Olhar Jornalístico

O PAPA NA COLÔMBIA: Freira cantora de rap se apresentará para o Papa Francisco na Colômbia

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Publicado em 05 setembro 2017
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Maria Valetina de Los Ángeles, cantará para o pontífice após vencer um concurso de música

Colômbia - Ela usa tênis, faz rap e já participou de um reality show. Agora a freira Maria Valentina de los Ángeles, realizará o sonho de cantar para o papa Francisco em sua visita à Colômbia.

Conhecida por sua alegria e carisma, esta jovem de Bogotá de pele morena e baixa estatura colabora com o grupo musical vencedor de um concurso local que elegeu o hino que tornará mais agradável o percurso do papa. 

O "prêmio" é interpretar a canção ganhadora, "Demos el primer paso", um vallenato (gênero musical popular na Colômbia) pop de pouco mais de quatro minutos que inclui uma estrofe em forma de rap, enquanto o pontífice argentino se move entre a multidão de fiéis colombianos.

Francisco, um dos impulsores do acordo de paz entre o governo colombiano e a maior guerrilha do país, após meio século de conflito, visitará Bogotá, Medellín, Villavicencio e Cartagena entre 6 e 10 de setembro.

Vai ser "uma oportunidade para mostrar a ele nosso carinho através do que sabemos fazer, que é música", disse Maria Valentina, de 28 anos, que cantará a canção com cerca de 20 concertistas da fraternidade Músicos Católicos Unidos (MCU).

A religiosa se tornou conhecida no país após participar, no ano passado, do reality show "A otro nivel", no qual fez um rap com tanta "naturalidade" que os MCU a convidou para compor e cantar uma estrofe da canção que acabou sendo eleita, no início de agosto, como o ritmo oficial de Francisco na Colômbia.

"A Colômbia te recebe com os braços abertos / a uma só voz te dizemos muito contentes / bendito seja Deus, que em sua sabedoria te trouxe a nossas terras para ser seu guia", diz o rap da freira. Fonte: http://odia.ig.com.br

O legado de Carlo Maria Martini para Milão e para a Igreja

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Publicado em 04 setembro 2017
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Nas bancas, junto com o jornal diário, os textos do cardeal jesuíta desaparecido há cinco anos ‘Reflexões sobre a Sagrada Escritura, a atenção às mudanças na sociedade’. O primeiro título da coleção é "Dar voz a cada um". A reportagem é de Paolo Baldini, publicado por Corriere della Sera, 31-08-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.

"Se o que se quer é um bispo profeta, é preciso dar-lhe muito tempo para orar"

A última dedicatória, na página final, trazia uma palavra inclinada, suave, firme: "Orem!". O príncipe da Igreja e da Palavra de Deus. A oração como um ato de devoção, amor e regeneração. Carlo Maria Martini, arcebispo de Milão, que deveria ser Papa, o intelectual da Igreja que se tornou um insuperável pastor, o homem do diálogo, da pobreza, da cátedra dos não-crentes, o sacerdote que, se a vocação não o tivesse alegremente arrebatado, teria sido um (grande) jornalista, o sacerdote com os olhos azuis a quem as Brigadas vermelhas entregaram as armas; o cardeal Carlo Maria Martini, portanto, viveu seus últimos dias, naquele agosto de 2012, com uma insuperável vontade de viver.

Certo dia citou Victor Hugo, Os Miseráveis, sobre o renascimento do prisioneiro Jean Valjean por obra do Bispo de Digne, o amado monsenhor Myriel. Citou Valjean para lembrar um antigo temor: "Quando fui ordenado em Milão por João Paulo II, pensei que me esperava ser um homem sozinho, como se me tivessem colocado em um nicho, longe das pessoas. E que isso poderia acontecer de forma bem mais acentuada em uma diocese grande, como Milão, que vai do Ticino ao Adda. Lembro-me que, ao expor minhas dúvidas, o Pontífice me confortou: não tenha medo, serão pessoas que virão ao seu encontro".

O bom bispo é "um homem humilde que sabe vencer as dificuldades com a própria suavidade, que sabe ser discreto, que sabe rir de si mesmo e da própria fragilidade. Que sabe reconhecer os seus erros sem muitas auto-justificações. Em suma, um homem de verdade"

Eis, portanto: a exigência de se comunicar, para se fazer entender. Martini era atento, curioso. Ele pedia informações, se aprofundava, refletia e se indignava. Perdoava e era severo. "Se o que se quer é um bispo profeta, é preciso dar-lhe muito tempo para orar". Escreveu O Bispo na esteira da grande tradição do Liber pastoralis, de Gregório Magno a Carlos Borromeu. Era para ser o primeiro passo de uma série, cujo título é uma declaração de intenções: "O cuidado com as palavras" O convite é também o fio condutor da iniciativa editorial que o "Corriere della Sera" propõe, cinco anos após a morte do cardeal, para recordar a sua figura e as suas obras.

