De acordo com o historiador e jornalista Fábio Augusto Steyer, “as relações do homem com a morte (ou as atitudes humanas diante dela) presentes nos cemitérios das cidades gaúchas Santo Antônio da Patrulha e Caraá, podem ser observadas e analisadas a partir dos epitáfios, objetos colocados nos túmulos, arquitetura tumular, estatuária, disposição espacial dos cemitérios, entre muitas outras coisas”.

Ele destaca que, em larga medida, existe uma postura de negar a morte “como fim último da existência, a partir da necessidade de crença em algum tipo de transcendência”. Acontece, também, “a afirmação da individualidade do morto. As pessoas querem acreditar que o morto continua existindo em algum lugar, depois da morte, e mantendo a mesma individualidade que tinha na terra”...

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