamentos de Cristo, em um mundo no qual há um grande abismo entre a proposta cultural da maioria e a proposta cristã sobre a família.
Há aqueles que foram convidados a reconhecer os aspectos positivos do casamento civil...
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*O Sínodo enfrenta o tema dos divorciados. Duas linhas sobre a comunhão
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O Sínodo Extraordinário sobre a Família enfrenta plenamente a questão dos divorciados em segunda união. Seguindo a ordem do “Instrumentum laboris”, o documento base, os padres sinodais se ocuparam do tema (que já havia surgido nas discussões anteriores), desde ontem à tarde. Na aula, houve um “‘crescendo’ de participação, paixão e envolvimento”, explicou o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa vaticana, e se delinearam duas linhas: uma a favor e a outra contra a admissão, em certos casos, à comunhão; ambas, de qualquer forma, fiéis aos ensinamentos de Jesus, tanto em relação à misericórdia como em relação à indissolubilidade do vínculo matrimonial. Ainda não é o momento para fazer cálculos oficiais, ressaltou Lombardi: no Sínodo não se fazem contas. A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada por Vatican Insider, 09-10-2014. A tradução é do Cepat.
Surgiram, pois, duas linhas, disse Lombardi na coletiva de imprensa diária: uma que “diz com muita decisão que o anúncio do Evangelho sobre o matrimônio exige, se o vínculo é válido, que não seja válida a admissão aos sacramentos, por coerência da doutrina com a fidelidade às palavras do Senhor”; a outra, ao contrário, recorda que “Jesus vês as situações vividas a partir da chave da misericórdia” e “vai ao encontro” das “diferentes situações específicas”, razão pela qual se chegou a conceber a hipótese de, em certos casos, permitir o acesso à Eucaristia. De qualquer modo, indicou Lombardi, “as pessoas mais preocupadas pela doutrina não são alheias aos sofrimentos das pessoas em dificuldades” e os que propõem a abertura “não negam, de nenhuma maneira, a indissolubilidade do matrimônio”...
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*Sínodo Sobre a Família: Comunhão aos divorciados: confronto entre Dom Müller e Dom Forte
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Começam a saltar as primeiras faíscas no Sínodo. E que faíscas. O prefeito da Congregação da Fé, o cardeal Gerhard Müller, contra o teólogo Bruno Forte, arcebispo de Chieti, protagonistas na tarde dessa terça-feira de uma sessão de perguntas e respostas de dureza inusitada. A reportagem é de Franca Giansoldati, publicada no jornal Il Messaggero, 08-10-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
O duelo se consumou a golpes de sábias citações e referências doutrinais. Obviamente, tons elegantes, no entanto, ninguém na Aula esperaria uma tensão desse tipo...
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*Sínodo Sobre a Família: Cardeal do Brasil defende acolhida a casais gays
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O cardeal brasileiro d. Raymundo Damasceno Assis defendeu ontem na assembleia do Sínodo Sobre a Família, no Vaticano, que a Igreja se mostre como “casa paterna” e acolha “situações familiares difíceis”, como a de uniões homossexuais. A reportagem é de Monica Reolom, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 09-10-2014.
Arcebispo de Aparecida, d. Raymundo analisou ontem a possibilidade de “acompanhar” e mostrar proximidade em relação às pessoas de mesmo sexo, já que “a Igreja é a casa paterna, em que há espaço para todo mundo”. Ele ficou encarregado do discurso introdutório justamente da sessão do Sínodo que discutiu as situações familiares difíceis – em que se encontram todos os casais que não seguem rigidamente a doutrina católica. Assim como em relação às uniões homossexuais, essas são situações “que requerem o acompanhamento da Igreja”.
Na intervenção, citou o papa Francisco para destacar que a Igreja deve aprender a arte do acompanhamento para “dar a nosso caminho o ritmo saudável da proximidade, com uma visão respeitosa e cheia de compaixão, mas ao mesmo tempo sadia, livre e alentadora para amadurecer a cristã”...
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UM OLHAR SOBRE ROMA: Basílica di Santa Maria Maggiore
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A Basílica de Santa Maria Maior (em italiano Basilica di Santa Maria Maggiore), também conhecida como Basílica de Nossa Senhora das Neves1, ou Basílica Liberiana, é uma das basílicas patriarcais de Roma.
Foi construída entre 432 e 440, durante o pontificado do Papa Sisto III, e dedicada ao culto de Maria, Mãe de Deus, cujo dogma da Divina Maternidade acabara de ser declarado pelo Concílio de Éfeso (431). Entretanto, a data da fundação da basílica remete ao pontificado do Papa Libério (352-366). Veja vídeo e fotos nas próximas horas aqui no olhar.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/
*Os casais estão roubando a cena no Sínodo
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Embora o Sínodo dos bispos sobre a família, que está sendo realizado de 5 a 19 de outubro, seja, primeiramente, uma reunião de prelados, durante os dois primeiros dias do encontro foram os leigos, em grande parte, aqueles que roubaram a cena. A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio Crux, 07-10-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.
Uma vez que esse é um encontro sobre questões familiares, o Sínodo convidou 12 casais de todo o mundo para estar entre um grupo conhecido como "auditores", ou seja, pessoas que tomam parte nas discussões, mas não tem direito de voto.
Até agora, porém, a falta de direitos de voto não tem impedido esses casais de causar uma boa impressão...
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http://www.ihu.unisinos.br/noticias/536020-os-casais-estao-roubando-a-cena-no-sinodo
*Papa pede aos bispos para serem francos, porém o primeiro dia do Sínodo sublinha limites
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O Papa Francisco abriu o Sínodo dos Bispos sobre a família nesta segunda-feira pedindo aos bispos e demais participantes que “falem abertamente”. No entanto, o principal orador do dia de abertura do evento fez uma observação cautelosa, insistindo que o que está em jogo não é a doutrina da Igreja, mas antes a sua aplicação prática.
“O que está sendo debatido neste Sínodo (...) não são questões doutrinais, mas questões práticas”, disse o cardeal húngaro Péter Erdö, escalado pelo papa para trabalhar como relator do Sínodo, ou seja, como aquele que abre os debates e que os resume ao final. Apesar disso, Erdö insistiu que o Sínodo, mesmo assim, seria um debate livre e aberto. A reportagem é de Inés San Martín, publicada por Crux, 06-10-2014. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Embora o período pré-sinodal tenha sido dominado por um fogo cruzado entre cardeais e outros bispos sobre questões polêmicas de se os católicos divorciados e recasados devem, ou não, receber a Comunhão, vários prelados negaram, hoje, que o Sínodo esteja dividido...
*Leia na íntegra. Clique aqui:
OLHAR DESTE DIA 07: A CAMINHO DE ROMA...
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Bom dia, boa tarde, boa noite! Estou a caminho de Roma. Nas próximas horas, veja vídeos, fotos e reflexões aqui no olhar...
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