Martini foi um exemplo de militância nas questões da modernidade e da Nova Sociedade, da inseminação artificial ao testamento biológico, do relacionamento com o Islã e as outras religiões, do celibato dos padres à ordenação de mulheres. Mas, mesmo sobre questões ainda hoje candentes, tais como as relações com a ciência, os não- crentes, os comportamentos amorais da política, a corrupção e a culpada desatenção para com o próximo: espírito de pobreza e renúncia de todo interesse, a força de todos os servidores fiéis do estado, de todas as pessoas honestas. "A história mostra como o fechamento apriorístico da Igreja, e das religiões em geral, diante das inevitáveis mudanças ligadas ao progresso da ciência e da tecnologia nunca tenha sido de grande utilidade. Galileu Galilei docet".

Assim Martini descreveu o bom bispo: "Um homem humilde que sabe vencer as dificuldades com a própria suavidade, que sabe ser discreto, que sabe rir de si mesmo e da própria fragilidade. Que sabe reconhecer os seus erros sem muitas auto-justificações. Em suma, um homem de verdade". Pro veritate adversa diligere

Ele acreditava na oração de intercessão. Seu lema episcopal, na tradição da regra pastoral de São Gregório Magno, era Pro veritate adversa diligere. O pior dos castigos era para ele não ser entendido ou, pior, ser mal compreendido. Em sua biblioteca, obras escolhidas: a nata de uma vida de leituras em vários idiomas, antigos e modernos. Em um canto, com modéstia, uma bela fotografia de Ano Novo, feita no seminário de Turim: entre os rostos felizes dos alunos, destacava-se um jovem alto e distinto, com os cabelos cortados à escovinha, o olhar brioso. A voz, o veículo da Palavra, silenciou-se um dia de maio de 2010, após uma internação no hospital San Raffaele. Tornou-se um sopro leve, parecia vir de muito longe. A onda de altíssima espiritualidade forçada a se retirar, a recuar diante da doença ruim, o mal de Parkinson, com o qual havia se acostumado a conviver desde os dias felizes de Milão. Restrição física, não do pensamento ou da alma.

O que sobrava do arcebispo que Milão tinha aprendido a amar à primeira vista, como acontece nos grandes amores? Daquele homem sobravam a figura imponente e a luz de bondade no olhar. "Vocês viram os melhores momentos e os piores momentos", disse ele. Sua última morada foi o Instituto Aloisianum de Gallarate, a residência dos Jesuítas a 40 quilômetros de Milão, o refúgio final depois dos anos de meditação e de estudo em Jerusalém.

Martini definia a cidade como o local de uma identidade que se recria continuamente, a partir do novo, do diferente, na coordenação das tensões. Acolhendo, não apenas contendo. A cidade dos fracos, dos últimos, dos honestos e dos iguais

A cidade, através de cartas para o "Corriere", buscava por ele, à procura de conforto. Ele sabia que a tecnologia lhe permitiria estender a relação, e, se possível, melhorá-la com aqueles que acreditavam nele e o chamavam de "eminência reverendíssima" ou mesmo simplesmente "querido Carlo Maria". A resposta havia sido traçada há tempo: "Estarei com vocês aonde quer que eu vá". Turim, Roma, Milão, Jerusalém.

Ele disse: "Em Jerusalém atrai-me o fato de que Jesus viveu lá, que morreu lá, que lá seja possível rezar no Calvário. Atrai-me esse povo, o povo judeu, que ao mesmo tempo traz tanto sofrimento, tanta dificuldade no convívio. Parece um cadinho do futuro. Por quê? Porque os sofrimentos do mundo estão tão presentes em Jerusalém que é provável que, se houver um futuro, este terá que passar de alguma forma por lá".

Ele mantinha uma Bíblia aberta sobre uma modesta mesinha de fórmica. Perto dela, um boneco do Ursinho Pooh, um presente, um copo de limonada, pequena delícia entre os remédios amargos, os óculos de aros dourados que os tremores de Parkinson faziam deslizar no nariz.

As reuniões na redação eram encontros editorias comentados. Fazia a revisão dos textos, era flexível. Sugeria títulos fortes, sem medo. Na parede, o diploma do Premiolino, o reconhecimento que recebeu em 2010 por sua coluna no "Corriere". Mês após mês, ensinou aos seus leitores que o paraíso existe, que os anjos da guarda nos acompanham e protegem.

"Respiro com a Igreja em sua própria luz, de dia, em suas próprias trevas, à noite"

Ele gostava de repetir as palavras do Cardeal Schuster: "Respiro com a Igreja em sua própria luz, de dia, em suas próprias trevas, à noite". Citava bastante esta passagem: "Da mesma forma, o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis: e aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus" (Rm 8: 26-27). Ele não temia a crise "a ser enfrentada com coragem civil." Tentava explicar o significado da dor. Definia a cidade como o local de uma identidade que se recria continuamente, a partir do novo, do diferente, na coordenação das tensões. Acolhendo, não apenas contendo. A cidade dos fracos, dos últimos, dos honestos e dos iguais.

