Teerã nega a perda do aiatolá durante ação deste sábado (28), que americano diz abrir caminho para mudança de regime

Quase 2 meses após captura de Maduro, Khamenei pode ser o primeiro chefe de Estado morto em uma operação liderada pelos EUA

 

Igor Gielow

São Paulo

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto neste sábado (28) no ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra a teocracia, cujo futuro após 47 anos está em suspenso. A informação foi passada por Tel Aviv para Washington, e depois reiterada por Donald Trump.

O Irã, até aqui, tem negado a morte de Khamenei, 86, mas não apresentou nenhuma prova de sua sobrevivência.

"Khamenei, uma das pessoas mais más da história, está morto", disse Trump na rede Truth Social. Ele disse que ouviu relatos de que elementos da Guarda Revolucionária, a principal força militar do país, querem parar a retaliação contra os EUA e seus aliados no golfo Pérsico, e voltou a oferecer imunidade em caso de rendição.

Mais cedo, o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, havia dito publicamente que "há muitos sinais" de que o líder "não está mais entre nós" —o que levou agências de notícia estatais iranianas a dizer que o aiatolá está "firme e em comando" do campo de batalha... Fonte: https://www1.folha.uol.com.br