Quando lhe pedimos para comentar sobre o escândalo da pedofilia, que já era um tsunami, ele levantou-se e saiu da sala em silêncio. Estava perturbado, sofria pela humilhação da Igreja, tinha lágrimas em seus olhos. Rezou em recolhimento por uns dez minutos, em seguida, reapareceu. Estava comovido, mas aliviado. Recordou as palavras de Jesus: "Mas ai daquele que produz escândalos! Seria melhor para ele que lhe amarrassem uma pedra de moinho no pescoço e o jogassem no mar, do que escandalizar um desses pequeninos". Poucas linhas, dignas da primeira página.

"Eu gostaria de ser parte de uma igreja que se indigna e combate ao lado dos pobres e dos despossuídos, que escova a boca dos poderosos da terra, quando a enchem para falar de Deus e estão tão distantes em sua prática"

 Ele costumava dizer: "Eu gostaria de ser parte de uma igreja que se indigna e combate ao lado dos pobres e dos despossuídos, que escova a boca dos poderosos da terra, quando a enchem para falar de Deus e estão tão distantes em sua prática". Quando começou a coluna, na primavera de 2009, escreveu: “Hoje, a negação da verdade muitas vezes assume a figura da omissão consciente e culpada, condicionada pelo medo ou pelo interesse, ou mesmo pelo amor ao sossego: guarde-me o Senhor dessas armadilhas!”.

Ao padre Georg Sporschill, com quem escreveu o livro Conversações noturnas em Jerusalém, disse que a Igreja estava atrasada em duzentos anos. A entrevista foi transmitida para o mundo todo. Pensando sobre o sucessor de Ratzinger, delineou um perfil que conduzia exatamente ao papa Bergoglio. "É como se o cardeal Martinitivesse este homem diante de seus olhos, quando expressou sua própria dor pela Igrejaeuropeia cansada e traçou um esboço de um bispo e Papa preparado para os desafios da atualidade. Um pastor da Igreja deveria ter ou assegurar através de seu entourage mais íntimo, a proximidade com as pessoas e, principalmente, a compaixão pelos pobres e pelos jovens".

 “Hoje, a negação da verdade muitas vezes assume a figura da omissão consciente e culpada, condicionada pelo medo ou pelo interesse, ou mesmo pelo amor ao sossego: guarde-me o Senhor dessas armadilhas!”

Sporschill acrescentou: "O fundador da ordem, Inácio de Loyola, tinha certeza de que Jesus estava enraizado e vivesse em cada coirmão. Com essas raízes profundas, cultivadas através dos exercícios espirituais, o jesuíta ganha uma liberdade com a qual pode se aventurar em cada missão, local ou encontro. Lá, aonde há mais necessidade. E com essa liberdade também ganha a coragem de enfrentar os poderosos quando afligem os homens".

Conta-se que no conclave de 2005, quando foi eleito Joseph Ratzinger, o cardeal Martini tenha dado um passo à frente e, com o então cardeal Bergoglio, abriu o caminho para Bento XVI, "humilde servo na vinha do Senhor". Não sabemos se realmente aconteceu assim, declara Sporschill. Mas, talvez, a voz “indica o caminho pelo qual o Espírito Santo conduziu a Igreja, e que hoje leva para o futuro". Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

CNBB divulga mensagem aos brasileiros para as celebrações do dia 7 de setembro

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Publicado em 04 setembro 2017
  • Grito dos Excluídos 2017,
  • UM DIA DE JEJUM E DE ORAÇÃO PELO BRASIL,
  • Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil,
  • 7 de setembro,
  • VIDA EM PRIMEIRO LUGAR,
  • Grito dos Excluídos,

A conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta sexta-feira (01), mensagem para o dia 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil. No documento, a entidade encoraja as pessoas de boa vontade a se mobilizarem pacificamente na defesa da dignidade e dos direitos do povo brasileiro, propondo “a vida em primeiro lugar”. A instituição convida as comunidades a se unirem ao movimento O “Grito dos Excluídos” e, nesta data também, o Conselho Permanente da CNBB sugere as comunidades rezem juntos pela realidade brasileira no O Dia de Oração e Jejum pelo Brasil.

Leia a mensagem na íntegra:

MENSAGEM DA CNBB: VIDA EM PRIMEIRO LUGAR

O “Grito dos Excluídos” nasceu com o objetivo de responder aos desafios levantados por ocasião da 2ª Semana Social Brasileira, realizada em 1994, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”, e aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade em 1995, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”.

O Grito, realizado no dia 7 de setembro, com suas várias modalidades, é construído com a participação das comunidades cristãs, movimentos, pastorais sociais e organizações da sociedade civil, tem, em 2017, como tema: “Vida em primeiro lugar”, e como lema: “Por direito e democracia, a luta é de todo dia”.

A sociedade brasileira está cada vez mais perplexa, diante da profunda crise ética que tem levado a decisões políticas e econômicas que, tomadas sem a participação da sociedade, implicam em perda de direitos, agravam situações de exclusão e penalizam o povo brasileiro pobre.

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, diante do grave e prolongado momento triste vivido no país, sugere às comunidades que, nesta data, sejam acrescentados dois elementos importantes da espiritualidade cristã, para acompanhar as reflexões e as ações sobre a realidade brasileira: UM DIA DE JEJUM E DE ORAÇÃO PELO BRASIL.

Encorajamos, mais uma vez, as pessoas de boa vontade, particularmente em nossas comunidades, a se mobilizarem pacificamente na defesa da dignidade e dos direitos do povo brasileiro, propondo “a vida em primeiro lugar”.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, acompanhe o povo brasileiro com sua materna intercessão!

Brasília, 31 de agosto de 2017

 

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília

Presidente da CNBB

 

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador

Vice-Presidente da CNBB

 

Dom Leonardo Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: http://cnbb.net.br

RIO DE JANEIRO: Motorista atropela e mata 5 pessoas que ajudavam vítimas de colisão em Araruama

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Publicado em 04 setembro 2017
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  • acidente na Rodovia Amaral Peixoto,

Cinco pessoas morreram, entre elas uma menina de 12 anos, e seis outras ficaram feridas em um trágico atropelamento na Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), em Araruama, na Região dos Lagos, na manhã deste domingo. Segundo o Corpo de Bombeiros, todas as vítimas estavam perto de dois carros envolvidos numa colisão. As pessoas ajudavam os ocupantes quando foram surpeendidas por outro automóvel, que atropelou o grupo. O motorista fugiu sem prestar socorro.

De acordo com a polícia, os carros envolvidos na colisão capotaram, e seus passageiros e motoristas estavam presos dentro dos veículos. Passantes que estavam perto do local do acidente chegaram perto para ajudar os ocupantes dos veículos a sair de dentro dos automóveis, mas um carro atingiu o grupo, matando cinco pessoas.

Segundo a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros, três feridos foram socorridos e levados para o Hospital Municipal Nossa Senhora de Nazareth, em Saquarema. Os outros três feridos foram para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araruama. Um helicóptero foi utilizado durante o resgate das vítimas. Fonte: https://extra.globo.com

*PAPA FRANCISCO NESTE DOMINGO: A Cruz e os talentos

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Publicado em 04 setembro 2017
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“Sempre, mesmo hoje, a tentação é de querermos seguir um Cristo sem cruz, ou melhor, de ensinar a Deus o caminho certo, como Pedro. Mas Jesus nos recorda que o seu caminho é o caminho do amor, e não existe amor verdadeiro sem o sacrifício de si mesmo. Somos chamados a não nos deixarmos absorver pela visão deste mundo, mas de sermos cada vez mais conscientes da necessidade e o esforço de nós cristãos de caminharmos contracorrente e em subida”.

Jesus completa a sua proposta, disse ainda o Pontífice, com palavras que exprimem uma grande sabedoria, sempre válida, porque desafiam a mentalidade e os comportamentos egocêntricos. Ele exorta: "Quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontra-la". Neste paradoxo, está contida a regra de ouro que Deus inscreveu na natureza humana criada em Cristo: a regra de que só o amor dá sentido e felicidade à vida, comentou Francisco:

“Gastar os próprios talentos, as próprias energias e o próprio tempo apenas para salvar, proteger e realizar a si mesmo, leva realmente à perda de si, isto é, a uma existência triste e estéril. Se, pelo contrário, vivemos para o Senhor e baseamos a nossa vida no amor, como Jesus fez, poderemos saborear a verdadeira alegria. E a nossa vida não será estéril, será fecunda”.

Na Eucaristia revivemos o mistério da cruz, não apenas recordamos, mas realizamos o memorial do sacrifício redentor, no qual o Filho de Deus perde completamente a Si mesmo para se receber novamente do Pai e assim nos reconquistar, nós que estávamos perdidos, juntamente com todas as criaturas. Sublinhou o Papa reiterando que sempre que participamos na Missa, o amor de Cristo crucificado e ressuscitado se comunica a nós como alimento e bebida, para podermos segui-Lo no caminho de cada dia, no serviço concreto aos irmãos.

*Papa no Angelus neste domingo, 3 de setembro-2017. Fonte: http://pt.radiovaticana.va

22º Domingo do Tempo Comum – Ano A: Um Olhar.

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Publicado em 02 setembro 2017
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A liturgia do 22º Domingo do Tempo Comum convida-nos a descobrir a “loucura da cruz”: o acesso a essa vida verdadeira e plena que Deus nos quer oferecer passa pelo caminho do amor e do dom da vida (cruz).

No Evangelho, Jesus avisa os discípulos de que o caminho da vida verdadeira não passa pelos triunfos e êxitos humanos, mas passa pelo amor e pelo dom da vida (até à morte, se for necessário). Jesus vai percorrer esse caminho; e quem quiser ser seu discípulo tem de aceitar percorrer um caminho semelhante.

UM OLHAR PARA O EVANGELHO: (Mt 16,21-27)

Frente a frente, o Evangelho deste domingo coloca a lógica dos homens (Pedro) e a lógica de Deus (Jesus). A lógica dos homens aposta no poder, no domínio, no triunfo, no êxito; garante-nos que a vida só tem sentido se estivermos do lado dos vencedores, se tivermos dinheiro em abundância, se formos reconhecidos e incensados pelas multidões, se tivermos acesso às festas onde se reúne a alta sociedade, se tivermos lugar no conselho de administração da empresa. A lógica de Deus aposta na entrega da vida a Deus e aos irmãos; garante-nos que a vida só faz sentido se assumirmos os valores do Reino e vivermos no amor, na partilha, no serviço, na solidariedade, na humildade, na simplicidade. Na minha vida de cada dia, estas duas perspectivas confrontam-se, a par e passo… Qual é a minha escolha? Na minha perspectiva, qual destas duas propostas apresenta um caminho de felicidade seguro e duradouro?

Jesus tornou-Se um de nós para concretizar os planos do Pai e propor aos homens – através do amor, do serviço, do dom da vida – o caminho da salvação, da vida verdadeira. Neste texto (como, aliás, em muitos outros), fica claramente expressa a fidelidade radical de Jesus a esse projeto. Por isso, Ele não aceita que nada nem ninguém O afaste do caminho do dom da vida: dar ouvidos à lógica do mundo e esquecer os planos de Deus é, para Jesus, uma tentação diabólica que Ele rejeita duramente. Que significado e que lugar ocupam na minha vida os projetos de Deus? Esforço-me por descobrir a vontade de Deus a meu respeito e a respeito do mundo? Estou atento a esses “sinais dos tempos” através dos quais Deus me interpela? Sou capaz de acolher e de viver com fidelidade e radicalidade as propostas de Deus, mesmo quando elas são exigentes e vão contra os meus interesses e projetos pessoais?

  • Quem são os verdadeiros discípulos de Jesus? Muitos de nós receberam uma catequese que insistia em ritos, em fórmulas, em práticas de piedade, em determinadas obrigações legais, mas que deixou para segundo plano o essencial: o seguimento de Jesus. A identidade cristã constrói-se à volta de Jesus e da sua proposta de vida. Que nenhum de nós tenha dúvidas: ser cristão é bem mais do que ser batizado, ter casado na igreja, organizar a festa do santo padroeiro da paróquia, ou dar-se bem com o padre… Ser cristão é, essencialmente, seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida. O cristão é aquele que faz de Jesus a referência fundamental à volta da qual constrói toda a sua existência; e é aquele que renuncia a si mesmo e que toma a mesma cruz de Jesus.
  • O que é “renunciar a si mesmo”? É não deixar que o egoísmo, o orgulho, o comodismo, a auto-suficiência dominem a vida. O seguidor de Jesus não vive fechado no seu cantinho, a olhar para si mesmo, indiferente aos dramas que se passam à sua volta, insensível às necessidades dos irmãos, alheado das lutas e reivindicações dos outros homens; mas vive para Deus e na solidariedade, na partilha e no serviço aos irmãos.
  • O que é “tomar a cruz”? É amar até às últimas consequências, até à morte. O seguidor de Jesus é aquele que está disposto a dar a vida para que os seus irmãos sejam mais livres e mais felizes. Por isso, o cristão não tem medo de lutar contra a injustiça, a exploração, a miséria, o pecado, mesmo que isso signifique enfrentar a morte, a tortura, as represálias dos poderosos.
  • Leia a reflexão na íngra. Clique no link ao lado- EVANGELHO DO DIA)

Evento na Arena marca retorno do padre Marcelo Rossi a Pernambuco

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Publicado em 01 setembro 2017
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  • A Celebração dos 50 Anos da Renovação Carismática Católica,
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Fiéis católicos e de outras igrejas cristãs vivem contagem regressiva para o maior evento religioso do ano em Pernambuco. Com o tema “A Celebração dos 50 Anos da Renovação Carismática Católica”, a festa promovida pela Comunidade Obra de Maria acontecerá no dia 1º de outubro, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. A grande atração do encontro, realizado pela terceira vez no local, será o padre Marcelo Rossi, que há 15 anos não fazia show no estado. Os organizadores esperam reunir 50 mil pessoas. Toda a renda será revertida aos trabalhos sociais promovidos pela comunidade, que comemora 27 anos de atividades.

A comemoração, está marcada para começar às 13h, mas os portões da Arena serão abertos a partir das 11h. Neste ano, até o gramado vai ser ocupado pelo público espectador. Serão espalhadas oito mil cadeiras no campo, que ganhará proteção especial para não danificar a grama.

O show do padre Marcelo está sendo aguardado com grande expectativa. Será a primeira vez que o religioso aparecerá em público após se recuperar de problemas de saúde. “Padre Marcelo é um dos líderes religiosos que deram maior visibilidade ao movimento carismático. Nada mais justo que trazê-lo para ser a atração especial. Será um momento mágico, de muita energia e oração. Quem for, viverá um testemunho de experiência muito forte com Deus”, comentou o fundador da Obra de Maria, Gilberto Gomes Barbosa, que organiza o evento. Na abertura, haverá apresentação da Orquestra Criança Cidadã. Padre Marcelo celebrará a missa de encerramento, marcada as 19h. O arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, também confirmou presença, assim como os padres Reginaldo Manzotti, Antônio Maria, João Carlos e Damião Silva.

Durante o encontro, Gilberto Barbosa fará pregação agradecendo as parcerias firmadas ao longo dos 27 anos de caminhada. “Sem a ajuda das doações e colaboração dos voluntários, a gente não conseguiria chegar até aqui”, disse. Um dos principais parceiros é o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), que rotineiramente faz doações de mobília e computadores à entidade. As peças são sempre recuperadas na oficina de marcenaria e de informática.

“O lixo de muitos quintais é de grande valor para nós. Aproveitamos restos de material de construção e madeira, e transformamos, reciclamos os objetos”, explicou. Além das doações, outra fonte de renda para a instituição são as peregrinações religiosas. Ao longo do ano, ocorrem cerca de 50, nas quais aproximadamente 12 mil pessoas conhecem lugares santos no mundo.

A comunidade possui ainda um abrigo na cidade de Dambe, em Moçambique, na África, onde é mantida uma creche com 400 crianças e adolescentes entre sete e 18 anos. “Somente para cuidar dessa casa, precisamos de R$ 150 mil por mês”, informou. Ao todo a Obra de Maria tem cerca de 2,8 mil missionários espalhados pelo mundo. Dos 690 voluntários, 300 atuam em tempo integral. Na casa de São Lourenço da Mata, em frente à Arena de Pernambuco, estão abrigadas 200 pessoas. “Aqui, temos uma despesa média de R$ 85 mil por mês”, acrescentou Gilberto Barbosa.

O primeiro lote de ingressoas para a festa, que também lembrará meio século de criação do movimento carismático, já está esgotado. Mas quem quiser participar pode adquirir o segundo lote na Livraria Paulinas, na Igreja do Espírito Santo, na Loja do Condomínio e na própria comunidade, em São Lourenço da Mata. Também é possível comprar entradas no site www.guicheweb.com.br e recebê-las em casa. Os preços foram estabelecidos de acordo com a localização. O anel inferior custa R$ 30, o anel superior é vendido por R$ 10, a área vip R$ 50 e o gramado R$ 60. No dia do evento, será necessário levar um quilo de alimento não perecível, a ser doado às casas mantidas pela Obra de Maria. 

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br

DIRETO DA PARAÍBA: Igreja Universal compra um dos terrenos mais cobiçados de Campina Grande

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Publicado em 01 setembro 2017
  • Igreja Universal do Reino de Deus,
  • Campina Grande,

Em transação ´robustamente milionária´, a Igreja Universal do Reino de Deus comprou um dos terrenos mais amplos e ambicionados do centro de Campina Grande para erguer um novo templo.

É a área que fica ao lado do Teatro Municipal Severino Cabral. A informação é da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza. Fonte: https://paraibaonline.com.br

PERDÃO: Histórias de vida.

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Publicado em 31 agosto 2017
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  • Saber perdoar,
  • Abraham Lincoln,

Conta-se que um jovem advogado de uma pequena cidade dos Estados unidos foi indicado pelo tribunal para trabalhar com outros dois famosos advogados da cidade grande.

Arrogantes, eles receberam muito mal o tímido colega do interior, que preparava anotações sobre o processo sem que nenhum dos dois se desse ao trabalho de olhar. Como se não bastassem o desprezo e o ar de superioridade, eles se negavam a sentar-se à mesma mesa que o forasteiro do interior.

Alguns anos depois, o advogado magro, de rosto triste e tímido foi eleito presidente dos EUA- Abraham Lincoln. Quando chegou o momento de formar sua equipe, lembrou-se de um homem como a melhor opção para ocupar o cargo de ministro da Guerra: um dos dois advogados que o desprezaram.

MÉTODOS DE ORAÇÃO: Oração de Petição.

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Publicado em 31 agosto 2017
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  • Rafael Checa Curi,
  • Elcias Ferreira da Costa,

Rafael Checa Curi. (Tradução: Elcias Ferreira da Costa)

             O projeto que o orante se formula freqüentemente lhe parece difícil de ser levado à prática por seu próprio esforço. Precisa contar com a graça de Deus e sabe que esta se obtém pedindo. Daqui a necessidade da petição. A oração não é só petição a Deus, porém está incluída. E faz-se necessária dada nossa pobre condição humana.

            O próprio Jesus nos exorta a pedir. E ainda por cima, assegura-nos o êxito de nossas súplicas (Lc. 11, 1-3). Certamente a resposta de Deus não se dará sempre "em espécie", segundo nossas pretensões. Deus sabe melhor do que nós mesmos o de que nós necessitamos. Entretanto o que na verdade é seguro é que toda oração bem feita, perseverante e ;humilde, será ouvida e despachada em graças de salvação:

"O Pai celestial dará o Espírito Santo aos que o pedirem." (LC 11,13)

            Naturalmente que o orante cristão não pede só para si, porém estende sua súplica a todos os seus irmãos, a todas as necessidades, a todos os lugares, em todos os tempos e em qualquer circunstância. Sobretudo pelos que sofrem de mais carências e em ordem à construção do Reino. O pobre precisa pedir. A oração do pobre será escutada.

Missa exequial: Homilia de Dom Delson

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Publicado em 31 agosto 2017
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Dom José Maria Pires é sepultado

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Publicado em 30 agosto 2017
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  • Dom José Maria Pires é sepultado,

DOM ZUMBI OU DOM PELÉ? Patrus Ananias.

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Publicado em 29 agosto 2017
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Vida religiosa e consagrada na era digital

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Publicado em 29 agosto 2017
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"Como traduzir em testemunho a Boa Nova do Evangelho quando se impõe a cultura do olho eletrônico e virtual?", questiona o padre Alfredo Gonçalves, cs, assessor das pastorais sociais.

Eis o artigo.

A finalidade fundamental da Vida Religiosa Consagrada (VRC) tem sido testemunhar a Boa Nova de Jesus Cristo diante dos desafios históricos. Testemunho tanto mais evangélico quanto mais próximo aos pobres, pequenos, indefesos, marginalizados e excluídos. Dizia Santo Antonio: “A pregação será eficaz, terá eloquência, quando falam as obras. Cessem as palavras, falem as obras. Infelizmente, somos ricos de palavras e vazios de obras” (Discursos, I, 226).

Semelhante testemunho se verifica já na Igreja primitiva. Desde os primeiros séculos, sabemos dos padres e madres que se refugiavam no deserto, não para fugir do mundo, mas para vivenciar de forma mais viva e intensa a herança do Evangelho. Em seguida, passada a crise do ano mil, temos a inspiração profética dos chamados “frades menores”, em particular com São Domingos e São Francisco de Assis. Nos tempos modernos, por fim, de maneira especial no decorrer do século XIX, vale ressaltar a iniciativa dos “santos sociais”, fundadores e fundadoras de Institutos e Congregações de caráter marcadamente apostólico, mas sempre centradas no testemunho da vida comunitária.

Hoje, com a revolução informática, no universo predominantemente urbano, e em plena era digital, a marca registrada do testemunho evangélico se faz mais desafiadora. Por uma parte, vivemos cada vez mais em bairros urbanizados ou em vias de urbanização acelerada. Na vida urbana, como é notório, as famílias caem facilmente no isolamento, na fragmentação e no anonimato. Muitas vezes sequer conhecem os vizinhos de rua e de apartamento. As coisas se complicam ainda mais quando nos damos conta que o padrão das casas religiosas nem sempre se presta à acolhida dos pobres e necessitados. Ao contrário, o nível de vida comum na VRC de nossos dias tende a deixá-los do lado de fora. Muitas vezes, a diferença é tão estridente que a aproximação e a convivência seriam mesmo de estranhar!

Por outro lado, quem hoje em dia está seriamente interessado sobre o que se passa no interior de uma família ou de uma casa religiosa? Quem sabe como vivem e convivem os pais e filhos ou os consagrados e consagradas? Ocorre que o olhar crítico (ou não) sobre a realidade, sobre a vida e sobre as relações humanas em particular passa atualmente pela tela ou pela telinha – televisão ou celular. É como se as coisas se tivessem invertido. Enquanto o que vemos e ouvimos a olho nu ou a ouvido nu parecem converter-se em realidades fictícias, aquilo que vemos e ouvimos através da TV/Internet/Smartphone ganha um caráter de realidade “científica”. Em outras palavras, os fatos que não chegam registrados e filtrados pelo som e imagem digitais, simplesmente são ignorados, inexistem. Como se cada um devesse desconfiar de seus sentidos e de sua razão: só é “confiável” o que circula pelas redes sociais, a única fonte da notícia.

Até mesmo no interior de uma família ou de uma comunidade religiosa, quantas vezes nos comunicamos pelo Whatsapp. As viagens e o turismo não raro convertem-se em realidades quando, e só quando, “postamos” as imagens notadamente narcisísticas dos lugares visitados. Do contrário, é como se jamais tivessem existido. À mesa, tornou-se comum dar prioridade ao toque personalizado do celular, para não falar da capela ou Igreja! Em termos mais diretos, a realidade virtual substitui e supera a realidade dos acontecimentos diários e concretos. Uma tragédia só o será na medida em que se faz espetáculo na tela ou telinha. O mesmo vale para o testemunho, a amizade ou a solidariedade. Existe somente o que é veiculado pela mídia e pela Internet!

Como traduzir em testemunho a Boa Nova do Evangelho quando se impõe a cultura do olho eletrônico e virtual? Esta linguagem virtual ganha primazia sobre o face-a-face, o toque amigo, o sorriso, o abraço, a festa, a vida fraterna, a mesa farta? Como ser testemunho, primeiro entre nós, e depois na rua, no bairro, na cidade? Nesta era digital, como captar a lágrima e o riso, o olhar límpido e a palavra franca, “as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias” que nos cercam – para usar a expressão da Gaudium et Spes (n.1)? E sobretudo como, diante da dor e do sofrimento, da solidão e do abandono, ser reflexo caloroso do amor e da esperança, do perdão e da misericórdia do Pai? Perguntas que só o exemplo vivo pode responder!

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

PROFETAS NÃO MORREM...

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Publicado em 29 agosto 2017
  • dom José Maria Pires,
  • PROFETAS NÃO MORREM,
  • Memória do Concílio Vaticano II,

ARQUIDIOCESE DA PARAÍBA: Missa Exequial de Dom José Maria Pires

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Publicado em 29 agosto 2017
  • Arquidiocese da Paraíba,
  • Missa Exequial,
  • Sepultamento de Dom José Maria Pires,
  • Dom Maria Pires,

Seguem algumas indicações para a Celebração elaboradas pelo Mestre de Cerimônias Litúrgicas da Arquidiocese da Paraíba, Diácono Erionaldo Jerônimo Duarte:

-A Paramentação será no Mosteiro de São Bento;

- Os Sacerdotes e os Diáconos devem levar túnica branca e estola roxa;
- Missa dos fieis defuntos (por um bispo diocesano) - a Missa é celebrada segundo o rito comum a todas as Missas;

- Terminada a Oração Pós-Comunhão, os Bispos presentes dirigem-se para junto do féretro. Ali, voltado para o povo, o Arcebispo (ou o presidente do Regional) efetua o rito da última encomendação e despedida. Em seguida, forma-se o cortejo até o local do sepultamento. Chegando ali, abençoa a sepultura e, imediatamente, faz-se o sepultamento. Fonte: www.arquidiocesepb.org.br

Corpo de Dom José Maria Pires chega à Paraíba durante a madrugada

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Publicado em 29 agosto 2017
  • dom José Maria Pires,
  • Dom Delson,
  • arcebispo emérito da Paraíba Dom José Maria Pires,

Pontualmente às 01h55 desta terça-feira (29), o avião da Gol pousou no Aeroporto Castro Pinto trazendo o corpo do arcebispo emérito da Paraíba Dom José Maria Pires.

O caixão foi levado para o hangar do Governo do Estado, onde o arcebispo metropolitano da Paraíba, Dom Delson, e um grupo de padres e representantes de pastorais da Arquidiocese da Paraíba, esperavam para dar início ao cortejo até a Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro de João Pessoa.

A liberação do corpo foi assinada pelo Cônego Egídio de Carvalho Neto. Após uma bênção de Dom Delson, o caixão foi levado até o carro do Corpo de Bombeiros, onde foi colocado no alto do veículo.

Às 2h50 o cortejo teve início, com a escolta da Polícia Militar, em direção à BR 230, seguindo pela rodovia até o Viaduto de Oitizeiro, passando por Cruz das Armas, até a Basílica, onde alguns fiéis já esperavam para o velório. Fonte: https://paraibaonline.com.br

DOM JOSÉ MARIA PIRES. In Memoriam-02.

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Publicado em 28 agosto 2017
  • dom José Maria Pires,
  • Morre dom José Maria Pires,
  • MORTE DE DOM JOSÉ MARIA PIRES,

DOM JOSÉ MARIA PIRES. In Memoriam-01.

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Publicado em 28 agosto 2017
  • dom José Maria Pires,
  • Dom Zumbi,

Corpo de Dom José vai ser velado e sepultado em João Pessoa

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Publicado em 28 agosto 2017
  • dom José Maria Pires,
  • Arcebispo Emérito da Paraíba,
  • MORTE DE DOM JOSÉ MARIA PIRES,
  • Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves,

O corpo do Arcebispo Emérito da Paraíba, Dom José Maria Pires, chegará por volta das 14h no Aeroporto Castro Pinto, na Grande João Pessoa. O traslado será feito em carro aberto, num veículo do Corpo de Bombeiros, até a Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro da Capital. O cortejo deverá ser acompanhado pelo Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Delson, padres, diáconos e religiosos da Arquidiocese, e representantes de pastorais e movimentos sociais arquidiocesanos.

O velório começa ainda na madrugada desta terça-feira, 29. A Catedral vai ficar aberta durante todo o dia para as despedidas a Dom José. Fonte: https://paraibaonline.com.br

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